SlideShare ist ein Scribd-Unternehmen logo
1 von 34
Downloaden Sie, um offline zu lesen
09/09/2013
1
Escolha da espécie forrageira
Qual a melhor
espécie
forrageira?
 Resistente à geada;
 Resistente à seca;
 Resistente à pragas (cigarrinha);
 Resistente à doenças;
 Resistente ao pastejo;
 Resistente ao fogo;
 Produza semente;
 Pouco exigente em nutrientes;
 Tolerante ao Alumínio;
 Tolerante à solos encharcados;
 Alta produção de forragem;
 Alto valor nutritivo da forragem produzida;
 Permite consórcios;
 Não apresente princípios tóxicos;
 Silagem de alta qualidade;
 Feno de alta qualidade;
 Perene e persistente;
 Alta velocidade de cobertura de solo, etc
FORRAGEIRA IDEAL:
Existe uma
espécie assim ?
Fatores a serem considerados na
escolha da espécie forrageira
• Adaptação ao clima da região;
• Tipo de solo: relevo,umidade, fertilidade;
• Resistência ao pastejo, hábito de crescimento;
• Produção de matéria seca por ano, valor nutritivo,
disponibilidade de área;
• Período de produção;
• Categoria animal ou ganho preconizado;
• Necessidade de consorciação;
• Facilidade de manejo;
Cfa - Clima subtropical, verões quentes,
geadas pouco frequentes e tendência
de concentração das chuvas nos meses
de verão, contudo sem estação seca
definida.
Cfb - Clima temperado
propriamente dito; temperatura
média no mês mais quente abaixo
de 22 ºC, verões frescos, e sem
estação seca definida.
09/09/2013
2
Sudoeste do Paraná 42 Municípios
Cfb
Cfa Existem 18 microclimas no
sudoeste do PR
09/09/2013
3
Relevo
Leguminosa prostrada Gramínea prostrada
Leguminosa ereta Gramínea ereta
Diferenças morfológicas em relação a forma de crescimento
Pennisetum x Cynodon
Pioneiro x Tifton
09/09/2013
4
Ervilhaca x Pioneiro
SOBRESSEMEADURA DE ERVILHACA EM CAPIM-ELEFANTE
SOBRESSEMEADURA DE AVEIA E AZEVÉM EM
TIFTON
Como identificar/classificar uma Pastagem
Ciclo de vida
•Perenes
•Anuais
Forma de crescimento
•Eretas
•Estoloníferas
•Rizomatozas
1. Gramíneas
2. Leguminosas
Forma de propagação
•Sementes
•Mudas
•Mudas e sementes
Épocas de crescimento
•Verão
•Inverno
Ciclo de vida
• Anuais – milheto, sorgo, papuã, aveia, azevém
– Florescem e morrem no primeiro e único ano da sua
vida
• Bianuais – trevo vermelho, guandu
– Só florescem no segundo ano
• Perenes – Tifton, Estrela Africana, Pioneiro, etc.
– Levam 1 ou mais tempo para se reproduzir;
– Apenas alguns de seus perfilhos diferenciam
09/09/2013
5
Época de crescimento
• Hibernal - Ex: Trevos, ervilhaca, aveia, azevém
– Crescimento de outono, inverno e primavera
– Temperatura ótima desenvolvimento 18 a 25 oC
• Estival - Ex: Brachiarias, Panicuns, Cynodon.
– Crescimento de primavera e verão
– Temperatura ótima desenvolvimento 28 a 35 oC
• Temperatura de base: abaixo dela as plantas
param de produzir
– Trigo = 4 oC Aveia, Azevém = 3 oC
– Mombaça = 15 oC, Aruana = 12 oC
Gramíneas perenes e anuais
HEMARTRIA
TIFTON 85
MOMBAÇA
Festuca Hemartria
Tifton 85
Mombaça
Centeio
Como identificar/classificar uma Pastagem
Quanto a finalidade
1. Qualidade – valor proteico
2. Quantidade - volumoso
Quanto às Exigências, de
•Ao solo
•Umidade
•temperaturas
Alto valor protéico
09/09/2013
6
Alta produtividade
Panicun
Elefante
Estrela
B. decumbens
B. humidicola
Hemarthria
Jesuíta
Modificado de (Corsy, 1988)
Qualidade da forragem
Alfafa
Tiftons e Coast Cross
Escada descendente ou escala da ilusão
Cada espécie apresenta !!
• Manejo específico;
– Altura, massa de forragem, descanso..
• Exigência em termos de T oC, umidade,
nutrientes
• Local e situação mais adequada;
• Dinâmica de produção
– Distribuição da produção no tempo;
– Resposta a nutrientes
• Capacidade produtiva diferente
