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Aulas finais ps II

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Aulas finais ps II

  1. 1. PSII
  2. 2. REFORMAS RELIGIOSAS XVI <ul><li>Fatores: </li></ul><ul><li>Reis e nobres X Igreja: nacionalismo e cobiça dos bens; </li></ul><ul><li>Burguesia X Igreja: questão do lucro; </li></ul><ul><li>Corrupção na Igreja; </li></ul><ul><li>Agostinianismo X Tomismo; </li></ul><ul><li>Renascimento Cultural: razão / homem </li></ul>
  3. 3. REFORMA LUTERANA <ul><li>M. Lutero / Alemanha </li></ul><ul><li>Causa: Questão das Indulgências; </li></ul><ul><li>Lutero 95 teses </li></ul><ul><li>Papa Leão X excomunga-o / 1520; </li></ul><ul><li>Dieta de Worms 1521: Lutero reafirma suas idéias; </li></ul><ul><li>Apoio dos nobres; </li></ul><ul><li>Dieta de Spira 1529: Estados Protestantes; </li></ul><ul><li>Paz de Augsburgo 1555: “cujus regis, ejus religio” </li></ul>
  4. 4. DOUTRINA LUTERANA <ul><li>Confissão de Augsburgo, 1530: </li></ul><ul><li>Salvação pela fé; </li></ul><ul><li>2 sacramentos: batismo e eucaristia (consubstanciação); </li></ul><ul><li>Livre interpretação bíblica / auto-sacerdócio; </li></ul><ul><li>Tradução da Bíblia para línguas nacionais; </li></ul><ul><li>Fim do celibato; </li></ul><ul><li>Subordinação da Igreja ao Estado; </li></ul>Revolta Anabatista: liderada por T. Münzer, anti-feudal e camponesa. É massacrada pelos nobres.
  5. 5. REFORMA CALVINISTA <ul><li>João Calvino / Suíça </li></ul><ul><li>Inspirado em Lutero; </li></ul><ul><li>Justifica a busca pelo lucro, o trabalho e a poupança + adaptado ao capitalismo; </li></ul><ul><li>Salvação pela predestinação absoluta; </li></ul><ul><li>Denominações: </li></ul><ul><li>França: huguenotes; </li></ul><ul><li>Escócia: presbiterianos / J. Knox; </li></ul><ul><li>Inglaterra: puritanos. </li></ul>$
  6. 6. REFORMA ANGLICANA <ul><li>Rei Henrique VIII / Inglaterra </li></ul><ul><li>Busca afastar a Igreja da política </li></ul><ul><li>Pretexto “Questão do divórcio” </li></ul><ul><li>Papa Clemente VII excomunga o rei; </li></ul>Hehehe! Fico com a boa da Bolena, as terras e os impostos da Igreja!
  7. 7. ANGLICANA II <ul><li>1534: Henrique VIII impõe o Ato de Supremacia </li></ul><ul><li>Cria-se a Igreja Anglicana = Henrique VIII, além de rei, passa a ser chefe da nova igreja. </li></ul><ul><li>Fortalecimento do poder real. </li></ul><ul><li>1652: Elizabeth I proclama a Lei dos 39 artigos </li></ul><ul><li>Consolida o anglicanismo: mescla de catolicismo e calvinismo. </li></ul>
  8. 8. CONTRA-REFORMA CATÓLICA <ul><li>Reação da Igreja Católica diante das Reformas e da perda da unidade cristã e de fiéis. </li></ul>
  9. 9. CONTRA-REFORMA CATÓLICA <ul><li>Ações: </li></ul><ul><li>Concílio de Trento: </li></ul><ul><li>Reafirma dogmas católicos; </li></ul><ul><li>Proíbe a venda de indulgências; </li></ul><ul><li>Cria o Index; </li></ul><ul><li>Jesuítas; </li></ul><ul><li>Reativa a Inquisição. </li></ul>
  10. 10. POVOS PRÉ-COLOMBO
  11. 11. AMÉRICA PRÉ-COLOMBO ASTECAS INCAS MAIAS Monarquia teocrática e militar / Tenochtitlán Monarquia teocrática / Cuzco Cidades-Estado / teocratas / Palenque Agricultura aldeia: calpuli “ chinanpas” Comércio Cacau: moeda Agricultura: aldeia: ayllu “ terraços” Domesticam a lhama Agricultura: aldeias “ coivara” Comércio Sociedade hierarquizada, destaque guerreiros e comerciantes: “potchecas” Sociedade hierarquizada, desigual; Sociedade hierarquizada, desigual; Politeísmo Sacrifícios humanos “ quetzálcoatl” Politeísmo / “filhos sol” Sacrifícios animais, principalmente “ viracocha” Politeísmo;
  12. 12. CULTURA: INCAS Macchu Picchu / Peru. Arquitetura / urbanismo / construções em blocos de pedra. Astronomia. Sem escrita / kipu = sistema de contagem
  13. 13. CULTURA: ASTECAS Teotihuacán / México / cultura totonaca. Arquitetura / urbanismo / pirâmides em degraus. Astronomia / calendário / ciclos de 52 anos. Cacau / chocolate / escrita hieroglífica e pictográfica.
