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Diagnóstico organizacional participativo
Metáfora <ul><li>Objetivo: </li></ul><ul><li>Levantar a imagem subjetiva da organização. </li></ul><ul><li>Realização :  <...
Rotina Organizacional <ul><li>Objetivo:  </li></ul><ul><li>Levantar e sistematizar as atividades da organização </li></ul>...
<ul><li>1. Objetivos </li></ul><ul><li>Em que tipo de negócio estamos atuando? </li></ul><ul><li>4 Recompensa </li></ul><u...
<ul><li>Iceberg </li></ul><ul><li>Objetivo </li></ul><ul><li>Identificar os aspectos visíveis e invisíveis da  </li></ul><...
<ul><li>Estudo de caso – Ferramentas do DOP </li></ul>
<ul><li>Iceberg </li></ul><ul><li>1 Quais são os principais objetivos da organização? Estão  </li></ul><ul><li>Sendo cumpr...
 
 
Mapeamento, avaliação e sistematização de projetos, programas, áreas ou setores <ul><li>A faça um levantamento dos projeto...
Priorização e hierarquização das atividades pendentes ou emergentes <ul><li>A partir dos projetos e programas, priorize as...
Reformulação regimental ou estatutária <ul><li>Realize uma análise do estatuto ou regiemnto </li></ul>Instituição, grupo o...
Assessoria participativa
Formulação dos problemas <ul><li>Uma dificuldade que não pode resolver-se automaticamente, requer uma investigação ou anál...
H I P Ó T E S E <ul><li>Pergunta orientadora: </li></ul><ul><li>O que você acha que é uma hipótese? </li></ul><ul><li>Conc...
Formulação de conclusões <ul><li>Objetivo:  </li></ul><ul><li>Levantar e sistematizar as questões mais importantes destaca...
Planejamento participativo e de impacto
O que é planejamento participativo de impacto? <ul><li>é um instrumento para apoiar o processo de construção coletiva que ...
<ul><li>Construído de baixo para cima </li></ul><ul><li>diagnóstico e planejamento participativo nas comunidades  </li></u...
<ul><li>Potenciais </li></ul>Análise de envolvimento <ul><li>Identifica pessoas, grupos e/ou instituições que direta ou in...
<ul><li>Grupo de apoio </li></ul>Dimensionamento e plano operacional de projetos <ul><li>Identifica atividades, subativida...
Matriz de planejamento e de projeto/programa <ul><li>Base para planos ope-rativos, monitoramento e avaliação do impacto ge...
Contrato social de assessoria <ul><li>Identifica pessoas, grupos e/ou instituições que direta ou indiretamente que podem a...
Relato de vida Através da história oral objetiva, busca-se segundo, (PUJADAS MUÑOZ, 2002:62), “a revalorización del ser hu...
<ul><li>LINHA DA VIDA -  informações sobre a história da organização </li></ul><ul><li>Execução:  </li></ul><ul><li>Quais ...
<ul><li>Formação de grupo de discussão </li></ul><ul><li>surge da necessidade do grupo comunitário ou técinicos ou pesquis...
<ul><li>Formação de grupo de discussão </li></ul><ul><li>moderador e o tema a ser debatido, aprofundado, desconstruído a l...
<ul><li>Oficina sócio-ambiental </li></ul><ul><li>A partir do clamor sócio-ambiental – perguntas orientadoras; </li></ul><...
Planejamento de Sistemas Agroecológicos  <ul><li>Define as ações prioritárias e estratégias de manejo em função dos agroec...
PRINCÍPIOS DA AGROFLORESTA <ul><li>Diversidade   </li></ul><ul><li>Maior número de espécies diferentes </li></ul><ul><li>R...
PRINCÍPIOS DA AGROFLORESTA <ul><li>Relação Homem-Natureza   </li></ul><ul><li>Compreensão e ação da família  numa relação ...
FATORES IMPORTANTES NO DESENVOLVIMENTO  DA AGROFLORESTA <ul><li>Compreensão de como a própria natureza recupera e recompõe...
Sucessão Natural das  Espécies Vegetais <ul><li>Compreender as estratégias e os processos que a natureza utiliza para reco...
 
Como Formar um Sistema agroflorestal para recuperar nascentes <ul><li>Respeito, observação e paciência com a natureza; </l...