Pastagens cultivadas de verão
Nível de importância
Espécies Nomes comuns (BR) PR SC RS
Gramíneas perenes de verão
Panicum maximum Colonião ++ + +
Brachiaria brizanta Brizanta, braquiária +++ + +
Brachiaria spp. braquiária, humidicola,
decumbens
+ + +
Digitária decumbens Pangola + + ++
Cynodon spp. Estrela, coast-cros, tifton +++ + ++
Axenopus compressus Missioneira, jesuíta ++ +++ +++
Pennisetum clandestinum Quicuio + + +
Pennisetum purpureum Capim elefante + + +
Paspalum saurae Pensacola ++ ++ +++
Hemartria altissima Hemartria ++ ++ +
Setaria sphacelata Setária + + +
Chloris gayana Rhodes + + +
Gramíneas anuais de verão
Pennisetum americanum Milheto +++ +++ +++
Sorghum spp. Sorgo + + ++
Euchlaena mexican Teosinto, dente de burro + + +
Brachiaria plantaginea Papuã ++ + +
Fonte: Nabinger, C. et. al. (1999)
Nível de importância
Espécies Nomes comuns (BR) PR SC RS
Gramíneas anuais de inverno
Lolium multiflorum Azevém +++ +++ +++
Avena strigosa Aveia preta +++ +++ +++
Avena sativa Aveia branca +++ ++ +
Secale cereale Centeio ++ ++ +
x Triticosecale Triticale ++ + +
Hordeum vulgare Cevada + + +
Gramíneas perenes de inverno
Festuca arundinaceae Festuca + + +
Bromus catharticus Cevadilha + + +
Dactylis glomerata Capim dos pomares + + +
Falaris tuberosa Falaris + + +
Leguminosa anual de inverno
Vicia sativa ++ ++ ++
Vicia villosa + + +
Trifolium vesiculosum Trevo vesiculoso ++ ++ +++
Trifolium subterraneum Trevo subterrâneo + + +
Leguminosa perene de inverno
Trifolium repens Trevo branco ++ + +++
Trifolium pratense Trevo vermelho ++ ++ ++
Lotus corniculatus Cornichão ++ ++ ++
Medicago sativa Alfafa + + +
Pastagens cultivadas de Inverno
Gramíneas
Perenes
Anuais
Inverno
Verão
Inverno
Verão
Festuca, Phalaris, Dactylis,
Andropogon
Cynodon spp, Panicum spp,
Pennisetum spp, Brachiaria spp.
Leguminosas
Perenes
Anuais
Inverno
Verão
Inverno
Verão Arachys spp, Leucena,
Stylosanthes, Medicago sativa
Lolium, Avena spp, Secale spp.
Sorghun spp, Pennisetum spp.
Vicia spp, Trifolium spp, Lupinus
spp.
Lab lab spp, Cajanus cajan spp.
Trifolium spp, Lotus spp.
As plantas forrageiras são classificadas em gramíneas e leguminosas,
perenes e anuais ambas possuindo espécies de inverno e verão
09/09/2013
7
Vencedor Tanzânia MombaçaBrachiaria
CoastcrossTifton Elefante Cana
Sorgo Milheto Azévem Aveia
Trevo branco Trevo vermelho Cornichão
AmendoimErvilhaca Alfafa
Guandu Leucena Estilosante
B. Brizantha – Arachys pintoi
09/09/2013
8
09/09/2013
9
Cynodon spp
Coast-cross
Tifton 68
Tifton 85
Produção de MS e eficiência de conversão do N em Coast-cross
Kg N/ha/ano MS t/ha/ano Kg MS/kg N
0 12,0 -
200 24,4 62
400 32,6 51
600 35,4 39
Monteiro (1996)
09/09/2013
10
TIFTON 85
• Lotação: 8,3 unidade animal por hectare.
09/09/2013
11
Lotação: 8,3 Unidade animal por hectare. Lotação 8,3 unidade animal por hectare.
• Pressão de Pastejo/Resíduo Mínimo 5 a 15 cm altura/1500 a 2000 kg de matéria seca por
hectare
09/09/2013
12
09/09/2013
13
Panicum maximum
Vencedor Tanzânia Mombaça
09/09/2013
14
09/09/2013
15
Aruana
09/09/2013
16
09/09/2013
17
Pennisetum clandestinum
KIKUIO
GRAMÍNEAS ANUAIS DE VERÃO
09/09/2013
18
09/09/2013
19
Arachys pintoi
AMENDOIM FORRAGEIRO
09/09/2013
20
PASTEJO INTENSIVO DE ALFAFA
09/09/2013
21
Formação Área de Alfafa
09/09/2013
22
09/09/2013
23
Alfafa – Adelino Dariz – Rio Bonito do Iguaçu, PR Alfafa – Adelino Dariz – Rio Bonito do Iguaçu, PR
GRAMÍNEAS ANUAIS DE INVERNO
09/09/2013
24
09/09/2013
25
AVEIA BRANCA
09/09/2013
26
LEGUMINOSAS ANUAIS DE INVERNO
ERVILHACA – Vicia sativa e Vilosa
09/09/2013
27
TREVO
BRANCO
Trevo branco
TREVO
VERMELHO
TREVO VERMELHO
09/09/2013
28
TREVO
VESICULOSO
Cornichão - Lotus corniculatus
