SlideShare ist ein Scribd-Unternehmen logo
1 von 3
Downloaden Sie, um offline zu lesen
ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
                                PREFEITURA MUNICIPAL DE CURRAIS NOVOS
                         SEMEC - Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes
                                   CEP: 59380-000 – Rua Ver. José Sales Sobrinho, 70
                          Fone: (84) 405-2725 – Fax: (84) 405-2726 – CNPJ 08.470.486/0001-33
             semec.curraisnovos@ig.com.bvosr / semec.curraisnovos@gmail.com


                                     Elaboração de Projetos


                                                                             7ª AGENDA de ATIVIDADES a
EIXO 02(CURRÍCULO):                                                                  Distancia

    Tecnologia educativa e currículo: caminhos que se cruzam ou se bifurcam?




                                                 Clara Pereira
1. Contextualização
      No panorama pedagógico ocidental, os estudos adstritos ao Currículo e à Tecnolo-
gia Educativa (TE) estão representados por programas académicos e de investigação
perfeitamente consolidados e identificados.
Em redor de cada um deles, nas diversas partes do mundo, existem grupos de investiga -
ção, associações profissionais, publicações, fóruns de debate etc, que os identificam
como espaços de conhecimento pedagógico independentes, às vezes mesmo antagôni-
cos, que, entre outros efeitos, propiciaram a que a TE por um lado e o Currículo pelo ou-
tro, concretizassem propostas teóricas e acções práticas nem sempre coincidentes
(Area, 1996).
      Numa tentativa de justificar o distanciamento entre estes dois campos que, aparen-
temente, tão próximos deveriam estar, Valero Rueda (2001) aponta diversos factores. O
primeiro teria a ver com o facto, inegável na perspectiva da autora, de muitos “curriculis-
tas” considerarem a TE como uma das manifestações “mais genuínas de uma racionali-
dade de corte técnico-científico das questões educativas” (Valero Rueda, 2001, p. 257);
o segundo pelo facto da TE ter sido sempre “excessivamente dependente de teorias
afins (…) mas sempre alheias às teorias e práticas do currículo” (ibid); e por último por-
que, os estudos realizados com média, em particular com audiovisuais e computadores,
foram sempre excessivamente empiricistas e carentes de uma fundamentação teórica
adequada. Vêm-nos envoltos e fascinados com os computadores, os CD-ROM, e nave -
gando na Internet, mas intelectualmente pobres, porque não capazes de integrar e fun-
damentar os usos dos meios numa teoria de ensino e do currículo que avalize e dê senti -
do à Tecnologia Educativa (ibid).
2. Onde se cruzam TE e Currículo
     Sendo guiado por uma finalidade, um projecto curricular pressupõe sempre uma de-
terminada concepção acerca do que é a EDUCAÇÃO (um ideal educativo), porque é
com base numa meta que se concretiza um qualquer projecto; é precisamente aqui, na
concretização de uma mesma finalidade educativa, que a TE se cruza com o Currículo,
integrando- o, constituindo-se como que o seu braço “operacional” para as questões da
comunicação educativa: (A TE) analisa o currículo (prescrito, apresentado e realizado)
em termos comunicacionais (códigos, discursos, linguagens, direcções e contextos) e
preocupa-se em investigar o desenho das estratégias comunicacionais tendo em vista a
ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
                                PREFEITURA MUNICIPAL DE CURRAIS NOVOS
                         SEMEC - Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes
                                   CEP: 59380-000 – Rua Ver. José Sales Sobrinho, 70
                          Fone: (84) 405-2725 – Fax: (84) 405-2726 – CNPJ 08.470.486/0001-33
             semec.curraisnovos@ig.com.bvosr / semec.curraisnovos@gmail.com

intervenção no processo educativo com um sentido de optimização, ou seja, conseguir o
melhor em função dos objectivos propostos pela comunidade educativa. (Silva, 1998, p.
48). Nessa ordem de ideias, faz todo o sentido analisar o percurso e evolução do domí-
nio científico da TE articulado com a perspectiva curricular, já que este exercício nos
pode ajudar a obter a visão macroscópica da realidade educativa em que a TE se insere
e na qual atua. (...)

2.1 A TE à luz das Teorias Curriculares
     Kemmis (1988) propõe uma classificação das teorias curriculares em técnicas, práti-
cas e críticas. As teorias técnicas expressam o currículo como um plano estruturado de
aprendizagens centradas nos conteúdos – um “texto” (Pacheco, 2001) ou ainda um “syl -
labus” (Smith, 1996) –, ou seja, “um corpo de conhecimentos a transmitir e a educação o
processo pelo qual esses conhecimentos são transmitidos ou entregues aos estudantes
com base nos métodos mais eficientes possíveis” (Blenkin, 1992, p. 23).
     O objectivo é a obtenção de um resultado – daí a metáfora do currículo como um
“produto” (Pacheco, 1996) –, e as actividades de aprendizagem são organizadas em fun-
ção de objectivos operacionalizados num plano tecnicista préviamente elaborado e de-
terminado. Tendo em Ralph Tyler (1949) o principal teórico, cuja obra redimensiona o
papel da escola numa época em que se exigiam grandes mudanças no movimento curri-
cular nos EUA, após o lançamento do Sputnik, o modelo de objectivos conceptualiza o
currículo como um meio para a prossecução de objectivos, especificados em função dos
resultados esperados: a finalidade da educação não é levar o professor a desempenhar
determinadas actividades, mas a produzir modificações significativas no padrão de com-
portamentos do aluno. Por isso é tão importante que a definição dos objectivos escolares
se refira a modificações a operar no comportamento dos aprendizes (Tyler, 1949, p. 44).
      A execução do plano cabe ao professor, qual “técnico” ou “operário curricular”, e o
grau de sucesso (ou insucesso) é medido pelo nível de desempenho do aprendiz na con -
secução dos objectivos, ou seja, na recepção e memorização da informação transmitida
pelo professor. A inspiração nos ideais do behaviorismo, expressa claramente na metá-
fora do “produto”, a ênfase colocada na definição de objectivos comportamentais acaba-
ram por transformar o currículo, e passamos a citar, em longas listas de destrezas trivi-
ais, em que o foco estava mais nas partes do que no todo, no trivial do que no significan -
te, numa abordagem educacional que se assemelhava mais a uma lista de compras
(Smith, 1996, p. 4). (...)
2.2 Um modelo curricular para a ”perfeição”...

