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Paradigmas e Problemática da Sociedade da Informação   -  A nova economia dos conteúdos   Artur Castro Neves Funchal, 24 d...
Agradecimentos <ul><li>Secretaria Regional de Educação e Cultura  </li></ul><ul><li>NESI  - núcleo estratégico da sociedad...
Nota Prévia <ul><ul><li>A sociedade da informação  </li></ul></ul><ul><ul><li>e a Região Autónoma da Madeira </li></ul></ul>
 
A sociedade da informação e a Região Autónoma da Madeira
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A sociedade da informação e a Região Autónoma da Madeira
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Agenda <ul><ul><ul><ul><ul><li>Parte  A :  Notas Introdutórias </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Parte...
PARTE A <ul><li>Notas Introdutórias </li></ul>
Parte A:  Notas Introdutórias <ul><ul><li>Semântica </li></ul></ul><ul><ul><li>Sociedade e Economia </li></ul></ul><ul><ul...
Semântica <ul><li>Será uma querela de palavras uma querela útil ? </li></ul>
Semântica <ul><ul><li>Auto-estradas da informação ? </li></ul></ul><ul><ul><li>Sociedade da informação ? </li></ul></ul><u...
Sociedade e Economia  envolvidas pelas TICs <ul><li>Cidadãos e Agentes económicos envolvidos no processo de socialização d...
TICs <ul><li>3 dados tecnológicos </li></ul><ul><li>utilização da linguagem binária (que já funcionou com o código Morse, ...
<ul><li>Evidentemente que por detrás, antes e depois, de tudo isto existe uma história científica  e uma ciência que não m...
Temas da economia digital <ul><li>1. Contexto tecnológico e indústrias culturais </li></ul>
Temas da economia digital <ul><li>2. Indústrias de conteúdos e indústrias digitais </li></ul>
Temas da economia digital <ul><li>3. Efeito das novas tecnologias na distribuição </li></ul>
Temas da economia digital <ul><li>4. A cadeia de valor </li></ul>
Temas da economia digital <ul><li>5. das telecomunicações vocais móveis à Internet móvel   </li></ul><ul><li>O Quadro  inf...
Os números apresentados neste quadro são significativos das perspectivas  de transformação institucional do mercado, revel...
Temas da economia digital <ul><li>6. Papel das indústrias culturais na economia   </li></ul><ul><li>As ICs desempenham var...
A nova economia <ul><li>3 fases do desenvolvimento tecnológico   : </li></ul><ul><li>aparecimento das TICs - tecnologias d...
<ul><li>...  processo em que os diversos sectores começam a integrar as TICs e o sector industrial das TICs passa a  </li>...
Génese norte-americana da SDI   <ul><li>Telefones em  panne </li></ul><ul><li>Indústria dos computadores descobre PC mas v...
HOLLYWOOD e a tecnologia <ul><li>TV herteziana </li></ul><ul><li>Vídeo </li></ul><ul><li>TV por cabo </li></ul><ul><li>A n...
  A nova economia cinematográfica - 1
A nova economia cinematográfica - 2
A nova economia cinematográfica - 3
Processo de Convergência <ul><li>Institucional :  </li></ul><ul><li>regras de protecção a Hollywood </li></ul><ul><li>Conc...
2 processos diferentes <ul><li>Nos USA  </li></ul><ul><li>Liberalização dos telefones : </li></ul><ul><li>- abertura dos m...
Resultado <ul><li>o movimento europeu de liberalização do espectro radioeléctrico e licenciamento de canais de televisão p...
PARTE B <ul><li>Análise </li></ul>
Parte B:  Análise <ul><ul><li>Efeito de difusão das TICs </li></ul></ul><ul><ul><li>Contexto da informatização da economia...
Efeito de difusão das TICs <ul><li>Este efeito não pode ser analisado sem ter em conta o contexto histórico em que se prod...
Contexto da informatização da economia <ul><li>No Mundo : </li></ul><ul><li>globalização dos mercados financeiros </li></u...
Contexto da informatização da economia <ul><li>Na Europa : </li></ul><ul><li>Mercado Único </li></ul><ul><li>União Polític...