Germoplasma 20/10/2006 20/12/2006 07/01/2007 Total
Cornichão San Gabriel 2.481 ab 4.549 a 4.210 ab 11.239 a
Cornichão San Gabriel Ijuí 1.884 abcde 4.553 a 4.887 a 11.327 a
Cornichão El Rincon 1.175 e 1.677 f 3.036 bcd 5.888 c
Cornichão UFRGS 2.106 abcd 4.721 a 4.721 a 10.573 a
Trevo vermelho Quiñequelli 2.722 a 2.890 cd 8.159 b 8.159 b
Trevo vermelho UFRGS 1.858 abcde 3.728 b 2.101 d 7.687 b
Trevo vermelho Quiñequelli Ijuí 2.257 abc 2.812 cd 3.218 bcd 8.287 b
Trevo vermelho Kenland 2.045 abcde 3.007 cb 2.848 bcd 7.900 b
Trevo vermelho Nova Sanatana 2.238 abc 3.260 cb 3.387 bcd 8.885 b
Trevo branco Bagé 1.517 cde 2.070 edf 0 e 3.587 d
Trevo branco UFRGS 1.755 bcde 1.847 ef 0 e 3.602 d
Trevo branco Jacuí 1.229 de 1.448 f 0 e 2.677 d
Trevo branco Zapican 1.607 bcde 2.524 cde 0 e 4.131 cd
Trevo branco Yí 1.665 bcde 2.666 cd 0 e 4.331 cd
Média 1.897 3.042 2.263 7.202
C.V 29,4 20,0 20,6 16,8
Produção de forragem de diferentes genótipos de cornichão,
trevo branco e trevo vermelho de junho de 2006 a janeiro de
2007. Pato Branco
09/09/2013
29
Germoplasma PB (%) FDN FDA NDT
Cornichão San Gabriel 11,6 d 59,9 a 40,6 a 59,4 c
Cornichão San Gabriel Ijuí 11,5 d 59,9 a 40,6 a 59,4 c
Cornichão El Rincon 12,0 cd 52,8 ab 37,8 ab 61,4 bc
Trevo vermelho Quiñequelli 13,1 cd 52,9 ab 39,8 ab 60,0 bc
Trevo vermelho UFRGS 13,0 cd 53,0 ab 40,3 a 59,6 c
Trevo vermelho Quiñequelli Ijuí 13,4 bcd 52,8 ab 40,2 a 59,7 c
Trevo vermelho Kenland 12,5 cd 52,6 ab 39,4 ab 60,2 bc
Trevo vermelho Nova Sanatana 13,5 bcd 52,8 ab 39,0 ab 60,6 bc
Trevo branco Bagé 17,3 a 39,1 cd 31,5 bc 65,7 ab
Trevo branco UFRGS 16,4 ab 43,2 cd 33,6 abc 64,3 abc
Trevo branco Jacuí 14,9 abc 47,3 cd 35,3 abc 63,1 abc
Trevo branco Zapican 16,3 ab 43,7 cd 32,6 abc 65,0 abc
Trevo branco Yí 17,7 a 38,5 d 28,6 c 67,8 a
CV. 7,46 5,75 7,49 3,12
Desmodium ovalifolium
UTILIZAÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR NA
ALIMENTAÇÃO ANIMAL
09/09/2013
30
09/09/2013
31
09/09/2013
32
VANTAGENS
• Alta produção (até 120 t/ha);
• Baixo custo por kg de MS produzida;
• Acima de 60% NDT
• Perene (renovação talvez necessária a partir do
quarto ano);
• Mantém valor nutritivo por longos períodos após a
maturação;
• Cana picada ou silagem;
• É bem aceita e consumida pelos animais.
DESVANTAGENS
• Baixa PB (2% a 3% na MS) e minerais;
• Necessidade de adição de fonte NNP e/ou NP;
• Alto FDN – limitação de consumo.
09/09/2013
33
COMO USAR?
• Pequenos plantéis, colheita manual e transporte em
carretas/carroças para ser picada em picadeiras
estacionárias, próximas do local de fornecimento;
• Rebanhos maiores, usam máquinas forrageiras que
cortam, picam e carregam em uma única operação.
09/09/2013
34
• Uso associado com uma fonte NNP (90% uréia +
10% sulf. amônio) = Ganhos de até 300 g/cab./dia;
• Na fase de adaptação, usar apenas 0,5 kg da
mistura para 100 kg de cana picada;
• Adaptados, 1 kg para cada 100 kg de cana fresca
picada.
A aplicação da mistura sobre a cana é feita
da seguinte forma:
• Para cada 100 kg de massa de cana picada,
aplicar a mistura uréia + sulfato de amônio diluída
em 3-4 litros de água, com a ajuda de um
regador;
• Essa distribuição deve ser a mais uniforme
possível.
INTOXICAÇÃO POR URÉIA
• Tremores musculares
• Respiração acelerada
• Incoordenação
• Convulsões
• Morte
Principais
variedades
NA 5679
CB 45-3
RB 855113
RB 855536
RB 867515
SP 803280
SP 791011
SP 811763
SP 791011
CÁLCULO DA ÁREA
Supondo-se:
– produtividade esperada de massa verde de
120 t/ha
– número de animais - 100
– período de suplementação - 150 dias
– peso médio/cabeça - 300 kg
– fornecimento diário - à vontade (6% do peso
vivo/cab./dia de massa verde)