     Fala-se hoje cada vez mais da necessidade da emergência de um novo paradigma
educacional capaz de corresponder às complexas exigências de uma sociedade global.
De facto, se antes a escola era um lugar em que os indivíduos se preparavam para a so -
ciedade industrial, cujo centro de interesse consistia em “fazer coisas” – a produção in-
dustrial –, o sistema educativo actual encontra-se ante a difícil empresa de preparar os
indivíduos para a sociedade da informação, em que um dos mais importantes objectivos
é tratar a informação (Brigas & Reis, 2001).
      Na sociedade global em que vivemos, o poder está na informação (Tofller, 1990;
Castells, 2000) que nos chega em “fluxos”, “célere”, “descontextualizada” (Pacheco,
2001), veiculada pelos múltiplos mass media, provocando uma “sobrecarga informacio-
nal” que nos obriga a uma actualização constante a um ritmo de processamento cada
ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
                                 PREFEITURA MUNICIPAL DE CURRAIS NOVOS
                          SEMEC - Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes
                                    CEP: 59380-000 – Rua Ver. José Sales Sobrinho, 70
                           Fone: (84) 405-2725 – Fax: (84) 405-2726 – CNPJ 08.470.486/0001-33
              semec.curraisnovos@ig.com.bvosr / semec.curraisnovos@gmail.com

vez mais rápido e a uma selecção cada vez mais cuidadosa, porque o que ontem era co-
nhecimento, hoje está já ultrapassado (Lazlo & Castro, 1995).
Esta nova realidade social não poderia deixar de abalar o modelo clássico da escolarida -
de, onde o discurso permaneceu vertical (centrado no professor), contextualizado (na
sala de aula, na escola), organizado de um modo segmentado (em disciplinas, por conte -
údos), um “modelo de organização pedagógica que é a realidade escolar de hoje em dia:
o grupo-turma a cargo de um professor para uma dada disciplina, durante o ano inteiro
emlocal e hora préviamente fixada” (Silva, 1998, p. 395).
        A educação escolar está em crise, diz então Area (2001), a escola que temos não
se coaduna com a cultura digital que “obriga a formas de organização e processamento
do conhecimento mais flexíveis, interactivas e entrelaçadas que reclamam, por sua vez,
por novos modelos de escolaridade” (Area, 2001, p. 3). Criticando o modelo curricular
tradicional, considera Morin (apud Martins, 2001, p. 175), que as crianças aprendem a
história, a geografia, a química e a física dentro de categorias isoladas, sem saberem ao
mesmo tempo que a história sempre se situa dentro de espaços geográficos e que cada
paisagem geográfica é fruto de uma história terrestre (...) aprendem a conhecer os objec-
tos isolandoos quando seria também preciso recolocá-los no seu meio ambiente para
melhor serem compreendidos. Uma tal visão do currículo não oferece aos alunos uma
perspectiva ampla da realidade física e/ou social, da sua complexidade, da sua relativi-
dade, assim como das possíveis interfaces que podem ser estabelecidas entre os vários
campos do saber. (...)
2.3 ...ou para a “imperfeição” da sociedade da informação?

      Mas não há bela sem senão frente à imagem que muitos nos querem oferecer da
sociedade da informação e do conhecimento, considera Bartolomé (2005), que esta não
é nem será nunca um paraíso, nem tampouco se assemelha ao mundo mágico e fantás-
tico do discurso tecnológico que nos sugerem Bill Gates (1995) em Rumo ao futuro, ou
Nicholas Negroponte (1996) em Ser Digital. A narrativa da era digital promete-nos uma
vida cómoda, ajustada às necessidades e gostos individuais: as casas inteligentes, a co-
municação permanente, o acesso fácil e rápido a fontes inesgotáveis de informação. (...)
   REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AREA, Manuel M. (1996) La tecnologia educativa y el desarrollo e inovacion del curriculo.
Actas del XI Congresso Nacional de Pedagogía. [online] Disponível em: http://www.ull.es/
departamentos/didinv/tecnologiaeducativa/doc -sep.htm. Acessado em: 12 out. 2004.
______. (2000) La tecnologia educativa en España: apuntes sobre lineas de investigación
actuales. Revista InterUniversitária de Tecnología Educativa. [online] Disponível em: http://
webpages.ull.es/users/manarea/. Acessado em: 12 out. 2004.
BARTOLOMÉ, António. (2005) Sociedad de la informacion y cambio educativo. In: P. Dias
& C. V. Freitas. (Org) IV Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação
Challenges 2005. Braga: Centro de Competência Nónio Séc XXI, p. 17-41 [CDROM].
BARTOLOMÉ, António; SANCHO, Juana. (1994) Sobre el estado de la cuéstion de la
investigacion en tecnologia educativa. In: J. P. Pons (Coord.) La tecnologia educativa en
España. Sevilla: Publicaciones de la Universidad de Sevilla, p. 31-57.
Adaptação páginas (124 à 140)
                                                                                      Maxsuel Batista dos Santos
                                                                                        Proinfo Currais Novos - RN

Weitere ähnliche Inhalte

Was ist angesagt?

