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Datacenter - Apresentação

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Apresentação sobre Data centers, níveis, modelos, ministrado em treinamento.

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Datacenter - Apresentação

  1. 1. Infraestrutura - DATACENTER Ruy Mendonça rmvirtualiza@gmail.com
  2. 2. Agenda  O que é um Datacenter ?  O que eles fazem ?  Tipos de Data Center  Categorias principais de Data Centers  Por que investir em um Datacenter  Critérios para seleção do local  Recomendações para edificações de Datacenters Sustentáveis  Tendências em Data centers  Infraestrutura de Rede  Segurança Física  Refrigeração e Energia  Tipos de Data Center  Modelos de utilização  Data Center sustentável pode ajudar a reduzir custos nas empresas  Convergência é o futuro das tecnologias de Cloud e Data Center
  3. 3. O que é um Datacenter ?  Com o avanço tecnológico e o grande fluxo de dados, as empresas estão investindo cada vez mais na área de Tecnologia da Informação (TI) [6]. Em busca de garantir a proteção dos dados e maior disponibilidade de recursos, houve a necessidade de melhorar ou construir Data Centers.  O Data Center é uma estrutura física sendo, sala ou edifício que foi projetado para abrigar uma variedade de recursos que fornecem armazenamento e gerenciamento de equipamentos de rede, servidores e telecomunicação [1].
  4. 4. O que é um Datacenter ?  São locais onde ficam centralizados todos os equipamentos de processamento e armazenamento de dados com segurança.  Data Center, ou Centro de Processamento de Dados, é um ambiente projetado para concentrar servidores, equipamentos de processamento e armazenamento de dados, e sistemas de ativos de rede, como switches, roteadores, e outros  Um Data Center é uma modalidade de serviço de valor agregado que oferece recursos de processamento e armazenamento de dados em larga escala para que organizações de qualquer porte e mesmo profissionais liberais possam ter ao seu alcance uma estrutura de grande capacidade e flexibilidade, alta segurança, e igualmente capacitada do ponto de vista de hardware e software para processar e armazenar informações.
  5. 5. O que eles fazem ?  Os Data centers são responsáveis por toda a infraestrutura de Tecnologia da Informação na maioria das empresas. Ajudam os negócios a “rodarem’ de forma eficiente. Mas para manter as coisas sob controle exigem o perfeito funcionamento dos vários subsistemas que o formam incluindo o de controle de temperatura e umidade, evitando assim o superaquecimento dos dispositivos.  Acredite ou não, todas as coisas que você executa em sua empresa baseado no uso do computador, todas passam por algum tipo de Data center. A maioria, se não todos os negócios, são realizados on-line ou estão baseados em um servidor. Quanto mais pesado for o uso de atividades on-line maiores, mais equipados e poderosos Data centers você irá precisar. Os Data Centers têm papel fundamental no bom funcionamento de diversos serviços do nosso dia a dia.
  6. 6. O que eles fazem ?  Esses espaços são fundamentais para serviços e atividades de diversos setores da economia: energia, iluminação, telecomunicações, Internet, transportes, tráfego urbano, bancos, sistemas de segurança, saúde pública, entretenimento, e muitos outros. A vida na maioria das cidades depende do bom funcionamento e da disponibilidade de um ou vários Data Centers.  Atualmente, eles têm capacidade de processamento quatro vezes maior do que os antigos DC’s, mesmo ocupando apenas 40% do espaço em comparação com os modelos mais antigos.
  7. 7. Tipos de Data Center Normalmente, os Data Centers são divididos em duas categorias principais:  Data Center Privado (PDC) Os DCs dessa categoria pertencem e são operados por corporações, instituições ou agências governamentais, com a finalidade de armazenarem dados de processamentos internos e também para serem utilizados em aplicações voltadas para a Internet, como por exemplo, manter um site governamental.  Internet Data Center (IDC) É gerenciado por um provedor de serviços de telecomunicação. O objetivo principal desse Data Center é fornecer serviços de hospedagem de sites e de equipamentos de empresas, bem como serviços de conexão de Internet, armazenamento de conteúdo, entre outros. Um serviço bastante utilizado no IDC é o Co-location, que consiste na locação de um servidor exclusivo para o usuário, instalado e operado dentro da estrutura do provedor desse serviço. Esse formato proporciona alta escalabilidade, ou seja, em caso de necessidade de ampliação dos servidores ou equipamentos, essa ampliação pode ser feita instantaneamente pelo provedor, o que traz uma otimização de custos de operação e manutenção, monitoramento constante e um backup de dados, o que garante o bom funcionamento do serviço.
  8. 8. Modelos de utilização Os Data Centers podem ser utilizados de diversas formas, mas três modelos se destacam: o Corporativo Monolítico, Corporativo Compartilhado e o ASP.  Corporativo Monolítico - pertence a uma única empresa e não é compartilhado (Data Center da Cisco, por exemplo). - terceiriza toda a infra-estrutura física e lógica, as operações e a gestão dos processos informatizados da empresa. O provedor de serviços é quem analisa quais ferramentas e recursos como sistema operacional, banco de dados, redes e aplicações atenderão melhor às necessidades da companhia.  Corporativo Compartilhado - se utiliza de uma infraestrutura comum a diversas empresas. - terceiriza as operações e a gestão dos processos informatizados e as encaminha para o provedor de serviços, deixando-o responsável pelos processos operacionais da área de TI.  ASP - se utiliza de toda a infraestrutura e sistemas através de um serviço alocado fora da empresa. - a empresa utiliza toda e infraestrutura, sistemas e recursos por meio de prestação de serviços, locando aplicativos, softwares, espaço para armazenamento de dados, além de capacidade de processamento em servidores. Neste caso, a empresa não necessita de nenhum tipo de licenciamento de softwares, aplicativos, banco de dados ou sistemas operacionais, pois todos esses recursos são fornecidos pelo provedor como um serviço, alocado no espaço do próprio provedor.
  9. 9. Categorias principais de Data Centers  Atualmente podemos definir duas categorias principais de Data Centers: Data Center Privado (PDC) e o Internet Data Center (IDC).  Data Center Privado (PDC): pertence e é operado por corporações privadas, instituições ou agências governamentais com o propósito principal de armazenar dados resultantes de operações de processamento interno e também em aplicações voltadas para a Internet.  Internet Data Center (IDC): normalmente pertence e é operado por um provedor de serviços de telecomunicações, pelas operadoras comerciais de telefonia ou outros tipos de prestadores de serviços de telecomunicações. O seu objetivo principal é prover diversos tipos de serviços de conexão, hospedagem de sites e de equipamentos dos usuários. Os serviços podem incluir desde comunicações de longa distância, Internet, acesso, armazenamento de conteúdo, etc.
  10. 10. Serviços oferecidos em um Data Center  Co-location: O cliente contrata o espaço físico dos racks e a infraestrutura de energia e de telecomunicação, porém os servidores, os sistemas, o gerenciamento, monitoramento e suporte técnico são fornecidos pelo cliente. Esta relação pode ser flexibilizada e para isto costuma-se estabelecer um contrato com os termos e as condições, definindo claramente o escopo dos serviços de cada lado. Inclui equipamentos de Telecomunicações. Vantagens para sua empresa: • Segurança; • Rapidez de atendimento; • Suporte; • Consultoria especializada.
