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Republica Velha Brasil

Aula de História de Republica Velha em Guarapari

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Republica Velha Brasil

  1. 1. Republica Velha: Conceitos <ul><li>O conceito República foi classicamente construído como sendo uma forma de governo contraposta ao sistema monárquico, onde o povo – e não mais o monarca – era titular da coisa pública visando os interesses públicos e do bem comum </li></ul><ul><li>É regime representativo; tem eleição popular ; precede ante à temporariedade e não vitaliciedade dos mandatos eletivos; prestação, fiscalização e controle das contas da Administração Pública. </li></ul><ul><li>Ao combinar-se o critério moral e numérico Aristóteles obteve: FORMAS PURAS: FORMAS IMPURAS - MONARQUIA: TIRANIA: corrupção da monarquia - ARISTOCRACIA: OLIGARQUIA: corrupção da aristocracia - DEMOCRACIA: DEMAGOGIA: corrupção da democracia </li></ul><ul><li>Já as monarquias podem ser eletivas e hereditárias, e monarquias absolutas e constitucionais Política dos governadores </li></ul><ul><li>Com a intenção de garantir o domínio das grandes oligarquias sobre a república , o paulista Campos Salles monta um esquema de poder que fica conhecido como &quot; política dos governadores &quot;: o Presidente da República dá suporte aos candidatos oficiais nas disputas estaduais e os governadores apóiam seu indicado nas eleições presidenciais. Para dar certo, o plano depende do poder dos coronéis sobre o eleitorado local e do controle da comissão de Verificação de Poderes do Congresso Nacional, responsável pelos resultados eleitorais finais e pela diplomação dos eleitos. </li></ul><ul><li>Os positivistas preocupavam-se em estabelecer os direitos civis e sociais, como educação e saúde, mas não achavam importante defender os direitos políticos, como o voto e a organização partidária. Para eles, o Governo representava a Pátria e sozinho devia proteger as famílias, como se fosse o pai de todos. O lema positivista Ordem e Progresso , inscrito na bandeira republicana, parecia querer impedir as muitas opiniões sobre a nova ordem estabelecida e contestações contra ela. </li></ul>
  2. 2. REPÚBLICA DA ESPADA - GOVERNOS MILITARES (1891-1894) <ul><li>Governo de Marechal Deodoro da Fonseca (1889 - 1891) </li></ul><ul><li>1ª fase governo provisório </li></ul><ul><ul><li>instituição do federalismo; separação entre Igreja e Estado; </li></ul></ul><ul><ul><li>Convocação da assembléia constituinte; </li></ul></ul><ul><ul><li>criação de novos símbolos nacionais. Influência “positivista”; </li></ul></ul><ul><ul><li>Grande naturalização a todos imigrantes residentes no Brasil; </li></ul></ul><ul><ul><li>Favorecimento, pensões, militarização de civis, obras sem licitação autoritarismo, Encilhamento. </li></ul></ul><ul><li>  2ª fase governo constitucional 1891 </li></ul><ul><ul><li>- Crise econômica; Oposição dos cafeicultores e da Marinha </li></ul></ul><ul><ul><li>- Fechamento do Congresso - 1ª Revolta da armada  </li></ul></ul><ul><ul><li>- Renuncia de Deodoro </li></ul></ul><ul><li>Governo de Marechal Floriano Peixoto (1891-1894) </li></ul><ul><li>Medidas econômicas </li></ul><ul><ul><ul><li>estimulo a industrialização, reforma bancária </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>medidas de repercussão popular, aluguel e carne </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Conflitos políticos </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Marechal de Ferro, prendeu opositores. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Segunda Revolta da Armada(1893) RJ </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Revolução Federalista(1893-1895) RS </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Perda do apoio dos cafeicultores com a candidatura de Prudente de Morais </li></ul></ul>