  14. 14. CULTURA: MAIAS Ruínas de cidade-estado maia / México. Arquitetura / urbanismo / pirâmides em degraus encimadas. Astronomia / calendários / ciclo de 52 anos / matemática. Escrita hieroglífica = não codificada totalmente.
  15. 15. AMÉRICA HISPÂNICA <ul><li>Administração: </li></ul><ul><li>Na América: </li></ul><ul><li>Vice-reinos: $ </li></ul><ul><li>Capitanias: defesa </li></ul><ul><li>Na Espanha: </li></ul><ul><li>Casa de Contratação </li></ul><ul><li>comércio / porto único; </li></ul><ul><li>Conselho das Índias </li></ul><ul><li>administração. </li></ul>
  16. 16. SOCIEDADE <ul><li>Chapetones: espanhóis de origem; </li></ul><ul><li>Criollos: descendentes de espanhóis nascidos na América; </li></ul><ul><li>Ínidios, mestiços, negros: escravos. </li></ul><ul><li>Sociedade com privilégios de cor; </li></ul><ul><li>Chapetones: altos cargos públicos; </li></ul><ul><li>Criollos: latifundiários, mineradores, comerciantes = ocupam os cabildos = poder local = câmara municipal. </li></ul>
  17. 17. ECONOMIA <ul><li>Exploração de metais (ouro e prata) </li></ul><ul><li>Mão-de-obra escravos (compulsória) </li></ul><ul><li>índios </li></ul><ul><li>Repartimiento </li></ul><ul><li>Mita: mineração / escravo recebe $ </li></ul><ul><li>Encomienda: lavouras / índio recebe catequese </li></ul>Obs.: no Caribe tivemos o uso da plantation, com emprego de mão-de-obra escrava negra.
  18. 18. AMÉRICA INGLESA <ul><li>Apoio à colonização: Elizabeth I. </li></ul><ul><li>XVI: expedições de Walter Raleigh. </li></ul><ul><li>1607: colônia de Virgínia. </li></ul><ul><li>Fundação das 13 colônias pioneiras. </li></ul>
  19. 19. AS 13 COLÔNIAS <ul><li>NORTE </li></ul><ul><li>Foragidos políticos e religiosos (puritanos, quakers); </li></ul><ul><li>Minifúndios; </li></ul><ul><li>Policultura; </li></ul><ul><li>Mão-de-obra livre, familiar; </li></ul><ul><li>Comércio e manufaturas; </li></ul><ul><li>Auto-governo: não sofrem os rigores do Pacto Colonial. </li></ul><ul><li>POVOAMENTO </li></ul><ul><li>SUL </li></ul><ul><li>Cias de Comércio; </li></ul><ul><li>Latifúndios; </li></ul><ul><li>Monocultura (algodão); </li></ul><ul><li>Mão-de-obra escrava; </li></ul><ul><li>Comércio de exportação; </li></ul><ul><li>Maior controle da metrópole; </li></ul><ul><li>“ plantation” </li></ul><ul><li>EXPLORAÇÃO </li></ul>
  20. 20. Revoluções Inglesas <ul><li>Definição : movimento político, militar e religioso que destruiu o absolutismo na Inglaterra instalando naquele país a primeira monarquia parlamentar da história; </li></ul><ul><li>Quando : século XVII; </li></ul><ul><li>Antecedentes/causas: </li></ul><ul><li>Atritos entre os reis (dinastia STUART) </li></ul><ul><li>e o parlamento . </li></ul>
  21. 21. Governo dos Stuart <ul><li>Jaime I (1603 – 1625) </li></ul><ul><li>Carlos I (1625 – 1649) </li></ul><ul><li>Conflitos com o parlamento </li></ul><ul><li>Tentativas de impor o Absolutismo </li></ul><ul><li>Gera uma Guerra Civil (1642 – 1649) </li></ul><ul><li>Cavaleiros Vs. Cabeças Redondas </li></ul>