  11. 11. Serviços oferecidos em um Data Center  Serviços básicos Está incluso no colocation um pacote de serviços básicos para o funcionamento dos equipamentos, sem custo adicional e mantendo o padrão em todo o DataCenter.  Os serviços disponibilizados são: • Monitoramento pró-ativo com notificação; • Servidor de DNS (Servidor de Domínio de Nomes) primário e secundário; • Suporte técnico 24 x 7 x 365; • Segurança predial; • Serviço de reset (ligar/desligar equipamento); • Monitoramento de rede; • Infra-estrutura redundante; • Sala de incubação (desembalagem e configuração).
  12. 12. Serviços oferecidos em um Data Center  Hosting O hosting oferece uma linha de serviços indicada para empresas que desejam otimizar investimentos em hardware e software. O serviço de hosting permite ao cliente a utilização da infra-estrutura do DataCenter e de servidores de última geração, além de contar com profissionais altamente qualificados que oferecem suporte permanente ao cliente. O cliente tem a possibilidade de escolher equipamentos e pacotes de softwares customizados de acordo com a necessidade de seu negócio. Tudo é desenvolvido e criado sob medida para oferecer a melhor solução para cada cliente. Assim, fica garantida a aquisição de produtos que sua empresa necessita, permitindo que o cliente possa se dedicar integralmente a focar suas ações em seu core business.
  13. 13. Serviços oferecidos em um Data Center  A alocação de um espaço físico em um rack e a quantidade disponibilizada para os equipamentos são calculadas em função da configuração definida dos servidores e equipamentos de hosting. Tudo com a vantagem de sua empresa poder definir a largura da banda. Vantagens para o cliente: • Economia de investimentos em ativos fixos; • Servidores de última geração; • Atualização constante de software/hardware; • Know-how em tecnologia; • Rapidez no atendimento; • Confiabilidade dos serviços prestados; • Segurança; • Instalações de alto padrão.
  14. 14. Serviços oferecidos em um Data Center  Serviços básicos Utilizando o serviço de hosting o cliente otimiza os investimentos em hardware e software com exclusividade na utilização de servidores de última geração. Serviços indispensáveis para o funcionamento dos equipamentos são disponibilizados sem custo adicional e com o alto padrão do nosso DataCenter. Estão incluídos: • Planejamento de capacidade da rede e do servidor; • IDS (Detecção de Intrusão); • Monitoramento pró-ativo com notificação; • Disponibilidade de endereçamento IP; • Emissão de relatório on-line; • Servidor de relay de e-mail; • Servidor de DNS (Servidor de Domínio de Nomes) primário e secundário; • Suporte técnico 24 x 7 x 365, • Help Desk; • Segurança predial; • Serviço de reset (ligar/desligar equipamento); • Garantia de manutenção de segurança lógica do sistema operacional; • Operação total do servidor até o nível do sistema operacional; • Backup incremental. • Espaço adicional em estrutura SAN (Storage Area Network); • Tráfego Gbytes por meses adicionais; • Espaço adicional em disco interno; • Memória adicional; • Raid 1/5, com possibilidade de serviço de proteção ao HD interno através de replicação de dados entre discos; • Contas de e-mails adicionais; • Conectividade.
  15. 15. Serviços oferecidos em um Data Center  Um dos aspectos que devem ser observados na contratação de um serviço de Data Center, é o tipo de acesso (co-location) que o usuário terá ao servidor do provedor de serviços. O tipo de acesso irá definir por qual método o servidor será acessado em caso de necessidade.  Se o co-location for contratado, o acesso é feito pelos funcionários do provedor, localmente. Se o co-location for remoto, o acesso será feito através de softwares de controle remoto que será escolhido pelo usuário. Neste caso o aplicativo de acesso remoto é instalado no servidor pelos funcionários do provedor de serviço. Eventualmente uma ou mais ferramentas podem necessitar de manutenção ou pode haver a necessidade de instalação de novos aplicativos. Nesses casos, o usuário deve solicitar ao provedor do serviço que providencie o que for necessário para a operação. Durante a hospedagem no servidor, o usuário assina um termo constatando a legalidade de todos os softwares instalados em seu servidor.  Pode-se observar que através do co-location (locação de um servidor exclusivo do usuário, instalado e operado na estrutura do provedor), o usuário pode se beneficiar de uma série de recursos. Um co-location proporciona alta escalabilidade, ou seja, em caso de necessidade de ampliação dos serviços ou equipamentos, a mesma pode ser feita imediatamente, com monitoramento 24 horas por dia e 7 dias por semana (24X7), backup, otimização dos custos de operação e manutenção, rede com alta disponibilidade e carga balanceada.
  16. 16. Arquitetura de Servidores para Datacenters • Tipo Rack; • Blade; • Storages.
  17. 17. Montar ou Contratar um Datacenter ?
  18. 18. Critérios para seleção do local  Muitos relatórios, estudos e especialistas expõem quais são os fatores mais importantes quando for decidir onde alocar um Data Center. A operação eficiente do mesmo e fatores de custo são o coração de qualquer decisão de negócios para onde construir e manter sua infraestrutura. Pequenas e grandes empresas têm igualmente uma série de critérios para escolher a fim de tomar a melhor decisão para a sua empresa de TI.  Os aspectos como a proximidade de redes de energia disponíveis, infraestrutura de telecomunicações, serviços de rede, linhas de transporte e serviços de emergência podem afetar os custos. Riscos, segurança e outros fatores também devem ser levados em consideração para o projeto de um Data Center [11].
  19. 19. Critérios para seleção do local São apresentadas, segundo as normas NBR 14565:2001, ANSI/BICSI-002 e ANSI/TIA-942, algumas recomendações para a escolha da localização que devem ser levadas em consideração. São locais inadequados para construção [11]:  Próximos a rios, lagos, oceanos e fundos de vale, pois estes locais têm riscos de inundações, enchentes, tsunamis, etc.  Próximos a cabeceiras de pistas de aeroportos, pois existe o risco de acidente em potencial.  Locais com riscos de desmoronamentos e perigo de incêndio.  Locais propícios a abalos sísmicos e/ou tornados.  Locais próximos a linhas de transmissões elétricas.  Países ou locais com guerrilhas.
  20. 20. Critérios para seleção do local São locais recomendados para a construção:  Próximos de acessos a estradas principais.  Próximos a concessionárias de energia.  Próximos a centros de serviços.  Condomínios comerciais específicos para Data Centers. Deve-se efetuar um estudo no início do projeto da construção do Data Center com as condições climáticas locais, para efetuar uma escolha adequada do sistema de resfriamento, fazendo um levantamento dos custos administrativos e fiscais [10].