Weitere ähnliche Inhalte

Was ist angesagt?

131663983 suinos
131663983 suinos131663983 suinos
131663983 suinos
Pelo Siro
 
NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DE SORGO E MILHETO.pptx
NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DE SORGO E MILHETO.pptxNUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DE SORGO E MILHETO.pptx
NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DE SORGO E MILHETO.pptx
Geagra UFG
 
Fisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantasFisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantas
Ana Carolina Boa
 
Apresentação pós colheita
Apresentação pós colheitaApresentação pós colheita
Apresentação pós colheita
Ítalo Arrais
 

Was ist angesagt? (20)

131663983 suinos
131663983 suinos131663983 suinos
131663983 suinos
 
Panorama da fruticultura brasileira
Panorama da fruticultura brasileiraPanorama da fruticultura brasileira
Panorama da fruticultura brasileira
 
Agricultura geral aula 1 de_adubacao
Agricultura geral aula 1 de_adubacaoAgricultura geral aula 1 de_adubacao
Agricultura geral aula 1 de_adubacao
 
Identificação de plantas daninhas
Identificação de plantas daninhasIdentificação de plantas daninhas
Identificação de plantas daninhas
 
Nutrição vegetal
Nutrição vegetalNutrição vegetal
Nutrição vegetal
 
Produção de Mandioca
Produção de MandiocaProdução de Mandioca
Produção de Mandioca
 
Manejo Integrado de Pragas
Manejo Integrado de PragasManejo Integrado de Pragas
Manejo Integrado de Pragas
 
MORFOLOGIA E FENOLOGIA DA CULTURA DA SOJA
MORFOLOGIA E FENOLOGIA DA CULTURA DA SOJAMORFOLOGIA E FENOLOGIA DA CULTURA DA SOJA
MORFOLOGIA E FENOLOGIA DA CULTURA DA SOJA
 
NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DE SORGO E MILHETO.pptx
NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DE SORGO E MILHETO.pptxNUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DE SORGO E MILHETO.pptx
NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DE SORGO E MILHETO.pptx
 
Morfologia e Fenologia do Feijão
Morfologia e Fenologia do FeijãoMorfologia e Fenologia do Feijão
Morfologia e Fenologia do Feijão
 
Pragas da Soja
Pragas da SojaPragas da Soja
Pragas da Soja
 
Cultivo de mandioca macaxeira
Cultivo de mandioca macaxeiraCultivo de mandioca macaxeira
Cultivo de mandioca macaxeira
 
Prg aula 2 pragas de pastagens
 Prg aula 2 pragas de pastagens Prg aula 2 pragas de pastagens
Prg aula 2 pragas de pastagens
 
Aula girassol 2-2012
Aula girassol 2-2012Aula girassol 2-2012
Aula girassol 2-2012
 
Forragicultura aula1
Forragicultura aula1Forragicultura aula1
Forragicultura aula1
 
Fisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantasFisiologia do estresse em plantas
Fisiologia do estresse em plantas
 
Métodos de extensão rural
Métodos de extensão ruralMétodos de extensão rural
Métodos de extensão rural
 
Implantação de um pomar
Implantação de um pomarImplantação de um pomar
Implantação de um pomar
 
Apresentação pós colheita
Apresentação pós colheitaApresentação pós colheita
Apresentação pós colheita
 
Aula extensão rural planejamento
Aula extensão rural planejamentoAula extensão rural planejamento
Aula extensão rural planejamento
 

Ähnlich wie Aula espécie forrageira

A cultura do figo
A cultura do figoA cultura do figo
A cultura do figo
Magno Abreu
 
Luiz fazuoli contribuições das cultivares bahia
Luiz fazuoli contribuições das cultivares  bahiaLuiz fazuoli contribuições das cultivares  bahia
Luiz fazuoli contribuições das cultivares bahia
Revista Cafeicultura
 

Ähnlich wie Aula espécie forrageira (20)

ABC Alimentação das criações na seca
ABC Alimentação das criações na secaABC Alimentação das criações na seca
ABC Alimentação das criações na seca
 
Alimentação das criações na seca
Alimentação das criações na secaAlimentação das criações na seca
Alimentação das criações na seca
 
Recomendação de Cultivares de Café - Curso Pós-graduação Fundação Procafé
Recomendação de Cultivares de Café - Curso Pós-graduação Fundação ProcaféRecomendação de Cultivares de Café - Curso Pós-graduação Fundação Procafé
Recomendação de Cultivares de Café - Curso Pós-graduação Fundação Procafé
 
A cultura do figo
A cultura do figoA cultura do figo
A cultura do figo
 
Novas cultivares de café: resistência aos fatores bióticos e abióticos e qual...
Novas cultivares de café: resistência aos fatores bióticos e abióticos e qual...Novas cultivares de café: resistência aos fatores bióticos e abióticos e qual...
Novas cultivares de café: resistência aos fatores bióticos e abióticos e qual...
 