  22. 22. <ul><li>A República de Cromwell (1649 – 1660): </li></ul><ul><li>Ditadura pró-burguesia puritana (calvinista); </li></ul><ul><li>Criação dos Atos de Navegação (1651) – somente navios ingleses transportariam mercadorias inglesas ou de outros países para a Inglaterra. Em caso de venda para a Inglaterra só navios do país de origem do produto estariam autorizados a entrar na Inglaterra: </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Guerra contra a Holanda (1652 – 1654). </li></ul><ul><li>Vitória da Inglaterra (supremacia naval). </li></ul><ul><li>Desenvolvimento da marinha e do capitalismo inglês. </li></ul><ul><li>Oliver Cromwell nomeia-se Lorde Protetor da Inglaterra (1653). </li></ul><ul><li>Após a morte de Oliver (1658), seu filho, Ricardo Cromwell assume o poder, porém, sem a habilidade e carisma do pai, enfrenta nova guerra civil no país, que acaba com a sua derrota e recoloca os monarquistas no poder. </li></ul>
  24. 24. Restauração dos Stuart <ul><li>Carlos II (1660 – 1685) </li></ul><ul><li>Jaime II (1685 – 1688) </li></ul><ul><li>Novos conflitos com o Parlamento </li></ul><ul><li>Novas tentativas de impor o Absolutismo </li></ul><ul><li>Parlamento temeroso com a restituição do catolicismo oferece a coroa a Guilherme de Orange (HOL), casado com Maria Stuart, filha mais velha de Jaime II. Em troca, pedia o parlamento livre e a manutenção do anglicanismo. </li></ul>
  25. 25. <ul><li>A Revolução Gloriosa (1688) : </li></ul><ul><li>Revolução burguesa . </li></ul><ul><li>1689: Guilherme de Orange acata ao Bill of Rights (Declaração dos Direitos). </li></ul><ul><li>Parlamento decidiria sobre impostos, garantia a propriedade privada, as liberdades individuais e divide o poder. </li></ul><ul><li>Fim do absolutismo na Inglaterra . </li></ul><ul><li>Burguesia assume o poder por </li></ul><ul><li>meio do parlamento </li></ul><ul><li>(Monarquia Parlamentar). </li></ul><ul><li>Rei reina, mas não governa. </li></ul>
  26. 26. <ul><li>Movimento cultural respons á vel por criticar o Estado Absolutista ou Antigo Regime, tamb é m conhecido como “ Filosofia das Luzes ” ou “ Ilustra ç ão ” . </li></ul><ul><li>Movimento que arquitetou as id é ias que derrubaram o Antigo Regime. </li></ul>Iluminismo
  27. 27. <ul><li>Características do Iluminismo:   </li></ul><ul><li>Igualdade: Perante a lei, economicamente desigual. </li></ul><ul><li>Tolerância religiosa ou filosófica: Não interessava ou era, mas sim o que tinha. </li></ul><ul><li>Liberdade: Pessoas livres = a Mercado consumidor. </li></ul><ul><li>Propriedade Privada: Não a estatização e sim a privatização. </li></ul>Lema Iluminista: LIBERDADE, IGUALDADE E PROPRIEDADE . <ul><li>Combatia: </li></ul><ul><li>Absolutismo: Impedia a participação política da burguesia, impedindo a realização dos seus ideais. </li></ul><ul><li>Mercantilismo: Prejudicial a Livre iniciativa (o mercantilismo controla a economia) </li></ul><ul><li>Poder da Igreja: Não permitia a liberdade de pensamento. </li></ul>
  28. 28. <ul><li>Teóricos: </li></ul><ul><li>Montesquieu: Separação dos poderes (legislativo, Executivo e Judiciário). </li></ul><ul><li>Voltaire: Campeão da liberdade individual. </li></ul><ul><li>Diderot e D’Alembert: A Enciclopédia. </li></ul><ul><li>Rousseau: Contrato Social (O povo elege para o bem comum) e o Bom selvagem (a pessoa é boa por natureza, à sociedade a corrompe). </li></ul><ul><li>Quesnay: A terra é a maior fonte de riqueza. Fisiocracia. </li></ul><ul><li>Adam Smith: Liberalismo econômico. Livre jogo da oferta e da procura. Laissez – Faire . Deixe fazer deixe passar. </li></ul>