  21. 21. Critérios para seleção do local Instalar dois data centers de missão crítica no lado de uma gráfica que processa toneladas de papel diariamente e que mantem estocados toneladas de tinta e outros componentes altamente inflamáveis é no mínimo curioso. Um eventual incêndio na gráfica, paralisaria complemente a região, impedindo inclusive o reabastecimento dos tanques de combustível dos dois data centers, por questões do bloqueio do trânsito e riscos devido ao calor irradiado do incêndio. Um incêndio na área de pintura da linha de produção que ficava próxima do data center na planta da Volkswagen (na época da Autolatina) na Rodovia Anchieta.
  22. 22. Datacenter Módular – Tipo Container A IBM apresentou o PMDC (Portable Modular Data Center) Data Center Portátil e Modular, criado dentro de um contêiner, com as opções de contêineres de 3, 6, 12 e 16 metros quadrados [19]. Este Data Center contém um centro completo e compacto de alta densidade de infraestrutura de dados, também é composto por hardwares, softwares, sistema de manutenção, unidade de refrigeração e detecção de incêndio, sem a necessidade de infraestrutura predial. O PMDC é considerado uma tecnologia sustentável, pois ocupa um espaço 50% menor com relação a um Data Center convencional e consome até 77% menos energia [19].
  23. 23. Datacenter Módular – Tipo Container Pode-se observar na figura ao lado a demonstração do PMDC All-in- One (Tudo em Um) de uma vista aérea. A infraestrutura, sistema de combate de incêndio e o sistema de refrigeração estão no mesmo contêiner. Na figura abaixo o PMDC de múltiplos contêineres. No primeiro contêiner estão os servidores e o sistema de combate e prevenção de incêndio. No segundo contêiner, a infraestrutura e sistema de refrigeração. Este tipo de Data Center pode ser utilizado por empresas que tenham a necessidade de expansão do Data Center, porém sem modificação predial, para uma utilização temporária ou móvel [20].
  24. 24. Arquitetura Estrutura As principais áreas componentes de um IDC são: Hall Social, e as salas de reunião para recepção de visitante. Área administrativa: • Operação, manutenção e armazenagem de equipamentos. • Sala de equipamentos incluindo sala de servidores pra hospedagem e co-location e sala de telecomunicações. • Sala de equipamentos dos segmentos energia elétrica e ar condicionado. • Grupo Moto Gerador e tanque de combustível geralmente localizado em área externa ao IDC. O Objetivo do planejamento do espaço é:  Ter as instalações com 60% da área total dedicadas à sala de Equipamentos do Data Center.  Promover o “estado da arte” nas instalações desde o sistema operacional até o nível do gerenciamento do banco de dados.  Promover instalações que reflita a imagem de uma empresa de alta tecnologia, negócio de risco de investimentos de alta rentabilidade, de funcionalidade e controle.
  25. 25. Arquitetura Estrutura Usualmente o IDC é dividido em três zonas físicas de segurança em ordem crescente de restrição de acesso: Zona I - Áreas públicas incluindo o Hall Social, área para visitantes e áreas administrativas. Zona II - Áreas de Operação do IDC. Zona III - Salas de Equipamentos, coração do IDC, onde estão localizados os servidores, o “shaft” de cabos, as unidades de distribuição de energia (PDUs), baterias e máquinas de ar condicionado. Construção A Construção deve prover uma estrutura sólida segura compondo as instalações que complementam e protegem os equipamentos e informações que residem no IDC.
  26. 26. Sistema de Proteção Contra Incêndio O Data Center é uma instalação para aparelhos eletrônicos essenciais, como servidores e outros tipos de computadores e equipamentos de telecomunicações. Além de atende ás normas do Corpo de Bombeiros local, o sistema de proteção contra incêndio deverá procurar evitar danos nos equipamentos em caso de incêndio. Uma das melhores soluções de combate a incêndio para as salas de Equipamentos é uma combinação do Sistema de Combate com Chuveiros Automáticos de Pré Ação (com tubulação seca) acima do piso elevado e o sistema de Combate a Incêndios por Gás FM 200 abaixo do piso elevado. O sistema de combate com gás será conectado a um sensível sistema de detecção e será o primeiro a ser acionado. O gás é espalhado pela área, não deixando resíduos que danifiquem os equipamentos sensíveis ou que requisitem um custo de limpeza dos equipamentos. O sistema de pré-ação quando acionado desencadeia a descarga de água somente nos sprinklers que tenham sido operados pelo calor acima do incêndio.
  27. 27. Sistema de Supervisão e Controle O sistema de supervisão e controle monitora continuamente os vários segmentos do IDC controlando itens como: • Controle de carga e paralelismo dos grupos geradores • Supervisão e controle dos painéis de média tensão • Supervisão e controle dos painéis de baixa tensão • Integração com sistema dos geradores • Integração com sistema de retificadores O Sistema é formado por microcomputadores de última tecnologia capazes de resistir ao uso contínuo, adequado para sistemas de supervisão e controle. Os mesmo são redundantes entre si, permitindo alta flexibilidade e performance do sistema.Caso ocorra alguma falha em qualquer dos PCs o seu consecutivo assume automaticamente. O IDC dispõe ainda de um sistema de circuito fechado de TV e de controle de acesso que controla a entrada ou saída nas várias salas e zonas físicas de segurança do IDC.
  28. 28. Piso Elevado  Para projetar um espaço padronizado, modular, expansível para TI, muita atenção deve ser dada para acomodar corretamente o fornecimento de energia, comunicação e o ar refrigerado sob o piso elevado.  O piso elevado é um piso que eleva o ambiente em alguns centímetros, criando um espaço para a instalação de cabos de comunicação, elétricos, ar refrigerado e/ou as tubulações de água gelada para refrigeração Na figura podemos observar o detalhe dos cabos de dados passando sob o piso elevado Detalhe do piso elevado Fonte: http://www.formica.com.br/produtos/pro_formipisodissi.htm
  29. 29. Piso Elevado  Os detalhes da estrutura do piso elevado, os espaços para colocar as placas 60x60 cm e a armação do piso a ser aterrada Detalhe da estrutura do projeto de piso elevado Fonte: Paulo Sérgio Marin (2011)
  30. 30. Piso Elevado - Recomendações  A recomendação para a altura do piso elevado é de no mínimo 150 mm para cabos de comunicação e de energia, porém se for utilizar ar refrigerado sob o piso é necessário uma altura mínima de 300 mm. Em geral, os pisos especificados baseiam se em uma dimensão de 600 x 600 mm com um revestimento anti-estático.  Para uma maior segurança, de acordo com Paulo Sergio Marin [6] é necessário que a estrutura do piso esteja aterrada para evitar o acúmulo de carga estática, tanto nos equipamentos e racks, quanto no piso, podendo ocasionar instabilidade ou a queima do equipamento.  Segundo especificações na norma TIA 942 é necessário que a altura mínima do Data Center, medida a partir do piso acabado até qualquer obstáculo (forro ou teto) seja de 2600 mm [18].
