Diese Präsentation wurde erfolgreich gemeldet.
Wir verwenden Ihre LinkedIn Profilangaben und Informationen zu Ihren Aktivitäten, um Anzeigen zu personalisieren und Ihnen relevantere Inhalte anzuzeigen. Sie können Ihre Anzeigeneinstellungen jederzeit ändern.
Agente em Geriatria
Saúde da pessoa
idosa - cuidados
básicos (3538)
Objetivos
• Geral:
 Reconhecer alguns aspetos do envelhecimento da
população;
 Descrever as características do Agente em...
• Prestação de cuidados básicos
– Envelhecimento da população
– Promoção da qualidade de vida – metas da OMS
– Envelhecime...
Organização Mundial de Saúde (OMS)
• A Organização Mundial de Saúde é uma agência especializada subordinada
à Organização ...
SAÚDE
O que é saúde?
Como carateriza a sua saúde?
SAÚDE
“Um estado de completo bem-estar físico,
mental e social e não somente ausência de
afeções e enfermidades”. (OMS)
Saúde
• Social: valor coletivo.
• Física: não há saúde de órgãos porque a saúde
é total, é o todo. Órgãos funcionam como u...
Pessoa
Cuidados
de saúde
Ambiente
Teoria das Necessidades Humanas
Básicas
Alimentação, sono,
respiração, alimentação,
eliminação
vesical/intestinal, mover-s...
Qualidade de Vida
“Perceção do indivíduo da sua posição na vida
no contexto da cultura e sistema de valores
nos quais ele ...
Avaliação da
qualidade de vida
pela OMS
Promoção da Saúde
“Processo que visa aumentar a capacidade dos
indivíduos e das comunidades para controlarem a
sua saúde, ...
Melhoria da saúde
• Condições básicas e recursos fundamentais para a
saúde:
Paz,
Abrigo,
Educação,
Alimentação,
Recur...
Intervir em
Promoção
da Saúde
Reorientar
os serviços
de saúde
Desenvolver
competências
pessoais
Reforçar a
ação
comunitári...
A reter…
• Envelhecer com saúde, autonomia e independência, o
mais tempo possível
• Atitude preventiva e promotora da saúd...
Envelhecimento ativo
• “Processo de otimização das oportunidades para a
saúde, participação e segurança, para melhorar a
q...
Evolução da
população
Progressos
na
medicina
Alteração
do tipo de
doenças
Melhores
condições
de vida
Decréscimo
da taxa de...
Envelhecer … desafio europeu
• 1º Integração do envelhecimento: prevenção ativa em matéria de
saúde, adaptação da cidade à...
Envelhecimento da população
portuguesa
• Análise de documento:
INE – Dia Mundial da População: População
residente em Port...
Envelhecer…o que é?!
• Alguns o caracterizaram como uma diminuição geral
das capacidades da vida diária, outros o consider...
Envelhecer
• Processo de degradação progressiva e
diferencial, que afeta todos os seres vivos e o
seu termo natural é a mo...
Envelhecimento … do ponto de vista
físico
• Processo fisiológico, biológico, gradual,
previsível e inevitável próprio dos ...
Principais alterações fisiológicas do
envelhecimento
• Diminuição da atividade cerebral – conduz
diminuição de reflexos e ...
• Diminuição da função cardiorrespiratória - frequência
cardíaca diminui e diminui também o volume de
sangue que o coração...
• Alteração na pele – perde a capacidade de humidade, não
retém líquido ficando seca e escamosa, com pouca
elasticidade. M...
Envelhecimento psicológico
• Depende de fatores de ordem genética, patológica
(doenças e/ou lesões), de potencialidades in...
Adaptação a
Transformações físicas;
Deterioração física  perda de autonomia;
Redefinição de papéis;
Aproximação da mo...
Principais alterações psicológicas do
envelhecimento
• Declínio na manifestação da afetividade, dos interesses,
das ações,...
Envelhecimento “patológico”
• Envelhecimento resultante de alterações
consequentes de traumas e doenças que ocorrem no
cic...
