Diese Präsentation wurde erfolgreich gemeldet.
Wir verwenden Ihre LinkedIn Profilangaben und Informationen zu Ihren Aktivitäten, um Anzeigen zu personalisieren und Ihnen relevantere Inhalte anzuzeigen. Sie können Ihre Anzeigeneinstellungen jederzeit ändern.

Patologia das Estruturas de Betão

2.050 Aufrufe

Veröffentlicht am

Veröffentlicht in: Ingenieurwesen
  • Parabéns pela publicação. Necessária e útil para nosso meio técnico. Para minha satisfação pude ver várias fotos e desenhos de minha autoria. Ótimo ver isso numa apresentação acadêmica. Só peço uma correção. No slide 26 aparece uma foto de corrosão por "pite" numa barra de reforço. Autor: Leonel Tula, 1997, Consultoria do Prof. Paulo Helene no Condomínio Ilha do Sul, Alto da Lapa, São Paulo, SP. Grande abraço. tula
       Antworten 
    Sind Sie sicher, dass Sie …  Ja  Nein
    Ihre Nachricht erscheint hier

Patologia das Estruturas de Betão

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas – DECIV Patologia das Construções Patologia dasPatologia das Estruturas de Concreto
  2. 2. Concreto Armado Brita + aço Cimento, areia Adições, aditivos
  3. 3. Cimento Hidratado Cimento + água = C-S-H + Ca(OH)2 + Etringita
  4. 4. Características do Concreto Porosidade (compacidade) Fator água/aglomerante; propriedade importante para resistir à penetração dos meios agressivos externos;meios agressivos externos; Transporte e vibração inadequados: Segregação, exudação. Resistência mecânica;
  5. 5. Características do Concreto Endurecimento do concreto (hidratação) Evitar fissuras precoces (devido à retração) Calor de hidratação (retração, expansão térmica) cura do concreto, secagem prematura (24cura do concreto, secagem prematura (24 horas). Eventual temperatura muito baixa durante a concretagem (< 7 °C) – baixa umidade Temperatura e vento (falta de água).
  6. 6. Características do Concreto Cobrimento das armaduras A espessura desta capa de concreto é importante para garantir a proteção das armaduras frente aos agentes agressivos. Deve-se adotar o cobrimento mínimo previsto na NBRDeve-se adotar o cobrimento mínimo previsto na NBR 6118. Algumas normas recomendam que em exposição a agentes agressivos, este concreto deve possuir: alto teor de cimento, baixo fator água/cimento espessuras superiores a 5 cm.
  7. 7. Características do Concreto aditivos e adições Aditivos: plastificantes (trabalhabilidade), retardadores de pega, etc. Adições: minerais, tais como: Metacaulim, cinzas volantes, silica ativa, escoria de alto-forno Diminuem a porosidade: reação pozolânica e efeito de preenchimento “filler”.
  8. 8. Características do Concreto Agressividade do meio ambiente
  9. 9. Corrosão das Armaduras • Uma das principais manifestações patológicas no concreto armada: – recobrimento das armaduras abaixo dos valores recomendados pelas normas da ABNT. – o concreto executado com elevado fator água/cimento, acarretando elevada porosidade do concreto e fissuras de retração.retração. – o ausência ou deficiência de cura do concreto, propiciando a ocorrência de fissuras, porosidade excessiva, diminuição da resistência, etc. – o segregação do concreto com formação de ninhos de concretagem, – erros de traço, – lançamento e vibração incorretos, formas inadequadas, etc
  10. 10. Corrosão das Armaduras • O concreto proporciona às armaduras uma dupla proteção. – Uma barreira física que separa o aço do contato direto com o meio ambiente que contém elementos agressivos ao aço; – Capa passivadora formada meio alcalino do concreto– Capa passivadora formada meio alcalino do concreto
  11. 11. Mecanismo da corrosão das armaduras • A corrosão das armaduras pode-se originar por: – uma ação química ou – uma ação eletroquímica • O aço diminui sua seção, e se converte completamente em óxidos;completamente em óxidos; • O concreto pode fissurar ou delaminar-se devido às pressões de expansão dos • óxidos; • A aderência da armadura diminui ou desaparece.