Docencia no-ensino-superior-pimenta-anastasiou-cavallet
Docencia no-ensino-superior-pimenta-anastasiou-cavalletDocencia no-ensino-superior-pimenta-anastasiou-cavallet
Docencia no-ensino-superior-pimenta-anastasiou-cavalletPROIDDBahiana
 
Caderno do professor geografia vol 01 3as séries 2014
Caderno do professor geografia vol 01 3as séries 2014Caderno do professor geografia vol 01 3as séries 2014
Caderno do professor geografia vol 01 3as séries 2014professora de geografia
 
Curriculo conhecimento-e-cultura
Curriculo conhecimento-e-culturaCurriculo conhecimento-e-cultura
Curriculo conhecimento-e-culturaFAETEC - ETESC
 
Cadernodoprofessor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_1s
Cadernodoprofessor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_1sCadernodoprofessor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_1s
Cadernodoprofessor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_1sprofessora de geografia
 
Caderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_2s
Caderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_2sCaderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_2s
Caderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_2sprofessora de geografia
 
Sistema Nacional de Educação: diversos olhares 80 anos após o Manifesto
Sistema Nacional de Educação: diversos olhares 80 anos após o ManifestoSistema Nacional de Educação: diversos olhares 80 anos após o Manifesto
Sistema Nacional de Educação: diversos olhares 80 anos após o ManifestoLinTrab
 
Caderno do professor geografia vol 02 2as séries 2014
Caderno do professor geografia vol 02 2as séries 2014Caderno do professor geografia vol 02 2as séries 2014
Caderno do professor geografia vol 02 2as séries 2014professora de geografia
 
Indagacoes sobre curriculo
Indagacoes sobre curriculoIndagacoes sobre curriculo
Indagacoes sobre curriculosmedany
 
Caderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_3s
Caderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_3sCaderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_3s
Caderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_3sprofessora de geografia
 
Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1
Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1
Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1Patricia Fcm
 
metodologia de historia
metodologia de historiametodologia de historia
metodologia de historiaIus 95
 
Seminário Currículo e EAD
Seminário Currículo e EADSeminário Currículo e EAD
Seminário Currículo e EADAmorim Albert
 
Reorientação Curricular Curso Normal
Reorientação Curricular Curso NormalReorientação Curricular Curso Normal
Reorientação Curricular Curso Normalkrigues
 

Was ist angesagt? (18)

Docencia no-ensino-superior-pimenta-anastasiou-cavallet
Docencia no-ensino-superior-pimenta-anastasiou-cavalletDocencia no-ensino-superior-pimenta-anastasiou-cavallet
Docencia no-ensino-superior-pimenta-anastasiou-cavallet
 
Caderno do professor geografia vol 01 3as séries 2014
Caderno do professor geografia vol 01 3as séries 2014Caderno do professor geografia vol 01 3as séries 2014
Caderno do professor geografia vol 01 3as séries 2014
 
Curriculo conhecimento-e-cultura
Curriculo conhecimento-e-culturaCurriculo conhecimento-e-cultura
Curriculo conhecimento-e-cultura
 
Cadernodoprofessor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_1s
Cadernodoprofessor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_1sCadernodoprofessor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_1s
Cadernodoprofessor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_1s
 
Caderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_2s
Caderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_2sCaderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_2s
Caderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_2s
 
diversidade e currículo
 diversidade e currículo diversidade e currículo
diversidade e currículo
 
Sistema Nacional de Educação: diversos olhares 80 anos após o Manifesto
Sistema Nacional de Educação: diversos olhares 80 anos após o ManifestoSistema Nacional de Educação: diversos olhares 80 anos após o Manifesto
Sistema Nacional de Educação: diversos olhares 80 anos após o Manifesto
 
Caderno do professor geografia vol 02 2as séries 2014
Caderno do professor geografia vol 02 2as séries 2014Caderno do professor geografia vol 02 2as séries 2014
Caderno do professor geografia vol 02 2as séries 2014
 
Indag3
Indag3Indag3
Indag3
 
Indagacoes sobre curriculo
Indagacoes sobre curriculoIndagacoes sobre curriculo
Indagacoes sobre curriculo
 
Sintese de estudo
Sintese  de  estudoSintese  de  estudo
Sintese de estudo
 
Caderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_3s
Caderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_3sCaderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_3s
Caderno do professor 2014_vol1_baixa_ch_geografia_em_3s
 
Papel E Funcao Da Be (1)
Papel E Funcao Da Be (1)Papel E Funcao Da Be (1)
Papel E Funcao Da Be (1)
 
Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1
Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1
Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1
 
metodologia de historia
metodologia de historiametodologia de historia
metodologia de historia
 
Ensino medio
Ensino medioEnsino medio
Ensino medio
 
Seminário Currículo e EAD
Seminário Currículo e EADSeminário Currículo e EAD
Seminário Currículo e EAD
 
Reorientação Curricular Curso Normal
Reorientação Curricular Curso NormalReorientação Curricular Curso Normal
Reorientação Curricular Curso Normal
 

Andere mochten auch

Documento encaminhado pela ACIRS aos candidatos à Prefeito
Documento encaminhado pela ACIRS aos candidatos à PrefeitoDocumento encaminhado pela ACIRS aos candidatos à Prefeito
Documento encaminhado pela ACIRS aos candidatos à Prefeitoaldosiebert
 
Amarelainternet para clientes www.anuncioamarelas.com
Amarelainternet para clientes   www.anuncioamarelas.comAmarelainternet para clientes   www.anuncioamarelas.com
Amarelainternet para clientes www.anuncioamarelas.comApollo Reis
 
Gestão na comunicação site carol
Gestão na comunicação site carolGestão na comunicação site carol
Gestão na comunicação site carolcarolfdes
 
Presentació powerpoint mario casas
Presentació powerpoint mario casasPresentació powerpoint mario casas
Presentació powerpoint mario casasCarlotaOmedes28
 
Proposta aos candidatos a prefeito de Rio do Sul
Proposta aos candidatos a prefeito de Rio do SulProposta aos candidatos a prefeito de Rio do Sul
Proposta aos candidatos a prefeito de Rio do Sulaldosiebert
 
GBI Trabajo en equipo y trabajo en grupo
GBI Trabajo en equipo y trabajo en grupo GBI Trabajo en equipo y trabajo en grupo
GBI Trabajo en equipo y trabajo en grupo Juan Acosta Cdlm
 
Internacionalización en las mipyme
Internacionalización en las mipymeInternacionalización en las mipyme
Internacionalización en las mipymeJoSe Ahumada
 

Andere mochten auch (8)

Manual on line
Manual on lineManual on line
Manual on line
 
Documento encaminhado pela ACIRS aos candidatos à Prefeito
Documento encaminhado pela ACIRS aos candidatos à PrefeitoDocumento encaminhado pela ACIRS aos candidatos à Prefeito
Documento encaminhado pela ACIRS aos candidatos à Prefeito
 
