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  1. RACISMO, PRECONCEITO, DISCRIMINÃÇÃO: EU, NÓS E OS OUTROS Prof. Me. Michael Marques
  2. RACISMO, PRECONCEITO, DISCRIMINÃÇÃO: EU, NÓS E OS OUTROS CULTURA Complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade da qual somos membros. A cultura na sociologia representa o conjunto de saberes e tradições. Estes são produzidos pela interação social entre indivíduos de uma comunidade ou sociedade. A partir das necessidades humanas vão sendo moldados e criados padrões e comportamentos que geram uma determinada estrutura e organização social.
  3. RACISMO, PRECONCEITO, DISCRIMINÃÇÃO: EU, NÓS E OS OUTROS IDENTIDADE Com origem na filosofia, utiliza-se este conceito para descrever algo que é diferente dos demais, porém idêntico a si mesmo. A construção de identidades vale-se da matéria-prima fornecida pela história, geografia, biologia, instituições produtivas, pela memória coletiva e por fantasias pessoais, pelos aparatos de poder e revelações de cunho religioso. Porém, todos os materiais são processados pelos indivíduos, grupos sociais e sociedades, que organizam seu significados em função de tendências em sua estrutura social e bem como em sua visão tempo/espaço. (CASTELLS, 2002, p. 23)
  4. RACISMO, PRECONCEITO, DISCRIMINÃÇÃO: EU, NÓS E OS OUTROS O racismo é sempre estrutural, ou seja, de que ele é um elemento que integra a organização econômica e política da sociedade. Em suma, o que queremos explicitar é que o racismo é a manifestação normal de uma sociedade, e não um fenômeno patológico ou que expressa algum tipo de anormalidade. O racismo fornece o sentido, a lógica e a tecnologia para a reprodução das formas de desigualdade e violência que moldam a vida social contemporânea. (Almeida, 2019)
  5. Racismo no Brasil “ O Racismo em nossa sociedade se dá de um modo muito especial: ele se afirma através da sua própria negação. Por isso dizemos que vivemos no Brasil um racismo ambíguo, o qual se apresenta, muito diferente de outros contextos onde esse fenômeno acontece. O racismo no Brasil é alicerçado em uma constante contradição. A sociedade brasileira sempre negou insistentemente a existência do racismo e do preconceito racial mas no entanto as pesquisas atestam que, no cotidiano, nas relações de gênero, no mercado de trabalho, na educação básica e na universidade os negros ainda são discriminados e vivem uma situação de profunda desigualdade racial, quando comparados com outros segmentos étnico-raciais do pais. (Por Nilma Lino Gomes)
  6. Etmologia da Palavra Raça “Etmologicamente, o conceito de raça veio do italiano razza, que por sua vez veio do latim ratio, que significa sorte, categoria, espécie. Na história das ciências naturais, o conceito de raça foi primeiramente usado na Zoologia e na Botânica para classificar as espécies animais e vegetais. Como a maioria dos conceitos, o de raça tem seu tempo semântico e uma dimensão temporal e espacial” •Prof. Dr. Kabengele Munanga (USP)
  7. Conceito de Etnia “Um grupo social cuja indentidade se define pela comunidade de língua, pela cultura, tradições, monumentos históricos e territórios.”( Por Eliana de Oliveira) “ O conteúdo da raça é morfo-biólogico e o da etnia é sócio- cultural, histórico e psicológico. Um conjunto populacional dito raça “branca”, “negra” e “amarela”, pode conter em seu seio diversas etnias. Uma etnia é um conjunto de indivíduos que, histórica ou mitologicamente, têm um ancestral comum; têm uma língua em comum, uma mesma religião ou cosmovisão; uma mesma cultura e moram geograficamente num mesmo território.” (Por Prof.Dr. Kabengele Munanga (USP)
  8. Preconceito “ É um julgamento formulado sobre uma pessoa, grupo de indivíduos ou povo que ainda não se conhece ou não compreendemos. É um dado universal, ligado à psicologia humana, um dado inerente a todas as culturas e a todas civilizações” Preconceito Racial: ‘Simplesmente uma disposição afetiva imaginária ligada aos estereótipos étnicos, uma atitude, uma opinião que pode ser verbalizada ou não, que pode se tornar uma crença’’ (Por Eliana de Oliveira) *O Preconceito seria a materialização do estereótipo – são próximos porque o preconceito é apoiado pelo estereótipo .
  9. RACISMO NO CAMPO ESCOLAR Qual nossa interpretação de educação hoje?
  10. RACISMO NO CAMPO ESCOLAR Educar não é apenas qualificar para o emprego, nem arte é apenas adorno que aguça a sensibilidade. Há uma dimensão humana que, sem educação e cultura, nada agrega como experiência coletiva nem alcança a plenitude como experiência individual capaz de discernir e ser livre para escolher. E, sem isso, não podemos dizer que somos realmente humanos. (ARAÚJO, 2005, p. 56)
  11. REDISCUTINDO DEFNIÇÕES a ideia de que o negro não tem problemas; a ideia de que por conta da índole do povo brasileiro não existem distinções raciais; a ideia de que houve igualdade no acesso à riqueza, ao poder e ao prestígio; a ideia de que o „preto está satisfeito‟; a ideia de que não existiu, nem existem problemas de justiça social com referência ao negro. (FERNANDES, 2007, p. 20) Chegou-se a acreditar em teorias que diziam que povos que nascem abaixo da linha do equador seriam preguiçosos, porque “cientificamente” estava “comprovado” que o sangue engrossava devido ao calor e, por isso, não chegava a grandes quantidades à cabeça, o que evidenciava a indolência e a preguiça, bem como a desinteligência. (SOUZA, 1983, p.)
