Rodo m&t ed. 187

153 Aufrufe

Veröffentlicht am

www.linkedin.com/in/curriculo

Veröffentlicht in: Business
  • Als Erste(r) kommentieren

  • Gehören Sie zu den Ersten, denen das gefällt!

Rodo m&t ed. 187

  1. 1. ;| || ‘l, ,~. ‘| ,I_~'; I. ,3 4 I—‘. |I. '.. Q 4 4 4 4-» 1 I; I’ l J 4 I » JI'‘JI: ''. JIU'I''E)'I. ';}I'. ' L’: ' 5 CJ I OLD fJ'I}'L N"187 - rsvsnemo - 2015 - WWW. REVlSTAMT. c0M. BR - Rs15.oo - 1‘ ps : //hr .1inkedin . c om/ in/ curric lo ’ 0:390.-I'vEL PARA DO‘I‘. ‘II_0A[J Z___I
  2. 2. RO LOS COM PACTADQRES Cl? ’ / lbr.11nkedinLcom/ in/ curricula MERCADO NACIONAL DE OBRAS RODOVIARIAS AINDA NAO DESLANCHOU, ADIANDO EM MAIS UM AND AS PROJECOES DE VENDAS DE ROLOS COMPACTADORES ~ ais uma vez, a pavi- mentagao rodoviaria bateu na trave. Como ja ocorrera em 2013, muitos dos projetos anunciados nao safram do papel. Como contraponto, duas grandes concessées (BR-163 e BR-040) animaram os agentes do mercado, servindo para criar um ce- nario de avaliagoes distintas e até contraditorias quanto ao real avanco dos negdcios no segmento. A Ciber, que comercializa a marca Hamm no Brasil, estima uma queda de 15% em relagéo a 2013, enquan- to a Caterpillar avalia que o ano foi "interessante e de crescimento" para a pavimentagao, sem especificar percentuais. Como referéncia mais 32 REVSTA M&T abrangente, o Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamen- tos para Construgfio detectou um crescimento de 13% nesse mercado, que — Segundo a sondagem — comer- cializou 0 total de 2.150 unidades no ano passado. Para 2015. ainda nao ha projegoes, mas os entrevistados esperam um ano “igual ou até um pouco pior", como afirma Luiz Lemos, gerente de negécios da Atlas Copco para a linha de pavimentagao. Acrescentando de- talhes, o representante da Caterpillar para o segmento de pavimentagao no Brasil, Paulo Roese, lembra que os analistas esperam um indice de in- flagao de 6,5% 9 preveem uma queda na estimativa de crescimento do PIB, com projegao de apenas 0,73%. “A taxa de cambio esperada para o fim de 2015 é de R$ 2,70 e a taxa Selic deve fechar em 12,5%", diz ele. "Além disso, ha’ toda a turbuléncia politica que afeta as empreiteiras neste mo- mento, o que paralisa as obras. " Partilhando dessa avaliagao, Le- mos ressalta que quase tudo que tinha de ser feito em infraestrutura rodoviaria no Brasil nos Liltimos dois anos ficou represado. "Vemos 0 re- flexo disso até nas programagées de fzibrica, dimensionadas para o mer- cado de 2010, quando chegamos a vender mil unidades", revela. “Esse volume foi caindo e. hoje, trabaIha- mos com uma produgao de 600 a 700 maquinas por ano. "
  3. 3. ROLOS COMPACTADORES m Mercado 1-: ‘.»: c-, ~:'r'a«'e. _ ' TENDENCIAS Malgrado o cenario, a indtistria nao para. Para Lemos, inclusive, se ha um lado positivo do timido avanco regis- trado dos tiltimos anos é que o Brasil continua com um vasto mercado para obras rodoviérias, tanto para constru- cao e pavimentagao quanto para ma- nutengao das vias. Assim, a Atlas Cop- co (hem como os demais fabricantes) continua avangando tecnicamente e tracando tendéncias de consumo e usabilidade dos rolos compactadores. sempre visando a obter uma maior fatia de mercado. A Volvo CE, por exemplo, aposta na nlassificagao dos equipamentos cabinados. Segundo o gerente de equipamentos rodoviérios da em- presa, Babliton Cardoso, atualmente 95% dos equipamentos para solo da marca possuem cabine climatizada e protegida contra queda de objetos e tombamento (ROPS/ FOPS). “Para 34 REVSTA MST os rolos de asfalto ainda ha