Amarelainternet para clientes www.anuncioamarelas.com
Amarelainternet para clientes   www.anuncioamarelas.comAmarelainternet para clientes   www.anuncioamarelas.com
Amarelainternet para clientes www.anuncioamarelas.com
 
Gestão na comunicação site carol
Gestão na comunicação site carolGestão na comunicação site carol
Gestão na comunicação site carol
 
Presentació powerpoint mario casas
Presentació powerpoint mario casasPresentació powerpoint mario casas
Presentació powerpoint mario casas
 
Proposta aos candidatos a prefeito de Rio do Sul
Proposta aos candidatos a prefeito de Rio do SulProposta aos candidatos a prefeito de Rio do Sul
Proposta aos candidatos a prefeito de Rio do Sul
 
GBI Trabajo en equipo y trabajo en grupo
GBI Trabajo en equipo y trabajo en grupo GBI Trabajo en equipo y trabajo en grupo
GBI Trabajo en equipo y trabajo en grupo
 
Internacionalización en las mipyme
Internacionalización en las mipymeInternacionalización en las mipyme
Internacionalización en las mipyme
 

Ähnlich wie Agenda 07

DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...
DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...
DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...ProfessorPrincipiante
 
Gre – sertão do alto pajeú
Gre – sertão do alto pajeúGre – sertão do alto pajeú
Gre – sertão do alto pajeúMascleide Lima
 
Apropriaçãoo das tecnologias um fenomeno em espiral
Apropriaçãoo das tecnologias  um fenomeno em espiralApropriaçãoo das tecnologias  um fenomeno em espiral
Apropriaçãoo das tecnologias um fenomeno em espiralDeusirene Magalhaes de Araujo
 
A corrente pedagógica racional-tecnológica no contexto da cibercultura
A corrente pedagógica racional-tecnológica no contexto da ciberculturaA corrente pedagógica racional-tecnológica no contexto da cibercultura
A corrente pedagógica racional-tecnológica no contexto da ciberculturashuchufec
 
Caderno 4- Áreas de Conhecimento e Integração Curricular
Caderno 4- Áreas de Conhecimento e Integração CurricularCaderno 4- Áreas de Conhecimento e Integração Curricular
Caderno 4- Áreas de Conhecimento e Integração CurricularDillzzaa
 
Pacto Nacional do Ensino Medio Caderno4
Pacto Nacional do Ensino Medio Caderno4Pacto Nacional do Ensino Medio Caderno4
Pacto Nacional do Ensino Medio Caderno4jjamesmarques
 
Orientações Curriculares para o Ensino Médio
Orientações Curriculares para o Ensino MédioOrientações Curriculares para o Ensino Médio
Orientações Curriculares para o Ensino MédioItalo Malta
 
Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...
Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...
Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...Adroaldo Dallabrida
 
Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...
Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...
Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...Adroaldo Dallabrida
 
Pdf sobre tecnologias educativas
Pdf sobre tecnologias educativasPdf sobre tecnologias educativas
Pdf sobre tecnologias educativastresa45757
 
Tecnologia e educação
Tecnologia e educaçãoTecnologia e educação
Tecnologia e educaçãoa46287
 
Proposta curriculargeral internet[1]
Proposta curriculargeral internet[1]Proposta curriculargeral internet[1]
Proposta curriculargeral internet[1]Edson Mamprin
 
Publicação: Histórias de aprendizagem com as TIC
Publicação:  Histórias de aprendizagem com as TICPublicação:  Histórias de aprendizagem com as TIC
Publicação: Histórias de aprendizagem com as TICFernanda Ledesma
 
Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1
Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1
Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1Patricia Fcm
 
Roselene
RoseleneRoselene
Roselenerose36
 

Ähnlich wie Agenda 07 (20)

Agenda 04
Agenda 04Agenda 04
Agenda 04
 
Curriculo
CurriculoCurriculo
Curriculo
 
Agenda 06
Agenda 06Agenda 06
Agenda 06
 
DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...
DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...
DISCUTINDO CONTROVÉRSIAS SOCIOCIENTÍFICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DO “...
 
Gre – sertão do alto pajeú
Gre – sertão do alto pajeúGre – sertão do alto pajeú
Gre – sertão do alto pajeú
 
Apropriaçãoo das tecnologias um fenomeno em espiral
Apropriaçãoo das tecnologias  um fenomeno em espiralApropriaçãoo das tecnologias  um fenomeno em espiral
Apropriaçãoo das tecnologias um fenomeno em espiral
 
A corrente pedagógica racional-tecnológica no contexto da cibercultura
A corrente pedagógica racional-tecnológica no contexto da ciberculturaA corrente pedagógica racional-tecnológica no contexto da cibercultura
A corrente pedagógica racional-tecnológica no contexto da cibercultura
 
Caderno 4- Áreas de Conhecimento e Integração Curricular
Caderno 4- Áreas de Conhecimento e Integração CurricularCaderno 4- Áreas de Conhecimento e Integração Curricular
Caderno 4- Áreas de Conhecimento e Integração Curricular
 
Pacto Nacional do Ensino Medio Caderno4
Pacto Nacional do Ensino Medio Caderno4Pacto Nacional do Ensino Medio Caderno4
Pacto Nacional do Ensino Medio Caderno4
 
Orientações Curriculares para o Ensino Médio
Orientações Curriculares para o Ensino MédioOrientações Curriculares para o Ensino Médio
Orientações Curriculares para o Ensino Médio
 
Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...
Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...
Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...
 
Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...
Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...
Uso pedagogico do excel novos paradigmas para novos tempos versão final para ...
 
