Diese Präsentation wurde erfolgreich gemeldet.
Wir verwenden Ihre LinkedIn Profilangaben und Informationen zu Ihren Aktivitäten, um Anzeigen zu personalisieren und Ihnen relevantere Inhalte anzuzeigen. Sie können Ihre Anzeigeneinstellungen jederzeit ändern.

Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 25-26

613 Aufrufe

Veröffentlicht am

Aula 25-26

Veröffentlicht in: Bildung
  • Als Erste(r) kommentieren

  • Gehören Sie zu den Ersten, denen das gefällt!

Apresentação para décimo ano de 2017 8, aula 25-26

  1. 1. Contemporâneo (assunto; até o léxico) Confidente ≠ amigo Rima de tema em i (ímpares) / a (pares) Leixa-prem Refrão
  2. 2. Oh, como estou triste! Ó amigo, venha cá. Oh, plantas do meu condomínio, viram o… Ó plantas do meu condomínio, viram
  3. 3. aperceber de que
  4. 4. a convicção de que a expetativa de que a consciência de que
  5. 5. a ante após até com conforme contra de desde durante em entre exceto mediante para perante por salvo segundo sem sob sobre trás
  6. 6. Preposições que podem aparecer em contração a de em por
  7. 7. a + o = ao a + os = aos a + a = à a + as = às de + o = do de + os = dos de + a = da de + as = das
  8. 8. em + o = no em + os = nos em + a = na em + as = nas por + o = pelo por + os = pelos por + a = pela por + as = pelas
  9. 9. Ver textos expositivos nas pp. 48, 51, 53 do manual.
  10. 10. As cantigas de amor são composições poéticas em que o trovador apaixonado presta vassalagem amorosa à mulher como ser superior, a quem chama a sua «senhor». Produto da inteligência e da imaginação, o amor é, geralmente, «fingido», o que caracteriza estas cantigas como aristocráticas, convencionais e cultas. De ambiente palaciano, são originárias da Provença.
  11. 11. O amor era concebido à maneira cavaleiresca, como um «serviço». Consistia esse serviço em dedicar à amada os pensamentos, os versos e os atos. O servidor está para com a «senhor» como o vassalo para com o suserano. A regra principal deste «serviço» era, além da fidelidade, o segredo. O cavaleiro devia fazer os possíveis para que ninguém sequer suspeitasse do nome da sua senhora. Mas o que é próprio das cantigas de amor e do seu modelo provençal é a distância a que o amante se coloca em relação à sua amada, a que chama senhor, tornando-a um objeto quase inacessível. O amor trovadoresco e cavaleiresco é, por ideal, secreto, clandestino e impossível.
  12. 12. Quanto aos temas, elaboraram os Provençais o ideal do amor cortês muito diferente do idílio rudimentar nas margens dos rios ou à beira das fontes que os cantares de amigo nos deixam entrever. Não se trata de uma experiência sentimental a dois, mas de uma aspiração, sem correspondência, a um objeto inatingível, de um estado de tensão que, para permanecer, nunca pode chegar ao fim do desejo. Manter este estado de
  13. 13. tensão considera-se ser o ideal do verdadeiro amador e do verdadeiro poeta, como se o movesse o amor do amor, mais do que o amor a uma mulher. E não só a esta dirigem os poetas as suas implorações, queixas ou graças, mas ao próprio Amor personificado, figura de retórica muito comum entre os trovadores provençais e por eles transmitida aos galego-portugueses.
  14. 14. O trovador imaginava a dama como um suserano a quem «servia» numa atitude submissa de vassalo, confiando o seu destino ao «bom sen» da «senhor». Todo um código de obrigações preceituava o «serviço» do amador, que, por exemplo, devia guardar segredo sobre a identidade da dama, coibindo toda a expansão pública da paixão (o autodomínio, ou «mesura», era a sua qualidade suprema), e que não podia ausentar-se sem sua autorização. O apaixonado devia passar provações e fases comparáveis aos ritos de iniciação nos graus da cavalaria.