Luiz fazuoli contribuições das cultivares bahia
Luiz fazuoli contribuições das cultivares  bahiaLuiz fazuoli contribuições das cultivares  bahia
Luiz fazuoli contribuições das cultivares bahia
 
Abc caju
Abc cajuAbc caju
Abc caju
 
Colheita e armazenamento do milho
Colheita e armazenamento do milhoColheita e armazenamento do milho
Colheita e armazenamento do milho
 
ABC Adubação alternativa
ABC Adubação alternativaABC Adubação alternativa
ABC Adubação alternativa
 
Abc adubação alternativa
Abc adubação alternativaAbc adubação alternativa
Abc adubação alternativa
 
abc da agricultura familiar - solos
abc da agricultura familiar - solosabc da agricultura familiar - solos
abc da agricultura familiar - solos
 
ABC Como plantar caju
ABC Como plantar cajuABC Como plantar caju
ABC Como plantar caju
 
Abc guandu petrolina
Abc guandu petrolinaAbc guandu petrolina
Abc guandu petrolina
 
Fazuoli - Variedades de cafe arabica para regiao do cerrado mineiro patrocinio
Fazuoli - Variedades de cafe arabica para regiao do cerrado mineiro patrocinioFazuoli - Variedades de cafe arabica para regiao do cerrado mineiro patrocinio
Fazuoli - Variedades de cafe arabica para regiao do cerrado mineiro patrocinio
 
Colecção de Figueiras do Algarve
Colecção de Figueiras do AlgarveColecção de Figueiras do Algarve
Colecção de Figueiras do Algarve
 
Banana Cultivares e Práticas de Cultivo
Banana Cultivares e Práticas de CultivoBanana Cultivares e Práticas de Cultivo
Banana Cultivares e Práticas de Cultivo
 
CULTURA DO CENTEIO
CULTURA DO CENTEIOCULTURA DO CENTEIO
CULTURA DO CENTEIO
 
Abc abacaxi
Abc abacaxiAbc abacaxi
Abc abacaxi
 
Criação racional de abelhas
Criação racional de abelhasCriação racional de abelhas
Criação racional de abelhas
 
Mandioca02
Mandioca02Mandioca02
Mandioca02
 

Kürzlich hochgeladen

ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
azulassessoria9
 
Slide - SAEB. língua portuguesa e matemática
Slide - SAEB. língua portuguesa e matemáticaSlide - SAEB. língua portuguesa e matemática
Slide - SAEB. língua portuguesa e matemática
sh5kpmr7w7
 
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
azulassessoria9
 
República Velha (República da Espada e Oligárquica)-Sala de Aula.pdf
República Velha (República da Espada e Oligárquica)-Sala de Aula.pdfRepública Velha (República da Espada e Oligárquica)-Sala de Aula.pdf
República Velha (República da Espada e Oligárquica)-Sala de Aula.pdf
LidianeLill2
 
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
azulassessoria9
 
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
azulassessoria9
 

Kürzlich hochgeladen (20)

Apresentação | Dia da Europa 2024 - Celebremos a União Europeia!
Apresentação | Dia da Europa 2024 - Celebremos a União Europeia!Apresentação | Dia da Europa 2024 - Celebremos a União Europeia!
Apresentação | Dia da Europa 2024 - Celebremos a União Europeia!
 
Questões de Língua Portuguesa - gincana da LP
Questões de Língua Portuguesa - gincana da LPQuestões de Língua Portuguesa - gincana da LP
Questões de Língua Portuguesa - gincana da LP
 
Apresentação | Símbolos e Valores da União Europeia
Apresentação | Símbolos e Valores da União EuropeiaApresentação | Símbolos e Valores da União Europeia
Apresentação | Símbolos e Valores da União Europeia
 
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
 
Slide - SAEB. língua portuguesa e matemática
Slide - SAEB. língua portuguesa e matemáticaSlide - SAEB. língua portuguesa e matemática
Slide - SAEB. língua portuguesa e matemática
 
Aula 67 e 68 Robótica 8º ano Experimentando variações da matriz de Led
Aula 67 e 68 Robótica 8º ano Experimentando variações da matriz de LedAula 67 e 68 Robótica 8º ano Experimentando variações da matriz de Led
Aula 67 e 68 Robótica 8º ano Experimentando variações da matriz de Led
 
Cartão de crédito e fatura do cartão.pptx
Cartão de crédito e fatura do cartão.pptxCartão de crédito e fatura do cartão.pptx
Cartão de crédito e fatura do cartão.pptx
 
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
O estudo do controle motor nada mais é do que o estudo da natureza do movimen...
 
M0 Atendimento – Definição, Importância .pptx
M0 Atendimento – Definição, Importância .pptxM0 Atendimento – Definição, Importância .pptx
M0 Atendimento – Definição, Importância .pptx
 
República Velha (República da Espada e Oligárquica)-Sala de Aula.pdf
República Velha (República da Espada e Oligárquica)-Sala de Aula.pdfRepública Velha (República da Espada e Oligárquica)-Sala de Aula.pdf
República Velha (República da Espada e Oligárquica)-Sala de Aula.pdf
 
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
 
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
ATIVIDADE 2 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM MOTORA - 52_2024
 
AULÃO de Língua Portuguesa para o Saepe 2022
AULÃO de Língua Portuguesa para o Saepe 2022AULÃO de Língua Portuguesa para o Saepe 2022
AULÃO de Língua Portuguesa para o Saepe 2022
 
INTERTEXTUALIDADE atividade muito boa para
INTERTEXTUALIDADE   atividade muito boa paraINTERTEXTUALIDADE   atividade muito boa para
INTERTEXTUALIDADE atividade muito boa para
 