Agenda 05
Agenda 05Agenda 05
Agenda 05
 
Pdf sobre tecnologias educativas
Pdf sobre tecnologias educativasPdf sobre tecnologias educativas
Pdf sobre tecnologias educativas
 
Tecnologia e educação
Tecnologia e educaçãoTecnologia e educação
Tecnologia e educação
 
Proposta curriculargeral internet[1]
Proposta curriculargeral internet[1]Proposta curriculargeral internet[1]
Proposta curriculargeral internet[1]
 
Publicação: Histórias de aprendizagem com as TIC
Publicação:  Histórias de aprendizagem com as TICPublicação:  Histórias de aprendizagem com as TIC
Publicação: Histórias de aprendizagem com as TIC
 
Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1
Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1
Diretrizes curriculares versao_preliminar_parte_1
 
Agenda 09
Agenda 09Agenda 09
Agenda 09
 
Roselene
RoseleneRoselene
Roselene
 

Mehr von mestrescomolhardigital (20)

Quiz do 9º ano "U"
Quiz do 9º ano "U"Quiz do 9º ano "U"
Quiz do 9º ano "U"
 
Iv festival de multimidia
Iv festival de multimidiaIv festival de multimidia
Iv festival de multimidia
 
Apostila 09
Apostila   09Apostila   09
Apostila 09
 
Agenda09
Agenda09Agenda09
Agenda09
 
Agenda aula 8
Agenda aula 8Agenda aula 8
Agenda aula 8
 
Apostila 07
Apostila   07Apostila   07
Apostila 07
 
Agenda 07
Agenda   07Agenda   07
Agenda 07
 
Atividade em grupo 01
Atividade em grupo 01Atividade em grupo 01
Atividade em grupo 01
 
Relação de atividades proinfo
Relação de atividades proinfoRelação de atividades proinfo
Relação de atividades proinfo
 
Apostila aula 06
Apostila aula 06Apostila aula 06
Apostila aula 06
 
Agenda 06
Agenda   06Agenda   06
Agenda 06
 
Apostila aula 05
Apostila   aula 05Apostila   aula 05
Apostila aula 05
 
Apostila aula 04
Apostila aula 04Apostila aula 04
Apostila aula 04
 
Agenda 04
Agenda 04Agenda 04
Agenda 04
 
Apostila aula3
Apostila   aula3Apostila   aula3
Apostila aula3
 
Agenda 03
Agenda 03Agenda 03
Agenda 03
 
Apostila da 2ª aula
Apostila   da 2ª aulaApostila   da 2ª aula
Apostila da 2ª aula
 
Agenda da 2ª aula
Agenda da 2ª aulaAgenda da 2ª aula
Agenda da 2ª aula
 
Pauta de atividades_05
Pauta de atividades_05Pauta de atividades_05
Pauta de atividades_05
 
Pauta de atividades_04
Pauta de atividades_04Pauta de atividades_04
Pauta de atividades_04
 

Kürzlich hochgeladen

Cartão de crédito e fatura do cartão.pptx
Cartão de crédito e fatura do cartão.pptxCartão de crédito e fatura do cartão.pptx
Cartão de crédito e fatura do cartão.pptxMarcosLemes28
 
Pesquisa Ação René Barbier Livro acadêmico
Pesquisa Ação René Barbier Livro  acadêmicoPesquisa Ação René Barbier Livro  acadêmico
Pesquisa Ação René Barbier Livro acadêmicolourivalcaburite
 
aula de bioquímica bioquímica dos carboidratos.ppt
aula de bioquímica bioquímica dos carboidratos.pptaula de bioquímica bioquímica dos carboidratos.ppt
aula de bioquímica bioquímica dos carboidratos.pptssuser2b53fe
 
3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptx
3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptx3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptx
3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptxMarlene Cunhada
 
Plano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptx
Plano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptxPlano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptx
Plano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptxPaulaYaraDaasPedro
 
GUIA DE APRENDIZAGEM 2024 9º A - História 1 BI.doc
GUIA DE APRENDIZAGEM 2024 9º A - História 1 BI.docGUIA DE APRENDIZAGEM 2024 9º A - História 1 BI.doc
GUIA DE APRENDIZAGEM 2024 9º A - História 1 BI.docPauloHenriqueGarciaM
 
A EDUCAÇÃO FÍSICA NO NOVO ENSINO MÉDIO: IMPLICAÇÕES E TENDÊNCIAS PROMOVIDAS P...
A EDUCAÇÃO FÍSICA NO NOVO ENSINO MÉDIO: IMPLICAÇÕES E TENDÊNCIAS PROMOVIDAS P...A EDUCAÇÃO FÍSICA NO NOVO ENSINO MÉDIO: IMPLICAÇÕES E TENDÊNCIAS PROMOVIDAS P...
A EDUCAÇÃO FÍSICA NO NOVO ENSINO MÉDIO: IMPLICAÇÕES E TENDÊNCIAS PROMOVIDAS P...PatriciaCaetano18
 
Artigo Científico - Estrutura e Formatação.ppt
Artigo Científico - Estrutura e Formatação.pptArtigo Científico - Estrutura e Formatação.ppt
Artigo Científico - Estrutura e Formatação.pptRogrioGonalves41
 
LENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretação
LENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretaçãoLENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretação
LENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretaçãoLidianePaulaValezi
 
M0 Atendimento – Definição, Importância .pptx
M0 Atendimento – Definição, Importância .pptxM0 Atendimento – Definição, Importância .pptx
M0 Atendimento – Definição, Importância .pptxJustinoTeixeira1
 
Aula 25 - A america espanhola - colonização, exploraçãp e trabalho (mita e en...
Aula 25 - A america espanhola - colonização, exploraçãp e trabalho (mita e en...Aula 25 - A america espanhola - colonização, exploraçãp e trabalho (mita e en...
Aula 25 - A america espanhola - colonização, exploraçãp e trabalho (mita e en...MariaCristinaSouzaLe1
 
atividade-de-portugues-paronimos-e-homonimos-4º-e-5º-ano-respostas.pdf
atividade-de-portugues-paronimos-e-homonimos-4º-e-5º-ano-respostas.pdfatividade-de-portugues-paronimos-e-homonimos-4º-e-5º-ano-respostas.pdf
atividade-de-portugues-paronimos-e-homonimos-4º-e-5º-ano-respostas.pdfAutonoma
 
Expansão Marítima- Descobrimentos Portugueses século XV
Expansão Marítima- Descobrimentos Portugueses século XVExpansão Marítima- Descobrimentos Portugueses século XV
Expansão Marítima- Descobrimentos Portugueses século XVlenapinto
 