Qualidade de vida na velhice
• Indicadores de bem-estar na velhice:
– longevidade;
– saúde biológica, saúde mental;
– sati...
• O aumento na expectativa de vida das pessoas
NÃO é acompanhado com melhorias da
qualidade de vida!

Preservar saúde e b...
Alterações do
envelhecimento
nas AVD’s
Expressar-se
sexualmente
Eliminação
Comunicar
Manter a
temperatura
corporal
Higiene...
O que é a Geriatria?!
• Ramos da Ciência Médica dedicado à análise e à procura de soluções para
todos os problemas que dig...
Quem é o agente de geriatria?
• Profissional que garante o equilíbrio pessoal e institucional no
relacionamento interpesso...
Família
Agente em
Geriatria
Pessoa Idosa
Equipa
agentes em
geriatria
Direção
Equipa
de saúde
Trabalho de equipa
O trabalho de equipa é uma
exigência e um desafio para todos os
profissionais e os não profissionais,
q...
O trabalho em equipa é condicionado por diversos pressupostos, de acordo com
a OMS válidos para as organizações de saúde:
...
Mãos ao trabalho…
• Características inerentes ao
Agente em Geriatria
– Relações humanas
– Cuidados a ter em consideração r...
“Faz aquilo em que acreditas e acredita
naquilo que fazes. Tudo o resto é perda de
energia e de tempo.”
Nisargadatta
Saber...
Humanização dos cuidados
• Impossibilidade da família atender às necessidades de
seus idosos, devido a condições socioecon...
Humanização dos cuidados
• Lar complementar e nunca substituir a ação da
família medidas e formas de prevenção e
intervenç...
Humanização dos cuidados
O Cuidador formal (agente em geriatria)
Pessoa capaz de saber e fazer o cuidado específico do
ido...
Humanização dos cuidados
• Componentes básicos do cuidado
Conhecimento
Alternância de ritmos
Paciência
Honestidade
Hu...
Humanização dos cuidados
Humanização dos cuidados
• Princípios orientadores da organização de espaço e
das dinâmicas do cuidado:
- Privacidade
- Es...
“Cuidar exige tensão emocional constante,
atenção permanente; grandes
responsabilidades espreitam o profissional a
cada ge...
Síndrome de Burnout
• Definida como uma das consequências mais
marcantes do stresse profissional, e
caracteriza-se pela ex...
Dimensões da Síndrome de Burnout
• Exaustão Emocional : caracteriza-se por uma falta ou
carência de energia e um sentiment...
Fontes de Burnout
• Carga excessiva no trabalho (trabalho mais intensivo,
mais complexo, exige mais tempo, cria exaustão
e...
Sinais e sintomas
• Esgotamento emocional, com diminuição e perda de recursos emocionais;
• Despersonalização ou desumaniz...
C
O
M
U
I
C
A
Ç
Ã
O
A arte de comunicar
• A comunicação é dos processos mais complexos e
importantes no nosso comportamento. Estão
presentes u...
A arte de comunicar
• É um ato de partilha que vai sempre gerar
mudanças, não se pode dizer que é sempre um
ato intenciona...
• Comunicação intrapessoal – influenciada pelo
conceito de valorização e dos valores e pelos
sentimentos. Quando estamos b...
• Envolve trocas verbais e não verbais de
informações, ideias, comportamentos,
relacionamentos.
Sistema
paralinguisti
-co
...
Tipos de Comunicação
VERBAL
NÃO
VERBAL
COMUNICAR
Elementos da comunicação
Fatores que influenciam a
comunicação
Fatores intrínsecos ao sujeito (a ansiedade,
dificuldade de expressão, compreensão o...
Comunicar a essência de Cuidar
• A comunicação utilizada durante o cuidar, é interpessoal,
estabelece-se entre o idoso e o...
Comunicar com um idoso
Processo
evolutivo
Intimidade
e
privacidade
Permissão
Fonte
direta
Ajudas
técnicas
Interpretações
P...
Comunicar com um idoso
• Agir de modo sereno e competente
• Chamar o Idoso pelo nome que mais gosta de ser tratado
• Ident...