  12. REDISCUTINDO DEFNIÇÕES A experiência da alteridade (e a elaboração dessa experiência) leva-nos a ver aquilo que nem teríamos conseguido imaginar, dada a nossa dificuldade em fixar nossa atenção no que nos é habitual, familiar, cotidiano, e que consideramos „evidente‟. Aos poucos, notamos que o menor dos nossos comportamentos (gestos, mímicas, posturas, reações afetivas) não tem realmente nada de „natural‟. Começamos, então, a nos surpreender com aquilo que diz respeito a nós mesmo, a nos espiar. O conhecimento antropológico da nossa cultura passa inevitavelmente pelo conhecimento das outras culturas; e devemos especialmente reconhecer que somos uma cultura possível entre tanta outras, mas não a única. (LAPLANTINE, 2000, p. 21)
  13. Quanto aos dados referentes à cor (raça) dos alunos teve- se que: a) 18% das alunas se declararam brancas b) 8% dos alunos se declararam brancos c) 1% das alunas se declararam clara d) 1% dos alunos se declararam escuro e) 18% das alunas se declararam morenas f) 16% das alunas se declararam morena clara g) 18% dos alunos se declararam moreno h) 4% dos alunos se declararam moreno claro i) 1% dos alunos se declararam moreno pardo j) 1% dos alunos se declararam mulato k) 7% das alunas se declararam pardas l) 10% dos alunos se declararam pardos m) 1% das alunas de declararam morena bronzeada
  14. A IDEIA DO RACISMO “Estamos entrando no terceiro milênio carregando o saldo negativo de um racismo elaborado no fim do século XVIII aos meados do século XIX. A consciência política reivindicativa das vítimas do racismo nas sociedades contemporâneas está cada vez mais crescente, o que comprova que as práticas racistas não recuaram.” (Por Prof.Dr. Kabengele Munanga – USP)
  15. Referências Bibliográficas SAPEDE.T.C.Racismo e Dominação Psíquica em Frantz Fanon – Dossiê – II Semináro Sankofa – GOMES,Nilma Lino.Alguns Termos e Conceitos Presentes no Debate Sobre Relações Raciais no Brasil: Uma Breve Discussão ROCHA,Luiz..Políticas Afirmativas e Educação: A lei 10639/03 no contexto das Políticas Educacionais no Brasil Comtemporâneo. Dissertação(Curso de Mestrado em Educação e Trabalho) Universidade do Paraná, Curitiba.2006 HANDERSON.D.J. A Força das Palavras: Preconceito, Discriminação e Racismo,Universidade de Pelotas, Centro de Educação Aberta e a Distância, Curso de Aperfeiçoamento em Educação para as Relações Étnico- Raciais. RELATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO – Racismo, pobreza e violência. PNDU – Brasil 2005. IANNI,Octavio. A Dialética das Relações Raciais MUNANGA,Kabengele. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia,Inclusão Social, um debate necessário?- https://ufmg.br/inclusaosocial BANTON,Michael. A Ideia de Raça, trad.de Antônio Marques Bessa, Livraria martins fontes, São Paulo,1977. INSTITUTO AMMA PSIQUE E NEGRITUDE. Os Efeitos Psicossociais do Racismo.ed.Imprensa Oficial,São Paulo 2008. História da África E Diáspora Africana nas Américas do Coletivo Fanon. http://coletivofanon.blogspot.com
  16. CARDOSO, Codo. O que é alienação. Coleção primeiros passos, Editora Brasiliense, São Paulo, 2004.CHAUI, Marilena. O que é ideologia. Coleção primeiros passos, Editora Brasiliense, São Paulo, 1995. Everardo, Rocha. O que é etnocentrismo. Coleção primeiros passos, Editora Brasiliense, São Paulo, 2003. FERNANDES, Florestan. O negro no mundo dos brancos. 2 ed. São Paulo: Global, 2007. LAPLANTINE, François Aprender Antropologia. 9ª edição. São Paulo, Editora Brasiliense, 1996 OLIVEIRA, Luiz Fernandes de e COSTA, Ricardo Cesar Rocha. Sociologia para Jovens do século XXI. Editora: Ao Livro Técnico, São Paulo, 2007 PAIXÃO, Marcelo. A dialética do bom aluno: relações sociais e o sistema educacional brasileiro. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2008 PINHO, V. A. Relações raciais no cotidiano escolar: percepções de professores de educação física sobre alunos negros. Coleção Educação e Relações Raciais, V. 9. Cuiabá: Ed. UFMT, 2007 SOUZA, Neuza Santos. Tornar-se negro: as vicissitudes da identidade do negro brasileiro em ascensão social. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1983 VALLE SILVA, N. O preço da cor: diferenciais raciais na distribuição da renda no Brasil. Pesquisa e Planejamento Econômico, Rio de Janeiro, v. 10, n. 1, p. 21-44, abr. 1980

Hinweis der Redaktion

  1. 08-12-2020 Camaronês Pierre Webó, da comissão técnica do time turco, acusa quarto árbitro romeno Sebastian Colţescu de ofensa racista, e atletas saem de campo. Partida é adiada. “você nunca diz "esse cara branco", você diz "esse cara". Então por que você está mencionando "cara preto"? Você tem que dizer "esse cara preto"? Por quê?!" — Demba Ba, ao quarto árbitro Sebastian Coltescu
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