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Língua Portuguesa  Trabalho realizado por Sofia Vale
O Infante  <ul><li>Deus quer, o homem sonha, a obra nasce. Deus quis que a terra fosse toda uma, Que o mar unisse, já não ...
Analise formal <ul><li>Em termos formais, aferimos que o poema é constituído por três estrofes, de quatro  versos  (quadra...
Interpretação  <ul><li>O poema inicia-se por uma frase marcante “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.” Uma simples fras...
Proposição <ul><li>As armas e os barões assinalados </li></ul><ul><li>Que, da Ocidental praia Lusitana, </li></ul><ul><li>...
Proposição (cont.) <ul><li>Cessem do sábio Grego e do Troiano </li></ul><ul><li>As navegações grandes que fizeram; </li></...
Analise formal <ul><li>A Proposição é composta por três estrofes, cada uma com oito  versos  – oitavas, sujeitas ao  esque...
Interpretação   <ul><li>Ao longo da proposição é dado uma pequena introdução ao grande feito dos portugueses. Camões eleva...
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Portuês

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Portuês

  1. 1. Língua Portuguesa Trabalho realizado por Sofia Vale
  2. 2. O Infante <ul><li>Deus quer, o homem sonha, a obra nasce. Deus quis que a terra fosse toda uma, Que o mar unisse, já não separasse. Sagrou-te, e foste desvendando a espuma, </li></ul><ul><li>E a orla branca foi de ilha em continente, Clareou, correndo, até ao fim do mundo, E viu-se a terra inteira, de repente, Surgir, redonda, do azul profundo. </li></ul><ul><li>Quem te sagrou criou-te português. Do mar e nós em ti nos deu sinal. Cum/priu-/se o /Mar/, e o/ Im/pé/rio/ se/ des/fez. Senhor, falta cumprir-se Portugal! </li></ul>Quadra Rima cruzada decassílabos
  3. 3. Analise formal <ul><li>Em termos formais, aferimos que o poema é constituído por três estrofes, de quatro versos (quadras). </li></ul><ul><li>Os versos são decassílabos heróicos quanto á métrica , ou seja, o poema e formado por dez sílabas métricas em cada estrofe e apresenta obrigatoriamente sílabas tónicas nas posições 6 e 10. </li></ul><ul><li>A rima é sempre cruzada, segundo o esquema rimático abab, cdcd, efef, permitindo que certas palavras-chave do poema fiquem em posição de destaque, no fim dos versos. </li></ul>
  4. 4. Interpretação <ul><li>O poema inicia-se por uma frase marcante “Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.” Uma simples frase pela qual podemos compreender o assunto exposto ao longo do poema – o feito do povo português. </li></ul><ul><li>Os primeiros três versos tratam a parte inicial do primeiro verso “Deus quer” e ao longo destes é referida a vontade de Deus. O ultimo verso “Sagrou-te, e foste desvendando a espuma,” refere-se a segunda parte do primeiro verso “o homem sonha”. O resto do poema alude á terceira parte “a obra nasce” descrevendo o grandioso feito. </li></ul>
  5. 5. Proposição <ul><li>As armas e os barões assinalados </li></ul><ul><li>Que, da Ocidental praia Lusitana, </li></ul><ul><li>Por mares nunca dantes navegados </li></ul><ul><li>Passaram ainda além da Taprobana, </li></ul><ul><li>E em perigos e guerras esforçados, </li></ul><ul><li>Mais do que prometia a força humana, </li></ul><ul><li>E entre gente remota edificaram </li></ul><ul><li>Novo Reino, que tanto sublimaram; </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>. </li></ul><ul><li>  </li></ul>E também as memórias gloriosas Daqueles Reis que foram dilatando A Fé, o Império, e as terras viciosas De África e de Ásia andaram devastando, E aqueles que por obras valerosas Se vão da lei da Morte libertando: Cantando espalharei por toda parte, Se a/ tan/to/ me a/ju/dar/ o en/ge/nho/ e ar/te Oitavas decassílabos
  6. 6. Proposição (cont.) <ul><li>Cessem do sábio Grego e do Troiano </li></ul><ul><li>As navegações grandes que fizeram; </li></ul><ul><li>Cale-se de Alexandre e de Trajano </li></ul><ul><li>A fama das vitórias que tiveram; </li></ul><ul><li>Que eu canto o peito ilustre Lusitano, </li></ul><ul><li>A quem Neptuno e Marte obedeceram. </li></ul><ul><li>Cesse tudo o que a Musa antiga canta, </li></ul><ul><li>Que outro valor mais alto se alevanta. </li></ul>cruzada emparelhada
  7. 7. Analise formal <ul><li>A Proposição é composta por três estrofes, cada uma com oito versos – oitavas, sujeitas ao esquema rimático AB AB AB CC (cruzada e emparelhada). </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Todos os versos são decassílabos, visto que tem dez sílabas métricas . </li></ul>
  8. 8. Interpretação <ul><li>Ao longo da proposição é dado uma pequena introdução ao grande feito dos portugueses. Camões eleva-o acima de todos os outros, e realça o povo português “Mais do que prometia a força humana” “Cesse tudo o que a musa antiga canta, / que outro valor mais alto se alevanta.” </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Na 3ª estrofe Camões faz uso do imperativo (na 1ª e 2ª estrofe usa o presente do conjuntivo) para inferiorizar os antigos feitos e realçar o grandioso feito português. </li></ul>

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