Noções de espaçamento no desenho de SAF <ul><li>A noção de espacialidade e grau de competição de luz, expressa nos desenho...
Noções de espaçamento no desenho de SAF <ul><li>Zoneamento ecológico “micro” que e feito na área durante o acompanhamento ...
Triangulo  da Vida
Passos para a elaboração do desenho do SAF <ul><li>Levantamento da realidade concreta (solo, ocupação, mão-de-obra, insumo...
Parâmetros de escolha de arvores nativas <ul><li>Arvores que produzem e trocam bastante folhas; </li></ul><ul><li>Espécies...
Desenho que favoreça a vida, beneficiando:  <ul><li>O solo (regeneração e manutenção da fertilidade) </li></ul><ul><li>A f...
Sistematização coletiva de experiências e assessoramento organizacional <ul><li>Autonomia do conhecimento, a elevação da a...
Sistematização coletiva de experiências e assessoramento  <ul><li>A) O ponto de partida; </li></ul><ul><li>B) As perguntas...
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Ferramentas para metodologias participativas parte 2

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Ferramentas para metodologias participativas parte 2

  1. 1. Diagnóstico organizacional participativo
  2. 2. Metáfora <ul><li>Objetivo: </li></ul><ul><li>Levantar a imagem subjetiva da organização. </li></ul><ul><li>Realização : </li></ul><ul><li>Convida-se o grupo a pensar em uma imagem que identifique a organização, seguindo-se com questionamentos que o leve a refletir sobre a situação organizacional da entidade. </li></ul><ul><li>Processamento: </li></ul><ul><li>Vocês acham que a imagem da sua organização está completa? </li></ul><ul><li>Querem acrescentar mais um ponto importante? </li></ul><ul><li>O que diz essa metáfora/imagem para vocês? </li></ul><ul><li>O que vocês descobriram sobre a sua organização? </li></ul><ul><li>Olhando o conjunto, o que vocês acham que seria o ponto mais importante para ser mudado e como? </li></ul>
  3. 3. Rotina Organizacional <ul><li>Objetivo: </li></ul><ul><li>Levantar e sistematizar as atividades da organização </li></ul><ul><li>Esclarecer responsabilidades na organização </li></ul><ul><li>Esclarecer e distribuir tarefas. </li></ul><ul><li>Realização: </li></ul><ul><li>Levantar todas as atividades da organização através de uma tempestade de idéias.” </li></ul><ul><li>Agrupar as atividades levantadas em áreas de trabalho através de metaplan. </li></ul><ul><li>Com as áreas definidas, o grupo se organiza em sub-grupos para analisar as atividades por área, seguindo um roteiro (área, atividade, o que, quando, quem, dificuldades...). </li></ul><ul><li>Processamento: </li></ul><ul><li>Depois que o grupo preencheu o roteiro (tabela), começa a análise das informações. </li></ul><ul><li>Analisando a rotina organizacional, o grupo já começa a entrar na discussão sobre as possíveis mudanças e os próximos passos de trabalho. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>1. Objetivos </li></ul><ul><li>Em que tipo de negócio estamos atuando? </li></ul><ul><li>4 Recompensa </li></ul><ul><li>Existem incentivos e penalidades? </li></ul><ul><li>2. Estrutura </li></ul><ul><li>Como dividimos nosso trabalho? </li></ul><ul><li>5. Liderança </li></ul><ul><li>Existe alguém, mantendo o equilíbrio entre os campos? </li></ul><ul><li>4 Relacionamento </li></ul><ul><li>Como estamos coordenando conflitos? </li></ul><ul><li>6. Meios de apoio </li></ul><ul><li>Existe tecnologia adequada? </li></ul><ul><li>ENTORNO </li></ul><ul><li>“ Everything else” </li></ul><ul><li>Que tipo de restrições e demandas estão sendo imposto por ele? </li></ul><ul><li>Recursos financeiros </li></ul><ul><li>Recursos humanos </li></ul><ul><li>Conhecimento </li></ul><ul><li>Material </li></ul><ul><li>Produtos </li></ul><ul><li>Serviços </li></ul><ul><li>Idéias/Conceitos </li></ul><ul><li>Processos de Transformação </li></ul>Questionário dos seis campos da organização <ul><li>INPUT </li></ul><ul><li>OUTPUT </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Iceberg </li></ul><ul><li>Objetivo </li></ul><ul><li>Identificar os aspectos visíveis e invisíveis da </li></ul><ul><li>organização e iniciar processo educacional de </li></ul><ul><li>discussão sobre a realidade organizacional. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Estudo de caso – Ferramentas do DOP </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Iceberg </li></ul><ul><li>1 Quais são os principais objetivos da organização? Estão </li></ul><ul><li>Sendo cumpridos? Quais não foram? Porque? </li></ul><ul><li>2 Quais as questões que envolve a organização do </li></ul><ul><li>empreendimento são invisíveis? Aqueles pontos que são </li></ul><ul><li>colocados em baixo do tapete pelo grupo? </li></ul><ul><li>3 Quais destas questões influenciam negativamente a vida </li></ul><ul><li>da organização e porque? </li></ul><ul><li>4 Quais os pontos que dificultam uma mudança individual? </li></ul><ul><li>5 Quais os pontos que dificultam uma mudança coletiva? </li></ul><ul><li>6 Quais ações devem ser realizadas para estabelecer as </li></ul><ul><li>mudanças necessárias para fortalecer a organização? </li></ul>
  8. 10. Mapeamento, avaliação e sistematização de projetos, programas, áreas ou setores <ul><li>A faça um levantamento dos projetos por programas, setores e área de atuação </li></ul>Área Setor Programa Projeto Qual a missão, área de atuação e universo temporal? Quais os objetivos e principais resultados? Quais as principais dificuldades? O que não foi realizado? E Porquê? Quais as lições aprendidas?
  9. 11. Priorização e hierarquização das atividades pendentes ou emergentes <ul><li>A partir dos projetos e programas, priorize as atividades emergentes ou pendentes? </li></ul>Projetos Atividades Programas Atividades 1 1 2 2 3 3 4 4 5 5 6 6
  10. 12. Reformulação regimental ou estatutária <ul><li>Realize uma análise do estatuto ou regiemnto </li></ul>Instituição, grupo ou aliado O que faz? Quais as dificuldades e/ou limitações? Quais as atividades, projetos que participa?
  11. 13. Assessoria participativa
  12. 14. Formulação dos problemas <ul><li>Uma dificuldade que não pode resolver-se automaticamente, requer uma investigação ou análise conceitual ou empírica; </li></ul><ul><li>O problema é o primeiro passo da cadeia problema-investigação – soluções. </li></ul><ul><li>Realização: </li></ul><ul><li>Se formula definindo o contexto; </li></ul><ul><li>Elege um marco teórico que se vai indagar e analisar; </li></ul><ul><li>Descreve a operacionalização de variáveis; </li></ul><ul><li>Delimitar o campo que se vai análisar. </li></ul>
  13. 15. H I P Ó T E S E <ul><li>Pergunta orientadora: </li></ul><ul><li>O que você acha que é uma hipótese? </li></ul><ul><li>Conceito: </li></ul><ul><li>É a primeira </li></ul><ul><li>impressão que o pesquisador ou extensionista fórmula sobre o tema da organização. </li></ul><ul><li>uma hipótese d eve ser estimulante; </li></ul><ul><li>Deve ser formulada um pouco além do obvio; </li></ul><ul><li>Deve estar sendo elaborada em vários momentos do ciclo da consultoria; </li></ul><ul><li>Deve ser colocada à discussão do cliente; </li></ul><ul><li>A partir da hipótese se define a intervenção. </li></ul>
  14. 16. Formulação de conclusões <ul><li>Objetivo: </li></ul><ul><li>Levantar e sistematizar as questões mais importantes destacadas no processo; </li></ul><ul><li>A luz dos dados analisados nos resultados colocar as impressões dos pesquisadores/extensionista. </li></ul><ul><li>Realização: </li></ul><ul><li>Levantar os resultados e priorizar com o grupo; </li></ul><ul><li>Mostrar em números ou gráficos os resultados; </li></ul><ul><li>Deixar que o grupo chegue a conclusões coletivas, consenso ou votação; </li></ul><ul><li>Finalizar com análise técnica. </li></ul><ul><li>Processamento: </li></ul><ul><li>Em que as conclusões pode contribuir com mudanças na organização ou grupo; </li></ul><ul><li>As conclusões atenderam aos objetivos da sistematização e trabalho organizacional? </li></ul>