  3. 3. A primeira Constituição da República <ul><li>Promulgada em 24 de fevereiro de 1891 </li></ul><ul><li>Principais pontos: </li></ul><ul><ul><li>República Federativa dos Estados Unidos do Brasil; </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Cria o Supremo Tribunal Federal;  Cria o Distrito Federal; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Separou o Estado da Igreja. Antes a Igreja tinha o direito de registrar mortos, nascimentos e fazer casamentos. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Surgiu, então, o cartório civil e o Estado passa a ter a função de registrar mortes, nascimentos e casamentos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Cria o Congresso Nacional bicameral: Senado e Câmara; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A constituição brasileira foi copiada da Constituição norte americana; Estabelece República Federalista liberal: dá maior autonomia aos Estados ; Adota-se uma República Federalista Presidencialista , </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Três poderes independentes: Executivo, Legislativo e Judiciário; </li></ul></ul><ul><ul><li>O voto era : </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>aberto e para maiores de 21 anos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estabeleceu-se o Sufrágio Universal , todo mundo vota independente da renda, é o contrário do voto censitário. Mas o eleitor obrigatoriamente deveria ser homem, adulto, brasileiro ou naturalizado e deveria ser alfabetizado (3% da população). O número de eleitores contraditoriamente diminuiu. os analfabetos, mendigos, soldados, religiosos e mulheres não podiam votar ; ° </li></ul></ul></ul>
  4. 4. A SITUAÇÃO POLÍTICA NA REPÚBLICA VELHA <ul><li>Rede de poder </li></ul><ul><li>Política do café-com-leite </li></ul><ul><ul><li>Domínio das oligarquias estaduais° cafeeiras de SP e MG que ocupavam os cargos de Presidente da República e os ministérios, alternando no poder. </li></ul></ul><ul><ul><li>A Republica do Café; Partidos estaduais - leis gerais; </li></ul></ul><ul><li>Política dos governadores </li></ul><ul><ul><li>Sistema de alianças entre as oliga rquias estaduais e o governo federal. O presidente apóia as decisões dos governos estaduais, concede subsídios, da posse somente aos aliados dos oligarcas.  As oligarquias ajudavam a eleger somente deputados e senadores da situação; (a partir do governo de Campos Sales 1898 – 1902) </li></ul></ul><ul><ul><li>Comissão Verificadora =Diploma ou a Degola; </li></ul></ul><ul><li>Coronelismo </li></ul><ul><ul><li>O título era originado da antiga Guarda Nacional, é o mandão municipal;° </li></ul></ul><ul><ul><li>Clientelismo = presente+voto. Mais típico no campo (80%); </li></ul></ul><ul><ul><li>Oligarquias:S-charque e militares na fronteira; NE-desunião e a dos pecuaristas; </li></ul></ul><ul><li>Voto de cabresto e os “currais” eleitorais </li></ul><ul><ul><li>Voto vigiado. Propaganda política do Coroné Justino: Jagunço, Facão e carabina. </li></ul></ul><ul><ul><li>Fraude explica: rasuras de cédulas, defuntos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Todo voto aberto é de cabresto?° </li></ul></ul>
  5. 5. A SITUAÇÃO ECONÔMICA NA REPÚBLICA VELHA <ul><li>AGRICULTURA </li></ul><ul><li>Café: líder das exportações </li></ul><ul><ul><li>Oferta > Procura° </li></ul></ul><ul><li>“ Política de valorização do café” </li></ul><ul><li>Convênio de Taubaté 1906 </li></ul><ul><li>Açúcar: mercado interno </li></ul><ul><li>Algodão: consumo interno </li></ul><ul><li>Borracha: esplendor amazônico </li></ul><ul><ul><li>Manaus e Belém; Nordestinos </li></ul></ul><ul><ul><li>Acre: BR, Bol e multinacional EUA° </li></ul></ul><ul><ul><li>1890-1913 auge </li></ul></ul><ul><ul><li>Concorrência dos Ingleses e Holandeses com as colônias da Ásia </li></ul></ul><ul><ul><li>Madeira-Mamoré: MT a Porto Velho RO; Inferno Verde;1912. </li></ul></ul><ul><li>Cacau: sul da Bahia </li></ul><ul><ul><li>Ilhéus –Salvador </li></ul></ul><ul><ul><li>Concorrência das colônias Britânicas </li></ul></ul><ul><li>INDÚSTRIA </li></ul><ul><ul><li>Imigração 4 milhões até 1914 </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ita N S, Port., Esp. 06-20, Jap 10, 20 Judeus e europeus orientais </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Crescimento industrial </li></ul></ul><ul><ul><li>“ política de substituição de importados” </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O crescimento industrial foi desigual, e a grande maioria dos estados continuavam agrícolas. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>São Paulo(1920) e o café. </li></ul></ul><ul><ul><li>Gerou divisas para a importação de máquinas e matérias-primas.Ampliou o mercado interno. As crises do café estimularam a industrialização. Escassez de divisas dificulta a importação . </li></ul></ul><ul><ul><li>Mão-de-obra; ferrovias e maquinaria, importadas, promoveram o aparecimento de uma indústria têxtil e de alimentos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Movimento operário </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Lutas operárias </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>o anarquismo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>greve geral de 1917 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>organizações operárias </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PCB </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ caso de polícia” </li></ul></ul></ul>
  6. 7. <ul><li>Convênio de Taubaté (1906): </li></ul><ul><ul><li>Plano de valorização artificial do café; </li></ul></ul><ul><ul><li>Governo comprava os excedentes de café e estocava. </li></ul></ul><ul><ul><li>Diminuindo a oferta do produto, seu preço mantinha-se estável. </li></ul></ul><ul><ul><li>O governo contraía empréstimos para comprar esse excedente. </li></ul></ul><ul><ul><li>Cobrava-se impostos para equilibrar as contas do governo e honrar compromissos. </li></ul></ul><ul><ul><li>O país se endividava e ampliava sua dependência com o exterior. </li></ul></ul><ul><ul><li>O governo almejava vender o estoque de café quando a procura aumentasse, no entanto, isso nunca ocorria, então o café estragava e o governo amargava prejuízos. </li></ul></ul><ul><ul><li>O bolso dos cafeicultores estava salvo. </li></ul></ul>
  7. 8. Nome Período de governo Procedência política e principais fatos Prudente de Morais 1894-1898 Fazendeiro paulista, pretendia recuperar a economia frente aos problemas oriundos da Crise do Encilhamento e pacificar o Rio Grande do Sul (Revolta Federalista), o que de certa forma foi conseguido, porém teve de enfrentar a revolta de Canudos.   Iniciou a consolidação da Oligarquia Cafeeira.   Campos Sales 1898-1902 Fazendeiro paulista, desenvolveu uma política econômica desfavorável a população, porém para as elites desenvolveu a Política dos Governadores. Coronelismo; Rodrigues Alves 1902-1906 Fazendeiro paulista. Não fez estragos à economia. Modernizou o Rio de Janeiro, enfrentou a Revolta da Vacina  e erradicou a febre amarela. Apogeu da Borracha; Comprou o Acre (1903) da Bolívia. Afonso Pena 1906-1909 Mineiro, apoiado pelos cafeicultores. Desenvolveu a política de valorização do café. Construiu ferrovias e estimulou a imigração. Morreu antes de completar o mandato. Nilo Peçanha 1909-1910 Vice de Afonso Pena. Completou o mandato. Hermes da Fonseca 1910-1914 Militar e político gaúcho (primeiro rompimento da política do café-com-leite)¹.  Teve um governo tumultuado, onde enfrentou a Revolta da Chibata (marinheiros) e a Guerra do Contestado . Venceslau Brás 1914-1918 Político mineiro. Governou durante a 1ª Guerra e, durante o conflito, ocorreu um novo surto industrial no país. Rodrigues Alves 1918 Foi reeleito presidente, mas faleceu antes de tomar posse . Delfim Moreira 1918-1919 Vice de Rodrigues Alves, governou o país interinamente, até a realização de novas eleições. Epitácio Pessoa 1919-1922 Político paraibano, deu especial atenção ao Nordeste. Os últimos meses de seu governo foram particularmente agitados (Revolta dos 18 do Forte de Copacabana). Artur Bernardes 1922-1926 Político mineiro. Seu governo transcorreu inteiramente sob estado de sítio, em meio a constantes agitações e revoltas políticas (Revoltas Tenentistas).         Washington Luís 1926-1930 Político paulista de carreira, preocupou-se em construir estradas e reformar as finanças. Seu governo foi sacudido pela Crise de 1929 nos EUA e depois pela Revolução de 30. Acabou deposto do cargo. Incentivou outro paulista ao governo. Presidentes da República Oligárquica
