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© OECD/IEA 2018
Relatório do mercado de Eficiência
Energética
Joe Ritchie
14 November 2018
IEA
© OECD/IEA 2018
IEA team on the webinar today
Joe Ritchie Edith Bayer
© OECD/IEA 2018
Agenda
• Introduction
• Welcome Remarks
- Samira Sousa, MME (Brazil)
- Santiago Creuheras, SENER (Mexico)
• Presentation
• Questions & Answers
© OECD/IEA 2018
GotoWebinar Housekeeping
Telephone Details for Mexico: 01 800 112 2091 +
Access Code: 651-174-028
Toll-free: 01 800 925 0373 (MX); 0 800 047 4907 (BR)
Access Code: 163-150-099
Questions in English,
Spanish or Portuguese
Question box
Attendee Interface
© OECD/IEA 2018
© OECD/IEA 2018
Welcome Remarks
Santiago CreuherasSamira Sousa
© OECD/IEA 2018
Energy Efficiency 2018
• Tendências e perspectivas globais
- Intensidade energética e tendências em eficiência
- Introdução ao Cenário do mundo eficiente
- Progresso e tendências nas políticas públicas
- IEA Efficient World Strategy (Estratégia da AIE para um mundo
eficiente)
• Capítulos setoriais
- Transportes, Edificações e Indústria
• Financiamento de investimentos e modelos de negócios
• Eficiência Energética nas Economias Emergentes
- Brasil, China, Índia, Indonésia, México e África do Sul
• Disponível para download gratuito em
www.iea.org/efficiency2018
© OECD/IEA 2018
Intensidade energética e
tendências em eficiência
© OECD/IEA 2018
Em 2017, a demanda global de energia aumentou quase 2% - o maior incremento nesta década-
impulsionado pelo crescimento econômico e as mudanças no comportamento do consumidor.
Mudança na demanda global de energia primária, 2011-17
Houve um ressurgimento do crescimento da demanda global em 2017
0.0%
0.5%
1.0%
1.5%
2.0%
2.5%
2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Fonte: Adaptação de IEA (no prelo), World Energy Outlook 2018; IEA (2018c) World Energy Statistics and Balances 2018 (database)
© OECD/IEA 2018
A intensidade global de energia primária melhorou em 2017, mas esta taxa de progresso foi a mais lenta nesta década.
Sem os ganhos contínuos da China, a taxa de progresso global teria sido pior.
Annual change in global primary energy intensity, 2011-17
Mudança anual na intensidade global de energia primária, 2011-17
A intensidade energética global está melhorando mais lentamente
-3.5%
-3.0%
-2.5%
-2.0%
-1.5%
-1.0%
-0.5%
0.0%
2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Global Global without China
Fonte: Adaptação de IEA (no prelo), World Energy Outlook 2018; IEA (2018c) World Energy Statistics and Balances 2018 (database)
© OECD/IEA 2018
Por que o uso de energia está aumentando?
A eficiência energética global está melhorando, mas o seu impacto está sendo opacado por fatores que
criam mais demanda de energia.
Decomposição do uso final de energia nas principais economias do mundo
Note: Countries covered are IEA countries plus China, India, Brazil, Indonesia, Russia, South Africa and Argentina.
0
50
100
150
200
250
300
350
2000 energy use More buildings
and appliances
Less efficient
transport patterns
Increased activity Shifts in economic
activity
Improvements in
energy efficiency
2017 energy use
EJ
© OECD/IEA 2018
Os impactos da eficiência energética já são significativos
Melhorias na eficiência energética desde 2000 evitaram um aumento de 12% no consumo de energia e
nas emissões em 2017.
Uso final global de energia e emissões com e sem melhorias na eficiência energética, 2000-17
100
120
140
160
180
200
2000 2003 2006 2009 2012 2015 2017
Index(2000=100)
Uso de energia
100
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2000 2003 2006 2009 2012 2015 2017
Emissões
100
120
140
160
180
200
2000 2003 2006 2009 2012 2015 2017
Energy use
GDP
Without
energy
efficiency
Actual
© OECD/IEA 2018
O setor que mais contribuiu para a economia de energia, especialmente nas principais economias emergentes, foi a indústria.
O setor da construção contribuiu substancialmente nas economias avançadas; a contribuição do setor de transporte foi pouco
significativo.
Contribuição de cada setor para a economia de energia a partir de melhorias na eficiência energética
Quais setores estão contribuindo para os ganhos de eficiência energética?
Notas: A AIE inclui o México, outras economias importantes são a China, a Índia, o Brasil, a Indonésia, a Rússia, a África do Sul e a Argentina.
As principais economias emergentes são o Brasil, a China, a Índia, a Indonésia, o México e a África do Sul.
51%
38%
11%
IEA and other
major economies
Industry
Buildings
Transport
63%
29%
8%
Major emerging
economies
© OECD/IEA 2018
Ganhos de eficiência no Brasil desde 2000 evitaram um uso adicional de energia de 5% em 2017
A indústria e os serviços contribuíram com quase 60% do total de energia economizada.
Decomposição do consumo final de energia no Brasil, 2000-17 (esquerda) e contribuição dos ganhos de eficiência por setor
(direita)
Eficiência energética: tendências no Brasil
0
3
5
8
10
2000 energy
use
Activity Structure Efficiency 2017 energy
use
EJ
- 100
0
100
200
300
400
500
PJ Freight
transport
Residential
Buildings
Passenger
transport
Industry and
services
Note: “Energy use” covers the residential, industry and services, passenger and freight transport sectors. It excludes non-energy use (i.e. feedstocks) and energy supply.
Notas: "Uso de energia" abrange os setores residencial, industrial e de serviços, transporte de passageiros e mercadoria. Isso exclui o uso não energético (ou seja, matérias-primas) e o fornecimento de energia.
© OECD/IEA 2018
Ganhos de eficiência no México desde 2000 evitaram um uso adicional de energia de 3% em 2017.
Mais de 59% dessas economias aconteceram no setor residencial.
Decomposição do consumo final de energia no México, 2000-17 (esquerda) e contribuição dos ganhos de eficiência por setor
(direita)
Eficiência energética: tendências no Mexico
0
2
3
5
6
2000 energy
use
Activity Structure Efficiency 2017 energy
use
EJ
0
50
100
150
200
250
PJ Industry and
services
Passenger
transport
Residential
Buildings
Freight
transport
© OECD/IEA 2018
Como seria um mundo mais eficiente?
• O mundo está perdendo oportunidades para melhorar a eficiência energética. As
políticas não estão entregando todos os ganhos que são atingíveis com a tecnologia
atual.
• O que é possível com maiores esforços na eficiência energética? O novo Cenário do
Mundo Eficiente da AIE responde a esta pergunta:
A Economia O Sistema Energético O Meio Ambiente
O que aconteceria até 2040 se os países realizassem todo o potencial de
eficiência energética que está disponível hoje?
© OECD/IEA 2018
A produtividade energética pode mais que duplicar, de US $ 9.000 a US $ 18.000 de PIB para cada
tonelada de óleo equivalente de demanda de energia.
Duplicação do PIB mundial para um aumento marginal na demanda de energia
Agora 2040
PIB
Demanda
de energia
© OECD/IEA 2018
A intensidade energética vem diminuindo, em todos os países, em graus diferentes. Todavia o Cenário do Mundo
Eficiente mostra que a intensidade energética em todas as economias emergentes poderia diminuir em mais de 50%.
Intensidade de energia primária nas seis principais economias emergentes
As economias emergentes poderiam reduzir ainda mais a intensidade energética
0
3
5
8
10
13
World Brazil China India Indonesia Mexico South Africa
2000 2016 EWS 2040
Primaryenergyintensity
(GJ/thousandUSDPPP)
© OECD/IEA 2018
Existe um potencial significativo de economias com custo-benefício em todos os setores
Apenas um terço do potencial da economia de energia acumulada por ganhos de eficiência até 2040 é realizado no
Cenário de Novas Políticas.
