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Aula 1 - Cosmogonia

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Fé e Ciência: da Criação a Babel, um estudo no livro de Gênesis 1-11 sob o ponto de vista das recentes descobertas da ciência

Veröffentlicht in: Bildung
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Aula 1 - Cosmogonia

  1. 1. www.historicidadebiblica.blogspot.com.br/www.facebook.com/historiaearqueologia
  2. 2. RONI VANESSA RAÍSSA
  3. 3.  BachareladoemTeologiacomespecializaçãoemMissões (SeminárioTeológicodeGramado–JeanzTeam)  Mestrado pelaFATELA  LicenciaturaemHistóriacomespecializaçãoemMundo AntigoeArqueologiapelaUniversidadeEstataldeKuban(Rússia).  CoordenadorAcadêmicoeprofessornoSeminárioBíblicoAliança.  CoordenadorFATELA(Brasil)  LecionouemInstituiçõesdeteologianaRússia.  Missionárionaquelepaís.  PastorauxiliarnaigrejaAliançadoParaíso(SP)
  4. 4.  História Universal e Ge 1-11 ▪ Mundo Pré-diluviano  Dilúvio Universal  Abraão e seu contexto  Moisés e seu contexto  Davi e seu contexto  Pré-cativeiro babilônico (Jeremias)  Contexto Histórico-Cultural do AT  ... Reconstrução Histórico-Arqueológica
  5. 5.  Proposta: Através das evidências observáveis em campo e na literatura mundial, fazer uma reconstrução do que aconteceu em nosso planeta há milhares de anos atrás, que compreende a História Universal Comum a todos, sendo: Criação,Queda, Dilúvio Universal e Dispersão dos povos descrito em Gênesis 1-11. Com esta reconstrução histórica realizada, obter elementos para uma apologética cristã (Defesa da Fé). Desmist if ica n do G ên esis
  6. 6. 1. Cosmogonia: A Origem do Universo 2. Antropogênese: Princípio da Humanidade 3. Catastrofismo: O Dilúvio Universal 4. Dispersão: Do Ararate à Babel Desmist if ica n do G ên esis
  7. 7. 1. O que é Cosmogonia? 1. Teorias cosmogônicas 1. Universo Estático 2. Universo em expansão UNIVERSO ESTÁTICO Um universo imutável, infinito, que sempre existiu e sempre existirá. A Origem do Univ erso Tales de Mileto Aristóteles
  8. 8. 1. O que é Cosmogonia? 1. Teorias cosmogônicas 1. Universo Estático 2. Universo em expansão (1929) UNIVERSO EM EXPANÇÃO O Universo avança em todas as direções determinada pela constante de Hubble atual, ou seja, as galáxias estão se afastando umas das outras. A Origem do Univ erso Edwin Hubble Albert Einstein
  9. 9. O universo teria surgido de uma grande explosão cósmica, que criou o espaço e o tempo. O UNIVERSO A Origem do Univ erso George Gamow -1948) teve um início !
  10. 10.  ...é ele (Deus) o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar. Is 40.22  Eu sou o Senhor que faço tudo, que sozinho estendo  os céus, e espraio a terra por mim mesmo; Is44.24  Ele fez a terra com o seu poder; ele estabeleceu o mundo com a sua sabedoria, e com a sua inteligência estendeu  os céus. Jr 10.12 Jr 51.15 A Origem do Univ erso  ‫ה‬ ֶ‫ֹט‬‫ו‬‫ּנ‬ ַ‫ה‬ (haNoteh) – ele está estendendo...
  11. 11. A Origem do Univ erso
  12. 12.  Literal  Dia-Era  Lacuna  Progressiva
  13. 13. (HAYETÁ): ser, tornar-se, existir, acontecer.
  14. 14.  Literal  Dia-Era  Lacuna  Progressiva
  15. 15.  Dia 1  Luz  Dia 2  Água  Dia 3  Terra
  16. 16. A Origem do Univ erso
  17. 17. O que está na Bíblia é verdade. O que não está pode ser verdade!! Schliemann e o caso de Tróia.
  18. 18. O QUE É MITO?  O Mito como reflexo de uma realidade.  Conceito do Mito como mito.  Um olhar evolucionista sobre os “primitivos”. O que há por trás dos mitos?
  19. 19. POR QUE O MITO?  A Bíblia e os Mitos  Gênesis 1-11 e a História Universal.  Distorções proporcionais ao deslocamento tempo-espaço.  Quanto mais nos aprofundamos no tempo, maior é a evidência de um começo comum.  Mitos adaptam-se à realidade de quem os conta.