Acessibilidade, inclusão e valorização da diversidade
Acessibilidade, inclusão e valorização da diversidadeAcessibilidade, inclusão e valorização da diversidade
Acessibilidade, inclusão e valorização da diversidade
 
Slides Lição 6, Betel, Ordenança para uma vida de obediência e submissão.pptx
Slides Lição 6, Betel, Ordenança para uma vida de obediência e submissão.pptxSlides Lição 6, Betel, Ordenança para uma vida de obediência e submissão.pptx
Slides Lição 6, Betel, Ordenança para uma vida de obediência e submissão.pptx
 
Tema de redação - As dificuldades para barrar o casamento infantil no Brasil ...
Tema de redação - As dificuldades para barrar o casamento infantil no Brasil ...Tema de redação - As dificuldades para barrar o casamento infantil no Brasil ...
Tema de redação - As dificuldades para barrar o casamento infantil no Brasil ...
 
O que é arte. Definição de arte. História da arte.
O que é arte. Definição de arte. História da arte.O que é arte. Definição de arte. História da arte.
O que é arte. Definição de arte. História da arte.
 
tensoes-etnicas-na-europa-template-1.pptx
tensoes-etnicas-na-europa-template-1.pptxtensoes-etnicas-na-europa-template-1.pptx
tensoes-etnicas-na-europa-template-1.pptx
 
GUIA DE APRENDIZAGEM 2024 9º A - História 1 BI.doc
GUIA DE APRENDIZAGEM 2024 9º A - História 1 BI.docGUIA DE APRENDIZAGEM 2024 9º A - História 1 BI.doc
GUIA DE APRENDIZAGEM 2024 9º A - História 1 BI.doc
 