  15. 17. Planejamento participativo e de impacto
  16. 18. O que é planejamento participativo de impacto? <ul><li>é um instrumento para apoiar o processo de construção coletiva que se faz a partir da problematização, buscando a reflexão para estabelecer as mudanças sociais da realidade concreta; </li></ul><ul><li>contempla um plano operacional que é a raiz da arvore; </li></ul><ul><li>matriz de planejamento é o caule; </li></ul><ul><li>os objetivos, indicadores, fontes de comprovação e pressupostos são as flores; </li></ul><ul><li>os resultados os frutos; </li></ul><ul><li>os impactos as novas sementes. </li></ul>
  17. 19. <ul><li>Construído de baixo para cima </li></ul><ul><li>diagnóstico e planejamento participativo nas comunidades </li></ul><ul><li>apoia-se a construção dos planos operacionais das comunidades como a base da matriz de planejamento </li></ul><ul><li>o projeto surge com a construção coletiva dos resultados, impactos </li></ul><ul><li>Possui reconhecimento científico e cosmopolita (universal) </li></ul><ul><li>- Pode ser apresentado a qualquer agente financiador </li></ul><ul><li>Qual o diferencial? </li></ul>
  18. 20. <ul><li>Potenciais </li></ul>Análise de envolvimento <ul><li>Identifica pessoas, grupos e/ou instituições que direta ou indiretamente estão envolvidos com a situação em análise. </li></ul><ul><li>Verifica interesses, potenciais, limitações, temores, possíveis contribuições e entraves entre os envolvidos. </li></ul><ul><li>Instituições, grupos ou pessoas envolvidas </li></ul><ul><li>Funções/ Atividades </li></ul><ul><li>Interesses </li></ul><ul><li>Limitações </li></ul><ul><li>Temores </li></ul>
  19. 21. <ul><li>Grupo de apoio </li></ul>Dimensionamento e plano operacional de projetos <ul><li>Identifica atividades, subatividades, metas, responsável, grupo de apoio, prazo e recursos. </li></ul><ul><li>Determina o plano de desenvolvimento, deve ser realizado por áreas temáticas (atividade produtiva, meio ambiente, organização...) </li></ul><ul><li>Atividade/ </li></ul><ul><li>subatividade </li></ul><ul><li>Metas </li></ul><ul><li>Responsável </li></ul><ul><li>Prazo </li></ul><ul><li>Recursos (R$) </li></ul>
  20. 22. Matriz de planejamento e de projeto/programa <ul><li>Base para planos ope-rativos, monitoramento e avaliação do impacto gerado pelo projeto. </li></ul><ul><li>Deve conter as infor-mações: finalidade ou objetivo superior do projeto, objetivo do projeto, resultados, atividades, pressupostos, indicadores e fontes de verificação. </li></ul><ul><li>Objetivos </li></ul><ul><li>Indicadores </li></ul><ul><li>Fontes de verificação </li></ul>Pressupostos s <ul><li>Resultados </li></ul><ul><li>Plano Operacional Atividades </li></ul><ul><li>Uso dos Resultados </li></ul><ul><li>Impactos diretos </li></ul><ul><li>Impactos indiretos </li></ul>
  21. 23. Contrato social de assessoria <ul><li>Identifica pessoas, grupos e/ou instituições que direta ou indiretamente que podem apoiar a situação em análise. </li></ul><ul><li>Determina apoios, interlocutores, responsabilidades, papéis, recursos e prazos.. </li></ul><ul><li>Atividade a ser apoiada </li></ul><ul><li>Responsável </li></ul><ul><li>Recursos (R$) </li></ul><ul><li>Prazo </li></ul><ul><li>Instituições, grupos ou pessoas envolvidas </li></ul>
