Diese Präsentation wurde erfolgreich gemeldet.
Wir verwenden Ihre LinkedIn Profilangaben und Informationen zu Ihren Aktivitäten, um Anzeigen zu personalisieren und Ihnen relevantere Inhalte anzuzeigen. Sie können Ihre Anzeigeneinstellungen jederzeit ändern.

Aula lesões elementares e_tumores_cutâneos_-

15.344 Aufrufe

Veröffentlicht am

aula introdutória de conhecimento em lesões elementares ,tumores benignos e malignos

  • Als Erste(r) kommentieren

Aula lesões elementares e_tumores_cutâneos_-

  1. 1. Introdução da anatomia da pele e Anexos Anatomia e Fisiologia da Pele e Anexos
  2. 2. Dr Jauru de Freitas Coordenador do Grupo de Dermatologia Avançada Presidente da Academia Brasileira de Laser Fotomedicina Academiabrasileiradelaser.blogspot.com.br
  3. 3. ANATOMIA DA PELE    A pele é a estrutura que cobre o nosso organismo, tem uma extensão aproximada de 2m2 e constitui 15% do peso corporal, representando assim, o maior órgão do corpo. A pele é praticamente idêntica em todos os grupos étnicos, diferenciando-se entre eles pela atividade dos melanócitos. Nos indivíduos de pele mais escura os melanócitos produzem mais melanina que nos de pele clara, porém seu número é semelhante.
  4. 4. ANATOMIA DA PELE Na sua superfície, encontram-se as estruturas filiformes ou pêlos que têm distintas denominações:  Cabelo (couro cabeludo);  Pêlo sexual (axilas, virilhas);  Pêlo corporal (restante). 
  5. 5. Funções da pele Controlar a entrada de substâncias nocivas;  Evitar as radiações;  Regular a perda de calor;  Fazer síntese de vitamina D. 
  6. 6. Estrutura da pele A pele apresenta ANEXOS CUTÂNEOS (pêlos, glândulas sebáceas e sudoríparas e as unhas) e possui três camadas:  Epiderme  Derme  Hipoderme
  7. 7. Epiderme    Nela consideramos várias camadas. De baixo para cima: Camada BASAL: é a área ativamente reprodutora da epiderme, há mitose (formação de células) de maneira constante, as novas células vão subindo para superfície da pele, empurradas pelas que vão formando-se depois. À medida que migram até a superfície vão sofrendo um processo fisiológico de queratinização;
  8. 8. Epiderme  As principais células da epiderme são os queratinócitos, que nascem na camada basal e sintetizam uma substância denominada queratina. A epiderme protege o organismo dos agentes externos.
  9. 9. Estrutura da Pele
  10. 10. SISTEMA PIGMENTAR E A FORMAÇÃO DE MELANINA A melanina é a estrutura responsável pela pigmentação.  É uma proteína com função de proteger os tecidos contra os efeitos nocivos dos raios solares.  Absorve energia nas faixas do ultravioleta (UV), visível (V) e infravermelho (IV), e age como radicais livres não reativos, capaz de neutralizar os radicais livres produzidos pela pele, quando esta é exposta à luz solar. 
  11. 11. SISTEMA PIGMENTAR E A FORMAÇÃO DE MELANINA     As estruturas responsáveis pela síntese de melanina são os MELANÓCITOS, localizados no limite dermo epidérmico, na camada BASAL, entre os queratinócitos (ou ceratinócitos). Os MELANÓCITOS possuem em seu interior os MELANOSSOMAS, responsáveis pelo acúmulo de melanina. Após sintetizados, os grânulos de melanina são transferidos para células vizinhas, os queratinócitos. Na sequência, os grânulos são degradados e a melanina é eliminada na superfície da pele ou dos pêlos.
  12. 12. Derme        Camada intermédia entre a epiderme (acima) e hipoderme (abaixo), responsável pela elasticidade e resistência da pele, composta por: TECIDO CONJUNTIVO – formado por substância amorfa que contém fundamentalmente mucopolissacarídeos, ácido hialurônico, sulfato de condroitina, água, sais minerais e proteínas; CÉLULAS: fibroblastos, mastócitos, macrófagos; FIBRAS de três tipos: Colágeno - fibra protéica. Apresenta principalmente colágeno do tipo I (80%); Elastina; Reticulares.
  13. 13. Derme    Topograficamente: Camada papilar: mais superficial, em contato com a epiderme, formada fundamentalmente por colágeno tipo I, fibras elásticas e fibroblastos; Camada reticular: mais profunda, predomínio de fibras colágenas, principalmente do tipo I.
  14. 14. Hipoderme Camada de pele que vai desde a derme reticular até o tecido muscular. É fundamentalmente constituída por células de gordura, os ADIPÓCITOS, envolvidas por tecido conjuntivo.  As funções da hipoderme são proteção de traumas físicos, reserva energética, isolante térmico e fixação de órgãos. 
  15. 15. Hipoderme
  16. 16. ANEXOS CUTÂNEOS O Pêlo
  17. 17. O pêlo
  18. 18. O pêlo   O pêlo é formado por células epiteliais queratinizadas. Cada pêlo provém de uma invaginação tubular da epiderme, que se funde na derme e denomina-se folículo piloso. O folículo piloso apresenta uma dilatação terminal, o bulbo piloso em cujo vértice fica cravado à papila. No bulbo piloso há uma massa de células epiteliais que denominamse matriz. É nessa área que estão as células germinativas que produzem o pêlo.