Aula espécie forrageira

  • 1. 09/09/2013 1 Escolha da espécie forrageira Qual a melhor espécie forrageira?  Resistente à geada;  Resistente à seca;  Resistente à pragas (cigarrinha);  Resistente à doenças;  Resistente ao pastejo;  Resistente ao fogo;  Produza semente;  Pouco exigente em nutrientes;  Tolerante ao Alumínio;  Tolerante à solos encharcados;  Alta produção de forragem;  Alto valor nutritivo da forragem produzida;  Permite consórcios;  Não apresente princípios tóxicos;  Silagem de alta qualidade;  Feno de alta qualidade;  Perene e persistente;  Alta velocidade de cobertura de solo, etc FORRAGEIRA IDEAL: Existe uma espécie assim ? Fatores a serem considerados na escolha da espécie forrageira • Adaptação ao clima da região; • Tipo de solo: relevo,umidade, fertilidade; • Resistência ao pastejo, hábito de crescimento; • Produção de matéria seca por ano, valor nutritivo, disponibilidade de área; • Período de produção; • Categoria animal ou ganho preconizado; • Necessidade de consorciação; • Facilidade de manejo; Cfa - Clima subtropical, verões quentes, geadas pouco frequentes e tendência de concentração das chuvas nos meses de verão, contudo sem estação seca definida. Cfb - Clima temperado propriamente dito; temperatura média no mês mais quente abaixo de 22 ºC, verões frescos, e sem estação seca definida.
  • 2. 09/09/2013 2 Sudoeste do Paraná 42 Municípios Cfb Cfa Existem 18 microclimas no sudoeste do PR
  • 3. 09/09/2013 3 Relevo Leguminosa prostrada Gramínea prostrada Leguminosa ereta Gramínea ereta Diferenças morfológicas em relação a forma de crescimento Pennisetum x Cynodon Pioneiro x Tifton
  • 4. 09/09/2013 4 Ervilhaca x Pioneiro SOBRESSEMEADURA DE ERVILHACA EM CAPIM-ELEFANTE SOBRESSEMEADURA DE AVEIA E AZEVÉM EM TIFTON Como identificar/classificar uma Pastagem Ciclo de vida •Perenes •Anuais Forma de crescimento •Eretas •Estoloníferas •Rizomatozas 1. Gramíneas 2. Leguminosas Forma de propagação •Sementes •Mudas •Mudas e sementes Épocas de crescimento •Verão •Inverno Ciclo de vida • Anuais – milheto, sorgo, papuã, aveia, azevém – Florescem e morrem no primeiro e único ano da sua vida • Bianuais – trevo vermelho, guandu – Só florescem no segundo ano • Perenes – Tifton, Estrela Africana, Pioneiro, etc. – Levam 1 ou mais tempo para se reproduzir; – Apenas alguns de seus perfilhos diferenciam
  • 5. 09/09/2013 5 Época de crescimento • Hibernal - Ex: Trevos, ervilhaca, aveia, azevém – Crescimento de outono, inverno e primavera – Temperatura ótima desenvolvimento 18 a 25 oC • Estival - Ex: Brachiarias, Panicuns, Cynodon. – Crescimento de primavera e verão – Temperatura ótima desenvolvimento 28 a 35 oC • Temperatura de base: abaixo dela as plantas param de produzir – Trigo = 4 oC Aveia, Azevém = 3 oC – Mombaça = 15 oC, Aruana = 12 oC Gramíneas perenes e anuais HEMARTRIA TIFTON 85 MOMBAÇA Festuca Hemartria Tifton 85 Mombaça Centeio Como identificar/classificar uma Pastagem Quanto a finalidade 1. Qualidade – valor proteico 2. Quantidade - volumoso Quanto às Exigências, de •Ao solo •Umidade •temperaturas Alto valor protéico
  • 6. 09/09/2013 6 Alta produtividade Panicun Elefante Estrela B. decumbens B. humidicola Hemarthria Jesuíta Modificado de (Corsy, 1988) Qualidade da forragem Alfafa Tiftons e Coast Cross Escada descendente ou escala da ilusão Cada espécie apresenta !! • Manejo específico; – Altura, massa de forragem, descanso.. • Exigência em termos de T oC, umidade, nutrientes • Local e situação mais adequada; • Dinâmica de produção – Distribuição da produção no tempo; – Resposta a nutrientes • Capacidade produtiva diferente Pastagens cultivadas de verão Nível de importância Espécies Nomes comuns (BR) PR SC RS Gramíneas perenes de verão Panicum maximum Colonião ++ + + Brachiaria brizanta Brizanta, braquiária +++ + + Brachiaria spp. braquiária, humidicola, decumbens + + + Digitária decumbens Pangola + + ++ Cynodon spp. Estrela, coast-cros, tifton +++ + ++ Axenopus compressus Missioneira, jesuíta ++ +++ +++ Pennisetum clandestinum Quicuio + + + Pennisetum purpureum Capim elefante + + + Paspalum saurae Pensacola ++ ++ +++ Hemartria altissima Hemartria ++ ++ + Setaria sphacelata Setária + + + Chloris gayana Rhodes + + + Gramíneas anuais de verão Pennisetum americanum Milheto +++ +++ +++ Sorghum spp. Sorgo + + ++ Euchlaena mexican Teosinto, dente de burro + + + Brachiaria plantaginea Papuã ++ + + Fonte: Nabinger, C. et. al. (1999) Nível de importância Espécies Nomes comuns (BR) PR SC RS Gramíneas anuais de inverno Lolium multiflorum Azevém +++ +++ +++ Avena strigosa Aveia preta +++ +++ +++ Avena sativa Aveia branca +++ ++ + Secale cereale Centeio ++ ++ + x Triticosecale Triticale ++ + + Hordeum vulgare Cevada + + + Gramíneas perenes de inverno Festuca arundinaceae Festuca + + + Bromus catharticus Cevadilha + + + Dactylis glomerata Capim dos pomares + + + Falaris tuberosa Falaris + + + Leguminosa anual de inverno Vicia sativa ++ ++ ++ Vicia villosa + + + Trifolium vesiculosum Trevo vesiculoso ++ ++ +++ Trifolium subterraneum Trevo subterrâneo + + + Leguminosa perene de inverno Trifolium repens Trevo branco ++ + +++ Trifolium pratense Trevo vermelho ++ ++ ++ Lotus corniculatus Cornichão ++ ++ ++ Medicago sativa Alfafa + + + Pastagens cultivadas de Inverno Gramíneas Perenes Anuais Inverno Verão Inverno Verão Festuca, Phalaris, Dactylis, Andropogon Cynodon spp, Panicum spp, Pennisetum spp, Brachiaria spp. Leguminosas Perenes Anuais Inverno Verão Inverno Verão Arachys spp, Leucena, Stylosanthes, Medicago sativa Lolium, Avena spp, Secale spp. Sorghun spp, Pennisetum spp. Vicia spp, Trifolium spp, Lupinus spp. Lab lab spp, Cajanus cajan spp. Trifolium spp, Lotus spp. As plantas forrageiras são classificadas em gramíneas e leguminosas, perenes e anuais ambas possuindo espécies de inverno e verão