mais demanda por modelos sem cabine, com a argumentacao de que nfio se compacta asfalto na chuva e também de que os trabalhos em regiées ur- banas sao mais seguros com rolos nfio cabinados, pois dariam maior visibilidade ao operador", diz. "Mas isso também esté mudando, até por- que outros equipamentos da Linha Amarela que também trabalham em areas urbanas — como retroescava- deiras, escavadeiras etc. — sao cabi- nados e nao deixam de ser seguros porisso. " Inclusive, em atendimentos opera- cionais 51 Vale, Petrobras e algumas das grandes empreiteiras do pais jé nae é permitido o uso de rolo com- pactador sem cabine, o que também tem impulsionado essa evoluafo, se- gundo frisa Cardoso. nttps: //hr.1inkedin. com/ in/ curricula _ - . _.. ., ‘. _._. . - °_. ..; .. . .. . ..D. ... - da Ciber, Paulo Rogério Veiga Silva, a utilizagfio de rolos cabinados esta mais relacionada a exigéncia cres- cente dos clientes do que a uma de- finigao normativa ou mercadolégica. E a resisténcia residual, segundo ele, se da simplesmente porque "0 mocIe- lo cabinado custa aproximadamente 15% a mais do que o sem cabine". Mas, evidentemente, também ha aspectos legais. Roese, da Caterpillar, sublinha que a NR-18 — que vem sen- do revisada quanto ao padrao de segu- ranca para a industria de construgao - prevé a incluséo de estruturas ROPS/ FOPS e obrigatoriedade de cabines fechadas com ar-condicionado para praticamente toda a Linha Amarela e equipamentos para pavimentacao. As excecoes, por motivos de aplicacao, seriam as fresadoras e as vibroacaba- doras. Quando isso ocorrer, diz ele, o mercado de rolos compactadores seré o mais atingido, "resultando em uma frota predominantemente cabinada em poucos anos”. TECNOLOGIAS Outros avangos nos rolos compac- tadores envolvem tecnologias para aprimorar o controle de compacta- <;2”ao. Hoje, ha diversos sistemas em aplicacao e desenvolvimento, todos buscando assegurar o nivel mais pro- ximo possivel dos 100% na compac- tagéio de solo e asfalto. No caso da Hamm ha um sistema de controle de qualidade para com- pactagfio de solo no qual um sensor é inserido no tambor e, por meio de ressonéncia, envia informacées para um pré—processador, que por sua vez alimenta o indicador de compacta- cao instalado no painel do operador. A finalidade, segundo Veiga Silva, é mostrar a maneira que o solo reage
  4. 4. ao tambor que esté batendo nele. A partir desse momenta, existe 0 con- trole tecnolégico, que faz a anzilise de laboratério, como explica o espe- cialista. "0 operador vé no painel do equipamento um determinado mi- mero e solicita ao laboratério uma amostra do solo para anélise. Se essa amostra apontar um resultado 90% de compactafio, o rolo dzi outra pas- sada e o indicador aponta um novo mimero, mais préximo dos 100%", diz ele. ‘Essa informagfio vai novamente para conferéncia da anélise e, a partir da resposta positiva, esse valor fica registrado, confirmando que a com- pactagéo esté préxima da ideal, ou seja, de 100%. ‘ No asfalto. usa-se a mesma tecnolo- gia, que pode ser integrada ao monito- ramento por satélite [GPS) para ma- pear 0 local a ser compactado. ‘Para MHZ s asfalto. inclusive, hé ainda a inclusio de sensores de temperatura, com in- fomiagfio disponibilizada no painel", explica Veiga Silva. ‘Assim, consegue- —se oolocar vfirias méquinas trabalhan- do juntas e trocando infonnagfies de compactagiio via rede wireless. " Na Volvo CE a tecnologia é seme1han- te, com um sistema de oompactagfio inteligente que funciona por aceler6- metro. “Este dispositivo mede a vibra- (;5o do rolo em relagfio a uma camada especifica de solo on asfalto. gerando o mimero relative", explica Cardoso. Nos equipamentos da Atlas Copco, a compactagéo inteligente também ocorre pela medigéio por aceler6me- tro e tem a fungao de GPS integrada, para gestiio eficiente do processo. No entanto, Lemos adverte que ne- nhulna das tecnologias do merca- do mede diretamente fatores como https : //hr .1inkedin . com/ in/ curricula x | I.HlH_l11H| .