  22. 24. Relato de vida Através da história oral objetiva, busca-se segundo, (PUJADAS MUÑOZ, 2002:62), “a revalorización del ser humano como sujeto del estudio, en contraste a las excesivas abstracciones y la deshumanización oriunda de lo cientificismo positivista”. <ul><li>- é um recurso metodológico qualitativo </li></ul><ul><li>consideramos as mudanças históricas e o papel que desenvolve nos sentidos e os significados que fazem na mente das pessoas. </li></ul><ul><li>Essa prática pode servir de ajuda para os menos privilegiados, promovendo a dignidade e confiança; </li></ul><ul><li>resgate da memória é vital, pois os transforma em protagonistas em uma época em que eles tendem a serem excluídos. </li></ul>
  23. 25. <ul><li>LINHA DA VIDA - informações sobre a história da organização </li></ul><ul><li>Execução: </li></ul><ul><li>Quais foram os acontecimentos importantes na vida da organização? </li></ul><ul><li>(Elaborar uma linha, pontuando datas e acontecimentos). </li></ul><ul><li>Processamento: O grupo apresenta o resultado na plenária. </li></ul><ul><ul><li>Perguntas orientadoras: </li></ul></ul><ul><ul><li>Como foi o processo de trabalho? </li></ul></ul><ul><ul><li>O que descobrimos sobre a organização? </li></ul></ul><ul><ul><li>Revendo a história da sua organização, o que vocês acham que são/foram os pontos mais fortes, o que vocês sabem fazer bem, tem experiência? O que isso significa para a situação atual? </li></ul></ul>
  24. 26. <ul><li>Formação de grupo de discussão </li></ul><ul><li>surge da necessidade do grupo comunitário ou técinicos ou pesquisadores de conceituar temas, aprofundar debates, definir posicionamento filosófico, político e metodológico; </li></ul><ul><li>utiliza-se de perguntas geradoras ou orientadoras para o processamento do vivenciado pelos assentados ou comunitários no processo; </li></ul><ul><li>refletir sobre a macro-realidade, por uma micro-realidade social, representado por integrantes de um assentamento, comunidade ou território; </li></ul>
  25. 27. <ul><li>Formação de grupo de discussão </li></ul><ul><li>moderador e o tema a ser debatido, aprofundado, desconstruído a luz da problematização, para identificar a realidade social; </li></ul><ul><li>determinar a amostra estrutural ou relacional, tipos sociais, composição dos grupos e número de participantes de cada grupo; </li></ul><ul><li>estabelecer um plano de convocatória com datas, horário e lugar das reuniões; </li></ul><ul><li>determinar a dinâmica grupal, com regras previamente estabelecidas, para iniciar, executar, registrar e analisar as informações. </li></ul>Monitoramiento de la Pesca do caranguejo-u çá de los manguares Bragantino PARTICIPE !
  26. 28. <ul><li>Oficina sócio-ambiental </li></ul><ul><li>A partir do clamor sócio-ambiental – perguntas orientadoras; </li></ul><ul><li>Cartilha, teatro, mística, música, cinema, culinária ... </li></ul>
  27. 29. Planejamento de Sistemas Agroecológicos <ul><li>Define as ações prioritárias e estratégias de manejo em função dos agroecossistemas, </li></ul><ul><li>utiliza-se como base para os desenhos e redesenho o diagnóstico agroecológico. </li></ul><ul><li>Estabelece um caderno de vivência, como na pedagogia da alternância, </li></ul><ul><li>Livro - construindo seu sistema, planeja, anota suas dúvidas, evoluções, resultados e observações. </li></ul><ul><li>famílias envolvidas no processo. </li></ul>
  28. 30. PRINCÍPIOS DA AGROFLORESTA <ul><li>Diversidade </li></ul><ul><li>Maior número de espécies diferentes </li></ul><ul><li>Reciclagem de nutrientes </li></ul><ul><li>Capacidade de produção de material </li></ul><ul><li>orgânico e reciclagem permanente </li></ul><ul><li>Produtividade </li></ul><ul><li>Maior produtividade em quantidade e qualidade </li></ul>
  29. 31. PRINCÍPIOS DA AGROFLORESTA <ul><li>Relação Homem-Natureza </li></ul><ul><li>Compreensão e ação da família numa relação de respeito e carinho com a natureza com um todo. </li></ul><ul><li>Equilíbrio Ambiental </li></ul><ul><li>Pela grande diversidade de espécies todo o ambiente recebe modificações positivas. </li></ul>