  29. 29. Despotismo Esclarecido <ul><li>No final do XVIII alguns monarcas absolutos realizaram reformas em seus Estados influenciados pelo Iluminismo. </li></ul><ul><li>Modernização das estruturas administrativas, educação e atividades científicas foram as grandes modificações. </li></ul><ul><li>Marques de Pombal – Portugal, estimulou as exportações e produção manufatureira, além de reforçar o monopólio comercial sobre o Brasil </li></ul><ul><li>Frederico II – Prússia, fim da tortura, educação e produção agrícola e industrial </li></ul><ul><li>Catarina II – Rússia, escolas, hospitais e tomou terras da Igreja </li></ul><ul><li>José II – Áustria, confiscou terras da Igreja, aperfeiçoou o exército e aboliu obrigações feudais </li></ul>
  30. 30. A Nova Ordem Econômica: o Liberalismo <ul><li>No séc. XVIII as práticas mercantilistas não atendiam as necessidades da burguesia. A fim de combater antigas formas da economia, surgiu o Liberalismo que criticava o Mercantilismo por que suas práticas prejudicavam a livre expansão do Capitalismo. Suas principais críticas eram: </li></ul><ul><li>Intervenção do Estado na economia; </li></ul><ul><li>Monopólio do comércio; </li></ul><ul><li>Protecionismo alfandegário; </li></ul><ul><li>Controle sobre o mercado; </li></ul><ul><li>Identificação com as monarquias absolutistas. </li></ul>
  31. 31. Liberalismo – características: <ul><li>Condenação da intervenção do Estado na economia; </li></ul><ul><li>A economia se autorregula através de leis naturais; </li></ul><ul><li>Defesa da livre concorrência; </li></ul><ul><li>Liberdade cambial; </li></ul><ul><li>Defesa da liberdade na realização de contratos; </li></ul><ul><li>Defesa da propriedade privada; </li></ul><ul><li>Combate ao Mercantilismo; </li></ul><ul><li>Estímulo à expansão demográfica para criar um vasto mercado de mão-de-obra. </li></ul>
  32. 32. Os teóricos do Liberalismo <ul><li>Adam Smith (1723-1790) </li></ul><ul><li>Obra: Riqueza das Nações </li></ul><ul><li>Abandono das práticas mercantilistas que empobreciam as nações; propunha o estabelecimento do comércio livre e o fim da presença do Estado na economia; apontava o trabalho como a fonte principal de geração de riqueza. </li></ul>
  33. 33. <ul><li>David Ricardo (1772 – 1823) </li></ul><ul><li>Economista britânico cuja principal contribuição foi o estudo sobre a distribuição de renda. Afirmava que havia três fatores que podiam desestabilizar a economia: salário, lucro e renda da terra. Quando qualquer um desses fatores aumentava demais, provocava um desequilíbrio na economia toda. Empresários e governantes ainda usam essa teoria como justificativa para políticas de arrocho salarial. </li></ul>
  34. 34. <ul><li>John Stuart Mill (1806 – 1873) </li></ul><ul><li>Filosofo e economista britânico, defensor entusiasmado do Laissez-faire , mas acrescentava a necessidade de promover uma distribuição equilibrada dos benefícios gerados pela economia liberal. Ele defendia a criação de um sistema político que permitisse a participação popular e garantisse os direitos das minorias. </li></ul>
  35. 35. Condições para a decolagem inglesa <ul><li>Acumulação de capital – oriundo do comércio colonial; </li></ul><ul><li>Existência de matéria-prima – grande reservas de minério de ferro e carvão, o algodão foi essencial nesse momento; </li></ul><ul><li>Abundância de mão-de-obra barata – desde a Lei dos Cercamentos de terras </li></ul><ul><li>Mercados consumidores - seu poderio naval permitiu a construção de um imenso império colonial e o domínio do comércio mundial. </li></ul><ul><li>Revolução Gloriosa </li></ul>