Nenhum destes fenómenos provocou a sociedade da informação ou a nova economia mas, obviamente, todos a condicionaram forte...
Reacções <ul><li>nova  organização do trabalho  assente no conceito de capital humano, onde a autonomia e responsabilidade...
Implicações societárias <ul><li>passagem de uma civilização do trabalho a uma civilização de capital humano </li></ul><ul>...
As implicações organizacionais <ul><li>1- </li></ul><ul><li>A comunicação externa e a comunicação interna   passam a integ...
 
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Organização Virtual
As implicações organizacionais <ul><li>2- </li></ul><ul><li>O processo decisório passa a assentar na inovação e a decisão ...
Novas Organizações do Trabalho <ul><li>3- </li></ul><ul><ul><ul><li>Paradoxo de Solow </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>...
O Paradoxo <ul><li>segundo  Robert M. Solow ,  </li></ul><ul><li>prémio Nobel da economia que, em 1987, declarou ver compu...
<ul><li>O paradoxo residia no facto de os investimentos nas tecnologias da informação e comunicação não gerarem automatica...
Novas Organizações do Trabalho <ul><li>4- </li></ul><ul><li>As actividades fabris integram cada vez mais tarefas de config...
4 práticas flexíveis <ul><li>1)- Produção à medida (“ lean production ”) </li></ul><ul><li>2)- reengenharia  </li></ul><ul...
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A nova Economia das TICs  e dos Conteúdos   <ul><li>Fabricação assente na Distribuição </li></ul><ul><li>Cadeia de valor p...
O aparecimento de um novo paradigma de políticas públicas  <ul><li>O papel do consumidor </li></ul><ul><li>Defesa do consu...
O aparecimento de um novo paradigma de políticas públicas  <ul><li>ALTERAÇÕES ESTRUTURO-FUNCIONAIS DOS ESTADOS: </li></ul>...
PARTE C <ul><li>Reflexões   </li></ul>
Parte C:  Reflexões <ul><ul><li>Sociedade da informação  </li></ul></ul><ul><ul><li>Novidades  </li></ul></ul>
Sociedade da informação <ul><li>Capital Humano </li></ul><ul><li>Abordagem cognitiva das políticas públicas  </li></ul><ul...
Novidades <ul><li>Pilar financeiro e mercados </li></ul><ul><li>Sociedade civil </li></ul><ul><li>Papel dos territórios </...
Novidades <ul><li>Territórios / Geo-economia </li></ul><ul><li>não é um paradoxo menor dizer que a geo-economia é uma cons...
Novidades <ul><li>As políticas públicas </li></ul><ul><li>->   abordagem cognitiva (consequência das TICs e produzindo ava...
Artur Castro Neves   [email_address] <ul><li>Muito Obrigado ! </li></ul>
 
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A Nova Economia dos Conteúdos

  1. 1. Paradigmas e Problemática da Sociedade da Informação - A nova economia dos conteúdos Artur Castro Neves Funchal, 24 de Setembro de 2007 NESI – Núcleo estratégico da sociedade da informação [email_address]
  2. 2. Agradecimentos <ul><li>Secretaria Regional de Educação e Cultura </li></ul><ul><li>NESI - núcleo estratégico da sociedade da informação </li></ul>
  3. 3. Nota Prévia <ul><ul><li>A sociedade da informação </li></ul></ul><ul><ul><li>e a Região Autónoma da Madeira </li></ul></ul>
  4. 5. A sociedade da informação e a Região Autónoma da Madeira
  5. 6. A sociedade da informação e a Região Autónoma da Madeira
  6. 7. A sociedade da informação e a Região Autónoma da Madeira
  7. 8. A sociedade da informação e a Região Autónoma da Madeira