  15. 15. A este ideal de amor corresponde certo tipo idealizado de mulher, que atingiu mais tarde a máxima depuração na Beatriz de Dante ou na Laura de Petrarca: os cabelos de oiro, o sereno e luminoso olhar, a mansidão e a dignidade do gesto, o riso subtil e discreto.
  16. 16. a à | ao | aos ante após até
  17. 17. com conforme consoante contra
  18. 18. de do | da | dos | das | deste desde durante em na | nos | nas | numa
  19. 19. entre exceto mediante para
  20. 20. por salvo segundo sem sob sobre trás
  21. 21. O Aves marcou um golo ao Benfica. Complemento indireto a O Aves marcou-lhe um golo.
  22. 22. Vi o programa da manhã. Modificador restritivo do nome de Vi o programa matinal.
  23. 23. Nos próximos minutos, assistiremos a um sketch pornográfico. Modificador do grupo verbal em Que faremos nós nos próximos minutos?
  24. 24. O Busto foi desmentido pelo Bruno. Complemento agente da passiva por
  25. 25. O Bruno desmentiu o Busto. sujeito complemento direto O Busto foi desmentido pelo Bruno. sujeito agente da passiva
  26. 26. A primeira consiste em usar-se a preposição, omitindo o restante grupo preposicional. Talvez porque, dado o contexto, fique muito implícito o que se quer dizer, o locutor pode dar-se ao luxo de suspender a frase logo depois de pronunciar a preposição.
  27. 27. Ora realística ora caricaturalmente, o professor Adolfo Coelho (nota que o nome corresponde, efetivamente, àquele que se pode considerar o primeiro linguista português — contemporâneo, por exemplo, de Eça de Queirós) ou o apresentador dizem «Podemos não chegado a»; «Mas estamos a caminhar para»; «Fiz uma tentativa de»; «Esperamos estar cá para».
  28. 28. A segunda é começar frases por infinitivos, quando se esperaria o uso de outro tempo, com pessoa: «Em primeiro lugar, dizer que [...]»; «Antes de continuarmos, aplaudir [...]»; «Antes de mais, registar [...]».
  29. 29. (Um pouco à margem deste tique, repara que nas frases fica claro um dos papéis que podem ter os grupos preposicionais, o de conectores: é o caso de «Em primeiro lugar», «Antes de continuarmos», «Antes de mais». Outras classes gramaticais que cumprem frequentemente esse papel de estabelecer relações entre segmentos textuais são a conjunção, o próprio advérbio.)
  30. 30. Os dois fenómenos caricaturados (suspensão da frase na preposição; começo da frase por um infinitivo) são talvez evoluções em curso na língua portuguesa, relativas a mudanças de ordem sintática.
  31. 31. Isto parece-se com Prefiro este àquele Ficou sob a jurisdição de
  32. 32. Tem a ver com (Tem que ver com) Onde moras? Dá-me com força Tenho de ir
  33. 33. Compara esta folha com aquela O gelado de que gosto mais As pessoas com que falei Hás de vir
  34. 34. Na última linha, o erro não resulta propriamente de má escolha da preposição, mas de se flexionar mal a forma verbal. Como se faz uma analogia com outras segundas pessoas do singular, que terminam em –s, cria-se uma forma terminada em –s, amalgamando a preposição. É o mesmo processo que leva a que, por vezes, se use, para a terceira pessoa do plural, «hadem» (em vez da forma correta «hão de»).
  35. 35. Foi o facto de ele ter mentido que me agradou. Apesar de ela ser bonita, é muito feia. Diz ao polícia que morri. Gostava de os avisar de que a lontra adoeceu.
  36. 36. «A minha adolescência foi [tem sido] um céu baixo e pesado, em que existem, por vezes, pequenas abertas». Aproveita esta frase num texto diarístico / memorialístico / introspetivo / de reflexão autobiográfica. A frase que pus em cima tem de surgir em algum ponto do teu texto. (Sublinha-a.)
  37. 37. O narrador é de 1.ª pessoa, claro, mas isso não te vincula ao que estejas a relatar ou a opinar: o narrador não tem de corresponder sempre ao autor.
  38. 38. TPC — Estuda ‘Preposição’ nas folhas da Nova gramática didática de Português que, em Gaveta de Nuvens, reproduzi em «Classes de Palavras» (pp. 137-139).

×