  36. 37. Características I Revolução Industrial II revolução Industrial Período: 1760 - 1860 1860 em diante Região: Inglaterra Outras regiões Energia: Vapor Eletricidade, combustão interna, derivados do petróleo Tecnologia: Ferro e processos mecânicos de produção Aço, ligas mais leves, química e automação Org. empresarial: Proprietário = diretor Direção = profissionais especializados Mercado: Livre concorrência (K industrial) Monopólios industriais (K financeiro)
  37. 38. Modo de Produção Capitalista <ul><li>O que caracteriza o modo de produção capitalista são as relações assalariadas de produção (trabalho assalariado). As relações de produção capitalistas baseiam-se na propriedade privada dos meios de produção pela burguesia, que substituiu a propriedade feudal, e no trabalho assalariado, que substituiu o trabalho servil do feudalismo. O capitalismo é movido por lucros, portanto temos duas classes sociais: a burguesia e os trabalhadores assalariados. </li></ul>
  38. 39. Fases do Capitalismo <ul><li>Pré-capitalismo : o modo de produção feudal ainda predomina, mas já se desenvolvem relações capitalistas. </li></ul><ul><li>Capitalismo comercial : a maior parte dos lucros concentra-se nas mãos dos comerciantes, que constituem a camada hegemônica da sociedade; o trabalho assalariado torna-se mais comum. </li></ul><ul><li>Capitalismo industrial : com a revolução industrial, o capital passa a ser investido basicamente nas industrias, que se tornam à atividade econômica mais importante; o trabalho assalariado firma-se definitivamente. </li></ul><ul><li>Capitalismo financeiro : os bancos e outras instituições financeiras passam a controlar as demais atividades econômicas, através de financiamentos à agricultura, a industria, à pecuária, e ao comercio.   </li></ul>
  39. 40. Consequências da Revolução Industrial <ul><li>Estabelecimento do K como sistema econômico; </li></ul><ul><li>1ª fase – desenvolvimento do Liberalismo econômico; </li></ul><ul><li>2ª fase – formação dos conglomerados econômicos (Trustes, Cartéis); </li></ul><ul><li>Abriu caminho para a produção em série, produtividade e massificação dos produtos; </li></ul><ul><li>O K financeiro deu origem ao Imperialismo; </li></ul><ul><li>Burguesia K tornou-se a camada politicamente dominante; </li></ul><ul><li>Ocorrência do Êxodo Rural e crescimento acelerado das cidades; </li></ul><ul><li>Formação das camadas operárias e suas primeiras reações contra a sua situação: </li></ul><ul><ul><li>Luddita: quebra das máquinas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Cartismo: propostas definidas (sufrágio universal e secreto, imunidade parlamentar, eleições anuais, ...) </li></ul></ul><ul><ul><li>Trade Unions:primeiras organizações de operários, atuavam como assembléias, publicavam jornais, protestos e greves. </li></ul></ul>
  40. 41. Doutrinas sociais do Séc. XIX <ul><li>Socialismo Utópico: tentativa de atender às necessidades dos trabalhadores em meio ao desenvolvimento K da época. </li></ul><ul><ul><li>Principais teóricos: Saint-Simon, Louis Blanc e Charles Fourier. </li></ul></ul><ul><li>Socialismo Científico:defendia a apropriação coletiva dos meios de produção, pela via revolucionária e pela ditadura do proletariado, uma etapa provisória para o Comunismo. </li></ul><ul><ul><li>Principal teórico: Karl Marx. </li></ul></ul>