  19. 19. O pêlo A matriz é regulada pelo sistema nervoso e hormonal.  Os pêlos estão distribuídos por toda a superfície da pele em número, comprimento e espessura variáveis, com exceção de certas regiões como: palmas e plantas dos pés, lateral dos dedos, lábios, clitóris, lábios menores, glande. 
  20. 20. O pêlo
  21. 21. A estrutura do pêlo      2 partes: RAIZ – interna; HASTE – externa; 2 tipos: LANUGO OU VELUS (fino, curto, claro como por ex.: pêlo no rosto das mulheres); TERMINAL (mais espessos, pigmentados, longos, como: barba, axilar, púbicos, cabelos). 3 Camadas: MEDULA (mais interna), CÓRTEX E CUTÍCULA (mais externa). A melanina dá a coloração ao pêlo. É produzida pelos melanócitos na base do pêlo. Pode apresentar-se como eumelanina, feomelanina e eritromelanina. A cor do pêlo é definida conforme a predominância de cada um deles: negro ou castanho, predomina-se a eumelanina; amarelo, a feomelanina; ou vermelho, a eritromelanina. O branco caracteriza-se pela ausência de pigmento. A velocidade normal de produção da haste do pêlo é de 0,35mm/dia. Essa velocidade vai depender da localização, sexo, idade.
  22. 22. O pêlo
  23. 23. FASES DO PELO
  24. 24. Fases do pêlo   ANÁGENA: fase de atividade mitótica da matriz e crescimento do pêlo que dura aproximadamente 2-5 meses; cerca de 85% dos pêlos estão nesta fase. Na fase Anágena os pêlos estão próximos das células da matriz, já nas outras fases os pêlos estão mais separados da papila e das células da matriz, portanto: OS PÊLOS SÃO MELHOR ELIMINADOS NA FASE ANÁGENA, quando existe uma maior concentração de melanina e contato com as células da matriz, o que permite a sua destruição.
  25. 25. Fases do pêlo  CATÁGENA: fase de latência; dura aproximadamente três semanas; nesta fase o pêlo está sendo expulso; 1-2% dos pêlos estão na fase catágena. O pêlo se afasta da papila.
  26. 26. Fases do pêlo   TELÓGENA: fase de repouso. O bulbo se aproxima da superfície e toma uma forma arredondada desprendendo-se facilmente ao menor puxão. Este período tem uma duração de aproximadamente 2-5 meses; 13-14% dos pêlos estão nesta fase. O folículo nesta fase está inativo ou adormecido até que se inicie uma nova fase anágena e o estimule, repetindo assim o CICLO: ANÁGENA – CATÁGENA - TELÓGENA. .
  27. 27. Fases do Pelo
  28. 28. Densidade de fios Existem cerca de 65 a 85 folículos pilosos/cm2 em axilas, púbis, extremidades e cerca de 350 folículos/cm2 no couro cabeludo.  Após a fase de repouso, um novo pêlo volta a crescer no mesmo folículo, cada pêlo tem o seu ciclo próprio 
  29. 29. Couro Cabeludo Densidade do Folículo 350/cm2 Profundidade do Folículo 5-7 mm Barba 500/cm2 2-4 mm Buço 500/cm2 1-2.5 mm Axilas 65/cm2 4-5 mm Peito/Costas 70/cm2 2-5 mm Seios 70/cm2 2-4 mm Braços 80/cm2 2-4 mm Pernas 60/cm2 2-4.5 mm Região Púbica/ Bikini 70/cm2 4-5 mm Área Corporal
  30. 30. ANEXOS CUTÂNEOS As glândulas
  31. 31. Glândula Sebácea     Trata-se de um elemento inseparável do folículo piloso, por esta razão, é também chamada de “folículo ou complexo pilo sebáceo”. Segrega uma substância denominada sebo. Existem complexos pilo sebáceos em todo o corpo exceto nas palmas das mãos e plantas dos pés. Encontram-se em maior número no couro cabeludo e rosto. Anatomicamente relacionado com o folículo encontra-se o músculo eretor do pêlo, responsável pelo reflexo de arrepio.
  32. 32. Glândulas Sudoríparas  São glândulas especializadas na secreção de suor. Existem dois tipos: apócrinas que são também anexas ao folículo piloso e estão desenvolvidas fundamentalmente nas axilas e virilhas; e as glândulas sudoríparas écrinas que estão distribuídas por toda a superfície cutânea, sendo mais abundantes nas palmas das mãos e plantas dos pés e não têm relação com o folículo piloso.
  33. 33. Glândulas Sudoríparas  São glândulas especializadas na secreção de suor. Existem dois tipos: apócrinas que são também anexas ao folículo piloso e estão desenvolvidas fundamentalmente nas axilas e virilhas; e as glândulas sudoríparas écrinas que estão distribuídas por toda a superfície cutânea, sendo mais abundantes nas palmas das mãos e plantas dos pés e não têm relação com o folículo piloso.
  34. 34. Avaliação ‫ ک‬Exame Objetivo : Inspeção Palpação Pinçamento Digital Digito-pressão ou Vitro-pressão Compressão Linear ‫ ک‬Exame Subjetivo: Sintomas: Prurido? Ardência? Sensibilidade? ‫ ک‬Anamnese
  35. 35. Exame Objetivo INSPEÇÃO ○ Feito em sala bem iluminada, com luz solar ou fluorescente. ○ A luz deve vir por trás do examinador ○ Inicialmente examinar a(s) lesão(ões) de longe para se ter uma visão geral. ○ Depois aproximar-se (20 a 30cm) de distância. Obs: Para se ter uma avaliação mais detalhada, pode-se usar uma lupa.
