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1. O ensino da História em perspectiva

1.1. A História tradicional
 Criação do sentimento nacional;
 Valorização da His...
O ensino da História em perspectiva

1.2. A História crítica
 Busca da compreensão do mundo;
 Contribui no auto conhecim...
2. Como o saber histórico é construído?

2.1. Na Antiguidade
 As sociedades humanas recorriam ao
passado para explicar se...
2. Como o saber histórico é construído?

2.1. A partir do século XIX
 Desenvolvimento das pesquisas históricas;
 Grande ...
3. O conhecimento histórico ao longo do tempo
3.1. Grécia Antiga (séc. V a.C.)
 Hecateu de Mileto fez das lendas e mitos ...
3. O conhecimento histórico ao longo do tempo

3.2. Roma (séc. I a.C.)
 Tito Lívio e outros historiadores: exames
dos mit...
3. O conhecimento histórico ao longo do tempo
3.3. Idade Média
3.3.1. Do século V ao século XII
 A produção histórica pra...
3. O conhecimento histórico ao longo do tempo

3.4. O século XIX
 Profissionalização do historiador;
 Estabelecimento e ...
3. O conhecimento histórico ao longo do tempo

3.5. O século XX
 Crescimento da pesquisa histórica;
 Ampliação e aprofun...
3. O conhecimento ao longo do tempo

3.6. Características da História
 Ciência em constante construção;
 Campo de estudo...
4. Organizando-se para interagir com o saber histórico

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Sistematização do saber histórico;
O conhecimento se tor...
4. Organizando-se para interagir com o saber histórico

4.1. Facilita o estudo da história
 Estabelecer conexões entre o ...
“A incompreensão do presente
nasce fatalmente da
ignorância do passado. Mas,
talvez, não seja mais útil
esforçarmo-nos por...
“Eu não tenho vergonha de mudar de ideia
porque não tenho vergonha de pensar”.
(Goethe)
4. Organizando-se para interagir com o saber histórico

4.2. O entendimento da História
 Ler, interpretar, comparar, anal...
Para entender a História...
OS SIGNIFICADOS DA HISTÓRIA
• Sujeitos da História
• Imparcialidade no ato de se construir conceitos históricos é
impossív...
•Anacronismo
Perguntas de um Operário Letrado
Bertold Brecht
Quem construiu Tebas, a das sete portas?
Nos livros vem o nome dos reis,
M...
A INTERPRETAÇÃO DOS FATOS
• Memória e História
 mitos e fantasias
 necessidade de se conhecer o passado
HISTORIOGRAFIA E MEMÓRIA
 mitos e fantasias
 necessidade de se conhecer o passado
 invenção da escrita
 Memória e hist...
TEMPO E HISTÓRIA
• não linear ( sucessão de fatos)
• relação dialética entre o passado e o presente
• a relação do homem c...
Linha do Tempo

Invenção da Escrita

Fim do Império Romano do Ocidente

Tomada de Constantinopla (fim do Império Romano do...
PENSANDO A HISTÓRIA
• A história surgiu na Grécia com Heródoto e Tucídides
•Todo texto histórico é ideológico
• Varia de a...
HISTÓRIA E MODERNIDADE
• No início da Modernidade o antropocentrismo e o racionalismo
deram uma nova visão de mundo ao hom...
•A burguesia contribuiu no processo
• Revolução Francesa  nega o passado ( Idade das Trevas )
•No século XIX, a história é novamente requisitada busca das
raízes nacionais ( História Positivista idéia do conhecimen...
•No século XX, a Escola dos Anais  perspectivas culturais na construção do
conhecimento histórico através das manifestaçõ...
Escola dos Annales
Fundada por Lucien Febvre e Marc Bloch em 1929, propunha-se a ir além da
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Em geral, divide-se a trajetória da escola em Quatro fases:
Primeira geração - liderada por Marc Bloch e Lucien Febvre
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Há homens que lutam um dia, e são bons;
Há outros que lutam um ano, e são melhores;
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História - Introdução 2014 ok
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História - Introdução 2014 ok

