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A Agricultura em Parauapebas

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A Agricultura em Parauapebas

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A Agricultura em Parauapebas

  1. 1. A AGRICULTURA EM PARAUAPEBAS Por Org. pesq. Adilson Motta. A prefeitura Municipal de Parauapebas, através da Secretaria de Agricultura desenvolve programas como:  Incentivo a fruticultura, reflorestamento e urbanização;  Mecanização agrícola (que atende a comunidade);  Sistema de transporte que atende o agricultor rural transportando seus produtos para a Feira do Produtor. Em 2007 são 10 caminhões que trabalham na escoação da produção rural.  Programa de criação de pequenos animais;  Incentivo e comercialização na Feira do Produtor, que no ano agrícola de 2006/2007, chegou a comercializar R$: 2.422.154,00.  Apoio aos agricultores através da casa do colono (que visa fazer a hospedagem dos agricultores e famílias que comercializam na Feira do Produtor e outros;  Extensão e assistência técnica rural a agricultura familiar em pequenas propriedades do município e entorno.  Apoio no acesso ao crédito pelo produtor através do PRONAF (Programa Nacional de Agricultura Familiar);  Fortalecimento do conhecimento da Agricultura Familiar (através de cursos e treinamentos) realizados com e para a comunidade.  Implantação do Centro de Tecnologia Familiar (CETAF) que trabalha com a construção de viveiros de mudas e plantio experimental da cultura do milho.  Programa de Inspeção Municipal (SIM), que desenvolve trabalho de inspeção sanitária permanente em:  02 matadouros;  03 laticínios. Mecanização agrícola parceria do município.
  2. 2. O total de famílias atendidas em toda infraestrutura dos programas de agricultura de Parauapebas é de 2.402 famílias. Tendo um fator muito importante, a agropecuária desenvolvida nas colônias regional, a agricultura vem registrando elevado índice de crescimento, principalmente nas safras de arroz, feijão, milho, mandioca e fruticulturas. Fonte: Secretaria de Agricultura, José Alves; 12/2006. Fonte: Ascon/Parauapebas, 2010 Uma parceria que deu certo (Prefeitura e comunidade rural) Segundo Chico das Cortinas, o incentivo para escoação da produção rural para ser vendida na Feira do Produtor (sede do Município) iniciou em seu governo.  Esse incentivo se deu através de transportes bancados pela administração. PRODUÇÃO AGRÍCOLA EM PARAUAPEBAS PRODUTOS ÁREA PLANTADA TONELADAS CACAU (AMÊNDOA) 80 HECTARES 89 ton. BANANA 18.250 ton. CAFÉ (EM CÔCO) 120 HECTARES 132 ton. COCO-DA-BAÍA 60 HECTARES 480 mil frutos CASTANHA-DO-PARÁ EXTRATIVISMO 11 ton. TOMATE 10 HECTARES 200 ton MILHO (EM GRÃO) 3.800 HECTARES 4.215 ton. MANDIOCA 2.000 HECTARES 36.000 ton. FEIJOÃO(EM GRÃO) 1.750 HECTARES 1.185 ton. ARROZ (EM CASCA) 2000 HECTARES 3.093 ton. ABACAXI 171 HECTARES 3.468 mil frutos PIMENTA-DO-REINO 70 HECTARES 112 ton. MARACUJÁ 20 HECTARES 200 ton. F e ir a d o pr o d u t or d e P a r a u a pe b as o n de sã o ve n d id o s s e us pr o d ut o s. A e sc o aç ã o é f e it a po r t r a ns po rt es d a p ref eit u r a
  3. 3. MAMÃO 80 HECTARES 3.200 toon. 10.3.4 Programas à Serviço da Agricultura em Parauapebas Programa Fome Zero – Se destina à compra local (da Agricultura Familiar). Em Parauapebas este programa ainda não está implantado, mas está em andamento a possibilidade de sua implantação - que são destinados a complementar a merenda escolar e saúde. PRONAF – (Programa Nacional de Agricultura Familiar) - Trabalha com a liberação de linha de crédito para agricultores rurais. Existem quatro modalidades de PRONAF: Pronaf A, B,C,D e E. Em Parauapebas só opera o PRONAF: B, C, D e E. B – É liberado