  36. 36. Exame Objetivo PALPAÇÃO ○ Presença de lesões sólidas ○ Localização ○ Volume PINÇAMENTO DIGITAL ○ Espessura ○ Consistência
  37. 37. Exame Objetivo DIGITOPRESSÃO OU VITROPRESSÃO ○ Pela pressão dos dedos ou com uma lâmina de vidro, provoca-se uma isquemia local. ○ Responsável pela diagnose diferencial de um eritema da púrpura ou outras manchas vermelhas. ○ Importante também na diagnose do Nêvus Anêmico. COMPRESSÃO LINEAR ○ Através da depressão provocada, nos permite reconhecer ou confirmar um edema. ○ Permite avaliar um dermografismo.
  38. 38. Histórico Sempre orientada pelo Exame Objetivo Perguntas gerais: Quando teve início Localização inicial Característica original Modo de extensão Evolução contínua ou por surtos Tratamentos prévios, tópicos ou sistêmicos Antecedentes: Antecedentes familiares (quadro similar) Doenças e Cirurgias anteriores Medicamentos usados Antecedentes familiares de atopia (asma, renite, eczema) Reações adversas aos medicamentos usados rotineiramente ou ocasionalmente. Há quadro similar no ambiente de trabalho, escola, clube esportivo ou academia. Interrogatório Geral e Especial: Estado geral do paciente Doenças em tratamento Anotar todos os medicamento utilizados rotineira ou esporadicamente. Exame Físico Geral e Especial: Nunca deixar de averiguar a Pressão Arterial Nunca se olivar do exame das mucosas. Quando indicado verificar os linfonodos, os nervos periféricos e o abdome.
  39. 39. Lesões Elementares - Classificação ☺ Alterações de cor ☺ Formações Sólidas ☺ Coleções Líquidas ☺ Alterações de Espessura ☺ Perdas e Reparações Teciduais
  40. 40. Lesões Elementares – Alterações de Cor (mancha ou mácula) Mácula ou Mancha - É toda e qualquer alteração da cor da pele, sem relevo, independente de sua natureza, causa ou mecanismo. - É plana - Mácula < 2 cm. Mancha > 2cm. Tipos: Mancha vásculo-sanguínea – por vasodilatação por vasoconstrição pelo extravasamento de hemácias Manchas Pigmentares – pelo aumento de melanina pela diminuição da melanina pelo depósito de outros pigmentos na derme
  41. 41. Lesões Elementares – Alterações de Cor (mancha ou mácula) ₪Manchas Vásculo-Sanguíneas ∞ Eritema: Determinada pelo sangue que circula nos vasos da derme. Pela Cor, Temperatura, Localização, Extensão e Evolução, o Eritema é classificado da seguinte forma: □ Cianose – eritema arroxeado, por congestão passiva ou venosa. Há uma diminuição da temperatura local.
  42. 42. Lesões Elementares – Alterações de Cor (manchas ou máculas) □ Rubor: Eritema rubro por vasocongestão ativa, arterial ou aumento da temperatura. □ Exantema: Eritema disseminado, agudo e de curta duração.
  43. 43. Lesões Elementares – Alterações de Cor (manchas ou máculas) □ Enantema: Eritema em mucosa □ Eritrodermia: Eritema generalizado, crônico e persistente.
  44. 44. Lesões Elementares – Alterações de Cor (manchas ou máculas) ∞ Mancha Lívida: Mancha de cor plúmbea – do pálido ao azulado – sua temperatura é fria, por isquemia. ∞ Mancha Anêmica: Mancha branca, permanente, Causada por agenesia vascular. Geralmente são bem delimitadas. A diascopia da área circunjacente iguala sua coloração à da mancha mostrando haver diminuição ou ausência de vasos sanguíneos.
  45. 45. Lesões Elementares – Alterações de Cor (manchas ou máculas) ∞ Mancha Angiomatosa: Cor vermelha, permanente, aparece em decorrência de neoformação vascular na derme. É uma lesão eritematosa que regride, quase que totalmente, à digito ou vitropressão. ∞ Telangiectasia: Dilatação permanente de vasos sanguíneos preexistentes (capilares, arteríolas, vênulas), criando pequenas lesões vermelhas focais, usualmente na pele ou membranas mucosas.
  46. 46. Lesões Elementares – Alterações de Cor (manchas ou máculas) ∞ Púrpura: Mancha vermelha por extravasamento de hemácias na derme. Não desaparece pela vitropressão.
  47. 47. Lesões Elementares – Alterações de Cor (mancha ou mácula) ₪Manchas Pigmentares ou Discromias ۵ Leucodermia: Mancha branca por Diminuição ou Ausência de melanina. São elas: ‫ ة‬Hipocromia – devido à diminuição da melanina. Possui uma cor branco-nácar ‫ ة‬Acromia – Falta total de melanina. Cor branco-marfim
  48. 48. Lesões Elementares – Alterações de Cor (mancha ou mácula) ۵ Hipercromia: Cor variável por aumento de melanina ou outros pigmentos. - Mancha melanodérmica ou Melanodermia: Aumento da melanina. Encontra-se sob várias tonalidades de castanho: claro, escuro, azulado-castanho e preto.