A maioria do potencial em todos os setores é realizada no Cenário do Mundo Eficiente.
Economias energéticas acumuladas no Cenário de Novas Políticas e potencial adicional no Cenário do Mundo
Eficiente, até 2040.
0
100
200
300
400
500
600
Industry Transport Buildings
EJ
Efficient World Scenario
New Policies Scenario
© OECD/IEA 2018
A eficiência pode trazer benefícios ambientais imediatos
O Cenário do Mundo Eficiente resulta num pico de emissões mais cedo e em approx. 40% do abatimento exigido até
2040 para estar de acordo com as metas do Acordo de Paris. A eficiência energética é indispensável para atingir as metas
climáticas globais.
Emissões GEE nos dois Cenários, 2000-40 (esquerda) e emissões de poluentes atmosféricos no Cenário do Mundo
Eficiente, 2015-40 (direita)
20
25
30
35
40
2000 2005 2010 2015 2020 2025 2030 2035 2040
Gt CO2-eq
Greenhouse gas emissions
Historic Baseline Efficient World Scenario
0
40
80
120
160
200
240
2015 2040
Mt
Air pollutant emissions
PM2.5
NOx
SO2
© OECD/IEA 2018
O Cenário do Mundo Eficiente mostra que o Brasil poderia evitar 2EJ de consumo de energia adicional em 2040.
As emissões se manteriam no mesmo nível em 2040 que os atuais.
Consumo final total e emissões nos dois Cenários para o Brasil, 2012-40
Perspectivas para eficiência energética no Brasil
8
10
11
13
14
2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040
EJ
8
10
11
13
14
2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040
EJ
Transport Buildings Industry Historical NPS EWS
0.40
0.45
0.50
0.55
2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040
Gt CO2-eq
Thousands
0.40
0.45
0.50
0.55
2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040
Gt CO2-eq
Thousands
© OECD/IEA 2018
No Cenário do Mundo Eficiente, o México poderia evitar 1EJ de consumo de energia adicional em 2040.
As emissões também poderiam diminuir até ser 8% menos que os níveis atuais.
Consumo final total e emissões nos dois Cenários para o México, 2012-40
Perspectivas para eficiência energética no México
4.5
5.0
5.5
6.0
6.5
7.0
2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040
EJ
4.5
5.0
5.5
6.0
6.5
7.0
2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040
EJ
Transport Buildings Industry Historical NPS EWS
0.40
0.43
0.45
0.48
0.50
2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040
Gt CO2-eq
Thousands
0.40
0.43
0.45
0.48
0.50
2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040
Gt CO2-eq
Thousands
© OECD/IEA 2018
A eficiência traz benefícios para todos os níveis da economia
O Cenário do Mundo Eficiente também plenamente atinge a meta de eficiência energética (Meta 7.3)
dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.
USD 700 bilhões
Importações de
energia evitadas na
UE, a China e a
Índia.
USD 600 bilhões
Despesas em
energia evitadas na
indústria.
USD 550 bilhões
Gastos em energia
evitados em
residências.
© OECD/IEA 2018
Políticas e Investimento em
Eficiência Energética
© OECD/IEA 2018
A maioria do consumo global de energia não está coberta por políticas públicas obrigatórias de eficiência energética.
A abrangência aumentou no México devido aos novos códigos e normas. A abrangência no Brasil é inferior devido à falta
de normas no setor de transporte.
Porcentagem do uso final de energia coberta por políticas públicas obrigatórias, por setor
A abrangência das políticas públicas varia entre os diferentes setores
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
Industry Transport Residential buildings Non-residential buildings Total
% energy use
World Mexico Brazil
© OECD/IEA 2018
A força é um indicador importante sobre o impacto que as políticas públicas obrigatórias podem ter.
Nos últimos dois anos, as políticas públicas foram reforçadas a um ritmo mais lento do que nos anos anteriores.
Variação anual na força das políticas obrigatórias, 2000-17
A abrangência é apenas a primeira parte ao se tratar das políticas públicas
0.0%
0.2%
0.4%
0.6%
0.8%
1.0%
1.2%
1.4%
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
%changeinpolicystrength
© OECD/IEA 2018
As políticas públicas energéticas avançaram de forma progressiva após o 11º plano quinquenal da China em 2006.
Mas o progresso desacelerou, refletindo a implementação lenta de políticas públicas novas ou fortalecidas.
Adições anuais ao Índice de Avanço de Políticas de Eficiência (EPPI) da AIE, 2000-17
A combinação da abrangência das política públicas e da força revela o progresso
0
0.1
0.2
0.3
0.4
0.5
0.6
0.7
0.8
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
AnnualeditionstoIEAEPPI
© OECD/IEA 2018
O investimento global em eficiência energética cresceu marginalmente em 2017, com um aumento de 3% para US $ 236
bilhões.
O setor das edificações continua a dominar, atingindo US $ 140 bilhões (59%) do total global em 2017.
Investimento em eficiência energética por setor e região
O crescimento do investimento em eficiência energética desacelerou em 2017
0
50
100
150
200
250
2014 2015 2016 2017
USDbillions
By region
Other
North
America
Europe
China
29%
11%
6%
14%
7%
8%
14%
11%
59%
15%
26%
By sector Envelope
HVAC and controls
Appliances
Lighting
Energy intensive industry
Other industry
Premium paid for
energy efficient vehicle
Freight vehicles
USD 236 billion
Buildings
Transport
Industry
© OECD/IEA 2018
Porem os níveis de investimento têm que aumentar
O investimento anual em eficiência energética deverá duplicar até 2025 e duplicar novamente até 2040.
Para estimular esse investimento, as política públicas deverão facilitar o financiamento e a inovação de modelos de
negócios.
Investimento anual em eficiência energética em 2017 e no Cenário do Mundo Eficiente
0
300
600
900
1 200
1 500
Current Average annual 2017-25 Average annual 2026-40
USD (2017) billions
2017 Efficient World Scenario (EWS)
© OECD/IEA 2018
Eficiência energética em
Transportes
© OECD/IEA 2018
As taxas históricas de melhoria de eficiência no setor de transporte são altamente variáveis.
A eficiência energética dos carros e caminhões poderia melhorar a um ritmo muito mais rápido.
Melhorias históricas de eficiência e projeções futuras para o transporte (esquerda), e potencial de economia de energia para o
transporte rodoviário (direita)
O transporte pode acelerar rumo a um mundo mais eficiente
0%
1%
2%
3%
4%
2000-16 2017-40 2000-16 2017-40 2000-16 2017-40 2000-16 2017-40
Passenger light-
duty vehicles
Road freight Aviation International
Shipping
Averageannualefficiencyimprovement
Efficient World Scenario Historical
Cars and vans
52%
Trucks
42%
Buses
4%
2 and 3 wheelers
2%
© OECD/IEA 2018
A abrangência das políticas públicas no setor de transporte é maior em países onde normas para a economia de
combustível estão em vigor há mais tempo (EUA, China, Japão). Há espaço para crescimento nos mercados emergentes.
Abrangência de políticas públicas obrigatórias para o consumo de energia de transporte para países selecionados, 2017
As políticas públicas no transporte refletem a presença variável de normas
0%
20%
40%
60%
80%
% of transport energy use
2000
2005
2010
2015
2017
© OECD/IEA 2018
A implementação das melhores normas para a economia de combustível teria evitado 2.2 mb/dia de consumo de petróleo.
Sem mudança nas políticas públicas, o consumo de energia de veículos de passageiros poderia aumentar de mais de 4 mb/dia.
Variação histórica e futura no consumo global de energia de veículos de passageiros sem normas e se as melhores normas em
economia de combustível tivessem sido implementadas, 2000-17 e 2017-2040.
Qual é o beneficio de normas para a economia de combustivel?
-5
-4
-3
-2
-1
0
1
2
3
4
5
Without standards Implementing best-in-class
standards
Mboe/d
Implementing no new
policies (CPS)
EWS
2000-17 2017-40
© OECD/IEA 2018
Novos níveis de ambição são necessários para transporte
O que é possível até 2040 Ações chaves de política
• Melhorar a abrangência e força das
politicas de transporte para carros e
caminhões e modos não-rodoviários.
