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A comunicação e a comunicação intercultural - Prof. Pierfranco Malizia

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A comunicação e a comunicação intercultural - Prof. Pierfranco Malizia

  1. 1. A comunicação e a comunicação intercultural (prof.pierfranco malizia) 1
  2. 2. A comunicação : generalidades 2
  3. 3. O que é “comunicação” A comunicação é uma daquelas actividades humanas que todos praticam, todos reconhecem mas que está difícil de definir satisfactoriamente (polissemia do termo) 3
  4. 4. A palavra “comunicação” procede do latim “communis actio” (ação comun) que corresponde a “ação de partilhar algo” em um ambito “compartilhado” ( ou seja, SOCIEDADE, CULTURA) Pode definir-sa também como “um meio para se alcançar a cooperação e o senso de objectivo comun” (Barnard) 4
  5. 5. As funções da comunicação 1.INSTRUMENTAL (obter algo) 2.EMOCIONAL (expressão de sentimentos) 3.CONTACTO SOCIAL (relacionar-se) 4.CONATIVA (produzir efeitos) 5.REFERENCIAL (fornecer/receber informações) 5
  6. 6. Niveis da comunicação MACROSOCIAL (old-new midia) MESOSOCIAL (c. institucional, empresarial, política) MICROSOCIAL (interpessoal, grupos pequenos) 6
  7. 7. A comunicação é pressuposto de socialização e socialidade, sendo que é através da comunicação que realiza-se o “aprendizagem do mundo” e entra-se em relação com os outros 7
  8. 8. Em qualquer ação comunicativa os atores sociais, interagindo, transmitem ou respondem a mensagens na base da propria personalidade, do pertencer à um grupo sociocultural e do contexto de transmissão/recepção 8
  9. 9. Uma qualquer comunicação implica sempre • Um aspecto de transmissão (“comunicar à”) • Um aspecto de relação (“comunicar com”) 9
  10. 10. Modelos de comunicação PREAMBULO : Um modelo é como um mapa, representa características selecionadas e nehum mapa pode ser exaustivo. O valor dos modelos reside em: a)Evidenciar as características seleccionadas b)Apontar para as interelações entre essas características c)Fornecer uma definição do problema/tema 10
  11. 11. “A modelização é util e necessaria como base para estudar e/ou investigar os fenômenos, mas temos que ter presentes as suas limitações” (Fiske) 11
  12. 12. Modelo “semiotico” 12
  13. 13. Caraterísticas do modelo “semiotico” 1) No modelo semiotico a comunicação é o resultado imprevesivel de um processo de “transformação” (não so transmissão) 2) As incompreenções, os erros em tal processo são partes constitutivas e inevitaveis 3) Evidencia a importancia dos códigos 4) O receptor e o emissor desempenham um papel igualmente significativo na comunicação 13
  14. 14. 3 áreas problemáticas da comunicação: • Contexto • Codificação/decodificação • Feedback 14
  15. 15. Contexto Além dos elementos processuais, é fundamental considerar o CONTEXTO, ou seja o lugar • Físico/virtual • Sociocultural • De relação que condiciona ou determina a comunicação 15
  16. 16. Codificação/descodificação A área da codificação/descodificação representa algumas problemáticas *SEMANTICAS (um codigo une um significante à um significado: e a polissemia?) *LINGUISTICAS (compreensibilidae, estrangeirismos) 16
  17. 17. Feedback O FEEDBACK (ou retroacção) permite o conhecimento das reações do receptor ao receber a mensagem e permite consequentemente de repetir a mensagem para que seja mais eficaz; afinal o feedback permite uma maior consciêcia sobre os conteúdos e a forma de transmissão 17
  18. 18. Feedback (2) Em outros termos, o feedback é fundamental para entender - Se as pessoas recebem ou não a mensagem - Como as pessoas interpretam a mensagem - O que as pessoas compreenderam da mensagem É bom lembrar que as pessoas fornecem esse tipo de informações o tempo todo: é só prestar atenção 18
