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PRINCIPIOS E PRÁTICA DE COOPERATIVISMO, de Luís António Pardal (1977)

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«Ao longo das páginas que se seguem não é feito um estudo profundo do cooperativismo. A nossa preocupação principal consistiu em fornecer aos trabalhadores, e a outros eventuais interessados, um quadro simples, mas objectivo, da realidade do movimento cooperativo. Não visamos com isso trazer apenas dados teóricos sobre o associativismo cooperativo, e sim contribuir, de alguma maneira, para a própria dinamização desse movimento.
Quer isso dizer que não estamos preocupados com a formação de professores de cooperativismo e sim com o incentivo à militância no mesmo. Ao fazermos uma tal afirmação, baseamo-nos na própria experiência de outros que, militando nesse movimento, colaboraram, em conjunto com outras associações das classes trabalhadoras, na luta contra a exploração do homem pelo homem.
Na primeira parte do nosso estudo fornecemos ao leitor um esboço histórico sobre o movimento cooperativo e os princípios básicos que o regem, bem como os seus objectivos.
Na segunda parte focalizamos dois casos concretos de funcionamento, não apenas referindo países diferentes, como também sob diferentes sistemas. Tomámos, para o efeito, o Reino Unido, berço do moderno cooperativismo, e a União Soviética, centro mais poderoso desse movimento.
Por fim, o nosso estudo aborda o movimento cooperativo em Portugal. Fornecemos alguns elementos da infância do associativismo cooperativo, sua evolução durante as últimas décadas da monarquia e durante a I República, bem como a sua quase liquidação durante o fascismo. Mas é ao período posterior a 25 de Abril de 1974 que dedicamos mais espaço e mais atenção. E de outra maneira não podia ser. Não apenas pelos números e vigor do associativismo, como também pelo sentido que o cooperativismo passou desde então a ter entre nós.»"

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MODELO COOPERATIVO FAMILIAR

"Tudo que o homem não conhece não existe para ele. Por isso o mundo tem, para cada um, o tamanho que abrange o seu conhecimento."
(Carlos Bernardo González Pecotche)

"Um povo ignorante é um instrumento cego da sua própria destruição."
(Simón Bolivar)

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