  12. 12. a) Corrosão química: • Oxidação: –reação gás + aço = Fe2 O3 Mecanismo da corrosão das armaduras • corrosão muito lenta: –não provoca deterioração substancial das armaduras.
  13. 13. b)corrosão catódica : –ocorre em meio aquoso Mecanismo da corrosão das armaduras –ocorre em meio aquoso –principal e mais sério processo de corrosão encontrado na construção civil. –a armadura se transforma em óxidos e hidróxidos de ferro, de cor avermelhada, pulverulenta e porosa, denominada ferrugem.
  14. 14. b) corrosão catódica : –Presença de um eletrólito: • sais dissolvidos do cimento - hidróxido de cálcio (CaOH2) • anidro carbônico (CO ), Mecanismo da corrosão das armaduras • anidro carbônico (CO2), • íons cloreto (Cl-), íons sulfatos (S--), nitritos (NO3-), gás sulfídrico (H2S), amônia (NH4+), • óxidos de enxofre (SO2, SO3)
  15. 15. b) Aumento da velocidade da corrosão em regiões industriais, orlas marítimas, poluídas. Mecanismo da corrosão das armaduras
  16. 16. Mecanismo da corrosão das armaduras
  17. 17. Mecanismo da corrosão das armaduras
  18. 18. Mecanismo da corrosão das armaduras
  19. 19. Mecanismo da corrosão das armaduras
  20. 20. Carbonatação CO2 + componentes alcalinos do concreto (Ca(OH)2) = < pH do concreto Mecanismo da corrosão das armaduras concreto A velocidade de carbonatação está associada: à porosidade do concreto, a umidade do concreto, à temperatura e a umidade relativa do ar.
  21. 21. Proteção dos aços contra a corrosão • A oxidação resulta de fenômenos eletrolíticos que formam o óxido de ferro, que é poroso, e que permite a continuação do processo. • A oxidação é favorecida pela presença de• A oxidação é favorecida pela presença de ácidos e bases. • Para a proteção do ferro seja eficaz é necessário limpá-lo previamente, quer por processos mecânicos ou químicos.
  22. 22. Pinturas • A pintura é o processo de proteção do aço contra a corrosão utilizado em todos os casos em que não se apresentem dificuldades particulares devidas às finuras das arestas, à extensão das superfícies ou a condições de exposições severas. • Na elaboração de um sistema de pintura devem ser considerados dados como:considerados dados como: – o meio ambiente e sua agressividade, – o tipo de tinta, – a preparação da superfície, – A seqüência de aplicação, o número de demãos, as espessuras, o tipo de aplicação e as condições de trabalho a que estará submetida a superfície. • Durante sua aplicação, a superfície deverá estar isenta de pó, carepas, ferrugens, óleos ou graxas e a unidade relativa do ar não deverá estar superior a 85%.
  23. 23. deformação à tração do concreto excedendo a sua própria resistência. mecanismos básicos que podem originar deformações no concreto: Trincas e fissuras deformações no concreto: retração de secagem, expansão ou contração térmica, deformação plástica; Expansão de materiais no interior do concreto (corrosão)
  24. 24. Fissuras: flexão
  25. 25. Fissuras: flexão
  26. 26. Fissuras: flexão
  27. 27. Fissuras: cisalhamento
  28. 28. Fissuras: esmagamento
  29. 29. Fissuras: retração
  30. 30. Fissuras: parte inferior da laje
  31. 31. Fissuras: parte inferior da laje
  32. 32. Fissuras: parte superior da laje
  33. 33. Fissuras: parte inferior da laje
  34. 34. Fissuras: em pilar
  35. 35. Fissuras: em pilar
  36. 36. Fissuras: cantos de janelas
  37. 37. Diagnóstico das Patologias
  38. 38. Diagnóstico das Patologias
  39. 39. Inspeção detalhada • Fichas, croquis e planos de levantamento de danos. • Plano de amostras. • Tabela de tipificação dos danos. • Técnicas de ensaio / medição / análises adequadas. • Regiões onde deverão ser realizados ensaios. • Planificação de materiais e equipamentos.
  40. 40. Ensaios a realizar. • No Concreto – Resistividade – Esclerometria – Ultra-som – Profundidade de • Armadura • Localização e espessura de recobrimento • Perda de diâmetro e seu limite elástico– Profundidade de carbonatação – Concentração de cloretos – Resistência à compressão – Porosidade limite elástico • Medição de potenciais • Medição da velocidade de corrosão.