  31. 31. Piso Elevado - Recomendações  De acordo com Paulo Sérgio Marin [6], o local em que o piso elevado será instalado deve suportar uma carga mínima de 732,36 kgf/m² (7,2KPA quilopascal), porém se o Data Center for de alta densidade, terá que suportar uma carga mínima de 1.220,6036 kgf/m² (12 KPA).  Para uma melhor organização do Data Center, recomenda-se a instalação do piso elevado, para conseguir ter um melhor aproveitamento do espaço, organização e estética, mesmo se não for possível fazer o resfriamento pelo piso elevado.
  32. 32. Refrigeração e Controle de Umidade  O sistema HVAC (Heating, Ventilation, and Air Conditioning, Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado), inclui múltiplas unidades de ar condicionado com capacidade de manter a temperatura e umidade, com unidades redundantes, podendo efetuar manutenções sem parar o sistema de HVAC.  A Classe 1 da ASHRAE (American Society of Heating, Refrigerating and Air- Conditioning Engineers, Sociedade Americana de Engenheiros de Climatização), uma entidade norte-americana internacional na área de padronização para climatização, demonstra na tabela as informações permitidas e recomendadas de temperatura para a entrada de ar nos equipamentos e também a umidade relativa [30].
  33. 33. Refrigeração e Controle de Umidade ESPECIFICAÇÕES DO AMBIENTE Classe Temperatura permitida (°C) Temperatura recomendada (°C) % umidade relativa permitida % umidade relativa recomendada 1 15 até 32.2 20 até 25 20-80 40 -55 Especificações de temperatura e umidade relativa Aproximadamente cem por cento de toda energia elétrica consumida no Data Center é convertida em calor, que precisa ser retirada do ambiente. Existem várias técnicas disponíveis para remover o calor de forma eficiente [6]. Especificações de temperatura e umidade relativa Fonte: http://searchdatacenter.techtarget.com/tip/Using-ASHRAE-specs-for-data-center-metrics
  34. 34. Sistemas de Refrigeração Problemas ou indisponibilidades em sistemas de ar condicionado são responsáveis por algumas das falhas de hardware. Adotando o sistema corredor quente e corredor frio além do insuflamento sob piso elevado, como demonstrado na figura 6, é o primeiro passo para se ter um maior controle do fluxo de ar no Data Center e eliminar pontos quentes [7]. Segundo Manoel Veras, uma alternativa para melhorar a refrigeração do Data Center é utilizar fileiras deracks de frente para outra fileira. O ar frio será fornecido pela frente do rack através de aberturas no piso elevado. O corredor ventilado é conhecido como corredor frio. O ar frio é atraído através dos racks pelas ventoinhas dos servidores e expulso de volta para o corredor quente. O ar quente ascendente a partir deste corredor encontra o seu caminho de volta para a unidade de ar condicionado a ser refrigerado e, em seguida, repetir o ciclo [7].
  35. 35. Sistemas de Refrigeração A distribuição de ar pelo teto (overhead) deve ser dimensionada para o ar frio ser diretamente distribuído no corredor frio pela parte superior do corredor. O ar quente resultante do resfriamento dos equipamentos irá formar também corredores quentes, onde deverão ser posicionados exaustores para a retirada do ar quente [6]. Detalhe corredor quente e corredor frio, distribuição overhead Fonte: http://www.netriver.net/seattle-data-center/data-center-hvac Existe o sistema autocontidos ou confinados, que podem ser usados para isolar o corredor frio. Este método fecha a parte superior do corredor e instalam-se portas para o acesso. É bastante utilizado em áreas críticas no Data Center e não é necessária a instalação em todo os corredores.
  36. 36. Sistema Ininterrupto de Energia Elétrica  O sistema elétrico de um Data Center é constituído pelo Sistema Ininterrupto de Energia UPS (Uninterruptible Power Supply). Tem a função de fornecer energia para todos os equipamentos de um Data Center, incluindo equipamentos de detecção, alarme de incêndio e segurança. É composto por conjuntos de nobreaks e contêm baterias, inversores e retificadores.  Os nobreaks redundantes, ligados em paralelo, irão assegurar o suprimento contínuo de energia, mesmo em caso de falha de transformadores ou a falta de energia elétrica.  As baterias são dimensionadas para garantir uma autonomia por um período mínimo de 15 minutos. Este tempo é suficiente para partida e conexão dos geradores a diesel em caso de falta de energia elétrica da concessionária.  O sistema de energia de emergência, consiste de um grupo de geradores a diesel que entrarão em funcionamento e se conectarão ao sistema elétrico do Data Center automaticamente.  Os geradores precisam ser dimensionados para suportar todas as cargas necessárias ao funcionamento dos equipamentos do Data Center durante uma possível falta de energia da concessionária.
  37. 37. Mission critical processes need a power system that is cleaner and more reliable than what a typical utility can provide. GE's Critical Power products achieve power availability of up to 99.9999%, the equivalent of just seconds of downtime per year, by providing immediate UPS backup power and power switching solutions, while reducing disturbances on the system.
  38. 38. Sistema Ininterrupto de Energia Elétrica  A figura traz o detalhe de um dos geradores do site da UOL. De acordo com a empresa, os geradores têm autonomia de 72 horas sem o reabastecimento e são acionados uma vez por semana como uma forma de manutenção. Detalhe de um dos geradores da UOL Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2010/04/27/com-capacidade- para-30-mil-servidores-novo-data-center-do-uol-coloca-computacao-verde-em-pratica.jhtm
  39. 39. Sistemas Contra Descargas Elétricas  A utilização de equipamentos de informática em um Data Center se torna muito importante, a ponto de ter um projeto de sistema de aterramento bastante confiável, para evitar danos irreparáveis em equipamentos que possuem alto custo e são de vital importância para os sistemas de rede de comunicações, telecom, entre outros.  Para a construção de um prédio com aterramento é necessário seguir normas como a NBR-5419 e NBR-5410.  A norma NBR-5419 fixa as condições exigíveis ao projeto de instalações e manutenções de sistema de proteção contra descargas atmosféricas de estruturas. Aplica-se às estruturas comuns, utilizadas para fins comerciais, industriais, administrativos ou residenciais [25].  A norma NBR-5410 estabelece as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa tensão, aplica-se principalmente às instalações elétricas de edificações, qualquer que seja seu uso, residencial, comercial, público ou industrial [26].
  40. 40. Sistemas Contra Descargas Elétricas  Recomenda-se construir um sistema de aterramento isolado com destino ao para-raios e outro sistema de aterramento separado para o Data Center, eletrocalhas, racks e piso elevado.  A figura apresenta um detalhe do aterramento na estrutura do piso elevado para eliminar o acúmulo de carga estática, consequentemente, evitar o efeito da descarga eletrostática ESD (Electrostatic Discharge) e o consequente dano aos equipamentos do Data Center. Detalhe do aterramento no piso elevado Fonte: http://www.infraengenharia.com.br/#/flog/album/data-center-salas-cofres$c=1353862274034
  41. 41. Estrurura Física do Datacenter
  42. 42. Estrurura Física do Datacenter
  43. 43. Classificações e Normas de Data Centers  Segundo Paulo Sérgio Marin [6] foi publicado em 2005 uma norma norte- americana ANSI que define as classificações de Data Center em função da disponibilidade e redundância.  Existe a norma ANSI/BICSI-002 (Data Center Design and Implementation Best Practices) Projeto de Data Center e Melhores Práticas de Implementação, publicada em março de 2011, com cinco classificações de disponibilidade de Data Center, F0 a F4 sendo a F0 a classe mais básica e a F4 a classe mais tolerante as falhas [6].  A norma que se aplica na infraestrutura de um Data Center, de acordo com a sua disponibilidade e a sua redundância é a ANSI/TIA 942 (Telecommunications Infrastructure Standard for Data Center) Infraestrutura de Telecomunicações para Data Centers que atualmente é a norma mais utilizada e é a única que aplica o conceito de Tiers (desenvolvido pelo The Uptime Institute) para a classificação de Data Centers.
