Diese Präsentation wurde erfolgreich gemeldet.
Wir verwenden Ihre LinkedIn Profilangaben und Informationen zu Ihren Aktivitäten, um Anzeigen zu personalisieren und Ihnen relevantere Inhalte anzuzeigen. Sie können Ihre Anzeigeneinstellungen jederzeit ändern.

Propaganda Política Brasileira 2010 - Henrique Onofre Freitas de Souza

1.127 Aufrufe

Veröffentlicht am

Trabalho apresentado durante o 2º semestre de 2010 para a disciplina "Teoria da Comunicação" ministrada pela Profª Drª Tânia Callegaro. Autor: Henrique Onofre Freitas de Souza.

Veröffentlicht in: Bildung
  • Loggen Sie sich ein, um Kommentare anzuzeigen.

  • Gehören Sie zu den Ersten, denen das gefällt!

Propaganda Política Brasileira 2010 - Henrique Onofre Freitas de Souza

  1. 1. Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo FESPSP Curso: Biblioteconomia e Ciência da Informação. 4° semestre noturno Nome: Henrique Onofre Freitas de Souza PROPAGANDA POLÍTICA BRASILEIRA 2010 A descrição a seguir destaca a propaganda política da campanha de dois candidatos a governo do Estado, seguida de um comentário geral sobre características comuns destas, e de todas as propagandas analisadas. Pontos observados Candidatos Geraldo Alckmin Aloísio Mercadante Música Ausente Caráter heróico e sensacionalista, apresentando marcação forte. Movimentos Excessivo nas mãos, Estático, porém com ombros e na cabeça gesticulação constante nas mãos. Expressão facial Branda Sorridente Analisando estes candidatos, o Mercadante traz um discurso organizado, de tal forma a intercalar o coloquial e a norma culta, para impressionar com belas palavras e ao mesmo tempo alcançar o entendimento dos mais simples. O conjunto composto por toda a sua propaganda abarcando musica, organização de texto, cores das imagens de fundo, bem como suas expressões corporais e faciais, causam uma leve impressão de expectativa em que ele vai realizar grandes mudanças e revoluções, passando segurança no discurso; já o Geraldo Alckmin, apresenta uma fala bem compassada, de forma a mostrar que está escolhendo cada palavra. De um modo geral, a maioria dos candidatos que podemos designar como famosos quer por seu tempo de campanhas em eleições passadas ou por já atuarem na gestão pública, apresentavam um estilo quase que padronizado de campanha:
  2. 2. • VEEMÊNCIA EM SEU TOM DE VOZ: suas imposições de voz nos discursos destacam problemas da sociedade e os associam a promessas de soluções rápidas e muitas vezes sensacionalistas. POUCA APRESENTAÇÃO SOBRE A “PESSOA” DO CANDIDATO: apenas são enfatizados nomes (apelidos) e números que são estrategicamente expostos na imagem (com tamanho grande usando as cores e o logotipo do partido em tons vivos e chamativos, facilitando a memorização), o que é mostrado é uma “grandeza” em torno do candidato sem, contudo dizer de maneira clara sua verdadeira identidade, seus valores nem de longe são citados. • ATAQUES A PESSOAS E PARTIDOS ALHEIOS Os discursos são finalizados atacando um adversário previamente escolhido, e ao mesmo tempo apresentam um aspecto de “conselho” para votar no numero sugerido. Indiscutivelmente o reconhecimento da população brasileira em relação a uma personalidade política, ainda se dá somente através de publicidade veiculada pelos grandes meios de comunicação; quer pelo fato do Brasil ser um país muito populoso, tornando os meios de comunicação de massa eficazes, quer pela população em geral não ter um senso crítico para questionar sobre os candidatos aos cargos públicos. Levando estes dois fatores em conta, quem tem dinheiro ou é apadrinhado para bancar suas campanhas na mídia, raramente tem um mal resultado no fim das eleições. As durações das propagandas são proporcionais a um determinado valor comercial. Candidatos menos conhecidos por serem muitas vezes detentores de um poder aquisitivo baixo, não conseguem pagar um tempo maior para sua propaga que se apresenta em um discurso espremido, falando rápido um grande número de palavras, muitas delas de difícil compreensão, em curto intervalo de tempo, as expressões corporais e faciais são bem rígidas, tornando o processo comunicativo impossível, pois não há entendimento da mensagem por parte dos ouvintes.

×