Aula 1 - Psicologia Cognitiva, aula .ppt
Aula 1 - Psicologia Cognitiva, aula .pptAula 1 - Psicologia Cognitiva, aula .ppt
Aula 1 - Psicologia Cognitiva, aula .pptNathaliaFreitas32
 
P P P 2024 - *CIEJA Santana / Tucuruvi*
P P P 2024  - *CIEJA Santana / Tucuruvi*P P P 2024  - *CIEJA Santana / Tucuruvi*
P P P 2024 - *CIEJA Santana / Tucuruvi*Viviane Moreiras
 
E a chuva ... (Livro pedagógico para ser usado na educação infantil e trabal...
E a chuva ...  (Livro pedagógico para ser usado na educação infantil e trabal...E a chuva ...  (Livro pedagógico para ser usado na educação infantil e trabal...
E a chuva ... (Livro pedagógico para ser usado na educação infantil e trabal...andreiavys
 
Renascimento Cultural na Idade Moderna PDF
Renascimento Cultural na Idade Moderna PDFRenascimento Cultural na Idade Moderna PDF
Renascimento Cultural na Idade Moderna PDFRafaelaMartins72608
 
Monoteísmo, Politeísmo, Panteísmo 7 ANO2.pptx
Monoteísmo, Politeísmo, Panteísmo 7 ANO2.pptxMonoteísmo, Politeísmo, Panteísmo 7 ANO2.pptx
Monoteísmo, Politeísmo, Panteísmo 7 ANO2.pptxFlviaGomes64
 
Aula prática JOGO-Regencia-Verbal-e-Nominal.pdf
Aula prática JOGO-Regencia-Verbal-e-Nominal.pdfAula prática JOGO-Regencia-Verbal-e-Nominal.pdf
Aula prática JOGO-Regencia-Verbal-e-Nominal.pdfKarinaSouzaCorreiaAl
 
Os editoriais, reportagens e entrevistas.pptx
Os editoriais, reportagens e entrevistas.pptxOs editoriais, reportagens e entrevistas.pptx
Os editoriais, reportagens e entrevistas.pptxTailsonSantos1
 

Kürzlich hochgeladen (20)

Cartão de crédito e fatura do cartão.pptx
Cartão de crédito e fatura do cartão.pptxCartão de crédito e fatura do cartão.pptx
Cartão de crédito e fatura do cartão.pptx
 
Pesquisa Ação René Barbier Livro acadêmico
Pesquisa Ação René Barbier Livro  acadêmicoPesquisa Ação René Barbier Livro  acadêmico
Pesquisa Ação René Barbier Livro acadêmico
 
aula de bioquímica bioquímica dos carboidratos.ppt
aula de bioquímica bioquímica dos carboidratos.pptaula de bioquímica bioquímica dos carboidratos.ppt
aula de bioquímica bioquímica dos carboidratos.ppt
 
3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptx
3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptx3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptx
3 2 - termos-integrantes-da-oracao-.pptx
 
Plano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptx
Plano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptxPlano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptx
Plano de aula Nova Escola períodos simples e composto parte 1.pptx
 
GUIA DE APRENDIZAGEM 2024 9º A - História 1 BI.doc
GUIA DE APRENDIZAGEM 2024 9º A - História 1 BI.docGUIA DE APRENDIZAGEM 2024 9º A - História 1 BI.doc
GUIA DE APRENDIZAGEM 2024 9º A - História 1 BI.doc
 
A EDUCAÇÃO FÍSICA NO NOVO ENSINO MÉDIO: IMPLICAÇÕES E TENDÊNCIAS PROMOVIDAS P...
A EDUCAÇÃO FÍSICA NO NOVO ENSINO MÉDIO: IMPLICAÇÕES E TENDÊNCIAS PROMOVIDAS P...A EDUCAÇÃO FÍSICA NO NOVO ENSINO MÉDIO: IMPLICAÇÕES E TENDÊNCIAS PROMOVIDAS P...
A EDUCAÇÃO FÍSICA NO NOVO ENSINO MÉDIO: IMPLICAÇÕES E TENDÊNCIAS PROMOVIDAS P...
 
Artigo Científico - Estrutura e Formatação.ppt
Artigo Científico - Estrutura e Formatação.pptArtigo Científico - Estrutura e Formatação.ppt
Artigo Científico - Estrutura e Formatação.ppt
 
LENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretação
LENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretaçãoLENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretação
LENDA DA MANDIOCA - leitura e interpretação
 
M0 Atendimento – Definição, Importância .pptx
M0 Atendimento – Definição, Importância .pptxM0 Atendimento – Definição, Importância .pptx
M0 Atendimento – Definição, Importância .pptx
 
Aula 25 - A america espanhola - colonização, exploraçãp e trabalho (mita e en...
Aula 25 - A america espanhola - colonização, exploraçãp e trabalho (mita e en...Aula 25 - A america espanhola - colonização, exploraçãp e trabalho (mita e en...
Aula 25 - A america espanhola - colonização, exploraçãp e trabalho (mita e en...
 
atividade-de-portugues-paronimos-e-homonimos-4º-e-5º-ano-respostas.pdf
atividade-de-portugues-paronimos-e-homonimos-4º-e-5º-ano-respostas.pdfatividade-de-portugues-paronimos-e-homonimos-4º-e-5º-ano-respostas.pdf
atividade-de-portugues-paronimos-e-homonimos-4º-e-5º-ano-respostas.pdf
 
Expansão Marítima- Descobrimentos Portugueses século XV
Expansão Marítima- Descobrimentos Portugueses século XVExpansão Marítima- Descobrimentos Portugueses século XV
Expansão Marítima- Descobrimentos Portugueses século XV
 
Aula 1 - Psicologia Cognitiva, aula .ppt
Aula 1 - Psicologia Cognitiva, aula .pptAula 1 - Psicologia Cognitiva, aula .ppt
Aula 1 - Psicologia Cognitiva, aula .ppt
 
P P P 2024 - *CIEJA Santana / Tucuruvi*
P P P 2024  - *CIEJA Santana / Tucuruvi*P P P 2024  - *CIEJA Santana / Tucuruvi*
P P P 2024 - *CIEJA Santana / Tucuruvi*
 
E a chuva ... (Livro pedagógico para ser usado na educação infantil e trabal...
E a chuva ...  (Livro pedagógico para ser usado na educação infantil e trabal...E a chuva ...  (Livro pedagógico para ser usado na educação infantil e trabal...
E a chuva ... (Livro pedagógico para ser usado na educação infantil e trabal...
 