  1. 1. 1. O ensino da História em perspectiva 1.1. A História tradicional  Criação do sentimento nacional;  Valorização da História das Civilizações;  Eurocentrismo;  Ênfase na macropolítica;  “decoreba”/repetição;
  2. 2. O ensino da História em perspectiva 1.2. A História crítica  Busca da compreensão do mundo;  Contribui no auto conhecimento do aluno;  Desenvolvimento da consciência histórica;  Construção da própria identidade;
  3. 3. 2. Como o saber histórico é construído? 2.1. Na Antiguidade  As sociedades humanas recorriam ao passado para explicar seu mundo;  Construção de mitos;
  4. 4. 2. Como o saber histórico é construído? 2.1. A partir do século XIX  Desenvolvimento das pesquisas históricas;  Grande variedade de conceitos e de procedimentos de pesquisa;  No fim do séc. XIX ocorre a profissionalização da pesquisa histórica;  A História está sempre em construção;
  5. 5. 3. O conhecimento histórico ao longo do tempo 3.1. Grécia Antiga (séc. V a.C.)  Hecateu de Mileto fez das lendas e mitos seu objeto de investigação;  Heródoto de Halicarnásso foi considerado o “pai da História” – utilizou arquivos oficiais, tradições orais e relatos de testemunhas dos acontecimentos;  Além de buscar a verdade dos fatos, visava a preservação da memória para a posteridade;
  6. 6. 3. O conhecimento histórico ao longo do tempo 3.2. Roma (séc. I a.C.)  Tito Lívio e outros historiadores: exames dos mitos, descrição e compreensão dos fatos mais próximos à sua época;  Narrativa da história de Roma desde a fundação até o ano 9 d.C.; Ab Urbe Condita, que pode ser traduzido como "Desde a fundação da cidade", deixa claro que o autor pretendia narrar a história de Roma desde a sua mítica fundação.
  7. 7. 3. O conhecimento histórico ao longo do tempo 3.3. Idade Média 3.3.1. Do século V ao século XII  A produção histórica praticamente inexistiu;  Predomínio da Igreja Católica;  Hagiografia (história da vida de santos);  Anais ou crônicas (redigidas nos mosteiros); 3.3.2. Do século XII ao século XVI  Período conhecido como Renascimento;  Desenvolvimento do Humanismo;
  8. 8. 3. O conhecimento histórico ao longo do tempo 3.4. O século XIX  Profissionalização do historiador;  Estabelecimento e fortalecimentos dos Estados Nacionais;  A História (oficial) passa a ser ensinada nas escolas;
  9. 9. 3. O conhecimento histórico ao longo do tempo 3.5. O século XX  Crescimento da pesquisa histórica;  Ampliação e aprofundamento dos conhecimento históricos;  Intensos debates nas academias;
  10. 10. 3. O conhecimento ao longo do tempo 3.6. Características da História  Ciência em constante construção;  Campo de estudos autônomo, mas não isolado;  Interpretação do passado;  Diálogo com o presente;  Exercício de alteridade;  Feita com documentos históricos;
  11. 11. 4. Organizando-se para interagir com o saber histórico     Sistematização do saber histórico; O conhecimento se torna mais eficaz ao se transformar em experiência; É importante compreender o contexto em que as sociedades do passado estavam inseridas; Debates e leituras ajudam a evitar o anacronismo;
  12. 12. 4. Organizando-se para interagir com o saber histórico 4.1. Facilita o estudo da história  Estabelecer conexões entre o passado e o presente;  Leituras e anotações;  Dar espaço para os debates;  A escrita é uma das melhores maneira de se aprender História;  Compreender conceitos;  Apropriar a linguagem específica e as maneiras de se conhecer, compreender e interpretar o mundo;
  13. 13. “A incompreensão do presente nasce fatalmente da ignorância do passado. Mas, talvez, não seja mais útil esforçarmo-nos por compreendermos o passado se nada soubermos do presente”. (Marc Bloch)
  14. 14. “Eu não tenho vergonha de mudar de ideia porque não tenho vergonha de pensar”. (Goethe)
  15. 15. 4. Organizando-se para interagir com o saber histórico 4.2. O entendimento da História  Ler, interpretar, comparar, analisar textos e imagens são habilidades essenciais;  O ensino da História compartilha de uma utopia: contribuir para a melhoria das sociedades humanas;  Desenvolve a vontade de agir e se fazer sujeito de sua própria história;
  16. 16. Para entender a História...
  17. 17. OS SIGNIFICADOS DA HISTÓRIA • Sujeitos da História • Imparcialidade no ato de se construir conceitos históricos é impossível... ( não há neutralidade ) • Pesquisa científica difere das técnicas utilizadas nas áreas de exatas
  18. 18. •Anacronismo
