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Semiótica Aplicada

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Apresentação para aula de Semiótica Aplicada, do Mestrado Profissional em Design, do Cesar.Edu. Turma 2014.2

Veröffentlicht in: Design

Semiótica Aplicada

  1. 1. xintrodução à semiótica aplicada h.d.mabuse mabuse@cesar.org.br Tópicos Avançados em Design e Tecnologia II - MPD 2014.2 - Recife, 25 e 26 de Abril de 2015
  2. 2. adãoeeva ticiano~1550 museudoprado
  3. 3. o que a maçã significa?
  4. 4. maçã significa: uma fruta
  5. 5. maçã significa: uma fruta saúde
  6. 6. maçã significa: uma fruta saúde tentação
  7. 7. como damos sentido ao mundo.
  8. 8. existe um mundo independente "lá fora”…
  9. 9. …e usamos signos e sistemas de comunicação que coincidam com ele. em uma delas existe um mundo independente "lá fora”… ?=
  10. 10. mundo signo
  11. 11. esquilo= mundo signo
  12. 12. esquilo= mundo signo linguagem
  13. 13. linguagem é nosso instrumento espécie-específico para entendimento do mundo pelo ser humano
  14. 14. ( )linguagem + língua = comunicação
  15. 15. esquilo mundo signo significa
  16. 16. esquilo fofinho doença raiva significa
  17. 17. significa белка কাঠিব&াল esquirol veverka
  18. 18. semiótica é a ciência geral de todas as linguagens.
  19. 19. linguagens verbais e linguagens não-verbais.
  20. 20. linguagens verbais: Línguas saber analítico
  21. 21. linguagem de sons que veiculam conceitos com tradução visual alfabética escrita.
  22. 22. linguagens 
 não-verbais: imagens, sons, tato, gestos, movimentos…
  23. 23. DNA
  24. 24. "a semiótica é a ciência que tem como objetivo o exame dos modos de constituição de todo e qualquer fenômeno, como fenômeno de produção de significação e de sentido” (Lucia Santaella, 1983/2004, p. 13).
  25. 25. "O sentido de uma palavra é a soma de todos os fatos psicológicos que ela desperta em nossa consciência. Assim, o sentido é sempre uma formação dinâmica, fluida, complexa, que tem várias zonas de estabilidade variada.
  26. 26. …O significado é apenas uma dessas zonas do sentido que a palavra adquire no contexto de algum discurso e, ademais, uma zona mais estável, uniforme e exata. Em contextos diferentes a palavra muda facilmente de sentido…
  27. 27. O significado, ao contrário, é um ponto imóvel e imutável que permanece estável em todas as mudanças de sentido da palavra em diferentes contextos. Foi essa mudança de sentido que conseguimos estabelecer como fato fundamental na análise semântica da linguagem" (Vigotski, 1934/2001b, p. 465).
  28. 28. Charles Sanders Peirce Cambridge, 10 de setembro de 1839
 Milford 19 de abril de 1914 Filósofo, pedagogo, cientista, matemático, biólogo…
  29. 29. fenomenologia quase- ciência Edifício Filosófico de Peirce
  30. 30. fenomenologia estética ética semiótica ou lógica quase- ciência ciências normativas Edifício Filosófico de Peirce
  31. 31. fenomenologia estética ética semiótica ou lógica lógica crítica gramática especulativa retórica especulativa quase- ciência ciências normativas Edifício Filosófico de Peirce
  32. 32. fenomenologia estética ética semiótica ou lógica lógica crítica metafísica gramática especulativa retórica especulativa quase- ciência ciências normativas Edifício Filosófico de Peirce
  33. 33. lógica crítica estudo das formas de inferência raciocínios e argumentos. Estruturados através dos signos. gramática especulativa estudo de todos tipos de signo e as formas de pensamento que possibilitam. retórica especulativa estuda os princípios do método científico, como deve ser conduzida e comunicada.