  44. 44. Classificação Segundo a TIA 942 Segundo Manoel Veras [7], pela norma ANSI/TIA 942, existem regras aplicáveis para a classificação do Data Center em quatro níveis independentes de Tiers, são eles:  Redundância;  Telecomunicação;  Arquitetura e estrutural;  Elétrica;  Mecânica.
  45. 45. Classificações de redundâncias A norma ANSI/TIA-942 estabelece nomenclaturas para as definições da redundância dos Data Centers, utilizando como base a classificação Tier. As classificações são as seguintes [6]:  Data Center “N”, sem nenhum tipo de redundância.  Data Center “N+1”, existe pelo menos uma redundância, por exemplo: nobreak, gerador, linkredundante, etc.  Data Center “N+2”, existe uma redundância a mais, por exemplo: o Data Center será suprido na falta de energia por um nobreak e um gerador, sendo assim duas redundâncias. Podendo se estender para os outros equipamentos, links, refrigeração, sistema de prevenção de incêndios, etc.  Data Center “2N”, neste caso seria uma redundância completa, por exemplo: duas empresas de distribuição de energia (sendo que essas empresas devem vir de diferentes subestações) para alimentar o Data Center.  Data Center “2(N+1)” existe uma redundância para cada equipamento, utilizando o exemplo anterior, seria necessário um nobreak ou gerador para cada uma das empresas de energia.
  46. 46. Topologia Segundo a TIA 942 De acordo com Manoel Veras [7], a topologia de um Data Center pode ser descrita de várias formas, pode-se basear na norma TIA 942 que é um padrão para este tipo de ambiente. De acordo com informações obtidas do site da empresa Furukawa [8], as principais áreas presentes em um Data Center são:  Entrace Room (ER): espaço de interconexão do cabeamento estruturado do Data Center e o cabeamento proveniente da telecomunicação.  Main Distribution Area (MDA): local onde se encontra a conexão central do Data Center e de onde se distribui o cabeamento estruturado, incluindo roteadores e backbone.  Horizontal Distribution Area (HDA): área utilizada para conexão com a área de equipamentos, incluindo o cross conect horizontal, equipamentos intermediários, LAN (Local area network), SAN (Storage Area Networks) e KVM (Keyboard, Video, Mouse) switches.  Zone Distribution Area (ZDA): ponto de interconexão opcional do cabeamento horizontal. Fica entre HDA e o EDA, provê flexibilidade no Data Center.  Equipment Distribution Area (EDA): área destinada para os equipamentos terminais (servidores, storages, unidades de fita), inclui também os Racks, gabinetes e equipamentos de comunicação de dados ou voz.
  47. 47. Infraestrutura do Data Center  A figura apresenta um diagrama básico com os espaços de um Data Center e como esses espaços são relacionados entre si. Figura 1: Diagrama Básico de um Data Center Fonte: http://portal.furukawa.com.br/arquivos/i/itm/itmax/1184_guiaderecomendaaaao.pdf
  48. 48. Tier 1 – Básico Com informações da empresa Furukawa [8], no modelo básico da classificação - Tier 1 - não existe redundância nas rotas físicas e lógicas. Prevê um nível mínimo de distribuição de carga com pouca ou nenhuma redundância. Neste caso uma falha ou uma parada para manutenção pode ocasionar a interrupção parcial ou total da operação. Deve prever no projeto um sistema de acondicionamento de ar simples ou múltiplo, com capacidade de resfriamento das principais áreas, porém sem redundância. Segundo Manoel Veras [7], os potenciais pontos de falha dessa classificação são:  Falta de energia da concessionaria no Data Center ou mesmo na central operadora de telecomunicações.  Falha nos equipamentos da operadora de telecomunicação.  Falha nos roteadores, switches quando não forem redundantes.  Quaisquer eventos catastróficos na interligação ou nas áreas: ER, MDA, HDA, ZDA e EDA. Tier 1 possui uma disponibilidade de 99.671% e pode ter um downtime (tempo que o sistema não está operacional)de 28,8 horas/ano sem redundância energética ou refrigeração [9].
  49. 49. Tier 2 – Componentes Redundantes De acordo com a Furukawa [8], no Tier 2 os equipamentos de telecomunicações do Data Center e também os equipamentos da operadora de telecomunicação, assim como os comutadores LAN-SAN, devem ter os seus módulos redundantes. O cabeamento do backbone principal LAN e SAN das áreas de distribuição para os comutadores devem ter cabeamento redundante, par metálico ou fibra. Devem ter duas caixas de acesso de telecomunicação e dois caminhos de entrada até a ER com no mínimo 20 metros. No Tier 2 é necessário prover módulos UPS (Uninterruptible Power Supply) redundantes para N+1 e também um sistema de gerador elétrico para suprir a carga, não é necessário redundância na entrada do serviço de distribuição de energia. O sistema de ar condicionado deve ser projetado para ter o funcionamento contínuo de 24x7x365, com no mínimo a redundância de N+1. Segundo Manoel Veras [7], possíveis pontos de falha dessa classificação são:  Falhas no sistema de refrigeração ou de energia podem ocasionar falhas nos outros componentes do Data Center. O Tier 2 possui uma disponibilidade de 99.749%, pode ter um downtime de 22 horas/ano e redundância parcial em energia e refrigeração [9].
  50. 50. Tier 3 – Sistema Auto Sustentado Para a Furukawa [8], um Data Center Tier 3 deve ser atendido por no mínimo duas empresas de telecomunicações, tendo como pré-requisito que os cabos venham por rotas distintas. Para uma melhor redundância é necessário ter duas ER com no mínimo 20 metros de separação, não podendo compartilhar equipamentos de telecomunicações e devem estar em zonas de proteção contra incêndios, sistemas de energia e ar condicionado distintos. Devem prover caminhos redundantes entre a ER, as salas MDA e as salas HDA. A conexão entre as salas devem ser feitas via fibra ou pares metálicos redundantes. Prover pelo menos a redundância elétrica N+1. Segundo Manoel Veras [7], há somente um possível ponto de falha para essa classificação:  Qualquer evento critico ou catastrófico na MDA e HDA irá interromper os serviços do Data Center. O Tier 3 possui uma disponibilidade de 99.982%, pode ter um downtime de 1.6 horas/ano e 72 horas de proteção contra interrupção de energia [9].
