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GT 7 - Portais de periódicos e a
transição para a ciência aberta
Coordenador: Sérgio Cirino (UFMG)
Coordenadora adjunta: R...
Questão norteadora
Em que medida os portais institucionais
podem contribuir para a modernização e
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Organização do GT
Participação de 25 profissionais de todas as regiões do país:
• Gestores e equipes técnicas de portais
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Dinâmica de trabalho
Apresentações de relatos de experiências:
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Dinâmica de trabalho
Definição coletiva de tópicos para discussão em subgrupos do GT:
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2. Sustentabilidad...
1 Diretrizes TOP
• Criar orientações claras sobre o respeito à privacidade na publicação e
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2 Sustentabilidade e fomento
Responsabilização institucional para prover os recursos de infraestrutura e
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• Detalhar o processo de indexação de periódicos na SciELO a fim de
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3 Ciência cidadã, ciência aberta e acessibilidade
 Valorização de grupos sub-representados
 Adoção de práticas de popula...
3 Ciência cidadã, ciência aberta e acessibilidade
 Estabelecimento de processos para implementação de preprints em
conson...
4 Qualidade
• Observar as recomendações dos modelos SciELO e COPE
• Incentivar a formalização de horas para dedicação do e...
4 Qualidade
• Instalar, atualizar, preservar e zelar pela segurança de dados
• Utilizar Licença Creative Commons e identif...
5 Marketing científico e visibilidade
• Adoção de ferramentas para métricas tradicionais e alternativas
• Divulgação do Po...
Avaliações e recomendações do GT
• Como coordenador
• Avalio que o trabalho do GT foi muito produtivo
• Diversidade dos pa...
GT 7
PORTAIS INSTITUCIONAIS E A TRANSIÇÃO
PARA A CIÊNCIA ABERTA
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Sérgio Dias Cirino - GT7: Portais Institucionais de periódicos e a transição para a ciência aberta

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Os portais institucionais de periódicos operam nas principais universidades e instituições de pesquisas dos países da Rede SciELO com objetivos comuns de contribuir para fortalecer a sustentabilidade, promover o aperfeiçoamento dos periódicos e sua visibilidade. Em muitos casos, compartilham periódicos indexados nas respectivas coleções nacionais da Rede SciELO.

O escopo do grupo de trabalho compreenderá, por um lado, a análise das políticas, modelos de gestão, funções, objetivos, metodologias, experiências exitosas e desafios dos portais institucionais em prol do aperfeiçoamento e visibilidade dos periódicos publicados no âmbito da instituição.

Por outro lado, o grupo, discutirá a interoperabilidade e compatibilidade com o Modelo SciELO de Publicação de coleções nacionais de periódicos, em particular no que se refere à adoção de padrões e práticas comuns como critérios de seleção, indicadores comuns ou compatíveis de uso e desempenho, textos em XML/JATS e, mais especificamente, das boas práticas de comunicação da ciência aberta, como preprints e gestão de dados de pesquisa. A compatibilidade contribuirá para racionalizar infraestruturas, baixar custos e aumentar a interoperabilidade.

O grupo deverá contar com a participação de lideranças dos portais institucionais de periódicos e a expectativa é que o compartilhamento de experiências, conclusões e recomendações contribuam para o aperfeiçoamento da gestão e operação dos portais e sua interoperabilidade com as coleções SciELO.

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Sérgio Dias Cirino - GT7: Portais Institucionais de periódicos e a transição para a ciência aberta

