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Engenharia de Produção

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Trabalho realizado por alunos do 1º Período de Engenharia de Produção. da faculdade CEMES de Campo Belo/MG seminário sobre Engenharia Econômica.

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Engenharia de Produção

  1. 1. Leandro, Bianca, Renata e Alessandra 1º Período de Engenharia de Produção
  2. 2. 2 A Engenharia Econômica é a área da Engenharia de Produção que através da matemática financeira fornece ferramentas para a tomada de decisão baseada nas análises de custos, investimentos e riscos, sempre respeitando o valor do dinheiro no tempo.
  3. 3. Engenheiro Engenharia econômica é importante para todos que precisam decidir sobre propostas tecnicamente corretas, e seus fundamentos podem ser utilizados tanto para empresas privadas como estatais. Exemplos  Efetuar o transporte de materiais manualmente ou comprar uma correia transportadora;  Substituição de equipamentos obsoletos;  Comprar carro a prazo ou à vista. 3
  4. 4. Os critérios de aprovação de um projeto são os seguintes:  critérios financeiros: disponibilidade de recursos;  critérios econômicos: rentabilidade do investimento;  critérios imponderáveis: fatores não convertidos em dinheiro. Nesta decisão, a atenção especial será sobre os critérios econômicos, ou seja, a principal questão que será abordada é quanto a rentabilidade dos investimentos. 4
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  7. 7. 7 Período de Retorno do Capital (Payback)  O período de payback é o tempo necessário para que o valor dos fluxos de caixa previstos e acumulados seja igual ao valor inicialmente investido. Ou seja, é o tempo que um projeto leva para se pagar (COPELAND et al., 2005). A escolha de um projeto está ligada diretamente ao período de retorno do capital mínimo exigido pela empresa, isto é, o ponto de corte.
  8. 8. 8 Períodos 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Payback Projeto A (10.ooo,oo) 3.333 3.333 3.334 - - - - - - - 3 anos Projeto B B (10.ooo,oo) 2.500 2.500 2.500 2.500 2.500 2.500 2.500 2.500 2.500 2.500 4anos Fluxos de caixa associados aos projetos concorrentes Fonte: adaptado de Galesne et al. (1999) Tabela  Uma das características deste método que faz com que ele seja muito utilizado pelos gestores é o fato de ele incorporar na sua aplicação o risco envolvido no projeto. Ou seja, quando o investimento apresenta fatores que o tornam arriscado, o ponto de corte pode ser diminuído, fazendo com que o capital deva ser recuperado antes, diminuindo as chances de a empresa sofrer uma perda de capital.
  9. 9.  O Índice de Lucratividade, ou método de Relação Benefício - Custo (B/C) como também é chamado, estabelece a razão entre o valor presente das entradas líquidas de caixa do projeto e o investimento inicial. Como este também é um método que leva em consideração o valor do dinheiro no tempo, as entradas líquidas deverão ser descontadas ao período inicial através de TMA estabelecida pela empresa. O valor específico resultante no IL representa o valor monetário ganho para cada $1 investido. 9
  10. 10. 10  Smart et al. (2004) destacam que em uma situação de racionamento de capital, em que a empresa deve selecionar apenas alguns dos investimentos para serem implementados, o IL servirá como norteador da decisão. Isto é, caso todos os projetos concorrentes apresentem um VPL positivo, o IL dos respectivos projetos podem ser ranqueados e selecionados conforme sua colocação. Índice de Lucratividade (IL)
  11. 11. http://fmanha.com.br/blogs/pontodevista/files/2012/02/Eike-Batista.jpg https://fernandafreitas.files.wordpress.com/2011/12/x-da-questc3a3o.jpeg 11 Eike” transformou-se em tema de conversas entusiasmadas em Brasília, Londres e Nova York, nos bancos e na Bolsa de Valores, nos jornais e nas mesas de bar. Ele formou um dos maiores grupos empresariais do Brasil, com projetos bilionários em áreas- chaves da economia, como petróleo, energia, logística, construção naval e portos. Desde já, porém, pode-se dizer que o Eike que sobreviverá deverá ser uma fração daquele que parecia ter conquistado o Everest dos negócios. “Eike nunca mais voltará ao patamar em que estava”, diz Luiz Cezar Fernandes, sócio da Gradual Investimentos, de São Paul
  12. 12. "O MAIOR PERDEDOR DO ANO" - No ranking de bilionários publicado pela revista "Forbes" em março de 2013, Eike Batista viu sua fortuna despencar de US$ 30 bilhões para US$ 10,6 bilhões (prejuízo de US$ 2 milhões por hora). Com isso, ele despencou da 7ª posição, em 2012, para 100º em 2013. http://www.ojornalms.com.br/wp-content/uploads/2012/08/07capa_forbes_div_301-225x300.jpg 12
  13. 13. 13 Para entender as razões da queda de Eike, é preciso penetrar nos detalhes da complexa estrutura empresarial que ele construiu em torno da letra X.​ Suas árvores eram identificadas pelas siglas OGX, OSX, LLX, MMX, MPX e CCX.
  14. 14. Situação atual:  OGX (petróleo): -86% De R$ 75 bilhões (out 2010) para R$ 10 bilhões;  OSX (estaleiro): -77% De R$ 9,4 bilhões (mar 2010) para R$ 2,1 bilhões;  LLX (porto): -75% De R$ 5,8 bilhões (abr 2011) para R$ 1,4 bilhão;  MPX (energia): -28% De R$ 8,5 bilhões (mai 2012) para R$ 6,1 bilhões;  CCX (minas de carvão): -51% De R$1,4 bilhões(mai 2012)para680 milhões. 14
  15. 15. De acordo com o estudo podemos concluir que as informações englobam os conceitos de matemática financeira( juros, taxas de retorno, depreciação etc.) permite que o Engenheiro de Produção utilize métodos de Engenharia Econômica para avaliação de investimentos, portanto ele deve possuir conhecimento sobre custos e sobre os cálculos necessários para avaliar alternativas que consideram custos em diferentes períodos de tempo, ou seja que o dinheiro tem valor no tempo, considerando-se os juros. 15
  16. 16. 16 Consumidor: É toda pessoa física ou jurídica que adquire algum produto ou serviço para seu consumo. O consumo é a forma de se ostentar e mostrar o poder aquisitivo que se tem perante a sociedade, que tem seus dois lados, faturamento e obtenção de riquezas e PIB( produto interno bruto) que se torna um bem, e o lado ruim trazendo um mau a sociedade em que se endividam e causam problemas de craves de saúde, depressão e compulsivíssimo. E você que tipo de Consumidor é ?

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