  49. 49. Lesões Elementares – Alterações de Cor (mancha ou mácula) -Mancha amarela: Causada por pigmentos biliares, lípides, caroteno. -Mancha preta: Causada pelo acúmulo de hemossiderina.
  50. 50. Lesões Elementares – Formações Sólidas Quando os processos inflamatórios ou neoplásicos atingem, isoladamente ou conjuntamente, a epiderme, a derme e a hipoderme resultam em Lesões de formações Sólidas. Ω Pápula: Lesão circunscrita, elevada e menor que 1 cm de diâmetro. A epiderme, a derme ou ambas são atingidas por processos patológicos . Ex.: comedão fechado
  51. 51. Lesões Elementares – Formações Sólidas Ω Nódulo: Lesão circunscrita, de 1 a 3 cm , firme com superfície elevada . O Processo patológico encontra-se na epiderme e derme e/ou hipoderme. Ex. nevo dérmico
  52. 52. Lesões Elementares – Formações Sólidas Ω Placa : Lesão elevada, maior que 1cm, geralmente de superfície plana. As bordas podem ser bem definidas ( ex.: psoríase) ou misturar-se gradualmente com a pele circundante (ex. :dermatite eczematosa). A superfície da placa pode ser também descamativa, crostosa, queratinizada ou macerada.
  53. 53. Lesões Elementares – Formações Sólidas Ω Nodosidade ou Tumor: Crescimento sólido, elevado, > 3 cm. Ω Verrucosidade: Elevada, superfície dura, inelástica e amarelada, por hiperceratose.
  54. 54. Lesões Elementares – Coleções Líquidas São lesões com conteúdo líquido, podendo ser por serosidade, sangue ou pus. Ω Vesícula: lesão pequena, preenchida por líquido , > 1cm, elevada. Em geral, o líquido é visível, e as lesões costumam ser translúcidas. O conteúdo inicialmente claro (seroso), pode-se tornar turvo ( purulento) ou rubro ( hemorrágico).
  55. 55. Lesões Elementares – Coleções Líquidas Ω Bolha ou Flictena: Elevação circunscrita contendo líquido claro, maior que 1 cm.Seu conteúdo pode-se tornar turvo-amarelado (bolha purulenta) ou vermelho escuro (bolha hemorrágica)
  56. 56. Lesões Elementares – Coleções Líquidas Ω Pústula: Elevação circunscrita até 1 cm de tamanho, Contendo pus.
  57. 57. Lesões Elementares – Coleções Líquidas Ω Abscesso: Formação circunscrita, de tamanho variável, proeminente ou não. Há líquido purulento na pele ou tecidos subjacentes. Maior de 1cm. Há calor, dor e flutuação e, eventualmente, rubor.
  58. 58. Lesões Elementares – Coleções Líquidas Ω Hematoma: Formação circunscrita, tamanho variável, proeminente ou não, por derrame de sangue na pele ou tecidos subjacentes. - Cor vermelha inicial que, posteriormente, torna-se arroxeada e verde-amarelada. - Pode-se infectar, passando a apresentar calor e dor. O conteúdo torna-se hemorrágico Purulento.
  59. 59. Lesões Elementares - Alterações de Espessura Ω Ceratose: Espessamento da pele, duro, inelástico, amarelado e de superfície eventualmente áspera por aumento da camada córnea.
  60. 60. Lesões Elementares - Alterações de Espessura Ω Liquenificação: Espessamento da pele com acentuação dos sulcos e da própria cor, com espessamento quadriculado. Ocorre um aumento da camada espinhosa.
  61. 61. Lesões Elementares - Alterações de Espessura Ω Edema: Aumento de espessura, Depressível,, com a cor própria da pele ou rósea-branca, por extravasamento de plasma na derme e/ou hipoderme.
  62. 62. Lesões Elementares - Alterações de Espessura Ω Infiltração: Alteração da espessura e aumento da consistência da pele, com menor evidência dos sulcos, limites imprecisos e, eventualmente, com cor rósea. Resulta de infiltrado celular na derme às vezes com edema e vasodilatação.
  63. 63. Lesões Elementares - Alterações de Espessura Ω Atrofia: Diminuição da espessura de pele que se torna adelgaçada e pregueavel. É devida à redução do número e volume dos constituintes teciduais.
  64. 64. Lesões Elementares - Alterações de Espessura Ω Esclerose: Alteração da espessura com aumento da consistência da pele. A pele pode estar espessada ou afilada. Não é depressível e o pregueamento é difícil ou impossível. Resulta de fibrose do colágeno.
  65. 65. Lesões Elementares Perdas e Reparos Teciduais Ω Escama: Por alteração da queratinização, forma-se uma massa furfurácea, micácea ou foliácia, que se desprende da superfície cutânea..
  66. 66. Lesões Elementares Perdas e Reparos Teciduais Ω Erosão ou Exulceração: Perda superficial, somente da epiderme
  67. 67. Lesões Elementares Perdas e Reparos Teciduais Ω Escoriação: Erosão traumática, geralmente pelo ato de coçar.
  68. 68. Lesões Elementares Perdas e Reparos Teciduais Ω Ulceração: Perda circunscrita de epiderme e derme, podendo atingir a hipoderme e tecidos adjacentes. Ω Úlcera: Ulceração crônica.