  41. 42. <ul><li>Anarquismo: a origem das desigualdades esta no Estado, sempre corruptor. Defende a eliminação do Estado e a organização em pequenas comunidades sob o regime de auto-gestão, sem classes sociais e sem forças coercitivas. </li></ul><ul><ul><li>Principais teóricos: Bakunin, Proudhon. </li></ul></ul><ul><li>A Igreja católica e a questão social: em 1891, o papa Leão XIII lançou a Encíclica Rerum Novarum que afirmava que a religião iria transformar a sociedade e trazer a justiça. A Igreja defendia a conciliação entre K e trabalho e o fim da luta de classes. </li></ul>
  42. 43. Revolução Francesa (1789-1799)
  43. 44. Antecedentes da Revolução Francesa <ul><li>Antes da Revolução a França vivia o Antigo Regime; </li></ul><ul><li>Principais classes sociais: Clero (1° estado), Nobreza (2° estado), Burguesia e povo (3° estado). </li></ul><ul><li>Principais causas: péssimo governo dos Bourbons; guerras catastróficas; fome e o desejo da burguesia (que vai liderar o movimento) de alcançar o poder. </li></ul><ul><li>Novas idéias filosóficas – Iluminismo. </li></ul>
  44. 46. Movimentos que antecedem a Revolução <ul><li>A revolta aristocrática: o agravamento do quadro econômico leva a convocação da Assembléia dos Notáveis (1787). </li></ul><ul><li>O problema da votação na reunião dos Estados Gerais foi o estopim do movimento (voto por cabeça X voto de classe). </li></ul>
  45. 48. Assembléia Nacional Constituinte (1789 – 1791) <ul><li>Tomada da Bastilha (14/07/1789) </li></ul><ul><li>Supressão dos privilégios feudais </li></ul><ul><li>Declaração dos Direitos dos Homens e dos Cidadãos = Liberdade, Igualdade e Fraternidade </li></ul><ul><li>Os bens do clero passaram a ser administrados pelo Estado </li></ul><ul><li>Promulgação da constituição de 1791 </li></ul>
  46. 49. Assembléia Legislativa (1791 – 1792) <ul><li>Fase curta e transitória. </li></ul><ul><li>Assembléia Legislativa composta na sua maioria por membros da Alta burguesia. </li></ul><ul><li>Parlamentares obrigam o rei a declarar guerra à Áustria. </li></ul><ul><li>Povo invade o palácio das Tulherias e aprisiona a família real. </li></ul><ul><li>Prússia invade a França. </li></ul><ul><li>Forças francesas vencem os prussianos. </li></ul>
  47. 50. Convenção Nacional (1792 – 1795) <ul><li>Fase popular da Revolução. </li></ul><ul><li>Jacobinos (PP burguesia – radicais) no poder – Período do Terror. </li></ul><ul><li>Pcp líderes: Danton, Marat e Robespierre. </li></ul><ul><li>Luis XVI é guilhotinado. </li></ul><ul><li>Proclamada a República e instaurado o sufrágio universal. </li></ul><ul><li>Poder concentrado em Juntas: de Salvação Pública, Comissão de Segurança Nacional e Tribunal Revolucionário. </li></ul><ul><li>Adoção do sistema métrico decimal. </li></ul><ul><li>Construção do Louvre. </li></ul><ul><li>Novo calendário. </li></ul><ul><li>Abolição da escravidão nas colônias. </li></ul><ul><li>Reforma agrária. </li></ul><ul><li>Golpe de 09 de Termidor – queda da PP burguesia e volta dos Girondinos no poder. </li></ul>
  48. 51. Diretório (1795 – 1799) <ul><li>Convenção vota nova constituição: do ano III (1795) – restabelece o voto censitário, implanta o Diretório. </li></ul><ul><li>Fase corrupta, alta inflação e instabilidade política. </li></ul><ul><li>Campanha na Itália com Napoleão Bonaparte. </li></ul><ul><li>Conjura dos Iguais: comandada por Graco Babeuf. </li></ul><ul><li>Golpe do 18 Brumário: Napoleão apoiado pelo exército e alta burguesia derruba o Diretório e chega ao poder. </li></ul>