  8. 9. A sociedade da informação e a Região Autónoma da Madeira
  9. 10. Agenda <ul><ul><ul><ul><ul><li>Parte A : Notas Introdutórias </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Parte B : Análise </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Parte C : Reflexões </li></ul></ul></ul></ul></ul>
  10. 11. PARTE A <ul><li>Notas Introdutórias </li></ul>
  11. 12. Parte A: Notas Introdutórias <ul><ul><li>Semântica </li></ul></ul><ul><ul><li>Sociedade e Economia </li></ul></ul><ul><ul><li>TICs </li></ul></ul><ul><ul><li>Temas de Economia actual </li></ul></ul><ul><ul><li>A nova economia </li></ul></ul><ul><ul><li>Génese norte-americana da sociedade da informação </li></ul></ul>
  12. 13. Semântica <ul><li>Será uma querela de palavras uma querela útil ? </li></ul>
  13. 14. Semântica <ul><ul><li>Auto-estradas da informação ? </li></ul></ul><ul><ul><li>Sociedade da informação ? </li></ul></ul><ul><ul><li>Sociedade do conhecimento ? </li></ul></ul><ul><ul><li>Nova economia ? </li></ul></ul><ul><ul><li>Economia Digital ? </li></ul></ul><ul><ul><li>Economia da informação ? </li></ul></ul><ul><ul><li>Economia do conhecimento ? </li></ul></ul>
  14. 15. Sociedade e Economia envolvidas pelas TICs <ul><li>Cidadãos e Agentes económicos envolvidos no processo de socialização das Tecnologias da informação e da comunicação (TICs) à escala da sua vida privada e pública, económica e não económica </li></ul><ul><li>Em casa, nas compras, no trabalho, na justiça, na educação, na fiscalidade... </li></ul>
  15. 16. TICs <ul><li>3 dados tecnológicos </li></ul><ul><li>utilização da linguagem binária (que já funcionou com o código Morse, por exemplo) reduzindo ou traduzindo em Zeros e Uns toda a realidade física e imaterial; </li></ul><ul><li>a compressão dos sinais electrónicos que permite uma acumulação fabulosa de dados, facilitando o seu armazenamento e transmissão; </li></ul><ul><li>a capacidade de transmissão à velocidade da luz, que liberta a economia, e a vida social em geral, do custo tempo. </li></ul>
  16. 17. <ul><li>Evidentemente que por detrás, antes e depois, de tudo isto existe uma história científica e uma ciência que não me é dado conhecer, nem abordar </li></ul><ul><li>De qualquer modo progresso científico, inovação tecnológica e desenvolvimento industrial e económico alimentam-se mutuamente </li></ul>
  17. 18. Temas da economia digital <ul><li>1. Contexto tecnológico e indústrias culturais </li></ul>
  18. 19. Temas da economia digital <ul><li>2. Indústrias de conteúdos e indústrias digitais </li></ul>
  19. 20. Temas da economia digital <ul><li>3. Efeito das novas tecnologias na distribuição </li></ul>
  20. 21. Temas da economia digital <ul><li>4. A cadeia de valor </li></ul>
  21. 22. Temas da economia digital <ul><li>5. das telecomunicações vocais móveis à Internet móvel </li></ul><ul><li>O Quadro infra apresenta a evolução em termos percentuais das diversas fases do ciclo de produção, na passagem da telefonia móvel da segunda geração (GSM) para a terceira geração (UMTS) </li></ul>
  22. 23. Os números apresentados neste quadro são significativos das perspectivas de transformação institucional do mercado, revelando uma alteração da cadeia de valor em que a transmissão do sinal se desvaloriza; e revelando ainda a necessidade de conteúdos para maximizar a rendibilidade dos investimentos.