  1. 1. GT 7 - Portais de periódicos e a transição para a ciência aberta Coordenador: Sérgio Cirino (UFMG) Coordenadora adjunta: Renata Arruda (UFMG) Relatoras: Celsiane Araújo (UFMG) e Priscila Reis (FUMEC) Apoio técnico: Denise Peres (SciELO)
  2. 2. Questão norteadora Em que medida os portais institucionais podem contribuir para a modernização e acompanhamento das novas modalidades e estratégias de publicação em consonância com as tendências da ciência aberta?
  3. 3. Organização do GT Participação de 25 profissionais de todas as regiões do país: • Gestores e equipes técnicas de portais • Bibliotecários • Editores de periódicos • Analistas de sistemas • Jornalistas
  4. 4. Dinâmica de trabalho Apresentações de relatos de experiências: • “Portal de periódicos de Minas Gerais” – Renata Arruda, UFMG • “Gestão de portais institucionais” – Lúcia da Silveira, UFSC • “Laboratório de periódicos da UFSC” – Rosângela Rodrigues, UFSC • “Ciência aberta e a Lei de Acesso à Informação” – Celsiane Araújo, UFMG • “Indicadores de acesso” – Fábio Batalha, Érudit
  5. 5. Dinâmica de trabalho Definição coletiva de tópicos para discussão em subgrupos do GT: 1. Diretrizes TOP 2. Sustentabilidade e fomento 3. Ciência cidadã, ciência aberta e acessibilidade 4. Qualidade 5. Marketing científico e visibilidade
  6. 6. 1 Diretrizes TOP • Criar orientações claras sobre o respeito à privacidade na publicação e na reutilização dos dados de pesquisa • Convergir as diretrizes TOP com a Lei nº 13.709 de proteção de dados pessoais • Definir as Licenças Creative Commons nas diretrizes TOP, particularmente no compartilhamento de dados, métodos, etc. • Desenvolver formação para os processos editoriais e para a aplicação das diretrizes TOP
  7. 7. 2 Sustentabilidade e fomento Responsabilização institucional para prover os recursos de infraestrutura e de serviços para editoração dos periódicos nos portais, compartilhando tecnologia, projetos, documentos e soluções. • Sugerir templates para cada área auxiliando na gestão de periódicos (regimento editorial, regulamento, política) • Promover modelos de desenvolvimento de plano de ação de curto, médio e longo prazo para periódicos de diferentes estratos e áreas
  8. 8. 2 Sustentabilidade e fomento • Detalhar o processo de indexação de periódicos na SciELO a fim de auxiliar no planejamento estratégico dos portais e dos periódicos • Colaborar para o desenvolvimento de políticas de valorização dos periódicos locais, nacionais e internacionais • Auxiliar na formalização e valorização das funções de editor e de avaliador nos cenários científicos e institucional
  9. 9. 3 Ciência cidadã, ciência aberta e acessibilidade  Valorização de grupos sub-representados  Adoção de práticas de popularização da ciência  Promoção do uso e reuso dos dados de pesquisa  Adaptação e aprimoramento de sistemas e estruturas para o recebimento de metadados como dados brutos, primários e derivados
  10. 10. 3 Ciência cidadã, ciência aberta e acessibilidade  Estabelecimento de processos para implementação de preprints em consonância com o modelo proposto pela SciELO  Implantação das diretrizes de acessibilidade do eMAG  Adoção de outros formatos de arquivos na publicação como pdf, mobi, ePub, xml, txt, mp3
  11. 11. 4 Qualidade • Observar as recomendações dos modelos SciELO e COPE • Incentivar a formalização de horas para dedicação do editor ao periódico científico, por exemplo, por meio de portarias institucionais • Institucionalizar e regimentar os portais de periódicos • Compor equipe técnica multidisciplinar formada por profissionais como analistas de sistemas, editores, bibliotecários, tradutores, revisores, designers, jornalistas, auxiliares técnico, estagiários/bolsistas para auxiliar os editores .
  12. 12. 4 Qualidade • Instalar, atualizar, preservar e zelar pela segurança de dados • Utilizar Licença Creative Commons e identificadores persistentes • Adotar padrões para a interoperabilidade de dados • Habilitar plugins, quando pertinente • Registrar os Portais institucionais no Centro Brasileiro do ISSN • Compor um comitê deliberativo/consultivo para o Portal com representação dos editores • Implementar portais e publicações nos padrões de acessibilidade
  13. 13. 5 Marketing científico e visibilidade • Adoção de ferramentas para métricas tradicionais e alternativas • Divulgação do Portal e dos periódicos em redes sociais e na Web • Indexação dos periódicos vinculados aos Portais • Promoção do acesso aberto ao conhecimento produzido com recursos públicos • Difusão de boas práticas
  14. 14. Avaliações e recomendações do GT • Como coordenador • Avalio que o trabalho do GT foi muito produtivo • Diversidade dos participantes: áreas do conhecimento e instituições • É importante concentrar esforços para o desenvolvimento e fortalecimento da Rede Nacional de Portais de Periódicos
  15. 15. GT 7 PORTAIS INSTITUCIONAIS E A TRANSIÇÃO PARA A CIÊNCIA ABERTA

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