  • 7. 09/09/2013 7 Vencedor Tanzânia MombaçaBrachiaria CoastcrossTifton Elefante Cana Sorgo Milheto Azévem Aveia Trevo branco Trevo vermelho Cornichão AmendoimErvilhaca Alfafa Guandu Leucena Estilosante B. Brizantha – Arachys pintoi
  • 9. 09/09/2013 9 Cynodon spp Coast-cross Tifton 68 Tifton 85 Produção de MS e eficiência de conversão do N em Coast-cross Kg N/ha/ano MS t/ha/ano Kg MS/kg N 0 12,0 - 200 24,4 62 400 32,6 51 600 35,4 39 Monteiro (1996)
  • 10. 09/09/2013 10 TIFTON 85 • Lotação: 8,3 unidade animal por hectare.
  • 11. 09/09/2013 11 Lotação: 8,3 Unidade animal por hectare. Lotação 8,3 unidade animal por hectare. • Pressão de Pastejo/Resíduo Mínimo 5 a 15 cm altura/1500 a 2000 kg de matéria seca por hectare
  • 23. 09/09/2013 23 Alfafa – Adelino Dariz – Rio Bonito do Iguaçu, PR Alfafa – Adelino Dariz – Rio Bonito do Iguaçu, PR GRAMÍNEAS ANUAIS DE INVERNO
  • 26. 09/09/2013 26 LEGUMINOSAS ANUAIS DE INVERNO ERVILHACA – Vicia sativa e Vilosa
  • 28. 09/09/2013 28 TREVO VESICULOSO Cornichão - Lotus corniculatus Germoplasma 20/10/2006 20/12/2006 07/01/2007 Total Cornichão San Gabriel 2.481 ab 4.549 a 4.210 ab 11.239 a Cornichão San Gabriel Ijuí 1.884 abcde 4.553 a 4.887 a 11.327 a Cornichão El Rincon 1.175 e 1.677 f 3.036 bcd 5.888 c Cornichão UFRGS 2.106 abcd 4.721 a 4.721 a 10.573 a Trevo vermelho Quiñequelli 2.722 a 2.890 cd 8.159 b 8.159 b Trevo vermelho UFRGS 1.858 abcde 3.728 b 2.101 d 7.687 b Trevo vermelho Quiñequelli Ijuí 2.257 abc 2.812 cd 3.218 bcd 8.287 b Trevo vermelho Kenland 2.045 abcde 3.007 cb 2.848 bcd 7.900 b Trevo vermelho Nova Sanatana 2.238 abc 3.260 cb 3.387 bcd 8.885 b Trevo branco Bagé 1.517 cde 2.070 edf 0 e 3.587 d Trevo branco UFRGS 1.755 bcde 1.847 ef 0 e 3.602 d Trevo branco Jacuí 1.229 de 1.448 f 0 e 2.677 d Trevo branco Zapican 1.607 bcde 2.524 cde 0 e 4.131 cd Trevo branco Yí 1.665 bcde 2.666 cd 0 e 4.331 cd Média 1.897 3.042 2.263 7.202 C.V 29,4 20,0 20,6 16,8 Produção de forragem de diferentes genótipos de cornichão, trevo branco e trevo vermelho de junho de 2006 a janeiro de 2007. Pato Branco
  • 29. 09/09/2013 29 Germoplasma PB (%) FDN FDA NDT Cornichão San Gabriel 11,6 d 59,9 a 40,6 a 59,4 c Cornichão San Gabriel Ijuí 11,5 d 59,9 a 40,6 a 59,4 c Cornichão El Rincon 12,0 cd 52,8 ab 37,8 ab 61,4 bc Trevo vermelho Quiñequelli 13,1 cd 52,9 ab 39,8 ab 60,0 bc Trevo vermelho UFRGS 13,0 cd 53,0 ab 40,3 a 59,6 c Trevo vermelho Quiñequelli Ijuí 13,4 bcd 52,8 ab 40,2 a 59,7 c Trevo vermelho Kenland 12,5 cd 52,6 ab 39,4 ab 60,2 bc Trevo vermelho Nova Sanatana 13,5 bcd 52,8 ab 39,0 ab 60,6 bc Trevo branco Bagé 17,3 a 39,1 cd 31,5 bc 65,7 ab Trevo branco UFRGS 16,4 ab 43,2 cd 33,6 abc 64,3 abc Trevo branco Jacuí 14,9 abc 47,3 cd 35,3 abc 63,1 abc Trevo branco Zapican 16,3 ab 43,7 cd 32,6 abc 65,0 abc Trevo branco Yí 17,7 a 38,5 d 28,6 c 67,8 a CV. 7,46 5,75 7,49 3,12 Desmodium ovalifolium UTILIZAÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR NA ALIMENTAÇÃO ANIMAL
  • 32. 09/09/2013 32 VANTAGENS • Alta produção (até 120 t/ha); • Baixo custo por kg de MS produzida; • Acima de 60% NDT • Perene (renovação talvez necessária a partir do quarto ano); • Mantém valor nutritivo por longos períodos após a maturação; • Cana picada ou silagem; • É bem aceita e consumida pelos animais. DESVANTAGENS • Baixa PB (2% a 3% na MS) e minerais; • Necessidade de adição de fonte NNP e/ou NP; • Alto FDN – limitação de consumo.
  • 33. 09/09/2013 33 COMO USAR? • Pequenos plantéis, colheita manual e transporte em carretas/carroças para ser picada em picadeiras estacionárias, próximas do local de fornecimento; • Rebanhos maiores, usam máquinas forrageiras que cortam, picam e carregam em uma única operação.
  • 34. 09/09/2013 34 • Uso associado com uma fonte NNP (90% uréia + 10% sulf. amônio) = Ganhos de até 300 g/cab./dia; • Na fase de adaptação, usar apenas 0,5 kg da mistura para 100 kg de cana picada; • Adaptados, 1 kg para cada 100 kg de cana fresca picada. A aplicação da mistura sobre a cana é feita da seguinte forma: • Para cada 100 kg de massa de cana picada, aplicar a mistura uréia + sulfato de amônio diluída em 3-4 litros de água, com a ajuda de um regador; • Essa distribuição deve ser a mais uniforme possível. INTOXICAÇÃO POR URÉIA • Tremores musculares • Respiração acelerada • Incoordenação • Convulsões • Morte Principais variedades NA 5679 CB 45-3 RB 855113 RB 855536 RB 867515 SP 803280 SP 791011 SP 811763 SP 791011 CÁLCULO DA ÁREA Supondo-se: – produtividade esperada de massa verde de 120 t/ha – número de animais - 100 – período de suplementação - 150 dias – peso médio/cabeça - 300 kg – fornecimento diário - à vontade (6% do peso vivo/cab./dia de massa verde)