COMO ESTIMULAR A
COMUNICAÇÃO
COMO AFASTAR A COMUNICAÇÃO
 Falar claramente e fazer-se
entender
 Usar palavras e expressõe...
BARREIRAS DE COMUNICAÇÃO O QUE FAZER?
 Problemas emocionais,
preocupação, stress
 Línguas diferentes
 Calão, gíria prof...
Comunicação em situações
extremas
Agente em geriatria 18.06.15
Agente em geriatria 18.06.15
Agente em geriatria 18.06.15
Agente em geriatria 18.06.15
Agente em geriatria 18.06.15
Nächste SlideShare
Wird geladen in …5
×

Agente em geriatria 18.06.15

3.405 Aufrufe

Veröffentlicht am

saude da pessoa idosa 3538

Veröffentlicht in: Gesundheit & Medizin
  • Als Erste(r) kommentieren

Agente em geriatria 18.06.15

  1. 1. Agente em Geriatria Saúde da pessoa idosa - cuidados básicos (3538)
  2. 2. Objetivos • Geral:  Reconhecer alguns aspetos do envelhecimento da população;  Descrever as características do Agente em Geriatria;  Descrever os processos de comunicação e observação;  Prestar cuidados que proporcionem conforto à pessoa idosa.
  3. 3. • Prestação de cuidados básicos – Envelhecimento da população – Promoção da qualidade de vida – metas da OMS – Envelhecimento físico e psicológico • Agente em Geriatria – Características inerentes ao Agente em Geriatria - Relações humanas - Cuidados a ter em consideração relativos - à higiene pessoal - à apresentação pessoal - à linguagem - à atitude • Processos de comunicação e observação – Características da comunicação e observação – Elementos do processo de comunicação – Princípios da observação – Jogos e simulações – Reflexão sobre a pessoa idosa • Conforto da pessoa idosa – Sono e repouso – Cama simples e cama articulada
  4. 4. Organização Mundial de Saúde (OMS) • A Organização Mundial de Saúde é uma agência especializada subordinada à Organização das Nações Unidas (ONU); fundada em Abril de 1948 com o objetivo de desenvolver o nível de saúde de todos os povos. • Composta por 193 Estados-membros. • Encarrega-se de questões e parcerias para o desenvolvimento da saúde, para estimular a pesquisa científica, estabelecer normas na área, prestar apoio técnico e de monitorar a situação da saúde no mundo; • Patrocina programas para prevenir e tratar doenças infeciosas, supervisiona a implementação do Regulamento Sanitário Internacional; • Tem sede em Genebra, na Suíça
  5. 5. SAÚDE O que é saúde? Como carateriza a sua saúde?
  6. 6. SAÚDE “Um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afeções e enfermidades”. (OMS)
  7. 7. Saúde • Social: valor coletivo. • Física: não há saúde de órgãos porque a saúde é total, é o todo. Órgãos funcionam como um todo. • Psicológica/mental: gestão de energias mentais - higiene mental.
  8. 8. Pessoa Cuidados de saúde Ambiente
  9. 9. Teoria das Necessidades Humanas Básicas Alimentação, sono, respiração, alimentação, eliminação vesical/intestinal, mover-se proteção contra a violência, proteção para saúde, recursos financeiros amizades, socialização, aceitação em novos grupos, intimidade sexual autoconfiança, reconhecimento, conquista, respeito dos outros, confiança. moralidade, criatividade, espontaneidade, autodesenvolvimento, prestígio.
  10. 10. Qualidade de Vida “Perceção do indivíduo da sua posição na vida no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações” (OMS)
  11. 11. Avaliação da qualidade de vida pela OMS
  12. 12. Promoção da Saúde “Processo que visa aumentar a capacidade dos indivíduos e das comunidades para controlarem a sua saúde, no sentido de a melhorar. (…) devem estar aptos a identificar e realizar as suas aspirações, a satisfazer as suas necessidades e a modificar ou adaptar-se ao meio. Assim, a saúde é entendida como um recurso para a vida e não como uma finalidade de vida”. (OMS)
  13. 13. Melhoria da saúde • Condições básicas e recursos fundamentais para a saúde: Paz, Abrigo, Educação, Alimentação, Recursos económicos, Ecossistema estável, Recursos sustentáveis, Justiça social, Equidade.
