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éTica e moral versão ampliada

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éTica e moral versão ampliada

  1. 1. “ É precioso fazer notar que o homem só é educado por homens, e por homens que por sua vez foram educados” Emmanuel Kant
  2. 2. <ul><li>São habitualmente empregados como sinônimos: </li></ul><ul><li>Moral (latim) e Ética (grego)= “costumes”; </li></ul><ul><li>Moral: fenômeno social e Ética: como a reflexão científica ou filosófica de moral; </li></ul><ul><li>Moral: regras que valem para as relações privadas e Ética: para as regras que regem o espaço público; </li></ul><ul><li>Moral: como devo agir? e Ética: que vida eu quero viver? </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Toda e qualquer resposta a questão como eu quero viver </li></ul><ul><li>Dever ter valor subjetivo </li></ul><ul><li>Relaciona-se ao fluxo da vida </li></ul><ul><li>Tem sentido existencial </li></ul><ul><li>Permite a realização da “expansão de si próprio” </li></ul><ul><li>Que vida viver? Para que viver? Quem ser? O tema da identidade pessoal </li></ul><ul><li>“ Escolher um sentido para a vida e formas de viver é escolher a si próprio, é definir-se como ser” </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Segundo Turiel (1998), ao escrever um artigo no qual revisa as teorias sobre o desenvolvimento moral, três são as teorias explicativas do desenvolvimento moral. Segundo ele, a psicanálise é a mais extensa produção escrita sobre a moralidade: “Na visão freudiana, a aquisição da moralidade resulta na dualidade entre o individual, incluindo as forças do superego e as necessidades de gratificação do instinto. O lado moral da dualidade impõe deveres para defender as normas sociais”. (Turiel, 1998, p.64). Para ele a internalização apropriada da moralidade é invariável e inflexível. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Para a abordagem comportamental presente na formulação skinneriana, a moralidade reflete comportamentos que tenham sido positivamente ou negativamente reforçados, segundo as normas sociais. “Além disso, o controle social sobre o comportamento é particularmente mais poderoso quando é exercido pelas forças institucionais (religião, governo, economia, educação)”. (Turiel, 1998, p.64). </li></ul>
  6. 6. <ul><li>A primeira diz respeito ao fato da moralidade para Piaget não se tratar apenas de reprodução de transmissão social, mas para ele a moralidade do sujeito acarreta uma reconstrução. </li></ul><ul><li>O segundo conceito observa que a moralidade é fruto de diversas influências, incluindo reações emocionais, relacionamento com adultos e relacionamento entre pares. </li></ul><ul><li>O terceiro conceito afirma que o juízo moral é fundamentalmente constituído sobre relacionamentos interpessoais, com um desenvolvimento progressivo que segue em direção ao sentimento de respeito mútuo entre as pessoas, em direção a assuntos que atingem e sustentam as relações sociais de cooperação, e em direção a formação dos conceitos de justiça, e da habilidade para considerar as perspectivas dos outros, como possibilidades diferentes das próprias perspectivas. (Turiel,1998, p.864) </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Sujeito epistêmico </li></ul><ul><li>Gênese </li></ul><ul><li>A construção </li></ul><ul><li>A interação </li></ul><ul><li>La Taille (2006, p.15) </li></ul><ul><li>“ O adulto todo já está na criança, a criança toda também está no adulto” (Piaget, 1932/1994, p.75) </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Forma e Conteúdo: algo em comum em todas as expressões da moralidade </li></ul><ul><li>Conteúdo: diversidade de sistemas morais (relativismo versus universalismo) </li></ul><ul><li>Sentimento da obrigatoriedade (uma realidade universal, sejam quais forem os deveres) </li></ul><ul><li>Moralidade é uma realidade psicológica (as pessoas agem por dever e não conforme o dever) </li></ul><ul><li>“ O problema não está em detectar a presença ou ausência do sentimento de obrigatoriedade, mas sim a sua força ” (La Taille, 2006, p.36) </li></ul><ul><li>Força, significa assumir uma teoria energética das ações humanas. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Moral e razão </li></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento cognitivo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Escolha: emprego de critérios (racional). </li></ul></ul><ul><li>Moral e conhecimento </li></ul><ul><ul><li>Objeto de conhecimento ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Regras/ princípios/ valores; </li></ul></ul><ul><ul><li>“ Saber fazer. </li></ul></ul><ul><li>Equacionamento Moral </li></ul><ul><ul><li>Dilemas morais ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Identificar os elementos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Comparar, hierarquizar e decidir. </li></ul></ul><ul><li>Sensibilidade Moral </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Despertar o senso moral </li></ul><ul><li>Medo e amor </li></ul><ul><li>Simpatia e auto-interesse </li></ul><ul><li>Confiança </li></ul><ul><li>Culpa e vergonha </li></ul>
  11. 11. Anomia Heteronomia autonomia CONCEITO Nenhuma consciência moral Governo exterior Auto-governo Respeito (imitação) Unilateral Mútuo Egocentrismo Egocentrismo radical Pensamento intuitivo Descentração Des. Cognitivo Sensório Motor Pré –operatório Op. Concreto/ Op. Formal
  12. 12. Evolução da noção de regras Realizam o que querem e desejam Sagradas: boas regras/boas pessoas Acordos mútuos Anomia Heteronomia autonomia Justiça retributiva distributiva Obediência Não obedecem autoridade justiça

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