  69. 69. Lesões Elementares Perdas e Reparos Teciduais Ω Fissura ou Ragádia: Perda linear da epiderme e derme, no contorno de orifícios naturais ou em área de pregas ou dobras.
  70. 70. Lesões Elementares Perdas e Reparos Teciduais Ω Crosta: É uma concreção de cor amarelo-clara, esverdeada ou vermelha escura que se forma em área de perda tecidual. Resulta de dessecamento de serosidade, pus ou sangue misturados com restos epiteliais.
  71. 71. Lesões Elementares Perdas e Reparos Teciduais Ω Escara: Área de cor lívida ou preta, limitada, por necrose tecidual.
  72. 72. Lesões Elementares Perdas e Reparos Teciduais Ω Cicatriz: Resulta da reparação de processo destrutivo da pele e associa atrofia, fibrose e discromia. Seu aspecto é variável podendo ser saliente ou deprimida, móvel, retrátil ou aderente. Não tem sulcos, poros e pêlos. - Cicatriz Atrófica: cicatriz fina, pregueada e papirácea.
  73. 73. Lesões Elementares Perdas e Reparos Teciduais -Cicatriz Hipertrófica: cicatriz nodular, elevada, vascular, com excessiva proliferação fibrosa. Tem tendência à regressão. Ela é limitada à área do trauma.
  74. 74. Lesões Elementares Perdas e Reparos Teciduais - Quelóide: cicatriz nodular, elevada, vascular, com excessiva proliferação fibrosa. Alastra-se além da área de trauma.
  75. 75. Escamas
  76. 76. Tumores Cutâneos O termo Tumor ou Neoplasia é usado quando há uma proliferação anormal das células, com completa desorganização estrutural e incordenação funcional com o tecido normal. Esse crescimento anormal forma uma massa distinta de tecido, que pode ser benigno (tumor benigno) ou maligno (câncer)
  77. 77. Tumores Cutâneos Particularidades: Tumores Benignos: - Crescimento lento - Expansivo (desloca o tecido normal - Ausência de mitoses atípicas - Ausência de metástases Tumores Malignos: - Crescimento rápido - Infiltrativo (invade e destrói o tecido normal) - Mitoses atípicas - Metástases.
  78. 78. Tumores Benignos – Nevo Verrucoso - Congênito. - Hiperplasia Epidérmica. - Caracteriza-se pela Hiperqueratose, Acantose e Papilomatose. - Há uma degenereção da camada granulosa e malpighiana alta. - Distribuição linear. - Podendo ser único ou múltiplo.
  79. 79. Tumores Benignos – Nevo Comedônico - Anormalidade do desenvolvimento do folículo piloso. - Muitas vezes linear. - Pápulas, ligeiramente elevadas. -Sua parte central se encontra cheia de queratina (extrato córneo), semelhante ao comedão. -Geralmente é unilateral e linear. - Quando há alteração inflamatória os nevos se tornam cicatrizes, com aspecto de acne conglobata.
  80. 80. Tumores Benignos – Ceratose Seborreica -É a verruga senil. - Sua característica é o aparecimento de lesões verrucosas no tronco, face e membros. - Geralmente são numerosas. - Há proliferação exofítica de células basais uniformes, contendo cistos de queratina e grande quantidade de melanócitos. - Afeta ambos os sexos à partir da 4° década. - Não sofre transformação maligna. Obs: O aparecimento de ceratoses seborreicas múltiplas de modo eruptivo e abrupto corresponde ao sinal de LESSER – TRELAT, que pode associar-se a neoplasias internas.
  81. 81. Tumores Benignos – Cisto Epidermóide - Proliferação de células epidérmicas produtoras de queratina no interior da derme. -O cisto é formado pela falta de comunicação com a superfície, devido a: - oclusão do folículo pilo-sebáceo. - implantação de células epidérmicas na derme por traumatismo. -Tumoração cística de localização intradérmica ou subcutânea. - Consistência dura ou mole. - Muitas vezes apresenta um punctum central. (pode ser espremido - conteúdo caseoso) - Sua forma é de nódulo cutâneo ou subcutâneo liso, em forma de cúpula. - Mais frequente que o cisto sebáceo. - Frequente na face, fronte, regiões temporais, pescoço e porção superior do tronco.
  82. 82. Tumores Benignos – Cisto Dermóide -Nódulos subcutâneos com tamanho variável de 1 a 5 cm. - Consistência branda. - Localizados nas áreas de fendas embrionárias, como: - regiões periorbitárias - pescoço - região supra-esternal - sacral - perineal. - A cápsula é epidérmica com anexos rudimentares; - A massa cística é composta por sebo e queratina, às vezes com pêlos e, excepcionalmente, com cartilagens ou osso.
  83. 83. Tumores Benignos – Cisto Sebáceo ( Triquilemal ou Piloso) - São cistos, clinicamente, semelhantes aos cistos epidérmicos. - Menos frequente que o cisto epidérmico. - Origina-se da bainha externa do folículo piloso. - Pode ser transmitido geneticamente. - Característica : Nódulos de localização dérmica, móveis, com localização principalmente no couro cabeludo e ocasionalmente na face , pescoço e tronco. -Pode apresentar um diminuto orifício central. - Seu conteúdo apresenta material gorduroso e de odor característico
  84. 84. Tumores Benignos – Mília (Millium) - São tumorações minúsculas e esbranquiçadas, de 1 a 2 mm. - São cistos epidérmicos por obstrução de folículos pilossebáceos ou ductos sudoríparos. - Seu conteúdo possui massa queratinosa. - Surge particularmente na região peri-orbitária e também na genitália.