  14. 14. Intervir em Promoção da Saúde Reorientar os serviços de saúde Desenvolver competências pessoais Reforçar a ação comunitária Criar ambientes favoráveis Construir politicas saudáveis
  15. 15. A reter… • Envelhecer com saúde, autonomia e independência, o mais tempo possível • Atitude preventiva e promotora da saúde e da autonomia: estilos de vida saudáveis. • Reduzir as incapacidades – atitude de recuperação global e adequada às necessidades individuais e familiares.
  16. 16. Envelhecimento ativo • “Processo de otimização das oportunidades para a saúde, participação e segurança, para melhorar a qualidade de vida das pessoas que envelhecem.” (OMS) • A palavra “ativo” refere-se à participação contínua nas questões sociais, económicas, culturais, espirituais e civis, e não apenas à capacidade de o indivíduo estar fisicamente ativo ou de fazer parte da força de trabalho.
  17. 17. Evolução da população Progressos na medicina Alteração do tipo de doenças Melhores condições de vida Decréscimo da taxa de natalidade Envelhecimento da população acelerado EMV 
  18. 18. Envelhecer … desafio europeu • 1º Integração do envelhecimento: prevenção ativa em matéria de saúde, adaptação da cidade às pessoas idosas, um acesso mais fácil à Internet e o aumento da sua participação no mundo associativo. • 2º A desigualdade de género no domínio dos rendimentos dos reformados. As mulheres europeias vivem mais tempo, ganham menos do que os homens e trabalham mais na economia informal. Deve, ser autorizadas licenças parentais para o pai e a mãe bem como uma fiscalidade que incentive o trabalho feminino, tendo em vista alcançar a igualdade entre os sexos no que se refere às pensões. • 3º Desenvolvimento do consumo das pessoas idosas: a adaptação dos produtos e serviços às pessoas com mais de 65 anos. • 4º Acesso dos reformados à vida social: soluções que visem simplificar os procedimentos administrativos, taxas preferenciais para os exames médicos e ajuda nas tarefas quotidianas.”
  19. 19. Envelhecimento da população portuguesa • Análise de documento: INE – Dia Mundial da População: População residente em Portugal com tendência para diminuição e envelhecimento
  20. 20. Envelhecer…o que é?! • Alguns o caracterizaram como uma diminuição geral das capacidades da vida diária, outros o consideram como um período de crescente vulnerabilidade e de cada vez maior dependência no seio familiar. Outros, ainda, veneram a velhice como o ponto mais alto da sabedoria, bom senso e serenidade. Cada uma destas atitudes corresponde a uma verdade parcial, mas nenhuma representa a verdade total.
  21. 21. Envelhecer • Processo de degradação progressiva e diferencial, que afeta todos os seres vivos e o seu termo natural é a morte do organismo. Fase de crescimento e desenvolvimento Fase reprodutiva Fase da senescência ou envelhecimento fisiológico
  22. 22. Envelhecimento … do ponto de vista físico • Processo fisiológico, biológico, gradual, previsível e inevitável próprio dos seres vivos, que envolve maturação e evolução, é determinado geneticamente e modificado ambientalmente. • Percurso lento e contínuo que leva a uma diminuição progressiva da reserva funcional dos diferentes órgãos.
  23. 23. Principais alterações fisiológicas do envelhecimento • Diminuição da atividade cerebral – conduz diminuição de reflexos e sensibilidade, diminui a capacidade intelectual com alterações na atenção. • Diminuição da estatura – devido à compressão das vértebras e o achatamento dos discos vertebrais ocorre a perda de 1 cm por década a partir dos 40 anos de idade. • Perda de equilíbrio - devido às mudanças motoras (alterações da coluna vertebral e joelhos) perda de massa óssea e muscular.