• Fornecer incentivos para apoiar a adoção e
uso sustentável de veículos eficientes.
• Informação para apoiar a adoção de
veículos eficientes e mudança de modo de
transporte.
• A demanda de energia poderia
permanecer ao mesmo nível apesar
de duplicar os níveis de atividade.
• Veículos de passageiros e caminhões
oferecem dois terços da economia
possível.
© OECD/IEA 2018
Eficiência energética em
Edificações
© OECD/IEA 2018
A melhora em eficiência energética tem sido variável, principalmente por causa do aumento no posse de equipamentos.
Ganhos são possíveis em todos os usos finais, com calefação, aquecimento de água e resfriamento contando para 60%.
Mudança em intensidade energética, 2000-40 (esquerda) e contribuição para economia total de energia no EWS até 2040 (direita)
A eficiência pode melhorar em todos os usos finais das edificações
-40%
-20%
0%
20%
40%
60% 2000-17
2018-40
2000-17
2018-40
2000-17
2018-40
2000-17
2018-40
2000-17
2018-40
2000-17
2018-40
Space
heating
Space
cooling
Water
heating
Lighting Cooking Appliances
Energy intensity improvement (%)
Historic Efficient World Scenario
26%
22%
26%
5%
9%
12%
24 EJ
Space heating Water heating
Cooking Lighting
Appliances Space cooling
© OECD/IEA 2018
Menos de 40% do consumo de energia em edificações é coberto por políticas de eficiência energética
obrigatórias. Porém, a abrangência é alta para iluminação e resfriamento de ambientes.
Abrangência das políticas de eficiência energética nos diferentes usos finais de edificações, 2000-2017
Há abrangência de políticas atingindo os diferentes usos finais nas edificações.
0%
20%
40%
60%
80%
100%
2000 2003 2006 2009 2012 2015 2017
Policy coverage
Lighting
Space cooling
Appliances
Space heating
Water heating
ALL BUILDINGS
Cooking
© OECD/IEA 2018
O consumo de energia para resfriamento de ambientes cresceu rapidamente, sendo o resultado do aquecimento do clima e o
crescimento da população.
As forças impulsionando o consumo de energia para resfriamento continuarão a crescer, mas a eficiência pode limitar o impacto.
Decomposição do consumo de energia para resfriamento de ambientes em edificações, global, 2000-40
O consumo de energia para resfriamento de ambientes crescerá rapidamente
0
4
8
12
16
20
2000 Activity Structure Efficiency 2017 Activity Structure Efficiency 2040
Historical Efficient World Scenario
Cooling final energy (EJ)
© OECD/IEA 2018
Edificações podem ser 40% mais eficientes do que hoje
O que é possível até 2040 Ações chaves de política
• Políticas em eficiência integradas,
direcionadas para edifícios novos e
existentes, assim como equipamentos
e aparelhos.
• Incentivos para estimular
consumidores a adotar equipamentos
de alta eficiência, e realizar reformas
profundas.
• Melhor qualidade e disponibilidade
de ferramentas e informação sobre
desempenho energético.
• A área de edificações pode
aumentar em 60% sem aumento
de consumo de energia.
• Calefação, resfriamento e
aquecimento de água contam para
60% das economias.
© OECD/IEA 2018
Eficiência energética
industrial
© OECD/IEA 2018
Melhorias de eficiência energética são possíveis em todos os subsetores.
A indústria ligeira (ex. alimentação, bebidas e a indústria têxtil) representam a maioria (70%) das economias.
Porcentagem de melhoria na intensidade energética por subsetor industrial (esquerda) e contribuição para economia total de
energia em 2040 (direita).
A eficiência pode melhorar em todos os subsetores da indústria
0%
10%
20%
30%
40%
50%
2000-17
2018-40
2000-17
2018-40
2000-17
2018-40
2000-17
2018-40
2000-17
2018-40
2000-17
2018-40
Iron and steel Chemical and
petrochemical
Cement Paper, pulp
and print
Aluminium Other
industries
%improvementinenergyintensity
Historic Efficient World Scenario
14%
9%
2%5%
1%
70%
Iron and steel Chemicals
Cement Pulp and paper
Aluminium Other industries
© OECD/IEA 2018
A abrangência de políticas de eficiência energética industrial cresceu rapidamente após as políticas na China.
A China, o Japão e a Índia lideram na abrangência de políticas graças a políticas obrigatórias fortes.
O consumo de energia coberto por políticas de eficiência energética obrigatórias, globalmente, 2000-17 (esquerda) e por pais in
2017 (direita).
A abrangência de políticas de eficiência energética na indústria está desacelerando
0%
10%
20%
30%
40%
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
2015
2016
2017
%ofindustrialenergyusecovered
Global
0%
20%
40%
60%
80%
100%
%ofindustrialenergyusecovered
Country in 2017
China's top 1 000
Program introduced
China's top 10 000
Program introduced
© OECD/IEA 2018
MEPS são uma ferramenta de política pública frequente, mas a rotatividade lenta do estoque não levou a política a
atingir seu potencial.
A abrangência é maior na América do Norte graças à implementação antecipada da política (antes de 2000).
Abrangência de políticas públicas e potencial para motores elétricos (esquerda) e abrangência e aumento na força das políticas desde
2000 (direita).
MEPS para motores elétricos é uma ferramenta política frequente
0%
20%
40%
60%
80%
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Electricmotorsenergyusecovered
Global
Actual coverage Coverage potential
0%
2%
4%
6%
8%
0%
20%
40%
60%
80%
Electricimotorsenergyusecovered
Country/region
Increase in policy strength since 2000 (right axis)
© OECD/IEA 2018
Tiveram mais de 23 000 certificações 50001 em 2017, uma redução na taxa de crescimento.
A equiparação das certificações com as outras normas de gestão dependerá da adoção da China.
Certificações ISO 500001 2001-17 (esquerda) e progresso da certificação comparado com outras normas de gestão (direita).
As certificações da ISO 50001 estão desacelerando
0
5 000
10 000
15 000
20 000
25 000
2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Number of certifications
Germany Other Europe Asia and Pacific
North America Other
0
30 000
60 000
90 000
120 000
150 000
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Numberofcertifications
Years after introduction of standard
ISO 14001 ISO 9001 ISO 50001
© OECD/IEA 2018
A reciclagem de metais é 60-90% menos intensiva em energia que os processos de produção primária a
partir de minério.
Intensidade energética da produção de metal primário e reciclado de aço, alumínio e cobre.
A reciclagem de metais será chave para realizar os ganhos de eficiência energética
0
10
20
30
40
50
60
Blast furnace -
basic oxygen
furnace
Direct reduced
iron - electric
arc furnace
Scrap based
electric arc
furnace
Primary Recycled Primary Recycled from
scrap
Secondary
direct melt
Iron and steel Aluminium Copper
GJ/tonne produced
© OECD/IEA 2018
Visando eficiência além dos maiores setores da indústria
O que é possível até 2040 Ações chaves de politica
• Normas ampliadas e fortalecidas para
equipamentos industriais chaves,
incluindo bombas de calor elétricas e
motores.
• Incentivos para estimular a adoção de
sistemas de gestão de energia.
• Mecanismos como redes industriais,
capacitação e estudos de casos para
aumentar a conscientização e
capacidade.
• O valor agregado por unidade
de energia pode duplicar.
• A indústria menos intensiva em
energia oferece 70% das
economias potenciais.
© OECD/IEA 2018
Observações finais
• O Cenário do Mundo Eficiente (EWS) da AIE apresenta um mundo em 2040 com o dobro do GDP,
20% mais de pessoas, e 60% mais de superfície de edificações, com emissões mais baixas que
hoje.
• A eficiência pode reduzir a poluição do ar, importações, e as faturas dos consumidores, e o EWS
mapeia o caminho para atingir o ODS sobre eficiência energética.