  85. 85. Tumores Benignos – Siringoma - São pápulas duras, achatadas, de 1 a 3 mm, cor amarelo-rósea, quase idêntica a pele. - São mais frequentes nas pálpebras inferiores e região peri-orbitária; particularmente em mulheres adultas.
  86. 86. Tumores cutâneos  Dermatose papulosa nigra   Lesões verrucosas com características semelhantes à verruga seborreica, mas habitualmente com dimensão menor Raça negra / parda
  87. 87. Tumores cutâneos  Corno cutâneo   Termo clínico aplicado a uma lesão de consistência dura, saliente, com poucos mm a mais de um cm Pode representar:  Papiloma viral  Queratose actínica  Espinocelular  Queratose seborreica
  88. 88. Tumores cutâneos  Fibroma pêndulo ou acrocordon  Tumor pediculado mais frequente em zonas de atrito ou pregas.
  89. 89. Tumores Benignos – Hemangioma Rubi - São pápulas esféricas, de 1 a 5 mm de diâmetro. - Coloração de vermelho-brilhante a escura. - Ocorrem principalmente no tronco. - Compostos por capilares neo-formados e dilatados, sem qualquer significação sistêmica.
  90. 90. Fotocarcinogênese  UVA (320-400nm) UVA1 (340-400) UVA2 (320-340)  UVB (290-320nm)  UVC (200-290nm)
  91. 91. Lesões Pré-Malignas  Ceratose actínica       CA espinocelular grau meio Áreas expostas ao sol/ pele clara Começo: melanose actínica Pápulas eritematosas, recobertas por escamas, aderidas, amarelas a castanho-escuras, sem sinais inflamatórios, < 1 cm, podendo formar placas Histologia: hiperceratose Tratamento- curetagem, criocirurgia, 5-fluorouracil, ácido tricloroacético, laser CO2; imiquimod
  92. 92. Fatores Predisponentes - Radiação solar - Predisposição genética - Fototipo - Idade - Exposições químicas (arsênico, carvão, parafina e certos tipos de óleos) - Exposição a outras radiações (bronzeamento artificial, radioterapia, RX) - Imunidade diminuída ( tranplantados, HIV+, quimioterapia) - Xeroderma pigmentosum
  93. 93. Tumores Malignos – Epitelioma Baso-Celular - É o mais frequente das neoplasias epiteliais (65%). - Geralmente, ocorre em pessoas acima dos 40 anos, sendo mais comum no sexo masculino. Origem: camada basal - Fatores predisponentes: - exposição à luz solar - peles claras - prévias irradiações radioterápicas - Absorção de compostos de arsênico. -Localização preferencial: - nos 2/3 superiores da face, acima de uma linha passando pelos lóbulos das orelhas e comissuras labiais. -Crescimento lento, raramente metastatiza. Entre os tumores malignos, o carcinoma basocelular é o de melhor prognóstico. Carcinoma basocelular superficial. – Com placa eritematosa com bordas ligeiramente infiltradas no tronco
  94. 94. Tumores Malignos – Epitelioma Baso-Celular - Inicialmente se apresenta como uma pápula rósea de crescimento progressivo, com posterior ulceração central, recoberta por crosta que sangra à retirada. - As bordas são cilíndricas, translúcidas e, às vezes, mostram finas telangectasias.
  95. 95. Tumores Malignos – Epitelioma Baso-Celular - Entretanto, possui malignidade local, podendo invadir e destruir tecidos adjacentes (inclusive ossos).
  96. 96. Tumores Malignos – Epitelioma Espino-Celular - Constituído por proliferação atípica de células espinhosas. - Caráter invasor, podendo dar metástases. - Representa 15% das neoplasias epiteliais malignas. - Geralmente ocorre após os 50 anos, sendo mais comum nos homens expostos a agentes cancerígenos: Sol e Fumo. - Indivíduos de pele clara são mais predispostos. - Mais comuns no lábio inferior, orelhas, face, dorso das mãos, mucosa bucal e genitália externa. Espino-celular no couro cabeludo calvo, por exposição solar
  97. 97. Epitelioma Espino-Celular Manifestações Clínicas - Hiperceratose - Úlceras crônicas - Alteração multifocal superficial em pele danificada pelo sol O exame de gânglios linfáticos regionais deve fazer parte do exame objetivo de todos os pacientes com CA espinocelular - na cabeça e pescoço pesquisar gg linfáticos parotídeos, occipitais e pós-auriculares - A invasão de gg submandibulares é menos frequente, e geralmente resulta de lesão do lábio inferior
  98. 98. Tumores Malignos – Epitelioma Espino-Celular Evolução: -Inicialmente – área queratótica infiltrada e dura ou nódulo. -A lesão aumenta gradualmente e ulcera-se. - Na evolução, pode adquirir aspecto de ulceração com infiltração na borda
  99. 99. Tumores Malignos – Melanoma MELANOSE MALIGNA : Causada pela ação da luz solar sobre os melanócitos epidérmicos. LUZ SOLAR DA ATIVIDADE DOS MELANÓCITOS EPIDÉRMICOS PROLIFERAÇÃO ATÍPICA DE MELANÓCITOS EPIDÉRMICOS MELANOSE MALIGNA MELANOSE SOLAR CONSIDERADA COMO MELANOSE IN SITU