  19. 19. A comunicação não-verbal (1) O estudo da CNV é significativo em se e como modalidade comunicativa porque reflete, representa o contexto sociocultural onde se desenvolve e adquere valor e significados; a CNV é culturalmente “moldada”. Enfin, intencional ou não-intencional que seja, a CNV tem a mesma relevancia que a comunicação verbal. 19
  20. 20. CNV (2) O corpo humano é o principal transmissor de codigos apresentativos (=codigos que indicam aspectos do comunicador). A CNV realiza-se através destes codigos que, porém, apenas podem transmitir mensagens acerca do “aqui e agora”. 20
  21. 21. CNV (3) O “corpo-transmissor” possui proprias e específicas linguagens; transmite • Significados (através dos gestos) • Emoções (através do olhar, da voz) • Informações sobre se (através vestuario, postura) • Estratégias de relação (através a aptíca, a prossimia) 21
  22. 22. CNV (4) A CNV tem principalmente 2 funções: 1.Veicular informações indiciais sobre o comunicador através das quais o ouvinte pode conhecer mais sobre a sua identidade social, emoções, atitudes. 2.Gerir a interação, ou seja gerir o processo comunicativo (simetria/asimetria, convite a falar ou a calar-se, terminar a comunicação 22
  23. 23. CNV (5) Os principais codegos da CNV: • APTICA (o contacto fisico) • PROXEMIA (a proximidade/distancia física) • QUINESE (os gestos ilustrativos, emotivos, simbólicos) 23
  24. 24. CNV (5 bis) • POSTURA (as formas de por-se fisicamente) • OLHAR (ocasião, frequencia, duração) • APARENCIA (inclui aspectos sujeitos a controle voluntario como vestuario ou menos controlaveis como caraterísticas físicas) 24
  25. 25. CNV (5 ter) • OUTROS ASPECTOS NÃO-VERBAIS (volume e tom de voz, velocidade/lenteza da fala, etc.) 25
  26. 26. A comunicação intercultural 26
  27. 27. Definiçoes CULTURA Tudo que é criado pela ação consciente e substancialmente livre de um grupo social, ou seja o patrimonio intelectual e material estavel e compartilhado proprio de uma comunidade e constituido de valores, normas, definições, model de ação, objectos materiais 27
  28. 28. Definiçoes MULTICULTURALISMO A coexistência/convivência de diferentes culturas no mesmo espaço social 28
  29. 29. Definiçoes INTERCULTURALISMO O sistema de relações, interações e trocas entre diferentes culturas 29
  30. 30. Definições COMUNICACAO INTERCULTURAL Refere-se a todos os processos comunicativos (interpessoais, institucionais, midiáticos) que realizan-se entre atores sociais de diferentes culturas 30
  31. 31. Áreas problemáticas Em geral, a dificuldade do “comunicar entre culturas” depende de • HABITOS • ESTILOS COMUNICATIVOS • VALORES E NORMAS CULTURAIS • LINGUAGEM (idioma+significados latentes) 31
  32. 32. Áreas problemáticas Por isto, o objectivo da comunicação intercultural é criar, através a interação e a negociação dos significados (= da cultura subentendida) uma “terça cultura” (=“cultura virtual”), um ambito que pode juntar de qualquer maneira as diferentes propensões e assuntos e permitir consequentemente a relação 32
  33. 33. As pré-condições da relação e da comunicação intercultural 1. A IMAGEM DO OUTRO-ESTRANGEIRO (risco-perigo-oportunidade) 2. O PRECONCEITO (força e consistencia) 3. A IMAGEM DO MULTICULTURALISMO (assimilação-integração) 4. O ETNOCENTRISMO (nivel e força) 33
  34. 34. 1. A IMAGEM DO OUTRO-ESTRANGEIRO Preambulo: é bom lembrar que “estrangeiro” é uma construção social, uma representação de realidade, não é nada de “ontológico” - E.como “risco” o estrangeiro, por ser “em se” diferente, ameaça a estabilidade da propria visão do mundo, a propria identidade 34
  35. 35. - E.como “perigo” o estrangeiro, por ser “em se” diferente, põe em perigo as nossas condições de vida “normal”, a continuidade social e cultural 35
  36. 36. - E.como “oportunidade” o estrangeiro, por ser “em se” diferente, oferece uma oportunidade única, enquanto permite uma reflexão sobre a propria cultura, a propria visão do mundo (talvez um “expandir-se”) sem perder a propria identidade mais chegando a uma maior riqueza cultural e intelectual 36