  23. 24. Temas da economia digital <ul><li>6. Papel das indústrias culturais na economia </li></ul><ul><li>As ICs desempenham variadas funções na nova economia </li></ul><ul><li>-> Oferta de entretenimento e turismo TRADICIONAL </li></ul><ul><li>-> modelo de funcionamento económico de bens públicos com custos marginais decrescentes, tendência natural à concentração, custos iniciais irrecuperáveis, distribuição em rede como factor crítico de maximização de rendimentos </li></ul><ul><li>-> infra-estrutura , junto com a educação, para o investimento pré-competitivo em Capital Humano </li></ul><ul><li>-> factor competitivo na competitividade dos clusters e territórios </li></ul><ul><li>-> indústria de difícil deslocalização, factor (de identidade e ) de segurança económica de um país </li></ul>
  24. 25. A nova economia <ul><li>3 fases do desenvolvimento tecnológico : </li></ul><ul><li>aparecimento das TICs - tecnologias da informação e da comunicação enquanto tecnologias que resultam da interacção de sistemas electrónicos com redes de armazenamento e transmissões de dados </li></ul><ul><li>aparecimento de um sector industrial independente produtor de TICs : indústrias tele-informáticas </li></ul><ul><li>a difusão das TICs nos processos e operações industriais de todos os sectores económicos (agrários, industriais e serviços) </li></ul>
  25. 26. <ul><li>... processo em que os diversos sectores começam a integrar as TICs e o sector industrial das TICs passa a </li></ul><ul><li>ser o fornecedor privilegiado de toda a economia </li></ul><ul><li>(…substituindo a maquinaria ou a electricidade de outras fases anteriores da história do capitalismo) </li></ul><ul><li>É aliás neste processo de socialização industrial que costumam basear-se as mais sofisticadas baterias de indicadores da sociedade da informação e da nova economia. </li></ul>
  26. 27. Génese norte-americana da SDI <ul><li>Telefones em panne </li></ul><ul><li>Indústria dos computadores descobre PC mas vê os horizontes limitados </li></ul><ul><li>Hollywood face à TV e Vídeo </li></ul>
  27. 28. HOLLYWOOD e a tecnologia <ul><li>TV herteziana </li></ul><ul><li>Vídeo </li></ul><ul><li>TV por cabo </li></ul><ul><li>A nova economia cinematográfica é </li></ul><ul><li>um processo de convergência ! </li></ul>
  28. 29. A nova economia cinematográfica - 1
  29. 30. A nova economia cinematográfica - 2
  30. 31. A nova economia cinematográfica - 3
  31. 32. Processo de Convergência <ul><li>Institucional : </li></ul><ul><li>regras de protecção a Hollywood </li></ul><ul><li>Concentração vertical e multimédia </li></ul><ul><li>Indústrias de serviços: </li></ul><ul><li>TV por cabo </li></ul><ul><li>TV por satélite </li></ul><ul><li>Pay TV </li></ul><ul><li>Near Vídeo on demand </li></ul><ul><li>Vídeo on demand </li></ul><ul><li>DVD </li></ul><ul><li>TDT </li></ul>
  32. 33. 2 processos diferentes <ul><li>Nos USA </li></ul><ul><li>Liberalização dos telefones : </li></ul><ul><li>- abertura dos mercados </li></ul><ul><li>Na Europa </li></ul><ul><li>Liberalização do espectro : </li></ul><ul><li>- aparecimento das TVS privadas </li></ul><ul><li>RESULTADO: </li></ul>
  33. 34. Resultado <ul><li>o movimento europeu de liberalização do espectro radioeléctrico e licenciamento de canais de televisão privados e a liberalização das telecomunicações apenas serviram para aumentar de forma demencial o desequilíbrio da balança comercial audiovisual entre a Europa e os EUA </li></ul><ul><li>em 4 anos, de 1992 a 1996, o défice... </li></ul><ul><li>...de 3,5 mil milhões de dólares </li></ul><ul><li>passou a 6 mil milhões de dólares </li></ul><ul><li>Nos últimos 10 anos a situação evoluiu diferentemente em certos sectores (por exemplo, no prime time da programação televisiva) mas o défice continuou a aumentar </li></ul>
  34. 35. PARTE B <ul><li>Análise </li></ul>
  35. 36. Parte B: Análise <ul><ul><li>Efeito de difusão das TICs </li></ul></ul><ul><ul><li>Contexto da informatização da economia </li></ul></ul><ul><ul><li>Reacções </li></ul></ul><ul><ul><li>A nova economia das TICs e dos Conteúdos </li></ul></ul><ul><ul><li>O aparecimento de um novo paradigma de políticas públicas </li></ul></ul>
  36. 37. Efeito de difusão das TICs <ul><li>Este efeito não pode ser analisado sem ter em conta o contexto histórico em que se produziu </li></ul>
  37. 38. Contexto da informatização da economia <ul><li>No Mundo : </li></ul><ul><li>globalização dos mercados financeiros </li></ul><ul><li>a liberalização do comércio internacional </li></ul><ul><li>o novo papel dos Estados como factor social de produção e como operador estratégico à escala transnacional </li></ul>
  38. 39. Contexto da informatização da economia <ul><li>Na Europa : </li></ul><ul><li>Mercado Único </li></ul><ul><li>União Política e Económica </li></ul><ul><li>Zona Euro </li></ul>
  39. 40. Nenhum destes fenómenos provocou a sociedade da informação ou a nova economia mas, obviamente, todos a condicionaram fortemente. Por sua vez a socialização das TICs nestes contextos provocou reacções que introduziram modificações de processo e de métodos nos sistemas económicos.
