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Orientador
de Estudo
HISTÓRIA DA CULTURA E DAS ARTES
Profª Cristina Barcoso Lourenço, Carla Leite
MÓDULO 3 A CULTURA DO MO...
Sintese 2
O poder da escrita. Scriptorium,
livraria e chancelarias. As palavras que
se transformam em letras e frases. A
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Orientador estudo - Cultura do Mosteiro

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Para a disciplina de HCA

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Orientador estudo - Cultura do Mosteiro

  1. 1. Orientador de Estudo HISTÓRIA DA CULTURA E DAS ARTES Profª Cristina Barcoso Lourenço, Carla Leite MÓDULO 3 A CULTURA DO MOSTEIRO Recursos para o estudo: guiões de trabalho, vídeos e apresentações disponibilizadas. Consultar a plataforma moodle do Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira. - https://moodle.agr-tc.pt/moodle/login/index.php e manual escolar. EU SEI… Eu avalio as minhas aprendizagens Tempo: Séculos IX-XII. Da reorganiza- ção cristã da Europa ao crescimento e afirmação urbanos 1. Explicar a queda do Império Romano do Ocidente. 2. Descrever as alterações provocadas pela queda do Império Romano do Ocidente. 3. Explicar o conceito de Idade Média. 4. Identificar os povos que invadiram a Europa do século V ao X. 5. Caracterizar a Europa após as invasões, nos domínios político, econó- mico, demográfico, religioso e cultural. 6. Explicar o feudalismo. 7. Caracterizar o desenvolvimento dos séculos XI a XIII, nas suas várias vertentes. Espaço: Europa dos Reinos Cristãos. A Christianitas. As fronteiras dos reinos cristãos. Geografia monástica da Eu- ropa. 8. Justificar a ascensão e afirmação do cristianismo no império romano. 9. Compreender a cristianização dos povos bárbaros / germânicos. 10.Explicar o termo “Christianitas”. 11.Explicar a importância da Igreja durante a Idade Média. 12.Compreender a relevância das fronteiras dos reinos cristãos. 13.Conhecer a geografia monástica da Europa: Ordens Beneditina, Cluny e Cister. Local: O espaço físico do mosteiro: uma vida própria com domínio do tempo e do espaço. A autossuficiência monástica. 14.Explicar a origem do monaquismo. 15.Descrever a importância da ação de S. Bento de Núrsia. 16.Caracterizar os mosteiros em termos de espaços e funções. 17.Explicar a importância do mosteiro na vida medieval. 18.Descrever a vida nos mosteiros. 19.Descrever o plano arquitetónico do mosteiro definido por S. Bento. 20.Relacionar os mosteiros e o clero com a permenência da cultura greco- romana. 21.Reconhecer o mosteiro românico como o expoente da arquitetura mo- nástica. 22.Reconhecer o mosteiro românico como espaço de autossuficiência. 23.Reconhecer o mosteiro românico como centro de conhecimento e de cultura. 24.Relacionar a ação de S. Bernardo de Claraval com a renovação da Igreja. 25.Ligar a ação doutrinária e reformadora de S. Bernardo à Ordem de Cister. Biografia: O cristão São Bernardo (1090-1153), um exemplo do modo de vida monástico cisterciense. O que se sabe da vida de São Bernardo? Um monge no mosteiro. Caraterísticas do cristianismo monástico. 26.Descrever a vida de S. Bernardo de Claraval. 27.Associar S. Bernardo de Claraval à Ordem de Cister. 28.Caracterizar o pensamento doutrinário de S. Bernardo de Claraval. Acontecimento: A coroação de Carlos Magno enquan- to expoente de relações de poder entre a Igreja e a Monarquia (800). O imperador do Ocidente Carlos Magno. Vida e feitos de Carlos Magno. O mo- delo de imperador cristão 29.Conhecer aspetos da vida e feitos de Carlos Magno, enquanto modelo de imperador cristão. 30.Explicar a importância da coroação de Carlos Magno. 31.Explicar a importância de Carlos Magno para o renascimento das artes e das letras. Sintese 1 Os guardiães do saber. As heranças greco-latinas e muçulmana. Cristianizar as heranças. A posse e o poder do saber. 32.Justificar as frases: “Os monges foram os guardiães do saber.” e “Os mosteiros são centros de poder.”. 33.Compreender os mosteiros como espaços de preservação da cultura e do saber.