  8. 9. Crises na República dos Coronéis <ul><li>1) Crise sociais (tratadas pelo governo dos coronéis como “casos de polícia”) </li></ul><ul><li>1.1-     Zona rural : a massa rural brasileira vivia miseravelmente sob domínio dos grandes proprietários. A manifestação mais clara de sua revolta foram os movimentos messiânicos ( Canudos na Bahia -1893/1897- e Contestado na fronteira de SC e PR - 1912/1915). Acreditavam que a solução de seus problemas era um líder que conduziria os homens para implantação do reino de Deus na terra. </li></ul><ul><li>A Guerra dos Canudos : (BA 1896 – 1897): </li></ul><ul><ul><li>Antônio Conselheiro (líder). </li></ul></ul><ul><ul><li>Causas: miséria crônica da população nordestina, má distribuição de terras, descaso com o trabalhador rural, seca, aumento de impostos, separação entre religião e Estado decorrente da proclamação da República. </li></ul></ul><ul><ul><li>Camponeses seguem Antônio Conselheiro, formando o Arraial de Canudos (ou Arraial do Belo Monte), no interior da BA. </li></ul></ul><ul><ul><li>Governo republicano + Coronéis + Igreja unem-se contra Canudos. As pressões contra a comunidade aumentaram após o relatório dos frades capuchinhos italianos caracterizá-la como uma seita político - religiosa, foco de superstição e fanatismo que dividia a Igreja baiana, núcleo perigoso de resistência e hostilidade à República </li></ul></ul><ul><ul><li>Campanha de difamação contra Canudos atinge os principais jornais da capital, associando Canudos ao retorno da monarquia. </li></ul></ul><ul><ul><li>Após 4 expedições militares, Canudos é massacrada. </li></ul></ul><ul><ul><li>Fonte bibliográfica freqüentemente citada: “Os Sertões” – Euclides da Cunha . </li></ul></ul>
  9. 11. <ul><li>Banditismo Social ou Cangaço (NE 1890 – 1940): </li></ul><ul><ul><li>Bandos armados que percorriam o interior nordestino sobrevivendo de delitos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Principais bandos: Lampião e Curisco . </li></ul></ul><ul><ul><li>Causas: miséria crônica da população nordestina, seca, má distribuição de terras, descaso do Estado e dos coronéis para com os mais pobres, violência. </li></ul></ul><ul><ul><li>Mito do “Robin Hood”. </li></ul></ul><ul><ul><li>Os cangaceiros foram perseguidos pela polícia volante e exterminados um a um. Eram os únicos que despertavam medo nos coronéis, justamente por não terem perspectiva de melhorar sua condição e portanto não precisar temer o desrespeito das leis vigentes </li></ul></ul>
  10. 12. <ul><li>1.2-     Zona urbana: </li></ul><ul><ul><li>O início da industrialização, especialmente durante a 1ªGM, provocou o surgimento do movimento operário. Inicialmente de tendência anarco-sindicalista (espontaneístas), o movimento acabou caminhando para o marxismo após a revolução de 1917 na Rússia e da fundação do PCB em 1922. </li></ul></ul><ul><ul><li>Causas : ampla exploração dos trabalhadores urbanos das fábricas e ausência de legislação trabalhista que amparasse os trabalhadores. </li></ul></ul>
  11. 13. O movimento operário <ul><li>A classe operária brasileira formou-se principalmente dos imigrantes italianos, espanhóis ou portugueses. Esses imigrantes vieram da cafezais para trabalhar na indústria que nascia. Mas o trabalho era penoso e duro, com condições de trabalho desumanas e sem nenhuma garantia social. O movimento operário começou a lutar por melhores condições de trabalho e principalmente uma jornada com 8 horas de trabalho. De 1906 a 1917 várias manifestações aconteceram. </li></ul><ul><li>Principais formas de luta: formação de sindicatos e organização de greves. </li></ul><ul><li>A partir de 1922 o principal instrumento de luta operária foi o PCB , que tenta organizar os operários. </li></ul><ul><li>Postura do governo em relação ao movimento operário: repressão (“ caso de polícia ”). </li></ul>
