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TDAH

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Apresentado dia 04/05/2010 por Arthur Dias Ferreira

Veröffentlicht in: Bildung
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TDAH

  1. 1. T DAH Arthur Ferreira
  2. 2. EPIDEMIOLOGIA. MUNDO 3-5% EUA 3-6% Nova Zelândia 2-6,7% Alemanha 8,7% Japão 7,7% Itália 4% Inglaterra 1%. Brasil??
  3. 3. CONCEITO: Síndrome caracterizada pelo deficit de atenção.
  4. 4. ETIOLOGIA. <ul><li>GENÉTICAS. </li></ul><ul><li>ADQUIRIDA. </li></ul><ul><li>EXÓGENAS. </li></ul>
  5. 5. GENÉTICA. <ul><li>DAT1 </li></ul><ul><li>DRD4 </li></ul><ul><li>Receptor Beta da tireóide </li></ul>
  6. 6. ADQUIRIDA. <ul><li>Uso de álcool e nicotina na gestação, </li></ul><ul><li>Estresse fetal, </li></ul><ul><li>Eclampsia, </li></ul><ul><li>Hemorragia pré parto, </li></ul><ul><li>Outros. </li></ul>
  7. 7. EXÓGENAS. <ul><li>Adversidades psicossociais como; </li></ul><ul><li>Desentendimento familiar, </li></ul><ul><li>Classe social baixa, </li></ul><ul><li>Família muito numerosa, </li></ul><ul><li>Criminalidade dos pais, </li></ul><ul><li>Psicopatologia materna, </li></ul><ul><li>Colocação em lar adotivo, </li></ul><ul><li>Transtornos mentais nos pais. </li></ul>
  8. 8. LOBO FRONTAL. <ul><li>Funções cognitivas prejudicadas, tais como, atenção, percepção, planejamento e organização, além das falhas na inibição comportamental processos estes relacionados com o lobo frontal e com as áreas subcorticais. </li></ul>
  9. 9. TIPOS: <ul><li>SEM HIPERATIVIDADE </li></ul><ul><li>COM HIPERTIVIDADE. </li></ul><ul><li>COMBINADO. </li></ul><ul><li>EM MENINAS. </li></ul>
  10. 10. SEM HIPERATIVIDADE. <ul><li>São desatentos e apresentam um nível mais alto de isolamento social, (Biedernan, 1998). </li></ul>
  11. 11. COM HIPERATIVIDADE. <ul><li>São mais agressivos e impulsivos e tendem a apresentar altas taxas de rejeição pelos colegas e sofrer de impopularidade. Sua atenção pode ser muito concentrada em algo de seu interesse. (Biedernan, 1998; Rohde e cols.,1998 e 2000). </li></ul>
  12. 12. COMBINADOS. <ul><li>Soma dos fatores citados anteriormente. ( Biedernan, 1998). </li></ul>
  13. 13. MENINAS. <ul><li>Embora a predominância pareça ser no sexo masculino uma pesquisa recente no Brasil apontou uma relação meninos/meninas de 1,7:1 respectivamente (Barbosa e cols,1997). </li></ul><ul><li>Predomínio de sintomas de desatenção é mais freqüente neste grupo e conjuntamente com o tipo combinado apresenta uma taxa mais elevada de comprometimento acadêmico. (Biedernan, 1998). </li></ul>
  14. 14. SINAIS E SINTOMAS: <ul><li>CRIANÇAS: </li></ul><ul><li>Falta de atenção, </li></ul><ul><li>Dificuldade de concentração, </li></ul><ul><li>Hiperatividade, </li></ul><ul><li>Dificuldade de participar de atividades de lazer, </li></ul><ul><li>Dificuldade de aguardar a sua vez, </li></ul><ul><li>Pode falar em demasia, </li></ul><ul><li>Agressividade, </li></ul><ul><li>Baixo rendimento escolar. </li></ul>
  15. 15. SINAIS E SINTOMAS: <ul><li>JOVENS: </li></ul><ul><li>Desatenção, </li></ul><ul><li>Comprometimento no desenvolvimento escolar, </li></ul><ul><li>Dificuldade de relacionamento interpessoal, </li></ul><ul><li>Introspectivo . </li></ul>
  16. 16. SINAIS E SINTOMAS: <ul><li>ADULTOS. </li></ul><ul><li>Dificuldades em manter-se num determinado relacionamento conjugal, </li></ul><ul><li>Mudança de emprego e área de atividade, </li></ul><ul><li>Decisões por impulsividade. </li></ul>
  17. 17. DIAGNÓSTICO: <ul><li>CRIANÇAS E JOVENS; </li></ul><ul><li>Dar atenção ao relato dos pais, e de educadores, </li></ul><ul><li>Dificuldade de organizar horários e atividades, </li></ul><ul><li>Facilmente distraído por estímulos alheios á tarefa, </li></ul><ul><li>Dificuldade de esperar sua vez em atividades de grupo, pode também falar em demasia, </li></ul><ul><li>Apresenta esquecimentos em atividades diárias, </li></ul><ul><li>Podem apresentar diversos relatos de discriminação, </li></ul><ul><li>Perder objetos e brinquedos. </li></ul>
  18. 18. DIAGNÓSTICO: <ul><li>ADULTOS; </li></ul><ul><li>Não relatam com propriedade seus sintomas e comprometimento funcionam pregressos por não se lembrarem. </li></ul><ul><li>Podem ser melhor avaliados nas entrevistas com seus companheiros, familiares ou empregadores. </li></ul>
  19. 19. CO-MORBIDADES. <ul><li>TDO 21%(Faraone e cols,1991), </li></ul><ul><li>TC 20%(Souza e cols,2001), </li></ul><ul><li>TC em meninas 20%(Biederman e cols,2001), </li></ul><ul><li>Depressão 15%(Anderson e cols,1987), </li></ul><ul><li>Depressão com abuso de álcool e drogas no jovens (AACAP,1998), </li></ul><ul><li>Transtorno do humor bipolar(Weinberf e cols,1989). </li></ul>
  20. 20. TRATAMENTO: <ul><li>Acompanhamento psicológico e/ou psiquiátrico, </li></ul><ul><li>Monitoração de pais e professores. </li></ul><ul><li>Drogas; </li></ul><ul><li>Déficit de atenção: Metilfenidato, Ritalina, </li></ul><ul><li>Depressão: Bupropiona, Fluoxetina, Sertralina. </li></ul>
  21. 21. BIBLIOGRAFIA. <ul><li>Princípios e práticas em TDAH, Rohde, Luis Augusto., Mattos, Paulo e cols. Artmed ed SA,2003. </li></ul><ul><li>Biederman, J et al, inpact of advessity on function asd comorbidity in childrenwitc attention deficit hyperactivity disorder. </li></ul><ul><li>ROHDE, L.A. et al. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade. Rev Bras, Psiquiatry.22, suppl.2,2000. </li></ul><ul><li>BARKLEY, R.ADHD and the nature of self control. New York: he guilford Press, 1997. </li></ul><ul><li>BARBOSA, G.;DIAS, M.R.;GAIÃO,A.A. Validacion factorial de los indices de hiperactividad del cuestionário de conners em escolares de joão pessoa- Brasil, infanto. </li></ul>

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