‘| I_l| I 3m»; -4 II? - i|5"/ :i‘«'J'*‘»5.9W1?-”I}J; lil: ‘ = MJi: aMmH Jj. U3_I Ujliil, .'J}J. |iJ; ..‘fl. .’rL7 flawflmwfi: &mMLnmuu; LJ mil; ;, *,5;? ; a! JaI, T»?1% ‘ . ammuflwx, S50 Paulo/ SP (matrix) (11) 2409-4438 (1 1) 0800-770-4489 ’ > Contagem/ MG , :3s“", v"" 4 ’w«, 4'3 (a1)33s2-1453 am; . (31) 0800 0315416’ Fortaleza] CE w—f; :7L (85) 34934094 ‘ fa (85) 9997-2229 1%’ 37 www. diesauto. com. br
  5. 5. ROLOS COMPACTADORES a umidade do solo que esta sendo compactado. Ha, porém, uma com- binagéo de informagoes que permi- te aferir essa medida, mas nada que substitua o trabalho de identit'ica<; :-"lo de solo, que deve ser feito antes da terraplanagem por uma equipe com- petente de geologia. "Apés experien- cias realizadas em nosso laboratério na Suécia, sabemos que a partir de uma umidade étima do solo é possi- vel prever o desempenho esperado do rolo compactador", diz ele. “Essa informagfio esté em nosso software, definindo quantas passadas sfio ne- cessarias para a compactagao perfei- ta. Todavia, durante a operagao é ne- cessério retirar amostras para aferir essa informa<; ao. " ]é a Caterpillar desenvolveu uma nova tecnologia, que néio usa acele- rémetro, mas um sistema baseado em energia. "0 sistema mede a resis- téncia ao rolamento encontrado pelo compactador quando o equipamento rola sobre o solo", diz Roese. "Funcio- na com o principio de que é necessa- ria mais energia para superar a resis- téncia ao rolamento de solos soltos do que de solos mais densos. " Sistema baseado 1'? “ >: ‘:1 an :21" «. 5 REVSTA MET inserido no tambor. ; Segundo ele, conforme 0 material oferece menor resisténcia gradativa apés as passadas, o compactador pre- cisa de menos energia para se deslo- https : //hr .1inkedin . com/ in/ curricula . ... .. --. - . . . .--. . . ‘.. ..l. ... ... ... ... .. .. -.. téncia ao rolamento e a quantidade cle energia necesséria para supera'-lo poderiam, po1'tanto, ser diretamente relacionadas :1 dureza do material. "Atualmente, 56 a Caterpillar oferece esse tipo de tecnologia para medir a compactacao", destaca. 5 E»: 3:‘ »: -4:, :: aT3"t: ' NICHO Nos portfolios de todos os fabrican— tes entrevistados. as tecnologias de compactagio estao disponiveis para diversas classes de equipamentos. Mas, de forma unénime, os modelos de 10 a 12 t séio apontados como car- ro-chefe para compactagao inteligen- te de solo no Brasil. Em asfalto. pre- dominam os equipamentos de 10 t. Segundo Lemos, a procura por rolos maiores (da faixa de 18 t) tem cresci- do significativamente, a fim de ampliar a produtividade dos empreiteiros em grandes obras. "Outra faixa cuja de- manda tem crescido é a 4- t para asfal- to, atendendo principalmente as obras urbanas", diz. Na mesma linha, Car- doso confirma que 70% da demanda de rolos de solo na empresa sao para equipamentos de 10 a 12 t, o que pro- vavelmente explica por que a empresa ainda nfio trouxe ao Brasil sua linha de rolos de maior porte. Sai ba mais: Milo Copco: vmw azlastnpcs cum 3' Cdupilhn brasz: catcur Cihurz vmw : ::er : :r' 3' Volvo CE: mm 'm%vJ: e cam

×