• As oportunidades da eficiência têm custo-benefício, e utilizam apenas tecnologias disponíveis
hoje, porém necessitam uma intensificação das medidas políticas.
• Investimentos terão que duplicar agora, e duplicar de novo após 2025, porém estes
investimentos se pagarão três vezes apenas pelas economias de energia.
• Há bons exemplos hoje de todas as políticas necessárias para amanhã. Estas constituam a base
do maior nível de ambição e impacto.
• A AIE trabalhará com governos fornecendo análise, orientação sobre políticas, troca e
capacitação, trabalhando para um mundo eficiente.
© OECD/IEA 2018
Download for free at:
www.iea.org/efficiency2018
#energyefficientworld
© OECD/IEA 2018
No Cenário do Mundo Eficiente (EWS), a intensidade energética poderia melhorar em aprox. 3% por ano, um aumento
nos níveis atuais, resultando em um aumento mínimo na demanda de energia, apesar da economia global duplicar.
Demanda global em energia primaria, GDP e intensidade, historicamente e no EWS, 2000-40
As melhorias em intensidade energética podem acelerar no futuro
0
100
200
300
400
500
2000 2010 2020 2030 2040
Index (2000=100)
Primary energy demand GDP Energy intensity
Primary energy demand (EWS) GDP (EWS) Energy intensity (EWS)
© OECD/IEA 2018
As 6 economias respondem para um terço da demanda global de energia primária. No Cenário do Mundo Eficiente, a
demanda de energia sobe em 24%, com os seis países representando quase 40% da demanda global de energia em 2040.
Demanda de energia primária, globalmente e para as seis principais economias emergentes no Cenário do Mundo Eficiente,
2000-40
A demanda de energia nas economias emergentes vem crescendo
0%
25%
50%
75%
100%
0
250
500
750
2000 2005 2010 2016 2025 2030 2035 2040
Major emerging
economies
World
China and India
share in emerging
economies
Efficient World Scenario
Totalprimaryenergydemand(EJ)
%ofmajoremergingeconomiesprimary
energydemand
As seis principais economias emergentes são o Brasil, a República Popular da China, a Índia, a Indonésia, o México e a África do Sul.
© OECD/IEA 2018
Os ganhos em eficiência desde 2000 evitaram a necessidade de uma importação adicional de combustíveis fósseis de
mais de 11 EJ ou 20% em 2017.
A economia devida à redução na importação de petróleo nos países do IEA foi superior a 30 bilhões de US $.
A redução nas importações de energia fóssil nos países da AIE e outras economias importantes devido às melhorias na eficiência
desde 2000
A eficiência energética melhora a segurança do fornecimento de energia
0
2
4
6
8
10
12
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017
EJ
Coal
Natural gas
Oil
Nota: Os países abrangidos são os países da AIE (incluindo o México) e a China, a Índia, o Brasil, a Indonésia, a Rússia, a África do
Sul e a Argentina.
© OECD/IEA 2018
A UE, a China e a Índia poderiam evitar quase USD 7000 bilhões em importações de combustíveis
fósseis até 2040.
Importações evitadas (esquerda) e redução nas faturas de importação líquida de combustíveis fósseis (direita) no Cenário do
Mundo Eficiente comparado com o Cenário de Novas Politicas em 2040.
A segurança será ainda mais reforçada para as grandes regiões importadoras
0
50
100
150
200
250
300
350
European Union China India
USD(2016)billions
Avoided expenditure
0%
5%
10%
15%
20%
25%
30%
35%
Coal Oil Gas
%reductioninfuelimports
Avoided imports
European Union China India
© OECD/IEA 2018
A China e o Japão são lideres globais em termos de avanço em políticas de eficiência energética, refletindo a
grande quantidade de normas para aparelhos e equipamentos, e políticas industriais obrigatórias.
Índice de Avanço de Políticas de Eficiência em alguns países e globalmente, por período.
O avanço das medidas políticas varia entre os países
0
3
6
9
12
15
2017
2016
2000-15
© OECD/IEA 2018
A atividade do setor de transporte está crescendo e comportamentos estão mudando para práticas menos eficientes.
Melhorias em eficiência energética evitaram o consumo energético equivalente a 120 milhões de carros.
Decomposição do uso final de energia para transporte de passageiros, 2000-17.
A eficiência de transporte de passageiros está sendo sobrecarregada
0
10
20
30
40
50
60
2000 energy use Activity Inter-mode shift Vehicle type Occupancy Efficiency 2017 energy use
EJ
Nota: os países incluídos são países da AIE mais Argentina, Brasil, China, Índia, Indonésia, Rússia e África do Sul.
© OECD/IEA 2018
A ausência, até recentemente, de normas para a economia de combustível para caminhões significa que
a eficiência teve pouco impacto no consumo de energia para o transporte de carga.
Decomposição do consumo final de energia para transporte de carga, 2000-17
A eficiência energética do transporte de carga demostrou pouco progresso
0
5
10
15
20
25
2000 energy use Activity Inter-mode shift Efficiency Vehicle Type 2017 energy use
EJ
Nota: os países incluídos são países da AIE mais Argentina, Brasil, China, Índia, Indonésia, Rússia e África do Sul. O consumo de transporte de carga dos EUA excluído devido a alterações nos dados históricos.
© OECD/IEA 2018
O crescimento no consumo de energia do setor de edificações está relacionado ao aumento da superfície de piso e da
posse de equipamentos. A calefação está impulsionando economias em todas as tipologias de edifícios.
Decomposição do consumo final global de energia em edificações, 2000-17 (esquerda), e contribuição para economias de
energia, por uso final (direita)
O consumo de energia no setor de edificações continua a crescer
0
40
80
120
160
2000 Activity Structure Efficiency 2017
EJ
0
2
4
6
8
Residential Non-Residential
EJ
Appliances
Cooking
Lighting
Water heating
Space cooling
Space heating
Fontes: adaptado de AIE (2018a), Energy Efficiency Indicators 2018 (banco de dados) e IEA Energy Technology Perspectives Buildings model (www.iea.org/etp/etpmodel/buildings/).
© OECD/IEA 2018
A mudança de atividade e eficiência são reduzindo em mais de 50% o impacto do aumento de atividade.
Contribuições para ganhos em eficiência foram maiores na China, América do Norte, e a indústria intensiva em energia.
Decomposição do consumo de energia nos setores da indústria e de serviços (esquerda) e contribuição para economias de
energia (direita) nos países da AIE e outras grandes economias, 2000-17
Mudanças de estrutura e de eficiência são aparentes na indústria
0
50
100
150
200
2000 energy
use
Activity Structure Efficiency 2017 energy
use
EJ
0
7
14
21
28
EJ
South America
Russia
Asia Pacific
Europe
North America
China
Nota: os países incluídos são países da AIE mais Argentina, Brasil, China, Índia, Indonésia, Rússia e África do Sul.
© OECD/IEA 2018
Políticas públicas obrigatórias de eficiência energética já têm melhorado o desempenho de
condicionadores de ar, porém podem ser fortalecidas rumo à melhor tecnologia disponível.
Desempenho energético para pequenos condicionadores de ar por pais, 2018
O desempenho de aparelhos de ar condicionado pode ser elevado
0
2
4
6
8
10
12
14
SIN AUS CHN IDN KOR BRA JPN USA EUR MEX THA ZAF
Peak efficiency (W/W)
© OECD/IEA 2018
O valor do mercado global das ESCOs cresceu em 8% para USD 28,6 bilhões em 2017. O mercado de ESCOs na
China continua a sustentar o mercado global, crescendo em 11% para quase USD 17 bilhões em 2017.
Receita das ESCOs por região, 2017
O mercado global das ESCOs continua a crescer
7.6
3.0
16.8
1.5
United States
European Union
China
Other
USD 28.6
billion
© OECD/IEA 2018
A atividade de ESCOS varia entre a indústria e edificações, com projetos em transporte ainda desprezíveis.
A repartição entre clientes dos setores público e privado também varia, dependendo da regulamentação.