Renascimento Cultural na Idade Moderna PDF
Renascimento Cultural na Idade Moderna PDFRenascimento Cultural na Idade Moderna PDF
Renascimento Cultural na Idade Moderna PDF
 
Monoteísmo, Politeísmo, Panteísmo 7 ANO2.pptx
Monoteísmo, Politeísmo, Panteísmo 7 ANO2.pptxMonoteísmo, Politeísmo, Panteísmo 7 ANO2.pptx
Monoteísmo, Politeísmo, Panteísmo 7 ANO2.pptx
 
Aula prática JOGO-Regencia-Verbal-e-Nominal.pdf
Aula prática JOGO-Regencia-Verbal-e-Nominal.pdfAula prática JOGO-Regencia-Verbal-e-Nominal.pdf
Aula prática JOGO-Regencia-Verbal-e-Nominal.pdf
 
Os editoriais, reportagens e entrevistas.pptx
Os editoriais, reportagens e entrevistas.pptxOs editoriais, reportagens e entrevistas.pptx
Os editoriais, reportagens e entrevistas.pptx
 

Agenda 07

  • 1. ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PREFEITURA MUNICIPAL DE CURRAIS NOVOS SEMEC - Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes CEP: 59380-000 – Rua Ver. José Sales Sobrinho, 70 Fone: (84) 405-2725 – Fax: (84) 405-2726 – CNPJ 08.470.486/0001-33 semec.curraisnovos@ig.com.bvosr / semec.curraisnovos@gmail.com Elaboração de Projetos 7ª AGENDA de ATIVIDADES a EIXO 02(CURRÍCULO): Distancia Tecnologia educativa e currículo: caminhos que se cruzam ou se bifurcam? Clara Pereira 1. Contextualização No panorama pedagógico ocidental, os estudos adstritos ao Currículo e à Tecnolo- gia Educativa (TE) estão representados por programas académicos e de investigação perfeitamente consolidados e identificados. Em redor de cada um deles, nas diversas partes do mundo, existem grupos de investiga - ção, associações profissionais, publicações, fóruns de debate etc, que os identificam como espaços de conhecimento pedagógico independentes, às vezes mesmo antagôni- cos, que, entre outros efeitos, propiciaram a que a TE por um lado e o Currículo pelo ou- tro, concretizassem propostas teóricas e acções práticas nem sempre coincidentes (Area, 1996). Numa tentativa de justificar o distanciamento entre estes dois campos que, aparen- temente, tão próximos deveriam estar, Valero Rueda (2001) aponta diversos factores. O primeiro teria a ver com o facto, inegável na perspectiva da autora, de muitos “curriculis- tas” considerarem a TE como uma das manifestações “mais genuínas de uma racionali- dade de corte técnico-científico das questões educativas” (Valero Rueda, 2001, p. 257); o segundo pelo facto da TE ter sido sempre “excessivamente dependente de teorias afins (…) mas sempre alheias às teorias e práticas do currículo” (ibid); e por último por- que, os estudos realizados com média, em particular com audiovisuais e computadores, foram sempre excessivamente empiricistas e carentes de uma fundamentação teórica adequada. Vêm-nos envoltos e fascinados com os computadores, os CD-ROM, e nave - gando na Internet, mas intelectualmente pobres, porque não capazes de integrar e fun- damentar os usos dos meios numa teoria de ensino e do currículo que avalize e dê senti - do à Tecnologia Educativa (ibid). 2. Onde se cruzam TE e Currículo Sendo guiado por uma finalidade, um projecto curricular pressupõe sempre uma de- terminada concepção acerca do que é a EDUCAÇÃO (um ideal educativo), porque é com base numa meta que se concretiza um qualquer projecto; é precisamente aqui, na concretização de uma mesma finalidade educativa, que a TE se cruza com o Currículo, integrando- o, constituindo-se como que o seu braço “operacional” para as questões da comunicação educativa: (A TE) analisa o currículo (prescrito, apresentado e realizado) em termos comunicacionais (códigos, discursos, linguagens, direcções e contextos) e preocupa-se em investigar o desenho das estratégias comunicacionais tendo em vista a
  • 2. ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PREFEITURA MUNICIPAL DE CURRAIS NOVOS SEMEC - Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes CEP: 59380-000 – Rua Ver. José Sales Sobrinho, 70 Fone: (84) 405-2725 – Fax: (84) 405-2726 – CNPJ 08.470.486/0001-33 semec.curraisnovos@ig.com.bvosr / semec.curraisnovos@gmail.com intervenção no processo educativo com um sentido de optimização, ou seja, conseguir o melhor em função dos objectivos propostos pela comunidade educativa. (Silva, 1998, p. 48). Nessa ordem de ideias, faz todo o sentido analisar o percurso e evolução do domí- nio científico da TE articulado com a perspectiva curricular, já que este exercício nos pode ajudar a obter a visão macroscópica da realidade educativa em que a TE se insere e na qual atua. (...) 2.1 A TE à luz das Teorias Curriculares Kemmis (1988) propõe uma classificação das teorias curriculares em técnicas, práti- cas e críticas. As teorias técnicas expressam o currículo como um plano estruturado de aprendizagens centradas nos conteúdos – um “texto” (Pacheco, 2001) ou ainda um “syl - labus” (Smith, 1996) –, ou seja, “um corpo de conhecimentos a transmitir e a educação o processo pelo qual esses conhecimentos são transmitidos ou entregues aos estudantes com base nos métodos mais eficientes possíveis” (Blenkin, 1992, p. 23). O objectivo é a obtenção de um resultado – daí a metáfora do currículo como um “produto” (Pacheco, 1996) –, e as actividades de aprendizagem são organizadas em fun- ção de objectivos operacionalizados num plano tecnicista préviamente elaborado e de- terminado. Tendo em Ralph Tyler (1949) o principal teórico, cuja obra redimensiona o papel da escola numa época em que se exigiam grandes mudanças no movimento curri- cular nos EUA, após o lançamento do Sputnik, o modelo de objectivos conceptualiza o currículo como um meio para a prossecução de objectivos, especificados em função dos resultados esperados: a finalidade da educação não é levar o professor a desempenhar determinadas