  51. 51. Tier 4 – Alta Tolerância a Falhas Para um Data Center com alta tolerância a falhas, a Furukawa recomenda [8] no Tier 4, que todo o cabeamento do backbone seja redundante, além disso, devem ser protegidos por dutos fechados. Os equipamentos ativos, roteadores, modens da operadora e comutadores LAN/SAN devem ser redundantes. É recomendada a criação de uma MDA secundária, desde que fiquem em zonas contra incêndio separadas. Já o cabeamento da HDA deve ser feito por dois caminhos: um pela MDA principal e outro pela MDA secundária. Deve-se prover uma disponibilidade elétrica de “2(N+1)”, sendo duas empresas públicas de energia a partir de diferentes subestações para redundância. Segundo Manoel Veras [7], o potencial ponto de falha dessa classificação é:  Caso não exista uma MDA e HDA secundária, pode vir a parar o sistema se a MDA ou HDA primária falhar. O Tier 4 possui uma disponibilidade de 99.995%, pode ter um downtime de 0.4horas/ano e 96 horas de proteção contra interrupção de energia [9].
  52. 52. Infraestrutura de Rede  Duas das características-chaves de um Data Center são a escalabilidade e flexibilidade. Elas são necessárias para quase todas as atividades corporativas feitas na Internet atualmente. Por isso, os projetos de Data Centers devem ser desenhados com a infraestrutura adequada para suportar os serviços e sistemas da empresa permitindo seu perfeito funcionamento, e prevendo um crescimento futuro, com sua adequação às tecnologias emergentes.  O gigantesco crescimento do tráfego IP, é um exemplo disso. Alimentado por aplicações de novas mídia e pela demanda dos clientes por mais interatividade, personalização, mobilidade e vídeo, novas soluções de Infraestrutura de Rede estão sendo criadas. Redes IP de Próxima Geração (IP Next Generation) ajudarão a oferecer total escalabilidade, resiliência e eficiência para os serviços das empresas. Essas soluções fornecem uma plataforma convergente para que o Data Center possa responder positivamente ao aumento da oferta de serviços.
  53. 53. Infraestrutura de Rede - Normas Fator importante de um Data Center, encontra-se em implantar e manter métodos de padronização de implementações de cabeamento estruturado visando possíveis expansões, certificação e garantindo segurança e o máximo proveito da rede. Com relação às normas utilizadas, podemos destacar as normas criadas pela EIA/TIA (Electronic Industries Association / Telecommunications Industry Association) ou mesmo a ISO/IEC (International Standards Organization/International Electrotechnical Commission denominada de ISO/IEC 11801, equivalente à EIA/TIA 568A reeditada pela ISO). Dentre as normas EIA/TIA, temos como principais:
  54. 54. Norma TIA/EIA TSB 67 Especificações da Performance de Transmissão para Testes em Campo do cabeamento UTP Cat5 (UTP end-to-end System Performance Testing) visando sistema de Telecomunicações (Telecommunications system Bulletin – TSB) é dirigido às especificações de testes para performance pós-instalação, as especificações incluem características dos testadores de campo, métodos de teste e um mínimo de exigências de transmissão para sistemas de cabeamento UTP. Cita fatores que afetam a performance como as características do cabo, do hardware de conexão, dos patch cords e da conexão cruzada bem como número total de conexões e a qualidade da instalação. A norma TIA/EIA TSB-67 refere-se a duas configurações de teste: a) Configuração do teste básico de link (Basic link test configuration): O teste básico de link é usado para verificar a performance do cabo permanente instalado. Este teste inclue os seguintes componentes: • Até no máximo 90m de cabeamento horizontal: inclue um cabo do armário de telecomunicações (TC) a um ponto de consolidação opcional e do ponto de consolidação ao outlet (armário) de telecomunicações. De um extremo a outro de uma conexão do cabo horizontal. • Até 2m de coord (cordão) de teste da unidade principal do testador de campo à conexão local. • Até 2m de coord de teste da conexão remota à unidade remota do testador de campo.
  55. 55. Norma TIA/EIA TSB 72 Diretrizes do Cabeamento Centralizado de Fibra Óptica (Centralized Optical Fiber Cabling). A TSB-72 foi criada para ajudar no planejamento de um sistema de cabeamento fibert-to- the-desk (FTTD) de 62.5/125mm, utilizando-se de equipamentos eletrônicos centralizados ao contrário do método tradicional de distribuição dos equipamentos a pisos individuais podendo-se estender a conexões da área de trabalho à conexão cruzada principal pela utilização de cabos pull-through (ligação direta), uma interconexão ou uma emenda no armário de telecomunicações. Usar uma interconexão entre o cabeamento horizontal e o backbone permite a melhor flexibilidade, facilita o gerenciamento e pode facilmente migrar para uma conexãocruzada. Porém deve-se ter o comprimento máximo do cabeamento horizontal em 90m. A distância do cabeamento horizontal e backbone combinada com os coords da área de trabalho, patch coords e coords de equipamento não pode exceder 300m.
  56. 56. Norma TIA/EIA TSB 72 O sistema de cabeamento centralizado deve localizar-se no interior do mesmo edifício das áreas de trabalho a serem servidas. Todo deslocamento e mudança de atividade devem ser executados na conexão cruzada principal. Links horizontais deveriam ser adicionados e removidos no armário de telecomunicações. Para isso deve haver um projeto do sistema de cabeamento centralizado permitindo a migração para o modo pull-through, interconexão ou emenda para uma implementação de conexão cruzada. Como método para facilitar esta migração, deve haver no escopo do projeto espaço suficiente no armário de telecomunicações permitindo futuros crescimentos e colocação de patch panels adicionais, bem como adequadas folgas (slack) nos cabos permitindo possíveis deslocamentos de cabos até a o local da conexão cruzada. Tal folga pode ser armazenada por cabos ou fibras sem conectores. No preenchimento da folga tem que se prevenir que o raio máximo para curvas nos cabos não sejam violados evitando assim possíveis danificações em fibras ópticas e outros. As folgas em cabos podem ser armazenadas em interiores ou nas paredes do armário de telecomunicações, porém devem ser usadas caixas para proteger folgas de fibras ópticas, devido suas limitações e especificações.
  57. 57. Norma ANSI/TIA/EIA-568-A Norma que caracteriza o mínimo de especificações de cabeamento estruturado, classificando os componentes da estrutura de instalação da seguinte forma: Facilidade de entrada (Entrance facility): Define-se pela facilidade de entrada em prédio ou backbone dos serviços de telecomunicações, podendo conter dispositivos com interface de redes públicas. Obrigatoriamente o local ser seco e perto das rotas do backbone vertical. Sala de Equipamentos (Equipment Room): Sala cujo espaço destina-se para localização centralizada dos equipamentos comuns aos funcionários, sua localização e projeto têm que ser considerado à possibilidade de um aumento no número de equipamentos e em sua acessibilidade, necessitando assim de no mínimo requerido 14m². Considerações Gerais de Projeto (General Design Considerations): Sala de equipamentos tende a ser um espaço centralizado para alojamento dos equipamentos de telecomunicações (PABX’s, servidores, roteadores, dentre outros) de um edifício, localizando- se próximo à rota do backbone. Seu tamanho tem como limite mínimo de 14m², porém para atender as características de específicos equipamentos, há a necessidade de efetuar de efetuar um projeto permitindo uma ocupação não uniforme do edifício, provendo de 0,07m de espaço da sala de equipamentos para cada 10m de espaço utilizável do piso. Em caso da sala de equipamentos estiver sendo projetada em andar, verificar que a capacidade do piso agüentará o peso dos equipamentos a serem instalados, bem como verificação de interferências, vibrações, altura, HVAC (equipamento dedicado à sala de equipamentos), iluminação, energia e prevenção de incêndios.