  40. 41. Reacções <ul><li>nova organização do trabalho assente no conceito de capital humano, onde a autonomia e responsabilidade permitiam uma maior circulação de informação, alterando o processo de decisão e sustentanto acréscimos de competitividade nas empresas de organização mais flexível; </li></ul><ul><li>novo modelo institucional assente no conceito informacional </li></ul><ul><li>novo sistema de direcção assente no conceito de processo decisório organizado informacionalmente </li></ul>
  41. 42. Implicações societárias <ul><li>passagem de uma civilização do trabalho a uma civilização de capital humano </li></ul><ul><li>segurança não-militar como factor de segurança nacional </li></ul><ul><li>abordagem cognitiva das políticas públicas como desafio às democracias representativas </li></ul><ul><li>desmaterialização estratégica da actividade industrial transformada numa indústria de serviços assente na gestão e exploração da informação e da propriedade intelectual. </li></ul>
  42. 43. As implicações organizacionais <ul><li>1- </li></ul><ul><li>A comunicação externa e a comunicação interna passam a integrar uma arquitectura única </li></ul>
  43. 45.   Sistemas de comunicação de empresa virtual   Arquivo Transac-ções Operações   Direcção     Inspecção       Cliente       Serviço      Provedor           
  44. 47. Organização Virtual
  45. 48. As implicações organizacionais <ul><li>2- </li></ul><ul><li>O processo decisório passa a assentar na inovação e a decisão operacional, fabril e comercial passa a ser dependente do sistema informacional que apoia a decisão </li></ul><ul><li>A decisão formacional e qualificante passa a fazer parte integrante do processo fabril e não uma pré-condição </li></ul>
  46. 49. Novas Organizações do Trabalho <ul><li>3- </li></ul><ul><ul><ul><li>Paradoxo de Solow </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Organizações flexíveis </li></ul></ul></ul>
  47. 50. O Paradoxo <ul><li>segundo Robert M. Solow , </li></ul><ul><li>prémio Nobel da economia que, em 1987, declarou ver computadores em toda a parte excepto nas estatísticas da produtividade. </li></ul><ul><li>Na segunda metade dos anos 90 o paradoxo estava resolvido: </li></ul><ul><li>os EUA tinham um ciclo prolongado e um crescimento da produtividade do trabalho invejável. A informática podia ser considerada responsável por 0,9 ponto do crescimento económico nos EUA e por meio ponto no crescimento adicional da produtividade. </li></ul>
  48. 51. <ul><li>O paradoxo residia no facto de os investimentos nas tecnologias da informação e comunicação não gerarem automaticamente efeitos positivos até que se operem modificações organizacionais nas empresas </li></ul>
  49. 52. Novas Organizações do Trabalho <ul><li>4- </li></ul><ul><li>As actividades fabris integram cada vez mais tarefas de configuração de sistemas, de programas e de máquinas, e o saber aplicado tem que assentar em experiência e saber-fazer. </li></ul>
  50. 53. 4 práticas flexíveis <ul><li>1)- Produção à medida (“ lean production ”) </li></ul><ul><li>2)- reengenharia </li></ul><ul><li>3)- qualidade total </li></ul><ul><li>4)- Divisão da produção em módulos </li></ul><ul><li>O problema que se põe, na perspectiva do crescimento económico, </li></ul><ul><li>é saber desenhar políticas públicas através da promoção do capital </li></ul><ul><li>humano e formas organizativas da actividade fabril que tornem as empresas mais competitivas. </li></ul>
  51. 54. A nova Economia das TICs e dos Conteúdos <ul><li>A velha economia e a nova economia </li></ul><ul><li>das mercadorias aos serviços </li></ul><ul><li>da perfeição à imperfeição </li></ul>
