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TACE-2022.01-Aula_16-Diagramas_conceituais.pdf

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  1. 1. TACE 2022-01 | Edison Ribeiro e Sérgio Augusto 16 | Diagramas conceituais
  2. 2. Condicionantes fortes Condições ou demandas pré-existentes que devem ser equacionadas pelo projeto. Algumas têm implicações maiores no projeto e podem ser mais potentes. São as chamadas condicionantes fortes. Por exemplo: topografia acidentada, entorno qualificado etc + Premissas de projeto Valores dominantes, balizamento, critérios norteadores das decisões arquitetônicas. Por exemplo: integração com entorno, sustentabilidade, alta tecnologia, uso flexível etc + Manejo da forma Modelagem ou manipulação formal que considera os aspectos anteriores e apresenta uma solução formal e espacial. Em geral, demonstrada com um diagrama conceitual = Partido arquitetônico Resposta ao desafio proposto, com enfrentamento criativo inicial que equaciona as condicionantes fortes, atende as premissas e apresenta uma síntese espacial, por meio de solução projetual formulada pelo arquiteto Partido Arquitetônico: lembrando o enunciado
  3. 3. “Um diagrama é ao mesmo tempo um tipo de texto, um conjunto de esboços e um índice de tempo.” (Peter Eisenman) “Esses diagramas conceituais e interpretativos, que antecedem a elaboração do projeto, pretendem traduzir em formas arquitetônicas as forças e as realidades iniciais, convertendo-as em processo. Com esses métodos busca-se uma obra aberta, que integre informações heterogêneas. Trata-se de um novo ponto de partida, adotado pela arquitetura contemporânea para afrontar a complexidade do projeto; ...tomam como ponto de partida algumas informações – do contexto, do programa, da sociedade ou da memória... ...põem em evidência as relações entre distintos elementos e fatores do projeto, sendo capazes de traduzir a fluidez e a imaterialidade da informação e dos fluxos na estabilidade material do projeto que se realiza. ...o recurso aos diagramas é a garantia para não recair no imaginário retroativo da estética clássica.” (MONTANER, Josep Maria. Sistemas arquitetônicos contemporâneos. Editora Gustavo Gili. Barcelona, 2009) “Misturador de funções.” (MVRDV) “Informações estatísticas são catalogadas e transformadas em projeto. (OMA) Diagramas conceituais: definições OMA | MVRDV | Josep Maria Montaner | Peter Eisenman (Reprodução)
  4. 4. O que é possível entender por meio só de imagens? NEXXTOPARCHITECTS | Fonte: http://partidiagrams.tumblr.com/ Poderosa ferramenta de análise, organização e verificação do pensamento de projeto | Elementos gráficos, montagens ou desenhos esquemáticos para demonstrar a estratégia de equação e solução espacial | podem ser em implantação, planta, corte, elevação, detalhes, perspectiva ou modelo físico, mas devem estar em proporções | podem conter uma sequência, em “passos” | podem incluir outras linguagens, como mangá, quadrinhos, origami, animações ou montagem com foto | podem ser seguidos de pequenos textos ou frases com a síntese do manejo formal explicitar a estratégia do projeto | podem ser auxiliados por elementos gráficos, como setas ou figuras humanas
  5. 5. Casos internacionais Casa VM| | BIG | Foto: BIG
  6. 6. The Coach (O Sofá) | Holanda | MVRDV
  7. 7. http://architizer.com/blog/how-architecture-is-born-mvrdv/
  8. 8. DNB Bank Headquarters in Oslo | MVRDV | Fonte: http://www.metalocus.es/en/news/mvrdv-completes-dnb-bank-headquarters-oslo
  9. 9. DNB Bank Headquarters in Oslo | MVRDV | Fonte: http://www.metalocus.es/en/news/mvrdv-completes-dnb-bank-headquarters-oslo
  10. 10. Pushed Slab Office | Paris - MVRDV
  11. 11. ‘Yes Is More’ | BIG (Bjarke Ingels Group) ‘história em quadrinhos’ sobre a evolução criativa arquitetônica
  12. 12. Museum Audermars Piguet (Relógios) | | La Maison des Fondateurs - BIG | Le Chenit (Suíça) | Imagens: http://www.big.dk/#projects
  13. 13. Premissas | Utilizar o máximo coeficiente de aproveitamento topografia Processos compositivos | um volume retangular enviesado para unir os ângulos retos do edifício existente, as linhas orgânicas das encostas das montanhas e os telhados inclinados do tradicional chalés de montanha. A transição do telhado inclinado a reta naturalmente cria uma superfície parabólica como uma cabana. Centro Cultural Kimball | BIG | http://www.big.dk/#projects
  14. 14. Edifício Favo de Abelhas, Bahamas- BIG | http://www.big.dk/#projects
  15. 15. “8” House – BIG (Bjarke Ingels Group)