  58. 58. Norma ANSI/TIA/EIA-568-A Conexão cruzada horizontal (Horizontal cross-connect): É a nome que se refere á armários de telecomunicações (Telecommunications closet functions) que tem por função a conexão em hardware de todos os cabeamentos horizontais, conexões cruzadas intermediárias ou mesmo o cabo de conexão do backbone. As conexões cruzadas e interconexões (Cross-connections and interconnections) pode ser dizer de conexões entre cabeamento horizontal e backbone ou equipamento conectando circuitos integrados (hardware). Rotas Inter-Edifícios (Inter-Building Pathways): Em um ambiente de campus, rotas inter-edifícios são necessárias dentre as quais efetua a conexão de edifícios separados. As listas ANSI/TIA/EIA-569-A de padrão de subsolo, aterramento, aéreo e túnel são os principais tipos de rotas usadas. Rotas Inter-Edifício de Backbone Subterrâneo (Underground Inter-Building Backbone Pathways): Uma rota subterrânea é considerada um componente da facilidade de entrada. Para planejamento de rota deve-se considerar as limitações vigentes na topologia, ventilação a fim de evitar acumulação de gases, tráfico de veículos para determinar a espessura da camada que cobre a rota e se a mesma deve ou não ser de concreto, se subterrâneas constituídas por conduítes, dutos e cochos, incluindo poços de inspeção.
  59. 59. Norma ANSI/TIA/EIA-568-A Sistema de Distribuição Via Cabo para os Servidores  Os cabos de alimentação dos servidores serão instalados sob o piso elevado e dispostos em leitos ou canaletas.  Fibras e cabos coaxiais de dados que interligarão a sala de roteadores e Switches à sala de servidores terão instalação redundante, com um circuito caminhando sob o piso elevado e outro próximo aos bastidores dos servidores. Os painéis de distribuição dos cabos de dados estarão distribuídos ao longo de toda a sala dos servidores.  O projeto do cabeamento é feito de acordo com padrões de cabeamento estruturado. 1.10 Sistema de Distribuição Via Cabo para WAN.
  60. 60. Politicas de Segurança As soluções de segurança do data center abordam requisitos únicos e desafiadores dos ambientes de nuvem pública e privada, incluindo:  Aplicação de políticas de segurança entre aplicativos virtuais e cargas de trabalho  Gerenciamento de escalabilidade, incluindo usuários, conexões e velocidade de processamento  Gerenciamento consolidado entre serviços de segurança  Separação de tarefas entre servidor de aplicativos e equipes de segurança  Implantação que usa recursos, pode ser facilmente ampliada e aplica políticas
  61. 61. Politicas de Segurança  Obtenha soluções corporativas abrangentes para data center  A segurança é fundamental para o data center. O perímetro da rede está cada vez mais permeável e o malware continua a se difundir. As empresas sofrem constantes ameaças à segurança da Internet e de redes internas.  As soluções de segurança de data center da Cisco contêm:  Controle de ameaças e proteção com o sistema de prevenção de intrusão (IPS)  Segurança de aplicativos e conteúdo  Segurança de virtualização (firewall virtual)  Acesso altamente seguro
  62. 62. Politicas de Segurança Controle e proteção contra ameaças  O Cisco ASA 5585-X Adaptive Security Appliance fornece VPN, firewall e IPS com desempenho elevado e escalabilidade. É uma excelente opção para controlar o tráfego de rede de entrada e saída do data center (também conhecido como tráfego norte-sul). Segurança de conteúdo  Escolha entre as soluções Cisco de email e segurança da web com serviços no local, em nuvens ou híbridos. Proteja suas redes e data centers contra ataques conhecidos e walware de dia zero.
  63. 63. Politicas de Segurança Segurança de virtualização O Cisco Virtual Security Gateway (VSG) trabalha com switches Cisco Nexus 1000V Seriespara fornecer segurança baseada em zona e por políticas através de um firewall virtual. O Cisco Adaptive Security Appliance (ASA) virtual para o Cisco Nexus 1000V fornece segurança de edge multi-tenant, funcionalidade de gateway padrão e proteção contra ataques baseados em rede. Ele usa a plataforma comprovada de segurança ASA em um tamanho compacto e virtual.  Aplicar políticas corporativas
  64. 64. Politicas de Segurança Acesso altamente seguro Estabelecem acesso seguro e altamente confiável líder do setor para os recursos de data center.  Proteger ambientes de computação físicos e virtuais  Estabelecer acesso confiável  Identificar e responder a ameaças em evolução  Proteger ativos críticos
  65. 65. Data Center sustentável pode ajudar a reduzir custos nas empresas O aumento da população global, a utilização de Data Centers corporativos para armazenar enormes quantidades de informação e o aumento na produção e venda de equipamentos conectados à Internet aumentaram a demanda por energia elétrica e fizeram com que empresas e organizações governamentais tomassem um posicionamento diferente no início do século XXI, com relação à produção e ao abastecimento desse recurso.
  66. 66. • O consumo médio de energia dos Data Centers atuais equivale a cerca de 10 a 30 vezes o consumo de escritórios comuns. • Isso contribui para o aumento nos gastos de eletricidade das empresas, pois umas das principais preocupações das corporações, é o abastecimento e refrigeração dos Data Centers. Entretanto, de acordo com especialistas, a tecnologia para criar modelos de Data Centers auto-suficientes desde o início está disponível, e muitos deles são planejados dessa forma, o que gera um investimento inicial maior, na maior parte dos casos. • É interessante observar que o custo inicial mais alto traz retorno no custo operacional ao longo do ciclo de vida útil dos equipamentos. Data Center sustentável pode ajudar a reduzir custos nas empresas
  67. 67. As empresas devem saber que a abordagem para iniciativas que criem um Data Center sustentável não partem de decisões tomadas do dia para a noite. Existe a necessidade da criação de estratégias mais completas que incorporem as melhores práticas econômicas e ambientais com relação à eficiência energética. Que companhia será responsável pelo fornecimento de energia? Existem outros geradores próprios instalados nos Data Centers? Qual é o preço da energia? Existem equipamentos mais eficientes e que consomem menos energia? Dúvidas como essas devem ser levantadas para discutir a sustentabilidade de seus Data Centers. Data Center sustentável pode ajudar a reduzir custos nas empresas
  68. 68. Data Center sustentável pode ajudar a reduzir custos nas empresas
  69. 69. Data Center sustentável pode ajudar a reduzir custos nas empresas
  70. 70. Data Center sustentável pode ajudar a reduzir custos nas empresas
  71. 71. Data Center sustentável pode ajudar a reduzir custos nas empresas Como melhorar a eficiência dos Data Centers? Alguns pontos são essenciais visando essa melhoria: - Instalar equipamentos mais modernos que possuam melhor autonomia de energia - Fazer transições em pleno funcionamento, para não gerar custos extras - Adquirir sistemas inteligentes de gerenciamento - Melhorar as técnicas de refrigeração
  72. 72. Data Center sustentável pode ajudar a reduzir custos nas empresas Existem ferramentas como o DCIM (Data Center Infrastructure Management) que possibilitam o monitoramento do Data Center e a determinação do nível de alimentação de energia de cada rack. Tanto a parte energética quanto a parte operacional podem ser gerenciadas com mais eficiência utilizando essa ferramenta, que fornece uma visão mais ampla do Data Center. Outra importante atitude que a empresa pode tomar é a de medir o consumo de energia total.