actividades, mas a produzir modificações significativas no padrão de com- portamentos do aluno. Por isso é tão importante que a definição dos objectivos escolares se refira a modificações a operar no comportamento dos aprendizes (Tyler, 1949, p. 44). A execução do plano cabe ao professor, qual “técnico” ou “operário curricular”, e o grau de sucesso (ou insucesso) é medido pelo nível de desempenho do aprendiz na con - secução dos objectivos, ou seja, na recepção e memorização da informação transmitida pelo professor. A inspiração nos ideais do behaviorismo, expressa claramente na metá- fora do “produto”, a ênfase colocada na definição de objectivos comportamentais acaba- ram por transformar o currículo, e passamos a citar, em longas listas de destrezas trivi- ais, em que o foco estava mais nas partes do que no todo, no trivial do que no significan - te, numa abordagem educacional que se assemelhava mais a uma lista de compras (Smith, 1996, p. 4). (...) 2.2 Um modelo curricular para a ”perfeição”... Fala-se hoje cada vez mais da necessidade da emergência de um novo paradigma educacional capaz de corresponder às complexas exigências de uma sociedade global. De facto, se antes a escola era um lugar em que os indivíduos se preparavam para a so - ciedade industrial, cujo centro de interesse consistia em “fazer coisas” – a produção in- dustrial –, o sistema educativo actual encontra-se ante a difícil empresa de preparar os indivíduos para a sociedade da informação, em que um dos mais importantes objectivos é tratar a informação (Brigas & Reis, 2001). Na sociedade global em que vivemos, o poder está na informação (Tofller, 1990; Castells, 2000) que nos chega em “fluxos”, “célere”, “descontextualizada” (Pacheco, 2001), veiculada pelos múltiplos mass media, provocando uma “sobrecarga informacio- nal” que nos obriga a uma actualização constante a um ritmo de processamento cada
  • 3. ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE PREFEITURA MUNICIPAL DE CURRAIS NOVOS SEMEC - Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes CEP: 59380-000 – Rua Ver. José Sales Sobrinho, 70 Fone: (84) 405-2725 – Fax: (84) 405-2726 – CNPJ 08.470.486/0001-33 semec.curraisnovos@ig.com.bvosr / semec.curraisnovos@gmail.com vez mais rápido e a uma selecção cada vez mais cuidadosa, porque o que ontem era co- nhecimento, hoje está já ultrapassado (Lazlo & Castro, 1995). Esta nova realidade social não poderia deixar de abalar o modelo clássico da escolarida - de, onde o discurso permaneceu vertical (centrado no professor), contextualizado (na sala de aula, na escola), organizado de um modo segmentado (em disciplinas, por conte - údos), um “modelo de organização pedagógica que é a realidade escolar de hoje em dia: o grupo-turma a cargo de um professor para uma dada disciplina, durante o ano inteiro emlocal e hora préviamente fixada” (Silva, 1998, p. 395). A educação escolar está em crise, diz então Area (2001), a escola que temos não se coaduna com a cultura digital que “obriga a formas de organização e processamento do conhecimento mais flexíveis, interactivas e entrelaçadas que reclamam, por sua vez, por novos modelos de escolaridade” (Area, 2001, p. 3). Criticando o modelo curricular tradicional, considera Morin (apud Martins, 2001, p. 175), que as crianças aprendem a história, a geografia, a química e a física dentro de categorias isoladas, sem saberem ao mesmo tempo que a história sempre se situa dentro de espaços geográficos e que cada paisagem geográfica é fruto de uma história terrestre (...) aprendem a conhecer os objec- tos isolandoos quando seria também preciso recolocá-los no seu meio ambiente para melhor serem compreendidos. Uma tal visão do currículo não oferece aos alunos uma perspectiva ampla da realidade física e/ou social, da sua complexidade, da sua relativi- dade, assim como das possíveis interfaces que podem ser estabelecidas entre os vários campos do saber. (...) 2.3 ...ou para a “imperfeição” da sociedade da informação? Mas não há bela sem senão frente à imagem que muitos nos querem oferecer da sociedade da informação e do conhecimento, considera Bartolomé (2005), que esta não é nem será nunca um paraíso, nem tampouco se assemelha ao mundo mágico e fantás- tico do discurso tecnológico que nos sugerem Bill Gates (1995) em Rumo ao futuro, ou Nicholas Negroponte (1996) em Ser Digital. A narrativa da era digital promete-nos uma vida cómoda, ajustada às necessidades e gostos individuais: as casas inteligentes, a co- municação permanente, o acesso fácil e rápido a fontes inesgotáveis de informação. (...) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AREA, Manuel M. (1996) La tecnologia educativa y el desarrollo e inovacion del curriculo. Actas del XI Congresso Nacional de Pedagogía. [online] Disponível em: http://www.ull.es/ departamentos/didinv/tecnologiaeducativa/doc -sep.htm. Acessado em: 12 out. 2004. ______. (2000) La tecnologia educativa en España: apuntes sobre lineas de investigación actuales. Revista InterUniversitária de Tecnología Educativa. [online] Disponível em: http:// webpages.ull.es/users/manarea/. Acessado em: 12 out. 2004. BARTOLOMÉ, António. (2005) Sociedad de la informacion y cambio educativo. In: P. Dias & C. V. Freitas. (Org) IV Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação Challenges 2005. Braga: Centro de Competência Nónio Séc XXI, p. 17-41 [CDROM]. BARTOLOMÉ, António; SANCHO, Juana. (1994) Sobre el estado de la cuéstion de la investigacion en tecnologia educativa. In: J. P. Pons (Coord.) La tecnologia educativa en España. Sevilla: Publicaciones de la Universidad de Sevilla, p. 31-57. Adaptação páginas (124 à 140) Maxsuel Batista dos Santos Proinfo Currais Novos - RN