  19. 19. Perguntas de um Operário Letrado Bertold Brecht Quem construiu Tebas, a das sete portas? Nos livros vem o nome dos reis, Mas foram os reis que transportaram as pedras? Babilónia, tantas vezes destruida, Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas Da Lima Dourada moravam seus obreiros? No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde Foram os seus pedreiros? A grande Roma Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio Sò tinha palácios Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida Na noite em que o mar a engoliu Viu afogados gritar por seus escravos. O jovem Alexandre conquistou as Indias Sózinho? César venceu os gauleses. Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço? Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha Chorou. E ninguém mais? Frederico II ganhou a guerra dos sete anos Quem mais a ganhou? Em cada página uma vitòria. Quem cozinhava os festins? Em cada década um grande homem. Quem pagava as despesas? Tantas histórias Quantas perguntas
  20. 20. A INTERPRETAÇÃO DOS FATOS • Memória e História  mitos e fantasias  necessidade de se conhecer o passado
  21. 21. HISTORIOGRAFIA E MEMÓRIA  mitos e fantasias  necessidade de se conhecer o passado  invenção da escrita  Memória e história andam juntas:Segundo Le Goff: “ a memória, onde cresce a História, que por sua vez a alimenta, procura salvar o passado para servir o presente e o futuro”
  22. 22. TEMPO E HISTÓRIA • não linear ( sucessão de fatos) • relação dialética entre o passado e o presente • a relação do homem com o tempo é cultural • Tempo Subjetivo X Tempo Objetivo • Quadripartismo histórico ( uma convenção ) • Tempo não é uniforme
  23. 23. Linha do Tempo Invenção da Escrita Fim do Império Romano do Ocidente Tomada de Constantinopla (fim do Império Romano do Oriente) Revolução Francesa
  24. 24. PENSANDO A HISTÓRIA • A história surgiu na Grécia com Heródoto e Tucídides •Todo texto histórico é ideológico • Varia de acordo com o contexto Heródoto Tucídides
  25. 25. HISTÓRIA E MODERNIDADE • No início da Modernidade o antropocentrismo e o racionalismo deram uma nova visão de mundo ao homem ocidental
  26. 26. •A burguesia contribuiu no processo • Revolução Francesa  nega o passado ( Idade das Trevas )
  27. 27. •No século XIX, a história é novamente requisitada busca das raízes nacionais ( História Positivista idéia do conhecimento totalizante ) Importância do Materialismo Histórico de Marx e Engels Comte Engels Marx
  28. 28. •No século XX, a Escola dos Anais  perspectivas culturais na construção do conhecimento histórico através das manifestações culturais, da interdisciplinaridade e das estruturas • Nova História  linguagem próxima da literatura
  29. 29. Escola dos Annales Fundada por Lucien Febvre e Marc Bloch em 1929, propunha-se a ir além da visão positivista da história como crônica de acontecimentos, substituindo o tempo breve da história dos acontecimentos pelos processos de longa duração, com o objetivo de tornar inteligíveis a civilização e as "mentalidades".  A escola des Annales renovou e ampliou o quadro das pesquisas históricas ao abrir o campo da História para o estudo de atividades humanas até então pouco investigadas, rompendo com a compartimentação das Ciências Sociais (História, Sociologia, Psicologia, Economia, Geografia humana e assim por diante) e privilegiando os métodos pluridisciplinares. Lucien Febvre Marc Bloch Braudel
  30. 30. Em geral, divide-se a trajetória da escola em Quatro fases: Primeira geração - liderada por Marc Bloch e Lucien Febvre Em sua primeira fase, de 1920 a 1945, caracterizou-se por ser pequeno, radical e subversivo, conduzindo uma guerra de guerrilhas contra a história tradicional, a história política dos grandes homens e eventos. Segunda geração - dirigida por Fernand Braudel A segunda fase do movimento, após a Segunda Guerra Mundial, mais se aproximou verdadeiramente de uma "escola", com conceitos diferentes e novos métodos, foi dominada pela presença de Fernand Braudel. (História de Longa Duração) Terceira geração - A terceira fase se inicia por volta de 1968 e é marcada profundamente pela fragmentação, em que muitos autores colaboram com importantes obras, demonstrando que esse é um movimento coletivo. Pode-se dizer, portanto, que nessa fase prevaleceu o policentrismo. Essa fase, onde o conceito de "Nova História" concretizou-se, foi marcada pela presença de Le Roy Ladurie, Jacques LeGoff e Georges Duby . Quarta geração - a partir de 1989. Neste momento há um desenvolvimento notório da História Cultural e os grandes nomes que a representam são, por exemplo, Georges Duby e Jacques Revel.
  31. 31. Há homens que lutam um dia, e são bons; Há outros que lutam um ano, e são melhores; Há aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons; Porém há os que lutam toda a vida Estes são os imprescindíveis Bertold Brecht Muito Obrigado !!!!!! Fábio Salvari

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