  73. 73. Data Center sustentável pode ajudar a reduzir custos nas empresas Existem processos de refrigeração que estão sendo aplicados em diversos Data Centers de grandes empresas ao redor do mundo. • Alguns exemplos interessantes são os do Laboratório Nacional de Oak Ridge (Estados Unidos), que transforma o calor dos racks em energia, que pode ser utilizada até em domicílios, ou o da Universidade de Notre Dame (França), que criou servidores que se resfriam com a ajuda de um jardim botânico. O ar aspirado do exterior esfria os computadores, enquanto o ar quente é lançado para fora. • Outra ideia bastante interessante foi a de um Data Center criado pelo Google, na Finlândia, que se resfria com água do mar. A água gelada do oceano é levada para o centro e depois volta ao mar, misturada com um pouco de água fria para não prejudicar a fauna e flora.
  74. 74. Impacto do Big Data nos Datacenters
  75. 75. Impacto do Big Data nos Datacenters
  76. 76. Boas práticas para operação, gestão e governança de TI  Toda boa gestão de TI deve estar embasada por frameworks de gerenciamento e governança da tecnologia da informação. No mercado existem diversos frameworks voltados para diversos objetivos sempre suportados por boas práticas de gestão e governança.  Visando municiar gestores, consultores e analistas de TI, estaremos elencando boas práticas relacionadas a diversos itens inerentes à Tecnologia da Informação das empresas que variam desde assuntos relacionados a infraestrutura, sistemas e até políticas e normas internas.  Governança de TI é a principal estratégia para reduzir complexidade do data center  À medida que as empresas geram informações e introduzem novas tecnologias a seus data centers, aumenta o número de complexidades, conforme indica um estudo encomendado à ReRez Research pela Symantec. Foram consultados 2.453 profissionais de TI em organizações de 32 países, incluindo o Brasil. Em nível global, 79% das empresas relata um aumento na complexidade no data center.  Globalmente, 60% dos entrevistados apontaram como principal fator para a complexidade o crescente número de aplicativos críticos aos negócios, enquanto 54% citaram o expressivo crescimento dos dados. Outros fatores indicados foram redução do orçamento (48%), software como serviço (43%), computação móvel (42%) e virtualização do armazenamento (41%). Dentre os principais efeitos apontados estão o aumento de custos (46%), a redução da agilidade (41%) e o maior tempo para imigração de armazenamento (40%).
  77. 77. Boas práticas para operação, gestão e governança de TI Serão recomendações de boas práticas operacionais e de gestão. Estruturamos este trabalho em 5 (cinco) Dimensões de Gerenciamento. São elas: 1 – Infraestrutura de Rede 2 – Datacenter e Servidores 3 – Sistemas Corporativos 4 – Entrega de Serviços e Ambiente Operacional 5 – Normas e Políticas / Continuidade do Negócio Uma das formas de obter mais sucesso na administração dos recursos é pela simplificação de processos. Nesse cenário, a governança de TI pode ser utilizada para otimizar o uso de recursos e os investimentos na área.
  78. 78. Boas práticas para operação, gestão e governança de TI Para cada uma destas Dimensões de Gerenciamento, teremos diversas Categorias
  79. 79. Boas práticas para operação, gestão e governança de TI  1 – Infraestrutura de Rede • 1.01 – Cabeamento Estruturado • 1.02 – Ativos de Rede (Switches) • 1.03 – Segurança e Otimização de Rede • 1.04 – Links de Comunicação • 1.05 – Monitoramento • 1.06 – Segmentação de Rede (WLAN e Rede Corporativa)
  80. 80. Boas práticas para operação, gestão e governança de TI  2 – Datacenter e Servidores • 2.01 - Controle de Acesso ao Datacenter • 2.02 - Climatização do Datacenter • 2.03 - Monitoramento Ambiental • 2.04 - Detecção e Combate à Incêndio • 2.05 - Monitoramento por Câmeras • 2.06 - Rede Elétrica / Quadro Elétrico • 2.07 - Gerador de Energia • 2.08 - Nobreak • 2.09 - Piso Elevado • 2.10 - Rack de Cabeamento • 2.11 - Rack de Servidores • 2.12 - Cofre • 2.13 - Servidores • 2.14 - Storage • 2.15 - Virtualização
  81. 81. Boas práticas para operação, gestão e governança de TI  3 – Sistemas Corporativos • 3.01 - Correio Eletrônico • 3.02 - Antivírus • 3.03 - Acesso Remoto • 3.04 - Criptografia de Dados • 3.05 - ERP • 3.06 - Banco de Dados
  82. 82. Boas práticas para operação, gestão e governança de TI  4 – Entrega de Serviços e Ambiente Operacional • 4.01 - Equipe de TI • 4.02 - Manuais, Procedimentos e Processos • 4.03 - Gestão e Atendimento Help Desk • 4.04 - Controle de Inventário • 4.05 - Serviço de Impressão • 4.06 - Estações de Trabalho • 4.07 - Ambiente de Trabalho • 4.08 - Telecom • 4.09 - Mobilidade e Consumerização
  83. 83. Boas práticas para operação, gestão e governança de TI  5 – Normas e Políticas / Continuidade do Negócio • 5.01 - Políticas e Normas de TI • 5.02 - Descarte de Informações • 5.03 - Plano de Continuidade de Negócios
  84. 84. Boas práticas para operação, gestão e governança de TI  A governança de TI passou a ser adotada por diversos profissionais, pois permite que especialistas do ramo otimizem a gestão de grandes centros computacionais, atenuando problemas tradicionais.  Com uma abordagem inteligente, toda a corporação ganha. Custos operacionais são diminuídos e o controle das informações passa a ser maior. A adoção de uma estratégia de gestão de TI bem planejada permite que o Data Center deixe de ser passivo, utilizado apenas para a redução de custos, e torne-se um catalizador de novos ganhos.
  85. 85. rmvirtualiza@gmail.com rmvirtualiza@gmail.com

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