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Universidade Presbiteriana Mackenzie

Narrativa por Storyboards: técnicas e padrões
Revisão Sistemática

Ms. Pedro Henriqu...
SINOPSE

O Storyboard é a ferramenta que apresenta o contexto de uma
narrativa, por meio de imagens, símbolos e palavras q...
MATERIAIS
MATERIAIS

Storyboarding: An Empirical Determination of Best Practices and Effective Guidelines
[1]
Draw Me a Storyboard: ...
MÉTODOS

ANIMAÇÃO

GAME DESIGN

UI DESIGN

 Qual o ponto de partida para a elaboração do Storyboard?
 Como determinar um...
RESULTADOS

Atributo
Teoria comprovada de forma prática
Game Design
UI Design
Animação
Aborda conceitos de semiótica
Descr...
DISCUSSÃO

Questionamento sobre a narrativa como ponto de partida
Simbologia não padronizada

Método centrado no usuário
P...
CONCLUSÃO

Construção segmentada e iterativa
Pode-se criar um sistema padrão de símbolos

Evitar elementos textuais
Elabor...
REFERÊNCIAS

[1]
K. N. Truong, G. R. Hayes e G. D. Abowd, “Storyboarding: An Empirical Determination of Best
Practices and...
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Narrativa por Storyboards: técnicas e padrões (apresentação)

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O Storyboard é a ferramenta que apresenta o contexto de uma narrativa, por meio de imagens, símbolos e palavras que representam ações, intenções e emoções. O processo de criação do storyboard é uma tarefa a ser desenvolvida com atenção e deve-se ter um cuidado especial aos detalhes que envolvem a representação das ações dos personagens, da movimentação dos cenários e câmeras e, acima de tudo, da intenção do autor em cada quadro. Escolher cada símbolo é uma tarefa que requer precisão, já que o objetivo maior é facilitar a compreensão da história.

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Narrativa por Storyboards: técnicas e padrões (apresentação)

  1. 1. Universidade Presbiteriana Mackenzie Narrativa por Storyboards: técnicas e padrões Revisão Sistemática Ms. Pedro Henrique Cacique Braga
  2. 2. SINOPSE O Storyboard é a ferramenta que apresenta o contexto de uma narrativa, por meio de imagens, símbolos e palavras que representam ações, intenções e emoções.
  3. 3. MATERIAIS
  4. 4. MATERIAIS Storyboarding: An Empirical Determination of Best Practices and Effective Guidelines [1] Draw Me a Storyboard: Incorporating Principles & Techniques of Comics... [2] The Narrative Storyboard: Telling A Story About Use And Context Over Time. [3] Cardboard Semiotics: Reconfigurable Symbols as a Means for Narrative Prototyping in Game Design. [4]
  5. 5. MÉTODOS ANIMAÇÃO GAME DESIGN UI DESIGN  Qual o ponto de partida para a elaboração do Storyboard?  Como determinar um número aceitável de quadros e sequencias?  Quais elementos textuais devem estar presentes?  Quais os principais símbolos utilizados?  Existe uma classificação dos quadros de um storyboard?
  6. 6. RESULTADOS Atributo Teoria comprovada de forma prática Game Design UI Design Animação Aborda conceitos de semiótica Descreve o fluxo de criação do Storyboard Busca elementos de outras técnicas para a melhor compreensão do Storyboard Apresenta tipos de quadros, anotações e simbologia Descreve o uso de um sistema computacional Questionamento sobre a narrativa como ponto de partida Apresenta número adequado de quadros Mostra quais os elementos textuais devem estar presentes Classificação dos quadros e sequencias [1] [2] [3] [4]
  7. 7. DISCUSSÃO Questionamento sobre a narrativa como ponto de partida Simbologia não padronizada Método centrado no usuário Processo Iterativo observando nível de detalhamento
  8. 8. CONCLUSÃO Construção segmentada e iterativa Pode-se criar um sistema padrão de símbolos Evitar elementos textuais Elaborar um sistema de autoria comum, permitindo até mesmo engenharia reversa Utilização de outras técnicas artísticas
  9. 9. REFERÊNCIAS [1] K. N. Truong, G. R. Hayes e G. D. Abowd, “Storyboarding: An Empirical Determination of Best Practices and Effective Guidelines,” em DIS 2006, Pennsylvania, USA., 2006. [2] M. Haesen, J. Meskens, K. Luyten e K. Koninx, “Draw Me a Storyboard: Incorporating Principles & Techniques of Comics...,” pp. 133-142, 2010. [3] S. Greenberg, S. Carpendale, N. Marquardt e B. Buxton, “The Narrative Storyboard: Telling A Story About Use And Context Over Time,” Interactions, pp. 64-69, January/February 2012. [4] R. McDaniel, E. H. Vick, S. Jacobs e P. Telep, “Cardboard Semiotics: Reconfigurable Symbols as a Means for Narrative Prototyping in Game Design,” em ACM, New Orleans, Louisiana,, 2009.

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