  100. 100. Melanoma        Incidência aumentada, duplicando a cada 15 a Oitavo câncer mais prevalente nos E.U.A. Atingindo 1:90 em 2000 Não há prevalência de sexo Radiação solar + pele clara Desenvolvem-se em nevus preexistentes (50%) Síndrome de nevo displásico, nevos congênitos > 2cm Nevus congênito
  101. 101. Tumores Malignos – Melanoma Manifestações Gerais -Mancha de cor castanha a negra - Se estende lentamente em superfície - Após anos, atinge vário centímetros de tamanho. - Bordas irregulares - Pigmentação não uniforme. - Ocorre predominantemente em idosos - Localizações predominantes: - face, - pescoço - membros superiores
  102. 102. Diagnóstico  História Clínica A: Assimetria B: Bordas irregulares C: Cor não uniforme D: Diâmetro > 6mm
  103. 103. Melanoma ABCDE
  104. 104. Melanoma – Formas clínicas - LENTIGO MALIGNO - EXTENSIVO SUPERFICIAL - NODULAR - LENTIGINOSO ACRAL
  105. 105. Tumores Malignos – Melanoma LENTIGO MALÍGNO - Surge sobre a melanose maligna - É a forma menos comum, apenas 5% - Surgem 1 ou mais nódulos irregulares pigmentados (ninho de melanócitos invadindo a derme) - É o de melhor prognóstico por ter origem nos melanócitos epidérmicos. ( 85% é a sobrevida em 5 anos)
  106. 106. Tumores Malignos – Melanoma EXTENSIVO SUPERFICIAL - É a forma mais frequente de melanoma, represesntando 70% - É mais frequente na 4°e 5° décadas de vida - Lesão leve e francamente elevada, arqueada (pelo menos em parte), margens denteadas e irregulares - Apresenta grandes variações de cores: desde acastanhada a negra, com áreas azuladas, esbranquiçadas, acinzentadas e até vermelha. - 65% é a sobrevida em 5 anos.
  107. 107. Melanoma NODULAR -É a mais frequente após a forma extensiva superficial. - Representa 15 a 30% dos melanomas. - É uma lesão em nódulo ou em placa ou mesmo polipóide. - De coloração negro-azulado ou com frisos acastanhados - Evolução rápida. - Localizações preferenciais: - tronco nos homens - perna nas mulheres - Geralmente ocorre na 5° década - Caracteriza-se por agressão predominantemente dérmica a partir da junção dermoepidérmica. -A epiderme é atingida secundariamente levando a um prognóstico mais grave. - Sobrevida de 40%
  108. 108. Tumores Malignos – Melanoma LENTIGINOSO ACRAL - Mais comuns em negros e asiáticos. - Ocorre com mais frequencia em indivíduos da 6° década - Ocorre nas regiões palmares plantares (localização clássica) falanges distais podendo ser periungueais ou subungeais - Grande potencial de metástases. - Essas lesões também ulceram.
  109. 109. Obrigados!
  110. 110. CLASSIFICAÇÃO DA PELE Dr Jauru de Freitas Coordenador do Grupo de Dermatologia Avançada – Rj Presidente da Academia Brasileira de Laser e Fotomedicina
  111. 111. Identificação do fototipo     Fototipo é a caracterização da pele quanto sua coloração e reação à exposição solar. O fototipo de uma pessoa é definido genéticamente, onde os melanócitos são mais ou menos ativos que vai definir a quantidade de melanina na pele. Os fototipos são classificados em 6 tipos. A identificação do fototipo é fundamental para segurança em tratamentos, pois de acordo com ele determinaremos parâmetros de trabalho expectativas de resultados.
  112. 112. Identificação do fototipo Comumente ocorrem dúvidas na classificação do fototipo II e III.  Lembre-se que o fototipo II é bastante sensível ao sol, queima mais do que bronzeia e o fototipo III tem sensibilidade média ao sol, bronzeia com a mesma frequência que queima. 
  113. 113. Identificação do fototipo FOTOTIPOS DESCRIÇÃO REAÇÃO AO SOL DEFINIÇÃO BRONZEADO I Pele: Tipo Branca, Céltico muito clara (2%) Sempre, severas Nunca. apenas vermelhidão e queimaduras. II Pele: Branca Severas e doloridas Raramente, queima mais do que bronzeia. III Pele: Branca ou morena clara Pele: Morena clara IV V VI Tipo Europeu (12%) Tipo Europeu (78%) Menos Médio, queima tanto frequentes, quanto bronzeia. ligeiras Tipo Raras Mediterrân i-co (8%) Pele: Raças Raríssimas Morena Magrebí e escura Indianas Pele: Negra Raças Nunca Negras Rápido e profundo, bronzeia mais do que queima. Rápido e profundo. Rápido e profundo.
  114. 114. Envelhecimento cutâneo e parâmetros de classificação ENVELHECIMENTO CUTÂNEO
  115. 115. O Envelhecimento da Pele
  116. 116. Como ocorre o processo do Envelhecimento da Pele?  O principal fator do controle biológico para o ciclo vital celular em todo organismo é o nosso sistema genético: Os genes.
  117. 117. Como ocorre o processo do Envelhecimento da Pele?  Essa atividade é realizada por um complexo ciclo de relações entre o DNA e a celula ,onde os Hormônios ,tem importância fundamental.