Atividade do mercado ESCO por país e por setor
A atividade de ESCOs varia entre as regiões
0%
20%
40%
60%
80%
100%
End-use sector
Non-residential buildings Residential buildings Industry
0%
20%
40%
60%
80%
100%
Public or private sector
Private Public

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Relatório do mercado de Eficiência Energética

  • 1. © OECD/IEA 2018 Relatório do mercado de Eficiência Energética Joe Ritchie 14 November 2018 IEA
  • 2. © OECD/IEA 2018 IEA team on the webinar today Joe Ritchie Edith Bayer
  • 3. © OECD/IEA 2018 Agenda • Introduction • Welcome Remarks - Samira Sousa, MME (Brazil) - Santiago Creuheras, SENER (Mexico) • Presentation • Questions & Answers
  • 4. © OECD/IEA 2018 GotoWebinar Housekeeping Telephone Details for Mexico: 01 800 112 2091 + Access Code: 651-174-028 Toll-free: 01 800 925 0373 (MX); 0 800 047 4907 (BR) Access Code: 163-150-099 Questions in English, Spanish or Portuguese Question box Attendee Interface
  • 6. © OECD/IEA 2018 Welcome Remarks Santiago CreuherasSamira Sousa
  • 7. © OECD/IEA 2018 Energy Efficiency 2018 • Tendências e perspectivas globais - Intensidade energética e tendências em eficiência - Introdução ao Cenário do mundo eficiente - Progresso e tendências nas políticas públicas - IEA Efficient World Strategy (Estratégia da AIE para um mundo eficiente) • Capítulos setoriais - Transportes, Edificações e Indústria • Financiamento de investimentos e modelos de negócios • Eficiência Energética nas Economias Emergentes - Brasil, China, Índia, Indonésia, México e África do Sul • Disponível para download gratuito em www.iea.org/efficiency2018
  • 8. © OECD/IEA 2018 Intensidade energética e tendências em eficiência
  • 9. © OECD/IEA 2018 Em 2017, a demanda global de energia aumentou quase 2% - o maior incremento nesta década- impulsionado pelo crescimento econômico e as mudanças no comportamento do consumidor. Mudança na demanda global de energia primária, 2011-17 Houve um ressurgimento do crescimento da demanda global em 2017 0.0% 0.5% 1.0% 1.5% 2.0% 2.5% 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 Fonte: Adaptação de IEA (no prelo), World Energy Outlook 2018; IEA (2018c) World Energy Statistics and Balances 2018 (database)
  • 10. © OECD/IEA 2018 A intensidade global de energia primária melhorou em 2017, mas esta taxa de progresso foi a mais lenta nesta década. Sem os ganhos contínuos da China, a taxa de progresso global teria sido pior. Annual change in global primary energy intensity, 2011-17 Mudança anual na intensidade global de energia primária, 2011-17 A intensidade energética global está melhorando mais lentamente -3.5% -3.0% -2.5% -2.0% -1.5% -1.0% -0.5% 0.0% 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 Global Global without China Fonte: Adaptação de IEA (no prelo), World Energy Outlook 2018; IEA (2018c) World Energy Statistics and Balances 2018 (database)
  • 11. © OECD/IEA 2018 Por que o uso de energia está aumentando? A eficiência energética global está melhorando, mas o seu impacto está sendo opacado por fatores que criam mais demanda de energia. Decomposição do uso final de energia nas principais economias do mundo Note: Countries covered are IEA countries plus China, India, Brazil, Indonesia, Russia, South Africa and Argentina. 0 50 100 150 200 250 300 350 2000 energy use More buildings and appliances Less efficient transport patterns Increased activity Shifts in economic activity Improvements in energy efficiency 2017 energy use EJ
  • 12. © OECD/IEA 2018 Os impactos da eficiência energética já são significativos Melhorias na eficiência energética desde 2000 evitaram um aumento de 12% no consumo de energia e nas emissões em 2017. Uso final global de energia e emissões com e sem melhorias na eficiência energética, 2000-17 100 120 140 160 180 200 2000 2003 2006 2009 2012 2015 2017 Index(2000=100) Uso de energia 100 120 140 160 180 200 2000 2003 2006 2009 2012 2015 2017 Emissões 100 120 140 160 180 200 2000 2003 2006 2009 2012 2015 2017 Energy use GDP Without energy efficiency Actual
  • 13. © OECD/IEA 2018 O setor que mais contribuiu para a economia de energia, especialmente nas principais economias emergentes, foi a indústria. O setor da construção contribuiu substancialmente nas economias avançadas; a contribuição do setor de transporte foi pouco significativo. Contribuição de cada setor para a economia de energia a partir de melhorias na eficiência energética Quais setores estão contribuindo para os ganhos de eficiência energética? Notas: A AIE inclui o México, outras economias importantes são a China, a Índia, o Brasil, a Indonésia, a Rússia, a África do Sul e a Argentina. As principais economias emergentes são o Brasil, a China, a Índia, a Indonésia, o México e a África do Sul. 51% 38% 11% IEA and other major economies Industry Buildings Transport 63% 29% 8% Major emerging economies
  • 14. © OECD/IEA 2018 Ganhos de eficiência no Brasil desde 2000 evitaram um uso adicional de energia de 5% em 2017 A indústria e os serviços contribuíram com quase 60% do total de energia economizada. Decomposição do consumo final de energia no Brasil, 2000-17 (esquerda) e contribuição dos ganhos de eficiência por setor (direita) Eficiência energética: tendências no Brasil 0 3 5 8 10 2000 energy use Activity Structure Efficiency 2017 energy use EJ - 100 0 100 200 300 400 500 PJ Freight transport Residential Buildings Passenger transport Industry and services Note: “Energy use” covers the residential, industry and services, passenger and freight transport sectors. It excludes non-energy use (i.e. feedstocks) and energy supply. Notas: "Uso de energia" abrange os setores residencial, industrial e de serviços, transporte de passageiros e mercadoria. Isso exclui o uso não energético (ou seja, matérias-primas) e o fornecimento de energia.
  • 15. © OECD/IEA 2018 Ganhos de eficiência no México desde 2000 evitaram um uso adicional de energia de 3% em 2017. Mais de 59% dessas economias aconteceram no setor residencial. Decomposição do consumo final de energia no México, 2000-17 (esquerda) e contribuição dos ganhos de eficiência por setor (direita) Eficiência energética: tendências no Mexico 0 2 3 5 6 2000 energy use Activity Structure Efficiency 2017 energy use EJ 0 50 100 150 200 250 PJ Industry and services Passenger transport Residential Buildings Freight transport
  • 16. © OECD/IEA 2018 Como seria um mundo mais eficiente? • O mundo está perdendo oportunidades para melhorar a eficiência energética. As políticas não estão entregando todos os ganhos que são atingíveis com a tecnologia atual. • O que é possível com maiores esforços na eficiência energética? O novo Cenário do Mundo Eficiente da AIE responde a esta pergunta: A Economia O Sistema Energético O Meio Ambiente O que aconteceria até 2040 se os países realizassem todo o potencial de eficiência energética que está disponível hoje?