  52. 55. A nova Economia das TICs e dos Conteúdos <ul><li>Bens públicos </li></ul><ul><li>O bem não se esgota no consumo </li></ul><ul><li>O bem não é exclusivo de um consumidor </li></ul><ul><li>Custos iniciais irrecuperáveis </li></ul><ul><li>Custos marginais irrelevantes </li></ul><ul><li>Bens de experiência </li></ul><ul><li>Protótipos </li></ul><ul><li>Imprevisibilidade do consumidor </li></ul>
  53. 56. A nova Economia das TICs e dos Conteúdos <ul><li>Fabricação assente na Distribuição </li></ul><ul><li>Cadeia de valor privilegiando a informação </li></ul><ul><li>Mercados tendencialmente oligopolistas </li></ul>
  54. 57. O aparecimento de um novo paradigma de políticas públicas <ul><li>O papel do consumidor </li></ul><ul><li>Defesa do consumidor pela sociedade </li></ul><ul><li>Defesa do consumidor pelo Estado Regulador </li></ul><ul><li>O papel consumidor do Estado </li></ul><ul><li>O papel do Estado como factor social de produção (organizador do interesse nacional à escala global) </li></ul>
  55. 58. O aparecimento de um novo paradigma de políticas públicas <ul><li>ALTERAÇÕES ESTRUTURO-FUNCIONAIS DOS ESTADOS: </li></ul><ul><li>-> perda do controlo da poupança e necessidade de comprar poupanças nos mercados internacionais IDE </li></ul><ul><li>-> perda da operação industrial </li></ul><ul><li>-> perda de funções executivas </li></ul><ul><li>- para a regulação (controlo independe da actividade da concorrência e dos sectores económicos) </li></ul><ul><li>- para os parlamentos (movimento inverso ao da 1ª parte do século passado) </li></ul><ul><li>-> definição de políticas públicas – investimentos pré-competitivos </li></ul><ul><li>- infra-estruturas físicas </li></ul><ul><li>- infra-estruturas de tipo cultural, educacional, redes sanitárias, etc. </li></ul><ul><li>-> necessidade de dialogar com a Sociedade Civil </li></ul>
  56. 59. PARTE C <ul><li>Reflexões </li></ul>
  57. 60. Parte C: Reflexões <ul><ul><li>Sociedade da informação </li></ul></ul><ul><ul><li>Novidades </li></ul></ul>
  58. 61. Sociedade da informação <ul><li>Capital Humano </li></ul><ul><li>Abordagem cognitiva das políticas públicas </li></ul><ul><li>O estado como operador económico não soberano na economia mundial </li></ul><ul><li>Segurança não militar e Intelligence </li></ul>
  59. 62. Novidades <ul><li>Pilar financeiro e mercados </li></ul><ul><li>Sociedade civil </li></ul><ul><li>Papel dos territórios </li></ul><ul><li>das políticas industriais às políticas de competitividade </li></ul>
  60. 63. Novidades <ul><li>Territórios / Geo-economia </li></ul><ul><li>não é um paradoxo menor dizer que a geo-economia é uma consequência da globalização e da nova economia </li></ul><ul><li>Se é preciso conhecer e avaliar para decidir e se as fronteiras políticas já não podem ser defendidas economicamente (embora ainda exista num efeito-fronteira, devido a certas imobilidades persistentes) é natural que a segurança económica tenha que ser defendida através da competitividade dos territórios: </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>-> Os grupos globais precisam penetrar nos territórios </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>-> Os grupos locais querem agir no global </li></ul></ul></ul></ul>
  61. 64. Novidades <ul><li>As políticas públicas </li></ul><ul><li>-> abordagem cognitiva (consequência das TICs e produzindo avaliações. Falaremos a seguir sobre os processos de decisão) </li></ul><ul><li>-> políticas de competitividade (em sobreposição às políticas industriais </li></ul><ul><li>-> promoção da cooperação empresarial (coopetição) </li></ul>
  62. 65. Artur Castro Neves [email_address] <ul><li>Muito Obrigado ! </li></ul>
  63. 67. Artur Castro Neves [email_address]

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