  24. 24. • Diminuição da função cardiorrespiratória - frequência cardíaca diminui e diminui também o volume de sangue que o coração bombeia. Os pulmões também diminuem de tamanho e peso o que diminui a sua capacidade de troca de oxigênio pelo que há também uma maior predisposição de indivíduos idosos ao acúmulo de secreções. • Alterações gastrointestinais – diminuição das papilas gustativas; Perda de peças dentárias; Diminuição de movimentos peristálticos; menor produção de insulina; Intestino esvazia mais lentamente. • Diminuição da massa muscular, óssea e hídrica – imobilidade, quedas, fraturas e desidratação. • Cabelos e unhas frágeis – os cabelos ficam mais finos devido à diminuição da atividade dos folículos pilosos que com o tempo não substituem os pelos com eficiência. As unhas ficam quebradiças e espessas devido à diminuição de acesso vascular.
  25. 25. • Alteração na pele – perde a capacidade de humidade, não retém líquido ficando seca e escamosa, com pouca elasticidade. Mais frágil e com maior probabilidade de lesões, bem como apresenta maior dificuldade de cicatrização. • Alteração na visão – diminuição da acuidade visual, diminuição do campo visual periférico, diminuição da adaptação clara/escuro, diminuição da noção de profundidade e diminuição da identificação de cores. • Alterações na audição – diminuição na perceção e discriminação de sons da fala e ambiente. • Alterações do paladar – diminuição da sensação degustativa, diminuição do interesse pela comida e diminuição na perceção de odores. • Alterações no tato – diminuição da sensibilidade da palma das mãos e na sola dos pés e diminuição da perceção de estímulos nocivos.
  26. 26. Envelhecimento psicológico • Depende de fatores de ordem genética, patológica (doenças e/ou lesões), de potencialidades individuais (processamento de informação, memória, desempenho cognitivo, entre outras), com interferência do meio ambiente e do contexto sociocultural. • Perceber a importância das formas de compensação, que cada um de nós utiliza/prepara, para fazer face às perdas associadas ao envelhecimento.
  27. 27. Adaptação a Transformações físicas; Deterioração física  perda de autonomia; Redefinição de papéis; Aproximação da morte. Envelhecimento psicológico
  28. 28. Principais alterações psicológicas do envelhecimento • Declínio na manifestação da afetividade, dos interesses, das ações, das emoções e dos desejos; • Prejuízo da memória de fixação, como, por exemplo, esquecer nomes de pessoas, coisas, ou mesmo onde colocou determinados objetos; • Acentuação das características da personalidade. Traços do tipo, por exemplo: rigidez, egocentrismo, desconfiança, irritabilidade, avareza, dogmatismo, autoritarismo, que tenham existido na juventude, tendem a exacerbar-se; • Dificuldade na assimilação ou mesmo aversão a ideias, coisas e situações novas; • Apego maior aos valores já conhecidos e convencionados, aos costumes e às normas já instituídas; • Depressão/ alteração de humor;
  29. 29. Envelhecimento “patológico” • Envelhecimento resultante de alterações consequentes de traumas e doenças que ocorrem no ciclo vital
  30. 30. Qualidade de vida na velhice • Indicadores de bem-estar na velhice: – longevidade; – saúde biológica, saúde mental; – satisfação; – controle cognitivo, – competência social; – produtividade; – atividade; – status social; – continuidade de papéis familiares e ocupacionais e continuidade de relações informais
  31. 31. • O aumento na expectativa de vida das pessoas NÃO é acompanhado com melhorias da qualidade de vida!  Preservar saúde e bem-estar global  ENVELHECER COM DIGNIDADE
  32. 32. Alterações do envelhecimento nas AVD’s Expressar-se sexualmente Eliminação Comunicar Manter a temperatura corporal Higiene e vestir-se Comer e Beber Manter ambiente seguro Respirar Trabalhar e divertir-se Sono e repouso Mover-se
  33. 33. O que é a Geriatria?! • Ramos da Ciência Médica dedicado à análise e à procura de soluções para todos os problemas que digam respeito à Saúde das Pessoas Idosas, de o modo a preservá-la e a prevenir o aparecimento da Doença. • Quando perante a doença, o objetivo da Geriatria é descobri-la o mais cedo possível, tratá-la precocemente e reduzir ao mínimo as suas consequências. • Quando não é possível a cura ou a reabilitação, e o Envelhecimento e a Doença seguem o seu curso inevitável e inexorável, a Geriatria presta os melhores cuidados paliativos e nas fases terminais da Vida.