  20. 20. ”Livro da comunidade”, livro da cultura maia, cujo tema é a criação do mundo. Só havia o mar imóvel e o céu que se estende por cima... A Face da Terra ainda não existia para ser vista. Só o Mar sereno e a vastidão dos céus. Nada ainda se formara em um corpo. Nada se unira a nada. Não havia equilíbrio nem sussurro. Nada havia em posição vertical no mar, solitário dentro dos seus limites pois até então nada existia. Só havia imobilidade e silêncio na escuridão da noite. Sozinhos estavam o Criador, o Autor Tepeu, o Senhor e Gucumatz, a serpente Emplumada. Aqueles que geram, sozinhos sobre as águas como uma luz... Esta é a história do tempo em que tudo estava em suspensão, calmo e silencioso, tudo estava imóvel e o céu estava vazio. Esta é a primeira palavra, a primeira narrativa: não havia homens, nem animais, pássaros, peixes, lagostas, árvores, pedras, cavernas, barrancos moitas ou Florestas. Só havia o céu. Em lado algum se via a terra; todo o mar se espalhava no céu; nenhum corpo existia; nada havia terminado no céu; nada se movia; era tudo absorção; era tudo imobilidade quando o céu ficou terminado. Nada emergiu.
  21. 21. TÁBUA I Quando no alto o céu não era nomeado, que embaixo a terra não tinha nome; que o primordial Apsu (abismo), de quem nascerão os Deuses; a genetriz Tiamat (oceanos-Espaço), que os parirá; todos misturavam em um só todas as suas águas; que aglomeradas não estavam às pastagens, nem visíveis, os canaviais; enquanto que dos Deuses nenhum ainda aparecera, não era dotado de nome nem provido de destino, então, de seu seio, os Deuses foram criados. Lahmu, Lahamu (Sol e Lua) apareceram. ”Quando lá no alto”, Suméria, narra a criação do mundo. Eles, os primeiros, tiveram um nome. Após terem crescido e se desenvolvido, Anshar, Kishar (Céu –atmosfera - e Terra) foram criados, superiores àqueles. Tiveram longos dias, ajuntaram anos, depois Anu (Céu, abóboda) foi seu filho, igual a seus pais. Anshar fizera semelhante a ele Anu, seu primogênito. Igualmente, Anu, à sua imagem, gerou Nudimmud. Nudimmud, por seus pais, foi o soberano: de vasto entendimento, sábio e de forças, robusto, mais potente ainda que Anshar que gerou seu pai. Ele era sem rival entre os Deuses, seus companheiros.
  22. 22. 1. No começo, nem o não-ser nem o ser eram. Também não havia o espaço obs-curo nem a abóbada luminosa. O que se ocultava? Onde? Sob que protecção? O que era a água? Abismo profundo? 2. No começo, não havia nem morte nem imortalidade. Não havia nenhum signo distintivo da noite ou do dia. O uno res-pirava, sem agitação e sustinha-se a si próprio. Nenhum outro estava para além. 3. No começo, as trevas estavam escon-didas pelas trevas; sem nenhum traço distintivo tudo era um fluir indistinto. Aquele princípio vital, aquele fluir envolto na obscuridade, surgiu finalmen-te através do poder do calor. 4. No começo, o desejo intenso surgiu tornando-se a primeira semente do pensamento. Poetas sábios que procura-ram mentalmente no seu coração desco-briram a unidade do ser e do não-ser. 5. O raio de luz que estava estendido nas trevas; Mas o que é que estava em cima e o que estava em baixo? Poderes seminais tornavam férteis forças poderosas; Por baixo estava a força e em cima a infinita extensão. 6. Mas, afinal, quem sabe? Quem o pode assegurar donde é que tudo veio? Como a criação se deu? Os próprios deuses surgiram depois da criação quem sabe realmente de onde tudo surgiu? 7. Desde que a criação surgiu - aquele que a formou ou talvez não, aquele que a contempla na abóbada do céu, Só ele sa-be - ou talvez não.“ Rig Veda 10.129
  23. 23. Hesíodo "Certamente, muito antes de tudo, existia Caos. Somente depois surgiram: Geia (Terra), de amplo seio, sólido sustento de todos os imortais que habitam o cume nevado do Olimpo, o tenebroso Tártaro, (“Inferno”) nas profundezas da terra, de vastos caminhos, e Eros (desejo), o mais belo dos deuses imortais, aquele que enfraquece os membros, dominando o espírito e a vontade prudente no íntimo de todos os deuses e de todos os mortais. Também de Caos nasceram Érebo e a negra Nix. Então por sua vez, de Nix nasceram Éter e Hêmera, aos quais ela concebeu e pariu após sua união amorosa com Érebo". Nascimento dos deuses
  24. 24. Taoismo - China

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