  49. 52. 2. IMPÉRIO 1804-1815 Expansão territorial Países absolutos + Inglaterra Bloqueio Continental 1806 Inglaterra <ul><li>Portugal e Rússia desobedecem: </li></ul><ul><li>Portugal é invadido – Corte foge para Brasil; </li></ul><ul><li>Rússia é invadida – derrota Napoleão com a tática da “Terra Arrasada” – 1812; </li></ul><ul><li>Batalha de Leipzig 1813 – Napoleão é preso. </li></ul>3. CEM DIAS 1815 Batalha de Waterloo 1815 – derrota final de Napoleão Congresso de Viena 1815 – tentativa de restauração do Antigo Regime: Restauração e Legitimidade 1. CONSULADO 1799-1804 <ul><li>Pró-burguesia </li></ul><ul><li>BF – Franco </li></ul><ul><li>Código Civil </li></ul><ul><li>Concordata com Igreja </li></ul><ul><li>Educação estatal </li></ul>
  50. 53. Ideais Liberais e as Independências na América
  51. 54. Crise do Antigo Sistema Colonial <ul><li>Consolidação do K Vs. Sistema Colonial </li></ul><ul><li>Mercantilismo impedia a liberdade do comércio e isso se torna obsoleto com o avanço do Capitalismo; </li></ul><ul><li>Claro que os fatores internos não podem ser deixados para trás. </li></ul><ul><li>Nem as idéias do Iluminismo </li></ul>
  52. 55. <ul><li>Lei do Açúcar : proibição da importação do rum estrangeiro e taxas sobre o açúcar que não viesse das Antilhas britânicas; </li></ul><ul><li>Lei do Selo: taxa sobre documentos, jornais, etc; </li></ul><ul><li>Lei do Chá : monopólio da venda do chá para a Companhia das Índias Orientais. Colonos se revoltam e destroem carregamentos de chá; </li></ul><ul><li>Leis Intoleráveis : fechamento do porto de Boston e o governo colonial inglês poderia julgar e punir colonos envolvidos em distúrbios contra a Inglaterra. </li></ul>Leis Adotadas pelos Ingleses
  53. 56. LEIS E REAÇÃO COLONIAL 1774 – I Congresso Continental Filadélfia colonos pedem: revogação das leis e direito de representação no Parlamento 1775 – II Congresso Continental Filadélfia colonos decidem pela luta pela independência G. Washington – tropas B. Franklin – busca ajuda francesa T. Jefferson – Declaração de Independência 04/07/1176
  54. 57. A GUERRA <ul><li>Inglaterra </li></ul><ul><li>X </li></ul><ul><li>Colonos </li></ul><ul><li>+ França </li></ul><ul><li>+ Holanda </li></ul><ul><li>+ Espanha </li></ul><ul><li>Vitória dos colonos em Yorktown, 1781. </li></ul><ul><li>1783, Tratado de Paris: Inglaterra reconhece a independência. </li></ul>
  55. 58. OS EUA <ul><li>Constituição de 1787: </li></ul><ul><li>República presidencialista e federativa; </li></ul><ul><li>Três poderes e legislativo bicameral; </li></ul><ul><li>Declaração de direitos (igualdade, liberdade / exceto para índios, negros e mulheres; </li></ul><ul><li>Voto censitário. </li></ul><ul><li>Lembrar: </li></ul><ul><li>Influência do Iluminismo (Locke, Montesquieu...). </li></ul><ul><li>Pioneiro movimento de rompimento do sistema colonial. </li></ul><ul><li>Influenciará Rev. Francesa e as independências na América. </li></ul>
  56. 59. INDEPENDÊNCIAS AMÉRICA ESPANHOLA XIX <ul><li>Fatores: </li></ul><ul><li>Ideais liberais; </li></ul><ul><li>Apoio EUA e Inglaterra; </li></ul><ul><li>Guerras napoleônicas; </li></ul><ul><li>Ação criollos e caudilhos; </li></ul><ul><li>Libertadores: </li></ul><ul><li>Bolívar : Venezuela / ideal de unificação da América = fracassa: oposição Eua / Inglaterra e oligarquias locais; </li></ul><ul><li>San Martin: Argentina / monarquista </li></ul>Haiti – “República Negra” México – inicia com camponeses mas é concluída pelas elites criolas.

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