  34. 34. Quem é o agente de geriatria? • Profissional que garante o equilíbrio pessoal e institucional no relacionamento interpessoal do dia a dia com pessoas idosas e outros profissionais e complementa o cuidado da pessoa idosa nas suas vertentes física, mental e social. • Atividades Principais – Reconhecer o quadro conceptual básico que caracteriza o envelhecimento na sociedade atual e diferentes contextos sociais. – Cuidar e vigiar pessoas idosas, selecionando e realizando atividades de animação/ocupação com os mesmos, no seu próprio domicílio e em contexto institucional. – Zelar pelo bem-estar da pessoa idosa, pelo cumprimento das prescrições de saúde e dos cuidados de alimentação e higiene no seu domicílio e em contexto institucional. (http://cdp.portodigital.pt)
  35. 35. Família Agente em Geriatria Pessoa Idosa Equipa agentes em geriatria Direção Equipa de saúde
  36. 36. Trabalho de equipa O trabalho de equipa é uma exigência e um desafio para todos os profissionais e os não profissionais, que estão empenhados na cooperação intersectorial em saúde. Deve ser considerada com uma experiencia inovadora, suscetível de afetar positivamente tanto a satisfação dos utentes como a satisfação dos profissionais. https://www.youtube.com/watch?v=TK6ZJUGdm5g
  37. 37. O trabalho em equipa é condicionado por diversos pressupostos, de acordo com a OMS válidos para as organizações de saúde: - Partilha de objetivos comuns, em que cada membro da equipa deve ter uma definição clara e precisa da missão da equipa; - Compreensão e aceitação dos papeis e funções de cada um. Neste caso, um grupo só está em condições de trabalhar em conjunto, como uma equipa depois de todos os seus membros conhecerem e aceitarem os papeis uns dos outros, ou seja, quem deve fazer o quê para que a equipa atinja os seus objetivos ou metas; -Existência de recursos humanos e materiais suficientes; -Cooperação ativa e confiança mútua, onde as pessoas se exprimam livremente e sem receio. -Liderança adequada e eficaz, com uma rede de comunicação circular, aberta e multidireccional. O líder deve emergir do grupo e não ser imposto. Trabalhar equipa implica uma comunicação aberta e multidireccional; - Mecanismos de feedback e de avaliação. As atitudes e comportamentos terão que ser necessariamente avaliadas, pois só assim se conseguirá obter um funcionamento de uma equipa e assegurar a sua direção.
  38. 38. Mãos ao trabalho… • Características inerentes ao Agente em Geriatria – Relações humanas – Cuidados a ter em consideração relativos • à higiene pessoal • à apresentação pessoal • à linguagem • à atitude
  39. 39. “Faz aquilo em que acreditas e acredita naquilo que fazes. Tudo o resto é perda de energia e de tempo.” Nisargadatta Saber Ser Saber Estar Saber Fazer
  40. 40. Humanização dos cuidados • Impossibilidade da família atender às necessidades de seus idosos, devido a condições socioeconómicas, que não lhes permitem manter o seu ente no lar junto com a família, quer por exigências e incompatibilidades das sociedades atuais no que se refere à organização laboral e da família, quer pela falta de políticas públicas, que visem apoiar os idosos e seus familiares no cumprimento de seu papel. • Institucionalização do idoso em lares/residências
  41. 41. Humanização dos cuidados • Lar complementar e nunca substituir a ação da família medidas e formas de prevenção e intervenção que permitam proporcionar uma prestação de cuidados ao idoso que tenha em conta a sua individualidade e as suas necessidades. • “Cuidar do Outro pressupõe atenção à sua individualidade e suas necessidades. A dimensão do cuidado está fundada na “arqueologia” do ser-com-o-outro. O cuidado torna-se presente na e através da relação que o encontro inter- humano proporciona entre os seus intervenientes, entre o cuidador e a pessoa cuidada.” (FRAGOSO, Vitor; 2008)
  42. 42. Humanização dos cuidados O Cuidador formal (agente em geriatria) Pessoa capaz de saber e fazer o cuidado específico do idoso: capacidade para compreender, responder e relacionar-se Promoção do auto-cuidado do idoso.