  • 17. © OECD/IEA 2018 A produtividade energética pode mais que duplicar, de US $ 9.000 a US $ 18.000 de PIB para cada tonelada de óleo equivalente de demanda de energia. Duplicação do PIB mundial para um aumento marginal na demanda de energia Agora 2040 PIB Demanda de energia
  • 18. © OECD/IEA 2018 A intensidade energética vem diminuindo, em todos os países, em graus diferentes. Todavia o Cenário do Mundo Eficiente mostra que a intensidade energética em todas as economias emergentes poderia diminuir em mais de 50%. Intensidade de energia primária nas seis principais economias emergentes As economias emergentes poderiam reduzir ainda mais a intensidade energética 0 3 5 8 10 13 World Brazil China India Indonesia Mexico South Africa 2000 2016 EWS 2040 Primaryenergyintensity (GJ/thousandUSDPPP)
  • 19. © OECD/IEA 2018 Existe um potencial significativo de economias com custo-benefício em todos os setores Apenas um terço do potencial da economia de energia acumulada por ganhos de eficiência até 2040 é realizado no Cenário de Novas Políticas. A maioria do potencial em todos os setores é realizada no Cenário do Mundo Eficiente. Economias energéticas acumuladas no Cenário de Novas Políticas e potencial adicional no Cenário do Mundo Eficiente, até 2040. 0 100 200 300 400 500 600 Industry Transport Buildings EJ Efficient World Scenario New Policies Scenario
  • 20. © OECD/IEA 2018 A eficiência pode trazer benefícios ambientais imediatos O Cenário do Mundo Eficiente resulta num pico de emissões mais cedo e em approx. 40% do abatimento exigido até 2040 para estar de acordo com as metas do Acordo de Paris. A eficiência energética é indispensável para atingir as metas climáticas globais. Emissões GEE nos dois Cenários, 2000-40 (esquerda) e emissões de poluentes atmosféricos no Cenário do Mundo Eficiente, 2015-40 (direita) 20 25 30 35 40 2000 2005 2010 2015 2020 2025 2030 2035 2040 Gt CO2-eq Greenhouse gas emissions Historic Baseline Efficient World Scenario 0 40 80 120 160 200 240 2015 2040 Mt Air pollutant emissions PM2.5 NOx SO2
  • 21. © OECD/IEA 2018 O Cenário do Mundo Eficiente mostra que o Brasil poderia evitar 2EJ de consumo de energia adicional em 2040. As emissões se manteriam no mesmo nível em 2040 que os atuais. Consumo final total e emissões nos dois Cenários para o Brasil, 2012-40 Perspectivas para eficiência energética no Brasil 8 10 11 13 14 2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040 EJ 8 10 11 13 14 2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040 EJ Transport Buildings Industry Historical NPS EWS 0.40 0.45 0.50 0.55 2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040 Gt CO2-eq Thousands 0.40 0.45 0.50 0.55 2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040 Gt CO2-eq Thousands
  • 22. © OECD/IEA 2018 No Cenário do Mundo Eficiente, o México poderia evitar 1EJ de consumo de energia adicional em 2040. As emissões também poderiam diminuir até ser 8% menos que os níveis atuais. Consumo final total e emissões nos dois Cenários para o México, 2012-40 Perspectivas para eficiência energética no México 4.5 5.0 5.5 6.0 6.5 7.0 2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040 EJ 4.5 5.0 5.5 6.0 6.5 7.0 2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040 EJ Transport Buildings Industry Historical NPS EWS 0.40 0.43 0.45 0.48 0.50 2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040 Gt CO2-eq Thousands 0.40 0.43 0.45 0.48 0.50 2012 2016 2020 2024 2028 2032 2036 2040 Gt CO2-eq Thousands
  • 23. © OECD/IEA 2018 A eficiência traz benefícios para todos os níveis da economia O Cenário do Mundo Eficiente também plenamente atinge a meta de eficiência energética (Meta 7.3) dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. USD 700 bilhões Importações de energia evitadas na UE, a China e a Índia. USD 600 bilhões Despesas em energia evitadas na indústria. USD 550 bilhões Gastos em energia evitados em residências.
  • 24. © OECD/IEA 2018 Políticas e Investimento em Eficiência Energética
  • 25. © OECD/IEA 2018 A maioria do consumo global de energia não está coberta por políticas públicas obrigatórias de eficiência energética. A abrangência aumentou no México devido aos novos códigos e normas. A abrangência no Brasil é inferior devido à falta de normas no setor de transporte. Porcentagem do uso final de energia coberta por políticas públicas obrigatórias, por setor A abrangência das políticas públicas varia entre os diferentes setores 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% Industry Transport Residential buildings Non-residential buildings Total % energy use World Mexico Brazil
  • 26. © OECD/IEA 2018 A força é um indicador importante sobre o impacto que as políticas públicas obrigatórias podem ter. Nos últimos dois anos, as políticas públicas foram reforçadas a um ritmo mais lento do que nos anos anteriores. Variação anual na força das políticas obrigatórias, 2000-17 A abrangência é apenas a primeira parte ao se tratar das políticas públicas 0.0% 0.2% 0.4% 0.6% 0.8% 1.0% 1.2% 1.4% 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 %changeinpolicystrength
  • 27. © OECD/IEA 2018 As políticas públicas energéticas avançaram de forma progressiva após o 11º plano quinquenal da China em 2006. Mas o progresso desacelerou, refletindo a implementação lenta de políticas públicas novas ou fortalecidas. Adições anuais ao Índice de Avanço de Políticas de Eficiência (EPPI) da AIE, 2000-17 A combinação da abrangência das política públicas e da força revela o progresso 0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 AnnualeditionstoIEAEPPI
  • 28. © OECD/IEA 2018 O investimento global em eficiência energética cresceu marginalmente em 2017, com um aumento de 3% para US $ 236 bilhões. O setor das edificações continua a dominar, atingindo US $ 140 bilhões (59%) do total global em 2017. Investimento em eficiência energética por setor e região O crescimento do investimento em eficiência energética desacelerou em 2017 0 50 100 150 200 250 2014 2015 2016 2017 USDbillions By region Other North America Europe China 29% 11% 6% 14% 7% 8% 14% 11% 59% 15% 26% By sector Envelope HVAC and controls Appliances Lighting Energy intensive industry Other industry Premium paid for energy efficient vehicle Freight vehicles USD 236 billion Buildings Transport Industry
  • 29. © OECD/IEA 2018 Porem os níveis de investimento têm que aumentar O investimento anual em eficiência energética deverá duplicar até 2025 e duplicar novamente até 2040. Para estimular esse investimento, as política públicas deverão facilitar o financiamento e a inovação de modelos de negócios. Investimento anual em eficiência energética em 2017 e no Cenário do Mundo Eficiente 0 300 600 900 1 200 1 500 Current Average annual 2017-25 Average annual 2026-40 USD (2017) billions 2017 Efficient World Scenario (EWS)
  • 30. © OECD/IEA 2018 Eficiência energética em Transportes
  • 31. © OECD/IEA 2018 As taxas históricas de melhoria de eficiência no setor de transporte são altamente variáveis. A eficiência energética dos carros e caminhões poderia melhorar a um ritmo muito mais rápido. Melhorias históricas de eficiência e projeções futuras para o transporte (esquerda), e potencial de economia de energia para o transporte rodoviário (direita) O transporte pode acelerar rumo a um mundo mais eficiente 0% 1% 2% 3% 4% 2000-16 2017-40 2000-16 2017-40 2000-16 2017-40 2000-16 2017-40 Passenger light- duty vehicles Road freight Aviation International Shipping Averageannualefficiencyimprovement Efficient World Scenario Historical Cars and vans 52% Trucks 42% Buses 4% 2 and 3 wheelers 2%
  • 32. © OECD/IEA 2018 A abrangência das políticas públicas no setor de transporte é maior em países onde normas para a economia de combustível estão em vigor há mais tempo (EUA, China, Japão). Há espaço para crescimento nos mercados emergentes. Abrangência de políticas públicas obrigatórias para o consumo de energia de transporte para países selecionados, 2017 As políticas públicas no transporte refletem a presença variável de normas 0% 20% 40% 60% 80% % of transport energy use 2000 2005 2010 2015 2017
  • 33. © OECD/IEA 2018 A implementação das melhores normas para a economia de combustível teria evitado 2.2 mb/dia de consumo de petróleo. Sem mudança nas políticas públicas, o consumo de energia de veículos de passageiros poderia aumentar de mais de 4 mb/dia. Variação histórica e futura no consumo global de energia de veículos de passageiros sem normas e se as melhores normas em economia de combustível tivessem sido implementadas, 2000-17 e 2017-2040. Qual é o beneficio de normas para a economia de combustivel? -5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5 Without standards Implementing best-in-class standards Mboe/d Implementing no new policies (CPS) EWS 2000-17 2017-40
  • 34. © OECD/IEA 2018 Novos níveis de ambição são necessários para transporte O que é possível até 2040 Ações chaves de política • Melhorar a abrangência e força das politicas de transporte para carros e caminhões e modos não-rodoviários. • Fornecer incentivos para apoiar a adoção e uso sustentável de veículos eficientes. • Informação para apoiar a adoção de veículos eficientes e mudança de modo de transporte. • A demanda de energia poderia permanecer ao mesmo nível apesar de duplicar os níveis de atividade. • Veículos de passageiros e caminhões oferecem dois terços da economia possível.