  34. 34. fenomenologia estética ética semiótica ou lógica lógica crítica metafísica gramática especulativa retórica especulativa quase- ciência ciências normativas Edifício Filosófico de Peirce
  35. 35. “a semiótica não é uma chave mágica que abre as portas de processos de signos cuja teoria e prática desconhecemos. ela funciona como um mapa lógico que traça as linhas dos diferentes aspectos através dos quais uma análise deve ser conduzida” (Lucia Santaella, 2008, p. 6).
  36. 36. secundidadeprimeiridade terceiridade a tríade fundamental
  37. 37. secundidadeprimeiridade terceiridade a tríade fundamental Reação / RelaçãoQualidade Representação / Mediação
  38. 38. secundidadeprimeiridade terceiridade a tríade fundamental Reação / RelaçãoQualidade Representação / Mediação Você percebe que vem de um prédio. Um brilho ofusca 
 sua visão. Entende qual o tipo de arquitetura.
  39. 39. secundidadeprimeiridade terceiridade a tríade fundamental Reação / RelaçãoQualidade Representação / Mediação Você percebe que vem de um prédio. Um brilho ofusca 
 sua visão. Entende qual o tipo de arquitetura. ComportamentalVisceral Reflexivo don norman
  40. 40. “Comprei uma mesa de trabalho” a palavra MESA.
  41. 41. “Comprei uma mesa de trabalho” a palavra MESA. Representa para a pessoa (intérprete) uma estrutura de quatro suportes verticais com um tampo horizontal (é outro signo)
  42. 42. É o que deve ser compreendido.
  43. 43. É o que desenhamos. É o que deve ser compreendido.
  44. 44. É o que desenhamos. É o que representará para a pessoa. (usuário/intérprete). É o que deve ser compreendido.
  45. 45. classificação dos signos
  46. 46. 1ª TRICOTOMIA O quali-signo é uma qualidade sígnica imediata, tal como a impressão causada por uma cor. O quali-signo é uma espécie de pré-signo, pois se essa qualidade se singulariza ou individualiza, ela se torna um sin-signo. Ex.: as impressões que as cores azul e rosa podem causar em um indivíduo, antes de singularizadas, são quali-signos, meras sensações ou qualidades.
  47. 47. 1ª TRICOTOMIA O sin-signo é o resultado da singularização do quali-signo. A partir de um sin-signo pode-se gerar uma ideia universalizada (uma convenção, uma lei que substitui o conjunto que a singularidade representa), tornando-se assim um legi-signo. Ex.: se o indivíduo acha que as sensações são de seriedade, para o azul, e de delicadeza, para o rosa, é porque ele percebe essas cores dessa forma singular.
  48. 48. 1ª TRICOTOMIA O legi-signo é o resultado de uma impressão mediada por convenções, por leis gerais estabelecidas socialmente. Ex.: a idéia geral de que “azul transmite seriedade e deve ser associada ao sexo masculino” e “rosa transmite delicadeza e deve ser associada ao sexo feminino” é uma convenção. Essa idéia se tornou uma lei geral, culturalmente convencionada em nossa sociedade. Trata-se agora de um legi-signo.
  49. 49. 2ª TRICOTOMIA O ícone, de forma semelhante ao quali-signo, representa uma parte da semiose em que se destacam alguns aspectos qualitativos do objeto. O ícone é o resultado da relação de semelhança ou analogia entre o signo e o objeto que ele substitui.
  50. 50. 2ª TRICOTOMIA O índice, assim como o sin-signo, resulta de uma singularização. Um signo indicial é o resultado de uma a relação por associação ou referência. A categoria indicial se evidencia pelo vestígio, pelos indícios.
  51. 51. Untitled#96 cindysherman1981 MoMA
  52. 52. 2ª TRICOTOMIA
 O símbolo resulta, tal como o legi- signo, da convenção. A relação entre o signo e o objeto que ele representa é arbitrária, legitimada por regras.