  43. 43. Humanização dos cuidados • Componentes básicos do cuidado Conhecimento Alternância de ritmos Paciência Honestidade Humildade Confiança Esperança Coragem
  44. 44. Humanização dos cuidados
  45. 45. Humanização dos cuidados • Princípios orientadores da organização de espaço e das dinâmicas do cuidado: - Privacidade - Escolha, controlo e autonomia - Orientação espacial - Segurança - Funcionalidade - Estimulação -Aspetos sensoriais - Familiaridade - Estética e aparência - Personalização - Adaptabilidade
  46. 46. “Cuidar exige tensão emocional constante, atenção permanente; grandes responsabilidades espreitam o profissional a cada gesto no trabalho.” Maslach, 2003
  47. 47. Síndrome de Burnout • Definida como uma das consequências mais marcantes do stresse profissional, e caracteriza-se pela exaustão emocional, sobretudo em profissões com elevados níveis de contato interpessoal. • Landeiro (2011) descreve a Síndrome de Burnout como: “... um estado de esgotamento, traduzido por fadiga física e mental, caracterizado por um conjunto de estratégias adotadas pelos indivíduos – como afastamento e desumanização – alternando o seu comportamento no local de trabalho.”
  48. 48. Dimensões da Síndrome de Burnout • Exaustão Emocional : caracteriza-se por uma falta ou carência de energia e um sentimento de esgotamento emocional. • Despersonalização: o profissional passa a tratar os utentes, os colegas e a organização de uma forma distante e impessoal. • Sentimento de incompetência: tendência do trabalhador se avaliar de uma forma negativa, sentindo-se insatisfeito com o seu desenvolvimento profissional
  49. 49. Fontes de Burnout • Carga excessiva no trabalho (trabalho mais intensivo, mais complexo, exige mais tempo, cria exaustão emocional criativa e física); • Falta de controlo; • Baixos salários; • Falha na equidade e justiça; • Fadiga; • Fragmentação das relações interpessoais, trabalha-se isoladamente; • Conflito de valores.
  50. 50. Sinais e sintomas • Esgotamento emocional, com diminuição e perda de recursos emocionais; • Despersonalização ou desumanização, que consiste no desenvolvimento de atitudes negativas, de insensibilidade ou de cinismo para com outras pessoas no trabalho ou no serviço prestado; • Sintomas físicos de stress, tais como cansaço, mal-estar geral, fadiga crónica, úlceras digestivas, dores de cabeça, perda de peso, etc.; • Manifestações emocionais do tipo: falta de realização pessoal; irritabilidade, inquietude, dificuldade para a concentração, baixa tolerância à frustração, comportamentos paranoides e/ou agressivos para com os clientes, pares e para com a própria família; • Manifestações comportamentais: probabilidade de condutas aditivas: consumo aumentado de café, álcool, fármacos e drogas ilegais, (…) MEDITAÇÃO E RELAXAMENTO AJUDA ESPECIALIZADA https://www.youtube.com/watch?v=T6hJtX2JwkM
  51. 51. C O M U I C A Ç Ã O
  52. 52. A arte de comunicar • A comunicação é dos processos mais complexos e importantes no nosso comportamento. Estão presentes umas variedades de eventos psicológicos e sociais envolvendo uma interação simbólica. Estes eventos ocorrem dentro e entre pessoas e em contextos vários. (interpessoais, grupos, organizacionais…)
  53. 53. A arte de comunicar • É um ato de partilha que vai sempre gerar mudanças, não se pode dizer que é sempre um ato intencional, consciente ou bem sucedido. “A atividade ou inatividade, palavras ou silêncios, tudo possui um valor de mensagem, influenciam alguém, estes sua vez não podem ficar indiferentes a essa comunicação logo também estão a comunicar.”(Watzlawick)
  54. 54. • Comunicação intrapessoal – influenciada pelo conceito de valorização e dos valores e pelos sentimentos. Quando estamos bem connosco, melhor podemos comunicar com os outros. • Comunicação interpessoal – realizada entre duas pessoas (face a face).