  • 35. © OECD/IEA 2018 Eficiência energética em Edificações
  • 36. © OECD/IEA 2018 A melhora em eficiência energética tem sido variável, principalmente por causa do aumento no posse de equipamentos. Ganhos são possíveis em todos os usos finais, com calefação, aquecimento de água e resfriamento contando para 60%. Mudança em intensidade energética, 2000-40 (esquerda) e contribuição para economia total de energia no EWS até 2040 (direita) A eficiência pode melhorar em todos os usos finais das edificações -40% -20% 0% 20% 40% 60% 2000-17 2018-40 2000-17 2018-40 2000-17 2018-40 2000-17 2018-40 2000-17 2018-40 2000-17 2018-40 Space heating Space cooling Water heating Lighting Cooking Appliances Energy intensity improvement (%) Historic Efficient World Scenario 26% 22% 26% 5% 9% 12% 24 EJ Space heating Water heating Cooking Lighting Appliances Space cooling
  • 37. © OECD/IEA 2018 Menos de 40% do consumo de energia em edificações é coberto por políticas de eficiência energética obrigatórias. Porém, a abrangência é alta para iluminação e resfriamento de ambientes. Abrangência das políticas de eficiência energética nos diferentes usos finais de edificações, 2000-2017 Há abrangência de políticas atingindo os diferentes usos finais nas edificações. 0% 20% 40% 60% 80% 100% 2000 2003 2006 2009 2012 2015 2017 Policy coverage Lighting Space cooling Appliances Space heating Water heating ALL BUILDINGS Cooking
  • 38. © OECD/IEA 2018 O consumo de energia para resfriamento de ambientes cresceu rapidamente, sendo o resultado do aquecimento do clima e o crescimento da população. As forças impulsionando o consumo de energia para resfriamento continuarão a crescer, mas a eficiência pode limitar o impacto. Decomposição do consumo de energia para resfriamento de ambientes em edificações, global, 2000-40 O consumo de energia para resfriamento de ambientes crescerá rapidamente 0 4 8 12 16 20 2000 Activity Structure Efficiency 2017 Activity Structure Efficiency 2040 Historical Efficient World Scenario Cooling final energy (EJ)
  • 39. © OECD/IEA 2018 Edificações podem ser 40% mais eficientes do que hoje O que é possível até 2040 Ações chaves de política • Políticas em eficiência integradas, direcionadas para edifícios novos e existentes, assim como equipamentos e aparelhos. • Incentivos para estimular consumidores a adotar equipamentos de alta eficiência, e realizar reformas profundas. • Melhor qualidade e disponibilidade de ferramentas e informação sobre desempenho energético. • A área de edificações pode aumentar em 60% sem aumento de consumo de energia. • Calefação, resfriamento e aquecimento de água contam para 60% das economias.
  • 40. © OECD/IEA 2018 Eficiência energética industrial
  • 41. © OECD/IEA 2018 Melhorias de eficiência energética são possíveis em todos os subsetores. A indústria ligeira (ex. alimentação, bebidas e a indústria têxtil) representam a maioria (70%) das economias. Porcentagem de melhoria na intensidade energética por subsetor industrial (esquerda) e contribuição para economia total de energia em 2040 (direita). A eficiência pode melhorar em todos os subsetores da indústria 0% 10% 20% 30% 40% 50% 2000-17 2018-40 2000-17 2018-40 2000-17 2018-40 2000-17 2018-40 2000-17 2018-40 2000-17 2018-40 Iron and steel Chemical and petrochemical Cement Paper, pulp and print Aluminium Other industries %improvementinenergyintensity Historic Efficient World Scenario 14% 9% 2%5% 1% 70% Iron and steel Chemicals Cement Pulp and paper Aluminium Other industries
  • 42. © OECD/IEA 2018 A abrangência de políticas de eficiência energética industrial cresceu rapidamente após as políticas na China. A China, o Japão e a Índia lideram na abrangência de políticas graças a políticas obrigatórias fortes. O consumo de energia coberto por políticas de eficiência energética obrigatórias, globalmente, 2000-17 (esquerda) e por pais in 2017 (direita). A abrangência de políticas de eficiência energética na indústria está desacelerando 0% 10% 20% 30% 40% 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 %ofindustrialenergyusecovered Global 0% 20% 40% 60% 80% 100% %ofindustrialenergyusecovered Country in 2017 China's top 1 000 Program introduced China's top 10 000 Program introduced
  • 43. © OECD/IEA 2018 MEPS são uma ferramenta de política pública frequente, mas a rotatividade lenta do estoque não levou a política a atingir seu potencial. A abrangência é maior na América do Norte graças à implementação antecipada da política (antes de 2000). Abrangência de políticas públicas e potencial para motores elétricos (esquerda) e abrangência e aumento na força das políticas desde 2000 (direita). MEPS para motores elétricos é uma ferramenta política frequente 0% 20% 40% 60% 80% 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 Electricmotorsenergyusecovered Global Actual coverage Coverage potential 0% 2% 4% 6% 8% 0% 20% 40% 60% 80% Electricimotorsenergyusecovered Country/region Increase in policy strength since 2000 (right axis)
  • 44. © OECD/IEA 2018 Tiveram mais de 23 000 certificações 50001 em 2017, uma redução na taxa de crescimento. A equiparação das certificações com as outras normas de gestão dependerá da adoção da China. Certificações ISO 500001 2001-17 (esquerda) e progresso da certificação comparado com outras normas de gestão (direita). As certificações da ISO 50001 estão desacelerando 0 5 000 10 000 15 000 20 000 25 000 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 Number of certifications Germany Other Europe Asia and Pacific North America Other 0 30 000 60 000 90 000 120 000 150 000 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Numberofcertifications Years after introduction of standard ISO 14001 ISO 9001 ISO 50001
  • 45. © OECD/IEA 2018 A reciclagem de metais é 60-90% menos intensiva em energia que os processos de produção primária a partir de minério. Intensidade energética da produção de metal primário e reciclado de aço, alumínio e cobre. A reciclagem de metais será chave para realizar os ganhos de eficiência energética 0 10 20 30 40 50 60 Blast furnace - basic oxygen furnace Direct reduced iron - electric arc furnace Scrap based electric arc furnace Primary Recycled Primary Recycled from scrap Secondary direct melt Iron and steel Aluminium Copper GJ/tonne produced
  • 46. © OECD/IEA 2018 Visando eficiência além dos maiores setores da indústria O que é possível até 2040 Ações chaves de politica • Normas ampliadas e fortalecidas para equipamentos industriais chaves, incluindo bombas de calor elétricas e motores. • Incentivos para estimular a adoção de sistemas de gestão de energia. • Mecanismos como redes industriais, capacitação e estudos de casos para aumentar a conscientização e capacidade. • O valor agregado por unidade de energia pode duplicar. • A indústria menos intensiva em energia oferece 70% das economias potenciais.
  • 47. © OECD/IEA 2018 Observações finais • O Cenário do Mundo Eficiente (EWS) da AIE apresenta um mundo em 2040 com o dobro do GDP, 20% mais de pessoas, e 60% mais de superfície de edificações, com emissões mais baixas que hoje. • A eficiência pode reduzir a poluição do ar, importações, e as faturas dos consumidores, e o EWS mapeia o caminho para atingir o ODS sobre eficiência energética. • As oportunidades da eficiência têm custo-benefício, e utilizam apenas tecnologias disponíveis hoje, porém necessitam uma intensificação das medidas políticas. • Investimentos terão que duplicar agora, e duplicar de novo após 2025, porém estes investimentos se pagarão três vezes apenas pelas economias de energia. • Há bons exemplos hoje de todas as políticas necessárias para amanhã. Estas constituam a base do maior nível de ambição e impacto. • A AIE trabalhará com governos fornecendo análise, orientação sobre políticas, troca e capacitação, trabalhando para um mundo eficiente.
