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Partograma

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Partograma

  1. 1. Junho 2008/FEBRASGO
  2. 2. O partograma é uma representacao grafica da evolucao do trabalho de parto, cujo uso se tornou obrigatorio em toda maternidade a partir de 1994(OMS) Junho 2008/FEBRASGO
  3. 3. Junho 2008/FEBRASGO
  4. 4. Desenvolvido por Friedman em 1954  Estudos com um grande grupo de gestantes  Descreveu um padrao de dilatacao cervical normal:  Junho 2008/FEBRASGO
  5. 5. F. Latente: -segmento -inicia com apaincial da curca - Periodo entre o inicio do trabalho departo e a fase ativa do trabalho de parto recimento de contracoes dolorosas irregulares que provocam o amolecimento e apagamento do colo uterino, porem com velocidade de dilatacao ainda lenta (menor que 1,2 cm/hora) Fase de aceleracao: dilatacao inicial com duracao de cerca de 1hora Fase ativa: - inicia-se qd a dilatacao atinge pelo menos 3-4cmm - A dilatacao cervical se processa de forma mais rapida maior que 1,2cm/hora É dificidida em 3 periodos Fase de inclinacao maxima: dilatacao linear e rapida Fase de desaceleracao: dilatacao e velocidade constante Junho 2008/FEBRASGO
  6. 6. Junho 2008/FEBRASGO
  7. 7. Desenvolveram um normograma  Maioria dos partos realizados por parteiras  Necessidade de orienta-las no encaminhamentos de partos disfuncionais para o hospital, devido ao alto indice de trabalho de parto prolongado e suas complicacoes.  Junho 2008/FEBRASGO
  8. 8. Construiram uma “linha de alerta” que servia para diagnosticar trabalho de parto de risco.  Quando a dilatacao cervical ultrapassava a “linha de alerta” a paciente deveria ser imediatamente encaminhada para o hospital.  Junho 2008/FEBRASGO
  9. 9. Em um intervalo de 4 horas padronizaram uma “linha de acao” paralela a de alerta.  Tempo de transporte das pacientes das aldeias até os hospitias, onde se efetuavam os partos operatórios  Junho 2008/FEBRASGO
  10. 10. Junho 2008/FEBRASGO
  11. 11.  Eficaz e de baixo custo  Redução TP > 18h (50%)  Redução taxa cesáreas (5,2% para 3,7%)  Redução hemorragia pós-parto  Redução rotura uterina (OMS – estudo multicêntrico (Indonésia, Tailândia, Malásia)) Junho 2008/FEBRASGO
  12. 12. Zimbabwe Malasia Antes do Após o Antes do Após o programa programa programa programa TP acima de 24h 13.0 0.6 14.0 3.0 Mort. perinatal 5.8 0.6 5.3 3.8 Cesariana 9.9 2.6 12.3 9.5 Junho 2008/FEBRASGO
  13. 13.  OMS TORNA OBRIGATORIO O USO DO PARTOGRAMA EM TODAS AS MATERNIDADES. Junho 2008/FEBRASGO
  14. 14. Iniciado na fase ativa SOMENTE! e após iniciado o toque vaginal debe ser feit! Junho 2008/FEBRASGO
  15. 15.  Debe conter: nome completo gesta/para/abortos, Dum, numero de regsitro no hospital, data de admissao e hora de admissao. Junho 2008/FEBRASGO
  16. 16. +importante para a monitorizacao do trab.de parto a dilatacao cervical é obtida em cada toque vaginal e debe ser marcado como  O primeiro deverá ser marcado no primeiro quadrado completo  Junho 2008/FEBRASGO
  17. 17.  A linha de alerta comeca aos 3 cms da dilatacao cervical e até o ponto de dilatacao completa(10 cm) ao ritmo de 1cm por hora. Junho 2008/FEBRASGO
  18. 18. LINHA DE ALERTA MELHOR OBSERVAÇÃO CLÍNICA Junho 2008/FEBRASGO
  19. 19.  Se dilatar rapido a linha fica vertical e se dilatar de vagar a linha fica mais horizontal Junho 2008/FEBRASGO
  20. 20.  A linha de acao é paralela e 4 horas a direita da de alerta. Junho 2008/FEBRASGO
  21. 21. LINHA DE AÇÃO INTERVENÇÃO MÉDICA Junho 2008/FEBRASGO
  22. 22. Avaliar: 1.altura da apresentacao Toque vaginal 2.variedade de posicao do feto Junho 2008/FEBRASGO a altura da apresentaca devera ser marcado de acordo com o valor correspondente ao plano de delee (ou equivalente no palndo de Hodge= encontrados na ordem (eixo y) do aldo direito d grafico
  23. 23. Monitorizacao das condicoes do feto. Meia em meia hora. Junho 2008/FEBRASGO
  24. 24.  As contracoes uterinas podem ser registradas a cada 30 min Junho 2008/FEBRASGO
  25. 25. “M” meconial “S” sanguinolent o “I” Membranas intactas “C” O líquido amniótico fetal é observado em cada toque vaginal. Junho 2008/FEBRASGO claro
  26. 26. “O parto é evento ímpar que deveria proporcionar sentimento de profunda e duradoura satisfação para a mãe e do qual obstetrizes e médicos deveriam considerar-se afortunados por dele participar” O´Driscoll et al., 1995.  Junho 2008/FEBRASGO

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