  53. 53. toda letra é um símbolo. toda palavra é um símbolo.
  54. 54. 3ª TRICOTOMIA. Em lógica formal, o rema corresponde ao que se chama de termo, isto é, um enunciado impassível de averiguação de verdade. Em língua portuguesa, uma palavra qualquer (“menino”, por exemplo) fora de um contexto sintático é um rema.
  55. 55. 3ª TRICOTOMIA Se a palavra “menino” se insere em uma sentença, como em “o menino está doente”, podemos verificar seu grau de veracidade. Em lugar de um termo, temos uma sentença; em Semiótica, essa sentença chama-se dicente (dici-signo ou dissisigno). Investigamos se o menino está verdadeiramente doente porque a sentença não nos forneceu os motivos pelos quais se afirmou isso, mas temos elementos para tal averiguação.
  56. 56. 3ª TRICOTOMIA Se houvesse informações comprobatórias, não se trataria mais de um dicente, mas de um argumento. A sentença “O menino está doente porque apresenta manchas vermelhas e temperatura alta” traz um raciocínio completo, justificado, com caráter conclusivo. Nesse caso, temos então um argumento.
  57. 57. vamos para a rua, fotografar signos que estão ao nosso redor. 
 amanhã vamos conversar sobre os signos. (postem as fotos no grupo no facebook).
  58. 58. bom dia, antes de vermos as fotos, um pequeno comentário…
  59. 59. vimos 9 classes de signos.
  60. 60. vimos 9 classes de signos. Peirce classificou mais de 60.
  61. 61. vimos 9 classes de signos. Peirce classificou mais de 60. vamos ver mais 3, relacionados diretamente ao ícone
  62. 62. signos icônicos
  63. 63. signos icônicos imagem semelhança no 
 nível da aparência
  64. 64. signos icônicos imagem diagrama semelhança no 
 nível da aparência semelhança entre a estrutura interna do signo e do objeto.
  65. 65. signos icônicos imagem metáforadiagrama semelhança no 
 nível da aparência semelhança entre a estrutura interna do signo e do objeto. similaridade no significado entre o signo e do objeto.
  66. 66. olhos amendoados
  67. 67. como interpretar signos? 1 2 3
  68. 68. como interpretar signos? contemplar descriminar generalizar
  69. 69. tornar-se disponível para o que está diante dos olhos sem julgamentos olhar contemplativo auscutar os fenômenos 1.Contemplar saber diferenciar os seus elementos do contexto como se corporifica olhar observacional distinguir partes e todo 2.Descriminar extrair de um dado fenômeno o que ele tem em comum com uma classe geral. Generalizar abstrair geral do particular 3.Generalizar
  70. 70. como analisar as mensagens? em si mesmas, nas suas propriedades internas. analisadas no seu aspecto singular examinadas no seu carater geral quali-signos sin-signos legi-signos
  71. 71. fotos
  72. 72. Vamos criar signos?
  73. 73. h.d.mabuse mabuse@cesar.org.br mabuse.art.br @hdmabuse www.slideshare.net/h.d.mabuse Bibliografia: Flusser, V. (2004). Língua e Realidade. São Paulo: Annablume. Hall, S. (2012). This Means This, This Means That. London: Laurence King Publishers. Ponzio, A., Calefato, P., & Petrilli, S. (2007). Fundamentos de Filosofia da Linguagem. Petrópolis: Vozes. Santaella, L. (1983). O que é Semiótica (20a. ed.). São Paulo: Editora Brasiliense. Santaella, L. (2008). Semiótica Aplicada. Cengage Learning. Farias, P. L. (n.d.). Imagens, diagramas e metáforas: uma contribuição da semiótica para o design da informação. Videos: O Fenômeno explicado pelos Muppets Um pouco de Semiótica do Big Bang Theory Sherlock e a dificuldade de fazer uma análise semiótica de Irene Adler www.cesar.org.br Obrigado.

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