  55. 55. • Envolve trocas verbais e não verbais de informações, ideias, comportamentos, relacionamentos. Sistema paralinguisti -co Sistema cinésico Sistema verbal ou intonacional
  56. 56. Tipos de Comunicação VERBAL NÃO VERBAL COMUNICAR
  57. 57. Elementos da comunicação
  58. 58. Fatores que influenciam a comunicação Fatores intrínsecos ao sujeito (a ansiedade, dificuldade de expressão, compreensão ou articulação) Quantidade de ruído Velocidade de desenvolvimento da fala Conhecimentos Diversidade cultural, social, religiosa
  59. 59. Comunicar a essência de Cuidar • A comunicação utilizada durante o cuidar, é interpessoal, estabelece-se entre o idoso e o cuidador. Este deve ter habilidade para prestar atenção, o que pressupõe uma atitude de compreensão e ajuda ao seu semelhante para a satisfação das suas necessidades. A comunicação tem um papel fundamental na interação com os idosos, sendo importante quando se procura estabelecer uma relação de ajuda e confiança, enquanto cuidadores.
  60. 60. Comunicar com um idoso Processo evolutivo Intimidade e privacidade Permissão Fonte direta Ajudas técnicas Interpretações Postura, discurso, atenção Observar Escuta ativa
  61. 61. Comunicar com um idoso • Agir de modo sereno e competente • Chamar o Idoso pelo nome que mais gosta de ser tratado • Identificar-se pelo nome e especialidade • Não empregar linguagem infantil • Respeitar a individualidade dos Idosos • Estar disponível para escutar • Incentivar as suas próprias decisões • A conversa deverá ser sem pressa e sem pressões, com tempo suficiente para obter respostas • Responder às perguntas de forma simples, breve e lentamente • Manter o contacto visual e táctil com o Idoso • Não elevar a voz, a menos que apresente diminuição da audição
  62. 62. COMO ESTIMULAR A COMUNICAÇÃO COMO AFASTAR A COMUNICAÇÃO  Falar claramente e fazer-se entender  Usar palavras e expressões compreensíveis por todos  Falar com volume e rapidez adequados  Usar um tom de voz adequado  Usar linguagem corporal que demonstre interesse e atenção  Usar formas de comunicação apropriadas às pessoas (ex. escrita, imagens)  Ajudar as pessoas a comunicar entre si  Respeitar as condições, preferências e expectativas dos utentes ao comunicar com eles  Murmurar, resmungar, balbuciar  Usar termos técnicos, gírias e calão  Falar muito depressa, muito baixo ou muito alto  Falar sem ter em atenção o momento emocional do utente  Ter um ar maçado e ansioso por ir embora  Usar meios de comunicação que não se dominam  Não promover a comunicação entre as pessoas  Falar com todos da mesma forma, sem atender ao género, idade e história da pessoa
  63. 63. BARREIRAS DE COMUNICAÇÃO O QUE FAZER?  Problemas emocionais, preocupação, stress  Línguas diferentes  Calão, gíria profissional  Ambiente incómodo e dificuldades de visão e/ ou audição  Ser sereno, paciente, mostrar compreensão e solidariedade, saber ouvir  Usar um tradutor ou intérprete ou aprender a comunicar na língua do residente  Explicar o significado das palavras ou usar alternativas mais compreensíveis  Tentar melhorar o ambiente e assegurar-se de que os aparelhos auditivos e óculos estão em bom estado
  64. 64. Comunicação em situações extremas

×