  • 48. © OECD/IEA 2018 Download for free at: www.iea.org/efficiency2018 #energyefficientworld
  • 49. © OECD/IEA 2018 No Cenário do Mundo Eficiente (EWS), a intensidade energética poderia melhorar em aprox. 3% por ano, um aumento nos níveis atuais, resultando em um aumento mínimo na demanda de energia, apesar da economia global duplicar. Demanda global em energia primaria, GDP e intensidade, historicamente e no EWS, 2000-40 As melhorias em intensidade energética podem acelerar no futuro 0 100 200 300 400 500 2000 2010 2020 2030 2040 Index (2000=100) Primary energy demand GDP Energy intensity Primary energy demand (EWS) GDP (EWS) Energy intensity (EWS)
  • 50. © OECD/IEA 2018 As 6 economias respondem para um terço da demanda global de energia primária. No Cenário do Mundo Eficiente, a demanda de energia sobe em 24%, com os seis países representando quase 40% da demanda global de energia em 2040. Demanda de energia primária, globalmente e para as seis principais economias emergentes no Cenário do Mundo Eficiente, 2000-40 A demanda de energia nas economias emergentes vem crescendo 0% 25% 50% 75% 100% 0 250 500 750 2000 2005 2010 2016 2025 2030 2035 2040 Major emerging economies World China and India share in emerging economies Efficient World Scenario Totalprimaryenergydemand(EJ) %ofmajoremergingeconomiesprimary energydemand As seis principais economias emergentes são o Brasil, a República Popular da China, a Índia, a Indonésia, o México e a África do Sul.
  • 51. © OECD/IEA 2018 Os ganhos em eficiência desde 2000 evitaram a necessidade de uma importação adicional de combustíveis fósseis de mais de 11 EJ ou 20% em 2017. A economia devida à redução na importação de petróleo nos países do IEA foi superior a 30 bilhões de US $. A redução nas importações de energia fóssil nos países da AIE e outras economias importantes devido às melhorias na eficiência desde 2000 A eficiência energética melhora a segurança do fornecimento de energia 0 2 4 6 8 10 12 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 EJ Coal Natural gas Oil Nota: Os países abrangidos são os países da AIE (incluindo o México) e a China, a Índia, o Brasil, a Indonésia, a Rússia, a África do Sul e a Argentina.
  • 52. © OECD/IEA 2018 A UE, a China e a Índia poderiam evitar quase USD 7000 bilhões em importações de combustíveis fósseis até 2040. Importações evitadas (esquerda) e redução nas faturas de importação líquida de combustíveis fósseis (direita) no Cenário do Mundo Eficiente comparado com o Cenário de Novas Politicas em 2040. A segurança será ainda mais reforçada para as grandes regiões importadoras 0 50 100 150 200 250 300 350 European Union China India USD(2016)billions Avoided expenditure 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% Coal Oil Gas %reductioninfuelimports Avoided imports European Union China India
  • 53. © OECD/IEA 2018 A China e o Japão são lideres globais em termos de avanço em políticas de eficiência energética, refletindo a grande quantidade de normas para aparelhos e equipamentos, e políticas industriais obrigatórias. Índice de Avanço de Políticas de Eficiência em alguns países e globalmente, por período. O avanço das medidas políticas varia entre os países 0 3 6 9 12 15 2017 2016 2000-15
  • 54. © OECD/IEA 2018 A atividade do setor de transporte está crescendo e comportamentos estão mudando para práticas menos eficientes. Melhorias em eficiência energética evitaram o consumo energético equivalente a 120 milhões de carros. Decomposição do uso final de energia para transporte de passageiros, 2000-17. A eficiência de transporte de passageiros está sendo sobrecarregada 0 10 20 30 40 50 60 2000 energy use Activity Inter-mode shift Vehicle type Occupancy Efficiency 2017 energy use EJ Nota: os países incluídos são países da AIE mais Argentina, Brasil, China, Índia, Indonésia, Rússia e África do Sul.
  • 55. © OECD/IEA 2018 A ausência, até recentemente, de normas para a economia de combustível para caminhões significa que a eficiência teve pouco impacto no consumo de energia para o transporte de carga. Decomposição do consumo final de energia para transporte de carga, 2000-17 A eficiência energética do transporte de carga demostrou pouco progresso 0 5 10 15 20 25 2000 energy use Activity Inter-mode shift Efficiency Vehicle Type 2017 energy use EJ Nota: os países incluídos são países da AIE mais Argentina, Brasil, China, Índia, Indonésia, Rússia e África do Sul. O consumo de transporte de carga dos EUA excluído devido a alterações nos dados históricos.
  • 56. © OECD/IEA 2018 O crescimento no consumo de energia do setor de edificações está relacionado ao aumento da superfície de piso e da posse de equipamentos. A calefação está impulsionando economias em todas as tipologias de edifícios. Decomposição do consumo final global de energia em edificações, 2000-17 (esquerda), e contribuição para economias de energia, por uso final (direita) O consumo de energia no setor de edificações continua a crescer 0 40 80 120 160 2000 Activity Structure Efficiency 2017 EJ 0 2 4 6 8 Residential Non-Residential EJ Appliances Cooking Lighting Water heating Space cooling Space heating Fontes: adaptado de AIE (2018a), Energy Efficiency Indicators 2018 (banco de dados) e IEA Energy Technology Perspectives Buildings model (www.iea.org/etp/etpmodel/buildings/).
  • 57. © OECD/IEA 2018 A mudança de atividade e eficiência são reduzindo em mais de 50% o impacto do aumento de atividade. Contribuições para ganhos em eficiência foram maiores na China, América do Norte, e a indústria intensiva em energia. Decomposição do consumo de energia nos setores da indústria e de serviços (esquerda) e contribuição para economias de energia (direita) nos países da AIE e outras grandes economias, 2000-17 Mudanças de estrutura e de eficiência são aparentes na indústria 0 50 100 150 200 2000 energy use Activity Structure Efficiency 2017 energy use EJ 0 7 14 21 28 EJ South America Russia Asia Pacific Europe North America China Nota: os países incluídos são países da AIE mais Argentina, Brasil, China, Índia, Indonésia, Rússia e África do Sul.
  • 58. © OECD/IEA 2018 Políticas públicas obrigatórias de eficiência energética já têm melhorado o desempenho de condicionadores de ar, porém podem ser fortalecidas rumo à melhor tecnologia disponível. Desempenho energético para pequenos condicionadores de ar por pais, 2018 O desempenho de aparelhos de ar condicionado pode ser elevado 0 2 4 6 8 10 12 14 SIN AUS CHN IDN KOR BRA JPN USA EUR MEX THA ZAF Peak efficiency (W/W)
  • 59. © OECD/IEA 2018 O valor do mercado global das ESCOs cresceu em 8% para USD 28,6 bilhões em 2017. O mercado de ESCOs na China continua a sustentar o mercado global, crescendo em 11% para quase USD 17 bilhões em 2017. Receita das ESCOs por região, 2017 O mercado global das ESCOs continua a crescer 7.6 3.0 16.8 1.5 United States European Union China Other USD 28.6 billion
  • 60. © OECD/IEA 2018 A atividade de ESCOS varia entre a indústria e edificações, com projetos em transporte ainda desprezíveis. A repartição entre clientes dos setores público e privado também varia, dependendo da regulamentação. Atividade do mercado ESCO por país e por setor A atividade de ESCOs varia entre as regiões 0% 20% 40% 60% 80% 100% End-use sector Non-residential buildings Residential buildings Industry 0% 20% 40% 60% 80% 100% Public or private sector Private Public