  118. 118. Existem outras causas para o Envelhecimento da Pele?  Sim,A interação do homem com o meio em que vive pode proporcionar outros agentes causadores do Envelhecimento em todo o organismo e na pele tambem!
  119. 119. e ou aceleram o processo do Envelhecimento a pele? A causa principal tem sido atribuida a ação dos radicais livres no organismo ao longo do ciclo da vida. Tratam-se de moléculas em desequilíbrio que facilitam o envelhecimento precoce das células. “Isso, conseqüentemente, leva ao envelhecimento de todo o corpo e naturalmente da pele.”
  120. 120. Existem outros fatores que afetam e ou aceleram? O stress cotidiano  O fumo.  O álcool.  A Ingestão de gordura saturada (vinda de fritura, por exemplo),  Exposição demasiada ao Sol sem proteção. 
  121. 121. 7 sinais do Envelhecimento       Linhas finas superficiais Rugas ou texturas endurecida e grossa da pele Manchas ,sinais e variedade de cores na face Aumento do tamanho do poros Alteracoes da hidratacao e oleosidade Flacidez da pele
  122. 122. Classificação de Glogau
  123. 123. Quais os fatores que aceleram os sinais do envelhecimento ? Os radicais livres são formados naturalmente pelo organismo, mas também podem ser originados a partir da exposição das células à poluição ao excesso de stress e ansiedade.  É o seu excesso que leva ao envelhecimento precoce! 
  124. 124. Cigarro x Envelhecimento   O cigarro causa a diminuição da circulação do oxigênio para a pele, fazendo com que ela perca o viço, o tônus e a renovação celular. Ocorre então o envelhecimento precoce da pele com uma coloração acizentada.
  125. 125. É possível tratar o envelhecimento?  Sim,é possível. Há terapias para Desintoxicação e programas de Redução dos danos causados pelo envelhecimento precoce.
  126. 126. A Medicina e o envelhecimento A Medicina ,como ciência ,tem como objetivo tratar e proporcionar a saúde ao ser humano como um todo. Nos últimos 20 anos resultados de pesquisas tem sido lançados em todo o mundo apresentando técnicas cientificamente provadas para tratar com eficácia :  O Fotoenvelhecimento  O Envelhecimento cutâneo precoce  O Stress crônico
  127. 127. Como prevenir o Envelhecimento ?     Podemos prevenir reduzindo ou eliminando os agentes causadores externos. Utilizando fotoproteção . Reduzindo a carga do Stress Utilizando terapias médicas preventivas
  128. 128. Tratamento doméstico do envelhecimento Ingerir alimentos com potencial antioxidante.  Vinho tinto – 1/2 cálice ao dia (150ml)  Utilizando dermocomésticos adequados a seu tipo de pele (hidratantes,redutores de danos,filtro solar,agentes de limpeza..) 
  129. 129. Tratamentos Médicos para o envelhecimento Eficácia comprovada  Sem contra indicação  Sem riscos  Qualquer idade 
  130. 130. Tratamentos Médicos para o Envelhecimento cutaneo Peelings : reduzem o espessamento da pele vit easy peel, peeling diamante, crystal peeling  Luz Intensa Pulsada (I.P.L): fotobioestimulação  Fotoenvelhecimento, microvarizes e manchas  Preenchedores /estimuladores : hidratam e reposicionam elementos essenciais da constituição celular da derme e epiderme  Toxina botulínica : controle da hiperatividade muscular reduzindo as linhas e rugas causadas pela expressão facial e cervical 
  131. 131. envelhecimento do organismo? Um dos resumos do PROJETO GENOMA finalizado em 2000, resultaram em novas terapias voltadas para o ENVELHECIMENTO ORGÂNICO : “ CONTROLE BIOLÓGICO DO ENVELHECIMENTO” (Academy American of Anti Aging)
  132. 132. Antes e Depois
  133. 133. Antes e Depois
  134. 134. Antes e Depois
  135. 135. Antes e Depois
  136. 136. Antes e Depois
  137. 137. Antes e Depois
  138. 138. Antes e Depois
  139. 139. Antes e Depois
  140. 140. Antes e Depois
  141. 141. EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
  142. 142. Procure responder as seguintes perguntas : Quais as principais funções da pele ?  Em quantas camadas estão dividas a pele e quais seus nomes ?  Qual a espessura média da epiderme e da derme ?  Qual a função do melanócito e qual sua localização na pele ?  O que é Eumelanina,feomel anina e eritromelanina ? 
  143. 143. Procure responder as seguintes perguntas : Quais são as características que distinguem a mácula de mancha ? E quais as semelhanças ?  Qual a diferenças da cicatriz atrófica e a cicatriz hipertrófica e quelóides ?   Quais são os parâmetros que podem ser usados rotineiramente para diferenciar uma lesão benigna de uma lesão maligna (câncer) ?
  144. 144. Procure responder as seguintes perguntas :  Cite 3 tipos de lesões elementares ou tumores cutâneos benignos que não impedem um tratamento estético ?  Quais são os parâmetros que podem ser usados rotineiramente para diferenciar uma lesão benigna de uma lesão maligna (câncer) ?
  145. 145. Procure responder as seguintes perguntas :  Qual a classificação mais utilizada para analisar o comportamento da quantidade de melanina na pele humana ? Cite e descreva  Como se denomina a classificação de Rugas e envelhecimento cutâneo ? Cite e descreva corretamente
  146. 146. Obrigado ! drjaurufreitas@hotmail.com

×