  12. 14. Crises na República dos Coronéis <ul><li>2) Crises militares </li></ul><ul><li>2.1 -     Revolta da Chibata (1910): revolta da marinha contra a miséria e a opressão. </li></ul><ul><li>2.2 -   Movimento Tenentista (1922-27): representa a insatisfação da Classe média urbana e letrada e militares de baixa patente (tenentes e capitães) , distanciados dos privilégios do poder. </li></ul><ul><li>Contra o poder central das oligarquias. </li></ul><ul><li>Objetivos : moralização política (voto secreto, fim das fraudes, afastamento do controle oligárquico), ensino ensino primário e profissional gratuitos , reforma da Justiça; liberdade municipal; punição para os corruptos; modernização do país ( economia do dinheiro público para ajudar as forças econômicas do país; proteção das riquezas nacionais contra o capital estrangeiro; estímulo ao desenvolvimento industrial). </li></ul><ul><li>Programa elitista – para o povo, mas sem o povo. </li></ul><ul><li>Consideravam-se a “salvação nacional”. </li></ul><ul><li>Acreditavam na eficácia de um golpe de estado para conseguir isso. O principais movimentos foram: o levante do forte de Copacabana em 1922, a revolta paulista de 1924 e a coluna Prestes (1924-27). </li></ul>
  13. 15. <ul><li>3) Crises políticas: </li></ul><ul><li>3. 1 -    Rompimento temporário da política do café com leite em 1910: CAMPANHA CIVILISTA . A morte de Afonso Pena gerou uma crise sucessória. MG e RS apoiaram a candidatura de Hermes da Fonseca (militar) e SP e BA apoiaram Ruy Barbosa (civil). A vitória de Hermes (1910-1914) gerou um período de afastamento das oligarquias do poder (política das salvações). </li></ul><ul><li>3. 2 -    Reação das oligarquias periféricas contra MG e SP em 1922 : REAÇÃO REPUBLICANA. Lideradas pela Bahia, as oligarquias periféricas lançam a candidatura de Nilo Peçanha para enfrentar o candidato mineiro Arthur Bernardes . Desnudou o esquema de fraude eleitoral. </li></ul><ul><li>3. 3 -    O fim da república oligárquica: REVOLUÇÃO DE 1930 . </li></ul><ul><li>Em 1929, desestruturou de vez a política do café com Leite. </li></ul><ul><li>Nas eleições de 1930, SP trai MG e lança a candidatura de Júlio Prestes . </li></ul><ul><li>MG, PB e RS formam a aliança liberal e lançam Getúlio Vargas . Vargas foi derrotado mas acaba iniciando uma revolução com apoio dos tenentes (o assassinato de João Pessoa, candidato a vice na chapa de Getúlio, é considerado a causa imediata do movimento). A revolução significou a passagem de um Brasil arcaico para um país moderno. O estado, a partir de 1930, não seria mais controlado por oligarquias. Ele passaria a ter a função de árbitro dos diversos interesses dentro da sociedade brasileira. </li></ul>
  14. 16. <ul><li>Revolta da Vacina (RJ – 1904): </li></ul><ul><ul><li>Projeto de modernização do RJ (Presidente Rodrigues Alves). </li></ul></ul><ul><ul><li>Destruição de cortiços e favelas, ampliação das avenidas, construção de novos prédios inspirando-se em Paris. </li></ul></ul><ul><ul><li>Expulsão de comunidades pobres das regiões centrais, inflação, alta do custo de vida. </li></ul></ul><ul><ul><li>Vacinação obrigatória contra a varíola ( Oswaldo Cruz ) desencadeia conflito. </li></ul></ul><ul><ul><li>Durante o conflito, um grupo de partidários radicais do Mal. Floriano Peixoto, denominados “jacobinos florianistas” tenta tomar o poder, não obtendo resultados satisfatórios. </li></ul></ul>
  15. 17. &quot; (...) As arandelas do gás, tombadas, atravessaram-se nas ruas; os combustores de iluminação, partidos, com os postes vergados, estavam imprestáveis; os vidros fragmentados brilhavam nas calçadas; paralelepípedos revolvidos, que servem de projéteis para essas depredações, coalhavam a via pública; em todos os pontos destroços de bondes quebrados e incendiados, portas arrancadas, colchões, latas, montes de pedras, mostravam os vestígios das barricadas feitas pela multidão agitada. a viação urbana não se restabeleceu e o comércio não abriu suas portas. (...)&quot; Jornal do Commércio, 15 de novembro de 1904 &quot;A cada passo, no centro da cidade, erguiam-se barricadas e trincheiras de onde os populares atacavam as forças militares. as ruas da Alfândega, General Câmara, Hospício, S.Pedro, Av. Passos etc. foram ocupadas pelo povo.&quot; “ O Monstruoso Projeto” “ Vacina ou Morte” (Correio da Manhã)