  37. 37. Apostila : o papel dos midia na imagem dos imigrados - No NEWSMAKING frequentemente ausentes, as vezes apocalipticos, demais atentos aos acontecimentos criminais - No ESTILO ARGUMENTATIVO a) minimizar (para ignorar as causas profundas dos acontecimentos) b) eufemismos (para atenuar a importancia dos acontecimentos) c) dramatizar (para exasperar os acontecimentos) 37
  38. 38. 2. O PRECONCEITO “preconceito” é uma avaliação preconcebida (geralmente de signo negativo) sobre pessoas ou grupos sociais que constroi-se através de estereotipos e sem nehum conhecimento real ou experiencia suficiente; avaliação que gera habitualmente discriminações, desegualidade social, as vezes até consequencias extremas (xenofobia) 38
  39. 39. Apostila:a reprodução social do preconceito (Van DijK) O preconceito regenera-se através de processos comunicativos aos diferentes niveis: - INTERPESSOAL (contos, piadas, conversas nos bares, etc.) - INSTITUCIONAL (documentos oficiais, textos escolares aprovados) - MIDIA (o “tratamento do outro” nos midia) 39
  40. 40. 3. A IMAGEM DO MULTICULTURALISMO As principais representaçoes sociais do multiculturalismo são: a) M. = assimilação perda progressiva de especificos tratos culturais para adquirir totalmente a cultura dominante b) M. = integração conservação de tratos culturais mesmo na aceitação da cultura dominante, respeito recíproco, iguais oportunidades 40
  41. 41. 4. O ETNOCENTRISMO A tendencia de avaliar a propria cultura como “A” cultura, depreciando ou até negando a existencia e/ou consistencia das outras expressões culturais 41
  42. 42. 42
  43. 43. As condições para a relação e a comunicação intercultural 1. A “sensibilidade intercultural” 2. Problemáticas comunicativas 43
  44. 44. 1. A “SENSIBILIDADE INTERCULTURAL” (Bennett) Trata-se de um modelo, em termos processuais, de “aproximação” à diversidade. A “sensibilidade multicultural” é uma dinâmica, un ponto de chegada, não é uma realidade preexistente; é um “percurso” para dispor-se positivamente ao comunicar intercultural 44
  45. 45. MODELO DE SENSIBILIDADE INTERCULTURAL ESPERIÉNCIA DA DIFERÉNCIA DEFESA ADAPTAÇÃO NEGAÇÂO MINIMIZAÇÃO ACEITAÇÃO INTEGRAÇÂO FASES FASES ETNORELATIVAS ETNOCENTRICAS 45
  46. 46. Descripçao do MDSI - I° Negação As pessoas, atuando principalmente através de estereotipos, são incapazes de explicar a diversidade e por-se adequatamente numa situação intercultural Defensa As pessoas estão desenvolvendo uma maior capacidade de enfrentar “o que é diferente” mais em um sentido ainda um pouco de negatividade (= estrangeiro como risco) 46
  47. 47. Descripçao do MDSI - II ° Minimização As pessoas començam baixar mais ainda o nivel de negatividade a respeito dos “outros-diversos” achando que, além das diferencias, encontran-se caraterísticas humanas “universais” Aceitação As pessoas estão començando à conhecer e explorar outras culturas, aceitando a existencia/vidalidade de “mundos diferentes” (mesmo não gostando muito deles) 47
  48. 48. Descripçao do MDSI - III° Adaptação As pessoas, usando os conhecimentos relativos à as diferencias culturais, estao se relacionando (mesmo com algumas dificuldades) com pessoas/groupos sociais diferentes Integração As pessoas, esforçando-se continuamente de superar (resolvendo) situações conflituais e preconceitos, estão conseguindo uma convivência positiva 48
  49. 49. Problematicas comunicativas - I° Sabe-se que a actividade de codificação/descodificação é talvez a area mais problematica da comunicação. Na comunicação intercultural há diferentes riscos de DESCODIFICA ABERRANTE ( = interpretação das mensagens num sentido muito ou totalmente diferente daquilo concebido pelo emissor, que pode levar até a recusar as mensagens) 49

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