a pequenos produtores (mine produção rural) para criação de pequenos animais e hortas, com juro de 1% ao ano. Neste, existe bônus de 25% de abatimento do valor total da dívida quando pago em 1 ou 2 parcelas. O valor do empréstimo é no valor de 1.500,00 reais. C – Libera recursos para o custeio de mandioca a taxa de juros de 4% ao ano com valor liberado até R$ 6.000,00 (seis mil reais). D – Libera recursos para investimentos na agropecuária – com juros de 4% ao ano. Libera até R$ 15.000,00 (quinze mil reais). E – Destina à pecuária (especificamente para infraestrutura em propriedades) com juros de 7,25% ao ano. (Em Parauapebas, apenas este último não opera: E). Em Vila Sanção, no entanto, a produção agrícola de gêneros para o sustento da comunidade ainda é muito mínima, sendo quase que absoluto o fato de que os produtos agrícolas consumidos ali serem comprados em Parauapebas, ou seja, são exportados da zona urbana para o consumo rural. Isto significa que o município precisa fomentar uma política agrícola naquela e outras localidades (equilibrando com outros povoados que apresentam boa produtividade e que gere desenvolvimento sustentável e auto sustentável, para que o campo, se transforme num celeiro agrícola, contribuindo desta forma, para a suficiência alimentar do município. Doutro modo, frutas, verdura e legumes se tornarão caros por ser importados de outras localidades, batata, banana, jaca, batata doce, fava e no extrativismo, abundantes plantações de açaí, castanha-do-pará e cupuaçu. A produção agrícola familiar no município vem se destacando, principalmente após a implantação de política de mecanização no campo com o apoio da Secretaria Municipal de Produção Rural. Existe uma patrulha de mecanização que atende as famílias de camponeses assentados pelas reformas agrárias na região. Essa política de mecanização tem possibilitado o aumento da produção agrícola familiar e fez com que o camponês permaneça na zona rural. Para motivar o trabalhador camponês, a Prefeitura tem promovido eventos como: O festival do milho; onde são apresentadas para o público as ações da Secretaria, bem como a produção rural do município. O município vem se destacando como o maior produtor de melancia do Estado após a implantação dessa política de mecanização do campo. Além disso existem outras frentes de trabalho como o PRONAF mulher, que incentiva a produção de frutas para atender a cooperativa de produção de polpa de frutas e a população local.
  4. 4. A evolução da área plantada com culturas agrícolas no município apresenta um progressivo aumento do cultivo de cultura temporária como: milho, melancia, feijão e arroz, etc. Com relação às culturas permanentes como: o cupuaçu, coco, pimenta, café e cacau, foram financiados pelo BASA (Banco da Amazônia), através do FNO (Fundo Constitucional do Norte) no final da década de 1980 e no início da década de 1990. Essas culturas foram impostas aos agricultores, sem que houvesse feito um estudo para saber o que os solos poderiam produzir. Na feira do produtor rural de Parauapebas, 100% dos produtos lá vendidos são produzidos em Parauapebas. Fonte:Secretaria de Agricultura de Parauapebas, Secretário de Agricultura Zé Alves, 07/2007. O financiamento de gado bovino para o agricultor familiar foi uma outra medida tomada de maneira vertical sem discorrer nas conseqüências que a pecuária poderia causar para a Amazônia. É bom notar que a pecuária poderia causar para a Amazônia. É bom o agricultor do campo. A pecuária, em lote de 10 hectares é inviável e fere a legislação ambiental. Pois na Amazônia, o produtor rural é obrigado a conservar 80% da floresta na sua propriedade.

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