  16. 18. Política Externa <ul><li>Durante a República Velha o Brasil se envolveu em várias questões de disputas territoriais, que eram decididas por árbitros internacionais. O Brasil ganhou a grande maioria e teve na figura do Barão de Rio Branco , com seu grande talento diplomático à serviço da nação o seu maior expoente. Destaca-se agora: A Questão da Ilha de Trindade, Questão de Palmas, Questão do Amapá, Questão do Acre, e questão do Pirara. </li></ul>
  17. 19. <ul><li>– A Política Externa durante a República Velha: </li></ul><ul><li>Barão do Rio Branco – principal responsável pela política externa brasileira no período. </li></ul><ul><li>A questão de Palmas (1893 – 1895): </li></ul><ul><ul><li>Disputa de BRA e ARG pela antiga região missioneira, no atual estado de Santa Catarina. </li></ul></ul><ul><ul><li>BRA tem ganho de causa com aval dos EUA. </li></ul></ul>
  18. 20. <ul><li>Questão do Amapá (1900): </li></ul><ul><ul><li>BRA e FRA disputavam a região fronteiriça entre o estado do Amapá e a Guiana Francesa. </li></ul></ul><ul><ul><li>BRA tem ganho de causa com arbítrio da Suíça e incorpora definitivamente toda a região a leste do Rio Oiapoque. </li></ul></ul>
  19. 21. <ul><li>Anexação do Acre (1903): </li></ul><ul><ul><li>Interesse na extração do látex. </li></ul></ul><ul><ul><li>Atritos entre seringueiros brasileiros e bolivianos. </li></ul></ul><ul><ul><li>BRA compra a região da Bolívia pelo valor de 10 milhões de dólares ( Tratado de Petrópolis ). </li></ul></ul><ul><ul><li>Bolívia recebe em troca do território área que lhe dava acesso ao Rio Madeira, e, portanto ao Oceano Atlântico. </li></ul></ul>
  20. 22. A Semana de Arte Moderna (SP – fev/1922): <ul><ul><li>Crítica aos padrões artísticos e literários formais (métrica, rima, saudosismo, sentimentalismo). </li></ul></ul><ul><ul><li>Criação de uma nova estética sem fórmulas fixas e limitadoras da criatividade. </li></ul></ul><ul><ul><li>“ Paulicéia Desvairada” – OSWALD DE ANDRADE : primeira obra modernista. </li></ul></ul><ul><ul><li>Principais representantes: Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Menotti del Picchia (literatura), Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti (pintura), Villa-Lobos (música), Vitor Brecheret (escultura). </li></ul></ul>
  21. 23. <ul><ul><li>Coluna Prestes (1924 – 1926): </li></ul></ul><ul><li>Líder: Luís Carlos Prestes (“o Cavaleiro da Esperança”). </li></ul><ul><li>Marcha pelo interior do Brasil tentando debilitar o governo de Arthur Bernardes e conseguindo mais adeptos para a causa tenentista. </li></ul><ul><li>Caráter social mais amplo: alguns mencionavam o desejo pelo voto feminino e pela reforma agrária. </li></ul><ul><li>Fracassou. Seus integrantes se exilaram na Bolívia. Alguns retornaram ao Brasil posteriormente. </li></ul>
  22. 24. <ul><li>4. O fim da República Velha: </li></ul><ul><li>Manifestações de diversos setores abalam o poder do governo. </li></ul><ul><ul><li>Movimento operário. </li></ul></ul><ul><ul><li>Movimento tenentista. </li></ul></ul><ul><li>A Revolução de 30: </li></ul><ul><ul><li>Crise de 29 abala poder econômico dos cafeicultores. </li></ul></ul><ul><ul><li>Governo não tem como valorizar artificialmente o café. </li></ul></ul><ul><ul><li>Rompimento do pacto do café-com-leite: era a vez de MG indicar o candidato, porém, SP indica o paulista Júlio Prestes para a sucessão do presidente Washington Luís. </li></ul></ul>
  23. 25. <ul><li>MG + RS + PB formam a ALIANÇA LIBERAL com os candidatos Getúlio Vargas (RS) e João Pessoa (PB) para presidente e vice, respectivamente. </li></ul><ul><li>Aliança liberal recebe apoio de alguns tenentes e classe média urbana, além de várias outras oligarquias dissidentes. </li></ul><ul><li>Júlio Prestes vence eleição fraudulenta. </li></ul><ul><li>Protestos contra o resultado das urnas tomam conta do país. </li></ul>
  24. 26. <ul><ul><li>João Pessoa é assassinado na PB. </li></ul></ul><ul><ul><li>Agitação popular aumenta. </li></ul></ul><ul><ul><li>Exército resolve depor o então presidente Washington Luís antes mesmo da posse de Júlio Prestes e entregar a presidência ao comandante em chefe da revolta, Getúlio Vargas. </li></ul></ul>Viva O Brasil! Viva A Republica Nova E Redimida! Os Ideaes Da Patria Venceram! ( Diario da Noite )

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