Diese Präsentation wurde erfolgreich gemeldet.
Wir verwenden Ihre LinkedIn Profilangaben und Informationen zu Ihren Aktivitäten, um Anzeigen zu personalisieren und Ihnen relevantere Inhalte anzuzeigen. Sie können Ihre Anzeigeneinstellungen jederzeit ändern.

Relendo as Mídias à Luz da Colaboração e da Experiência do Consumidor

500 Aufrufe

Veröffentlicht am

O conjunto de inovações, rupturas e mudanças observadas na última década não afetou somente a maneira pela qual as empresas realizam seus negócios, mas, principalmente, as expectativas, demandas e atitudes de seus consumidores.

Consumidores querem ser cada vez mais “ativos”, “barulhentos” e “conectados socialmente” às propostas de valor, atributos, causas, produtos, propostas e pessoas com as quais têm alguma natureza de interesse.

Veröffentlicht in: Business, Technologie, Sport
  • Als Erste(r) kommentieren

  • Gehören Sie zu den Ersten, denen das gefällt!

Relendo as Mídias à Luz da Colaboração e da Experiência do Consumidor

  1. 1. Relendo as Mídias à Luz da Colaboração e da Experiência do Consumidor O conjunto de inovações, rupturas e mudanças observadas na última década não afetou somente a maneira pela qual as empresas realizam seus negócios, mas, principalmente, as expectativas, demandas e atitudes de seus consumidores. Consumidores querem ser cada vez mais “ativos”, “barulhentos” e “conectados socialmente” às propostas de valor, atributos, causas, produtos, propostas e pessoas com as quais têm alguma natureza de interesse. A maneira usual de as empresas lidarem com a s diversas mídias existentes tem sido a de classificá-las em termos de sua funcionalidade, arquitetura ou objeto. Dessa maneira fala-se de mídias on/off-line, mídias sociais, mobile, etc. A limitação dessa abordagem se dá pela incapacidade de os próprios consumidores-usuários reconhecerem essas mídias como tal. O fenômeno da convergência, associado às novas expectativas dos consumidores, reforça os questionamentos a essa classificação e às suas fronteiras claramente delimitadas, entre online x offline ou digital x analógico, por exemplo. Alinhado a isso, talvez seja o momento de se redefinir e questionar novamente as mídias, para tentarmos também compreendê-las a partir das possibilidades de colaboração e vínculos emocionais (experiências) que elas podem exercer sobre os consumidores. Analisemos dois cases de empresas que ousaram questionar os limites e as classificações de mídias em suas ações e as reconsideraram sob um viés de colaboração e experiência. Colaborativas – Projeto Fiat Mio
  2. 2. O Fiat Mio prevê a utilização de várias mídias online (Facebook, Twitter, Orkut e Blog) em um projeto de co-criação com usuários e internautas. O projeto já resultou na criação de 2 protótipos apresentados em vários salões de automóveis ao redor do mundo. Ao todo já foram mais de 20 mil sugestões de internautas de 150 países - 60% do Brasil. A Fiat selecionou as melhores idéias e vem desenvolvendo os modelos. Segundo executivos da montadora, os internautas também poderão participar da estratégia de marketing do lançamento do carro e até da escolha do nome e do slogan dos protótipos. Agora, imaginemos: 20 mil sugestões oriundas de 150 países. Os resultados de um projeto como esse vão além de qualquer análise simplista sobre indicadores de campanhas e devem ser considerados em termos de share of attention, share of mind, share of heart e, claro, share of pocket. Sugestão de Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=30MvxOoT2eM&feature=channel O sucesso da Fiat se fundamentou em associar as possibilidades de algumas mídias com as novas expectativas de participação e engajamento de usuários-consumidores para, com isso, desenvolver projetos verdadeiramente colaborativos e capazes de colher os benefícios de uma enorme variedade de sugestões. Experiências – MasterCard “Não tem preço”
  3. 3. A MasterCard foi perspicaz em compreender que atualmente campanhas de sucesso devem estar baseadas em dois princípios: inicialmente, deve ser baseada em uma verdade autêntica para o consumidor; além disso, deve ser suportada por mídias que ilustrem e alavanquem os valores de seu tempo. Nesse caso, a empresa compreendeu que o entendimento sobre consumo havia mudado de um viés materialista para um viés baseado em experiências reais e de relacionamento. Logo, a grande “sacada” foi reformatar sua tradicional campanha e a seleção de canais à luz destes princípios e com o objetivo adicional de criar vínculos emocionais entre marcas e clientes. Ao pedirem para os consumidores contarem sua “história que não tem preço”, a MasterCard uniu os momentos especiais da vida de pessoas comuns ao famoso slogan do cartão: “Existem coisas que o dinheiro não compra. Para todas as outras existe MasterCard”. As histórias mais interessantes também foram transformadas em comerciais de TV. Blogs e várias redes sociais – muitas das quais fora da influência de controle e propriedade da empresa – serviram como espaço permanente para o compartilhamento de emoções, um lugar para humanizar as relações de consumo, tornando mais íntima a conexão entre empresa e cada cliente. O Site é um bom exemplo disso, já que recebeu mais de 5 milhões de visitantes únicos, 40 milhões de page views e 70 mil histórias contadas pelos usuários. Breves Conclusões Tivemos como objetivo para esse artigo levantar questionamentos e dúvidas sobre a maneira pela qual as empresas encaram a variedade de mídias existentes. De imediato, mídias são utilizadas com três finalidades claras: Branding/Comunicação, Vendas e Relacionamento (Modelo BVR, criado pela DOM Strategy Partners). Benefícios oriundos da Colaboração e do Envolvimento Emocional de consumidores com suas marcas são, há muito, conhecidos. O recente fenômeno de Web 2.0 e a convergência, associados às novas expectativas, demandas e atitudes de consumidores, têm permitido a
  4. 4. algumas empresas maximizarem o valor do BVR e incorporarem Colaboração e Experiências em seu menu de objetivos. Ou seja, este processo de releitura de mídias, a partir de suas finalidades, gera importantes repercussões, pois pode potencializar processos de trabalho coletivos e construir vínculos emocionais mais verídicos entre consumidores-usuários e empresas. Quer saber mais? Acesse: www.e-consultingcorp.com.br Thiago de Assis Silva ............................................................ Contacte-me Linkedin Slideshare Twitter

×