  30. 32. FATORES IMPORTANTES NO DESENVOLVIMENTO DA AGROFLORESTA <ul><li>Compreensão de como a própria natureza recupera e recompõe a vegetação nativa </li></ul><ul><li>A família precisa ser uma boa observadora da ação da natureza. </li></ul><ul><li>Manejo </li></ul><ul><li>O manejo necessariamente precisa ser feito </li></ul><ul><li>no momento certo para não comprometer </li></ul><ul><li>o desenvolvimento da agrofloresta </li></ul>
  31. 33. Sucessão Natural das Espécies Vegetais <ul><li>Compreender as estratégias e os processos que a natureza utiliza para recomposição do ambiente é importante para acertar os passos na implantação e manejo da agrofloresta </li></ul>
  32. 35. Como Formar um Sistema agroflorestal para recuperar nascentes <ul><li>Respeito, observação e paciência com a natureza; </li></ul><ul><li>Ter sementes e mudas de seu interesse para plantar; </li></ul><ul><li>Planejamento – desenho dos SAF’s </li></ul>
  33. 36. Noções de espaçamento no desenho de SAF <ul><li>A noção de espacialidade e grau de competição de luz, expressa nos desenhos através da projeção de crescimento e conseqüente sombreamento proporcionado por árvores e palmeiras; </li></ul><ul><li>Senso de oportunidade para os nichos de luz e fertilidades que surgem ao longo dos ciclos de manejo do SAF, uma vez que o espaçamento não e linear; </li></ul>
  34. 37. Noções de espaçamento no desenho de SAF <ul><li>Zoneamento ecológico “micro” que e feito na área durante o acompanhamento do desempenho das plantas, e que redefine prioridades estratégicas de plantio e manejo dentro da área; </li></ul><ul><li>A combinação de características ecológicas das espécies, uma vez que elas referem em varias operações, como colheitas, desbastes, limpezas e podas, entre outras. </li></ul>
  35. 38. Triangulo da Vida
  36. 39. Passos para a elaboração do desenho do SAF <ul><li>Levantamento da realidade concreta (solo, ocupação, mão-de-obra, insumos…); </li></ul><ul><li>Listar relação de plantas produtivas e adubadeiras desejadas; </li></ul><ul><li>Refletir/discutir sobre as funções de cada espécie a implantar no SAF </li></ul><ul><li>Observar e contemplar a variação dos extratos no SAF (baixo, médio e alto) </li></ul>
  37. 40. Parâmetros de escolha de arvores nativas <ul><li>Arvores que produzem e trocam bastante folhas; </li></ul><ul><li>Espécies que permitem a entrada de luz; </li></ul><ul><li>Espécies com dominância apical definida; </li></ul><ul><li>Espécies associadas com a melhoria do solo; </li></ul><ul><li>Espécies de produtoras de valores específicos; </li></ul><ul><li>Espécies apreciadas por sua beleza; </li></ul><ul><li>Espécies de crescimento rápido; </li></ul><ul><li>Espécies que são melíferas; </li></ul><ul><li>Espécies que atraem pássaros que semeiam outras espécies de arvores. </li></ul>
  38. 41. Desenho que favoreça a vida, beneficiando: <ul><li>O solo (regeneração e manutenção da fertilidade) </li></ul><ul><li>A fauna (pássaros, abelhas, ...) </li></ul><ul><li>O ser humano (alimentação, renda, trabalho,social,…) </li></ul>
  39. 42. Sistematização coletiva de experiências e assessoramento organizacional <ul><li>Autonomia do conhecimento, a elevação da autoestima e a credibilidade das informações junto à população envolvida; </li></ul><ul><li>motivam indivíduos e grupos a se engajarem em dinâmicas permanentes orientadas para o desenvolvimento sustentável; </li></ul><ul><li>Cumprem um papel importante no reforço dos mecanismos tradicionais de transmissão de saberes. </li></ul>
  40. 43. Sistematização coletiva de experiências e assessoramento <ul><li>A) O ponto de partida; </li></ul><ul><li>B) As perguntas iniciais; </li></ul><ul><li>C) Recuperação do processo vivido; </li></ul><ul><li>D) A reflexão de fundo; </li></ul><ul><li>E) Os pontos de chegada; </li></ul><ul><li>F) Processo de mudança sócio-organizacional; </li></ul><ul><li>G) Projeto de futuro. </li></ul>

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