  2. 2. Sintese 2 O poder da escrita. Scriptorium, livraria e chancelarias. As palavras que se transformam em letras e frases. A iluminura: outra forma de escrita. 34.Definir: iluminuras, miniaturas, manuscritos, scriptorium e chancelarias. 35.Reconhecer a iluminura como uma nova expressão de arte e outra forma de escrita. A arte medieval (arte romância está separada) 36.Indicar as finalidades da arte medieval. 37.Compreender a unidade e a diversidade do românico, através das ca- racterísticas arquitetónicas principais e localizando os seus principais centros difusores. 38.Caracterizar a arte paleocristã. 39.Caracterizar a arte bizantina. 40.Caracterizar a arte durante o Renascimento Carolíngio e Otoniano. A arquitetura românica. 41.Explicar a origem do termo Românico. 42.Localizar o Românico no tempo e no espaço. 43.Compreender a evolução da arquitetura cristã. 44.Identificar as características gerais das igrejas românicas. 45.Descrever a planta das igrejas românicas. 46.Descrever os sistemas de cobertura utilizados nas igrejas românicas. 47.Descrever o alçado interno das igrejas românicas: arcada, tribuna, trifório, clerestório. 48.Referir os sistemas de iluminação das igrejas românicas. 49.Descrever a decoração exterior das igrejas românicas. 50.Especificar características do românico em Portugal 51.Descrever a arquitetuta militar medieval. A escultura românica. 52.Identificar aspetos temáticos e formais da escultura românica reconhecendo a sua dependência da arquitetura. 53.Descrever a forma de representação da figura humana pela escultura românica. 54.Caracterizar o relevo românico. 55.Caracterizar a estatuária românica. As artes da cor: pintura, mosaico e iluminura. 56.Caracterizar a pintura românica. 57.Caracterizar o mosaico românico. 58.Caracterizar a iluminura. A Europa sob o signo de Alá. 59.Referir características gerais da arte islâmica. 60.Identificar manifestações da arte dos reinos muçulmanos na Península Ibérica, como expoente da civilização islâmica. 61.Indicar elementos característicos constituintes do edifício religioso muçulmano em território peninsular. 1º Caso prático - Canto Gregoriano: Da missa um Gradual e um Kyrie; da litur- gia das horas, uma Antífona com ver- sículo salmódico. Cantar a horas cer- tas. O canto e a liturgia. Um canto a uma só voz. 62.Explicar a origem do Canto Gregoriano. 63.Indicar a função do Canto Gregoriano nos atos litúrgicos. 64.Reconhecer no Canto Gregoriano uma manifestação artística da devoção religiosa. 2º Caso Prático - São Pedro de Rates. A arquitetura. Simplicidade, rudeza e mensagem. São Pedro de Rates na Christianitas. S. Pedro de Rates como um símbolo da ruralização e feudaliza- ção da Europa românica. O portal de S. Pedro de Rates como expoente do carácter da escultura românica. O portal e o claustro como roteiros de ascese. 65.Descrever a Igreja de S. Pedro de Rates: planta, volumetria, cobertura, materiais e técnicas construtivas, decoração e localização. 3.º Caso prático - Livro de Kells (800 d.C.), Irlanda. “Iluminar” como forma de oração. O Livro de Kells como ex- poente do processo de cristianização da Europa, síntese de culturas e do conhecimento exercido pelo clero. 66.Explicar o que representa o Livro de Kells. 67.Justificar a importância religiosa e artística do Livro de Kells. 4.º Caso prático - Tapís de la creació ou Tapete de Girona (c. 1096-1101), Museu da Catedral de Girona. 68.Descrever o tapete de Girona: tema, dimensão, símbolos e imagens 69.Justificar a importância do Tapete de Girona na criação artística.

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