  16. 16. Kistefos Museum | Parque das Esculturas (Noruega) – BIG | http://www.big.dk/#projects
  17. 17. Kistefos Museum | Parque das Esculturas (Noruega) – BIG | | http://www.big.dk/#projects
  18. 18. Centro de Pesquisa PARC | Paris – BIG | http://www.big.dk/#projects
  19. 19. Centro de Pesquisa PARC | Paris – BIG | http://www.big.dk/#projects
  20. 20. Whitney Museum – RENZO PIANO | http://partidiagrams.tumblr.com
  21. 21. Centro De Oostvaarders– Drost + van Veen architecten | http://partidiagrams.tumblr.com/
  22. 22. recriar no edifício a circulação pelo famoso calçadão | calçadão dobrado e verticalizado | subir o edifício vira um passeio | diluir os limites entre planos de piso, teto e parede (com as dobras) Museu da Imagem e do Som | Diller Scofidio & Renfro
  23. 23. jaja architects | cornerstone |Archidaily: https://goo.gl/oACrN3
  24. 24. New Market in Celje | Arhitektura Krušec | Archidaily: https://goo.gl/weA3G9
  25. 25. Casos brasileiros SESC 24 de maio| | Christian Michael Seegerer, Danielle Alves Lessio e Thiago Vidal Pelakauskas
  26. 26. Fidalga 727– Triptyque | http://partidiagrams.tumblr.com/
  27. 27. Museu Nam June Pak – Mário Biselli | http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/03.035/2251
  28. 28. Museu Nam June Pak – Mário Biselli | http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/03.035/2251 Geradores Primários: edifício ponte, ligação. Processos compositivos: um volume retangular disposto perpendicularmente às cotas altas do terreno e uma grande praça de acesso ao centro.
  29. 29. http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/13.148/5134
  30. 30. O Partido Axial | Partido arquitetônico clássico moderno | Axialidade e distribuição dos elementos do programa em blocos | Geradores Primários | Terreno: geometria predominantemente longitudinal, programa diversificado, demanda de um espaço público para a comunidade local | Rerefências: urbanismo de eixo único - Brasília CEU Pimentas – Mário Biselli | http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/13.148/5134
  31. 31. CEU Pimentas – Mário Biselli | http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/13.148/5134
  32. 32. Referências Para saber mais
  33. 33. Sites Bibliografia básica Reproduções CHING, Francis. Arquitetura: forma, espaço e ordem. São Paulo: Martins Fontes, 2008. DEITIAR, Fabian. "Esquemas e diagramas: 30 exemplos de como otimizar a organização, análise e comunicação do projeto" [Esquemas y diagramas en la representación arquitectónica: 30 ejemplos gráficos para optimizar la organización, el análisis y la comunicación] 01 Mai 2017. ArchDaily Brasil. (Trad. Baratto, Romullo) Acessado 19 Mai 2017. http://www.archdaily.com.br/br/870168/esquemas-e-diagramas-30-exemplos-de- como-otimizar-a-organizacao-analise-e-comunicacao-do-projeto GREGORY, Rob. As + importantes edificações contemporâneas: plantas, cortes e elevações. Porto Alegre: Bookman, 2009. MASCARÓ, Lucia. Iluminação e arquitetura: sua evolução através do tempo. Vitruvius. São Paulo, 2005. Disponível em <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/06.063/438> . Acesso em 12 de setembro de 2014. MVRDV: http://architizer.com/blog/how-architecture-is-born-mvrdv (acesso: 11.05.2018) partidiagrams.tumblr.com OKAMOTO, Jun. Percepção ambiental e comportamento: Visão holística na percepção ambiental na arquitetura e na comunicação. São Paulo: Mackenzie, 2002. UNWIN, Simon. A análise da arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2013 VIEIRA, Monica Paciello. A provocação sensorial na arquitetura de Sergio Bernardes. Vitruvius. São Paulo, 2005. Disponível em <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/07.084/248> Archdaily www.archdaily.com www.archdaily.com.br Vitruvius www.vitruvius.com.br
  34. 34. Atividade 16 Seguimos a sequência de experimentações sobre o projeto já desenvolvido para a casa de praia, em Projeto Arquitetônico: Composição Formal. Em equipe, elaborar os diagramas conceituais em complemento ao texto do partido arquitetônico, incluindo as características singulares do processo compositivo de cada projeto. Junto ao diagrama conceitual, a equipe deve fazer anotações (legendas ou chamadas explicativas) a fim de explicitar ou reforçar as soluções compositivas adotadas com os princípios de composição formal adotados no projeto. Diagramas de Gabriela De Souza Martins, Pedro Eduardo Angelini Garcia, Victoria de Almeida Santos e Luana Cristina Ferreira do Nascimento

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