  41. 41. Profundidade de carbonatação
  42. 42. Resistividade elétrica • amostras extraídas para testes em laboratório ou “in loco”. • função de variáveis como: – tipo de cimento, – adições orgânicas,– adições orgânicas, – a relação água/cimento, – a porosidade da estrutura.
  43. 43. Ultra-som • ensaio não destrutivo tem o objetivo de verificar: • a homogeneidade (qualidade e uniformidade) do concretodo concreto • Detectar falhas internas (ninhos e vazios) profundidade de fissuras, etc. • Monitorar as variações das propriedades do concreto.
  44. 44. Ultra-som
  45. 45. Métodos de determinação de resistência • Mecânica: – pistola finca-pinos (pistola de Windsor) – medir a profundidade em que um pino de aço padronizado consegue penetrar no concreto - ASTM C 803-82 (Penetration Resistance of Hardened Concrete).Hardened Concrete).
  46. 46. Resistência do concreto ao arrancamento • utilizado um torquímetro para medir a carga necessária à extração de umextração de um parafuso com luva de expansão, que se dilata à medida que a carga é aplicada.
  47. 47. Esclerometria • correlação entre a resistência ao choque (dureza superficial) e a resistência à compressão do material,material, • uma das técnicas mais difundidas em todo o mundo para a avaliação da homogeneidade do concreto - NBR 7584/82
  48. 48. Porosidade • NBR 9779 - Determinação da absorção de água por capilaridade / Ascensão capilar
  49. 49. Porosidade – NBR 9778 – Determinação da Absorção de Água por Imersão - Índice de Vazios e Massa Específica
  50. 50. Potencial de corrosão • As medidas de potencial informam sobre a probabilidade de corrosão do aço. ASTM C 876
  51. 51. Materiais utilizados em reparos Princípios para seleção de materiais
  52. 52. Materiais utilizados em reparos Princípios para seleção de materiais
  53. 53. Materiais utilizados em reparos Princípios para seleção de materiais
  54. 54. Materiais utilizados em reparos Princípios para seleção de materiais
  55. 55. Materiais utilizados em reparos Princípios para seleção de materiais
  56. 56. Materiais utilizados em reparos Princípios para seleção de materiais
  57. 57. Materiais utilizados em reparos Princípios para seleção de materiais
  58. 58. Materiais utilizados em reparos • Concreto moldado • tradicional material utilizado para reparação estrutural. • procura-se utilizar o concreto em reparos de maiores dimensões.maiores dimensões. • propriedades e características mais adequadas: – impermeabilidade, – Resistência, – minimizar retração, – aumento da resistência química, etc.
  59. 59. Materiais utilizados em reparos • Concreto moldado • As principais modificações introduzidas são: – Utilização de cimentos especiais ou compostos, como o CPII-Z (com pozolana), CPIV (cimento pozolânico), CPV (alta resistência inicial), CPI-S (resistente a sulfatos), etc. – CAD –Concreto de Alto Desempenho –Concreto com elevada– CAD –Concreto de Alto Desempenho –Concreto com elevada resistência, com adição de aditivos superplastificantes, sílica ativa, etc., podendo também ser incorporados escória, fibras metálicas ou sintética,, etc. – Aditivos inibidores de corrosão, como nitrito de sódio ou cálcio, éster aminas, benzoato de sódio, molibdato de sódio, etc. • São normalmente utilizados em reparos profundos
  60. 60. Materiais utilizados em reparos • Concreto projetado • Concreto tem sido utilizado há bastante tempo para reparos, como também em obras convencionais de revestimento de túneis , minas, muros de contenção, etc.minas, muros de contenção, etc.
  61. 61. Materiais utilizados em reparos • Concreto projetado • O concreto projetado apresenta as seguintes características principais: Dispensa formas nas aplicações verticais ou– Dispensa formas nas aplicações verticais ou sobrecabeça – Melhor aderência, causada pelo pela grande energia de impacto com o substrato – Maior compacidade e consequentemente impermeabilidade
  62. 62. Materiais utilizados em reparos • Concreto projetado
  63. 63. Materiais utilizados em reparos
  64. 64. Materiais utilizados em reparos • Grautes • são argamassas industrializadas: – a elevada fluidez, – baixa permeabilidade, – ausência de retração (retração compensada) ausência de retração (retração compensada) – elevadas resistências iniciais e finais. • São utilizados em muitas aplicações, como reparos estruturais, chumbamento de equipamentos, ancoragem de tirantes, etc.
  65. 65. Materiais utilizados em reparos • Grautes • industrializados com aglomerantes de base mineral (cimento Portland, cimento aluminoso) ou sintético (resinas epóxi), com agregados de quartzo ou metálico,quartzo ou metálico, • superplastificantes, compensadores de retração, podendo ou não conter microssílica. • Podem atingir elevada resistência inicial (10 a 20 Mpa em 2 horas) • reparos médios ou profundos.
  66. 66. Materiais utilizados em reparos • graute
  67. 67. Materiais utilizados em reparos • Revestimento – Base cimento –São argamassas à base de cimento Portland, em composição contendo:composição contendo: • quartzo de granulometria apropriada, • polímeros em pó ou líquido. • adições de microssílica, • fibras sintéticas ou metálicas.
  68. 68. Materiais utilizados em reparos
  69. 69. Materiais utilizados em reparos • Inibidores de corrosão – Primer anticorrosivo • Epóxi com zinco: – é mais eletronegativa que o aço, formando uma proteção catódica atuando como ânodo de sacrifício.atuando como ânodo de sacrifício. – não se expande no processo de oxidação. • Cimentos poliméricos aditivados – base cimento, polímeros e aditivos inibidores de corrosão, (nitrito de cálcio, éster aminas) – recompõe a capa passivadora alcalina e inibem a continuidade da corrosão.
  70. 70. Materiais utilizados em reparos
  71. 71. Materiais utilizados em reparos • Injeções em trincas e fissuras – utilizada para obturar e preencher vazios, para “colar” ou solidarizar as trincas e fissuras, para impermeabilizar ou vedar infiltrações: – Epóxi – Poliuretano e metacrilatos hidro-reativos – Cimento
  72. 72. Materiais utilizados em reparos
  73. 73. Materiais utilizados em reparos
  74. 74. Materiais utilizados em reparos • Injeções em trincas e fissuras – Poliuretano e metacrilatos hidro-reativos: • A resina reage com água, expandindo-se e obturando os pontos de infiltrações
  75. 75. Materiais utilizados em reparos • Injeções em trincas e fissuras – A injeção de calda de cimento é usado: • em trincas de abertura acima de 1 mm, • em solos,• em solos, • muros de arrimo, • Barragens, • túneis, etc., – utilização de calda de cimento aditivada com plastificantes ou superplastificantes, como também com microssílica.
  76. 76. • Adesivos – resinas epóxi (fluidas, em pasta ou gel) – Resinas acrílicas • puras ou em calda de cimento. Materiais utilizados em reparos
  77. 77. Materiais utilizados em reparos
  78. 78. Materiais utilizados em reparos
  79. 79. • Proteção de superfície – protege o substrato contra a penetração de água e agentes agressivos – acabamento estético ao substrato. Materiais utilizados em reparos – acabamento estético ao substrato. – Normalmente são utilizados os seguintes materiais: • Hidrofugantes ou hidrorrepelentes • Vernizes • Pinturas
  80. 80. Procedimentos de reparos estruturais
  81. 81. • Tratamento superficial; • Tratamento médio e profundo; • Tratamento de trincas e fissuras;
  82. 82. preparação da área para receber a argamassa de reparo. ponte de aderência resina epóxi, o substrato deve estar seco. ponte de aderência látex acrílico, aplicado puro ouacrílico, aplicado puro ou em mistura com cimento: (3 partes de cimento – 1 parte de água – 1 parte de resina acrílica), o substrato deve ser primeiramente hidratado com água. não encharcar
  83. 83. • Trincas e fissuras
  84. 84. Reforços estruturaisestruturais
  85. 85. Reforços estruturais
  86. 86. Reforços estruturais
  87. 87. Reforços estruturais
  88. 88. Reforços estruturais
  89. 89. Reforços estruturais
  90. 90. Reforços estruturais
  91. 91. Reforços estruturais

×