Diese Präsentation wurde erfolgreich gemeldet.
Wir verwenden Ihre LinkedIn Profilangaben und Informationen zu Ihren Aktivitäten, um Anzeigen zu personalisieren und Ihnen relevantere Inhalte anzuzeigen. Sie können Ihre Anzeigeneinstellungen jederzeit ändern.

Aula - Metodologia, Método e Técnicas (conceitos básicos)

Aula - Metodologia, Método e Técnicas (conceitos básicos)...

  • Als Erste(r) kommentieren

Aula - Metodologia, Método e Técnicas (conceitos básicos)

  1. 1. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli UNIDADE I  NATUREZA DA CIÊNCIA. EPISTEMOLOGIA GERAL E OS PROCESSOS DISCURSIVOS EM CIÊNCIAS SOCIAIS  AULA 2-METODOLOGIA, MÉTODOS E TÉCNICAS 1
  2. 2. 2 UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli METODOLOGIA, MÉTODO E TÉCNICAS Relações Ciência – Conhecimento Ciência organiza Pesquisa gera Conhecimento Método define (caminho) Raciocínio
  3. 3. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli METODOLOGIA A Metodologia é a explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa.  É a explicação do tipo de pesquisa;  Instrumental utilizado (questionário, entrevista etc.);  Tempo previsto para realização;  Equipe de pesquisadores e a divisão do trabalho;  Formas de tabulação e tratamento dos dados; Resumindo: tudo aquilo que se utiliza no trabalho de pesquisa. 3
  4. 4. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli METODOLOGIA Entendemos metodologia por o caminho do pensamento e a prática exercida na abordagem da realidade (MINAYO, 2016, p16) 4
  5. 5. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli 5 METODOLOGIA A metodologia é o estudo de método (BECKER,2016, p.17) Metodologia como especialidade Discurso metodológico = tratados de “como fazer”
  6. 6. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli METODOLOGIA  Metodologia analítica Os textos analíticos procuram descobrir a lógica inerente à prática convencional, a fim de reduzir aquela prática a um conjunto defensável de regras de procedimento (BECKER, 2016, p.24-5) 6
  7. 7. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli Rupturas/ descontinuidades 7 No campo acadêmico, reação tratada nas reflexões de Thomas Kuhn na sua obra A Estrutura das Revoluções Científicas (1978) É uma reação acadêmica frente à concepção predominante na ciência.
  8. 8. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli MÉTODO “ O método é sempre um ponto de vista sobre o real e ele não pode se transformar em rotina sob pena de perder o seu valor de fecundidade. Sendo a realidade cientifica uma realidade processual, o método não pode ser estabelecido nem antes nem fora do trabalho cientifico” (BARBOSA,1989, p.25) ↓ tem um valor de oportunidade (Bourdieu) desenvolver as próprias teorias e métodos à medida que as circunstâncias da pesquisa o exigiram” (BECKER, 2016, p.13)  Dizia Lênin (1965) que o ‘método é a alma da teoria’ (MINAYO, 1994, p16) 8
  9. 9. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli Métodos científicos (Gil,1999; Lakatos,1992)...há controvérsias!!! Dois grandes grupos: 1-métodos de abordagem que proporcionam as bases lógicas da investigação científica  O Método Indutivo  O Método Dedutivo  O Método Hipotético-Dedutivo  O Método Dialético  O Método Fenomenológico 2- métodos de procedimentos que esclarecem acerca dos procedimentos técnicos a serem empregados  O Método Histórico  O Método Comparativo  O Método Estatístico  O Método de Estudo de Caso  OBS.: ou... modos de investigação (estudo de caso, estudos comparativos, experimentação, simulação) segundo BRUYNE (1991) 9
  10. 10. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli Alguns problemas de método negligenciados (BECKER,1993, p.17)  Inserção  Prevenção de erros  Escolhas das estruturações  Desenvolvimento de hipóteses 10
  11. 11. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  TECNICAS 11
  12. 12. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  FONTES DE DADOS 12 Dados Primários Dados Secundários . Levantados pelo (a) pesquisador(a) através do uso das diversas técnicas de coletas de dados; . Aplicados aos casos mais particulares e específicos; . Envolvem pesquisas de campo . Dados extraídos de fontes de informações fidedignas que apresentam relatórios de pesquisa sem análise ex.: censo IBGE, Anuários Estatísticos etc
  13. 13. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  TECNICAS As técnicas são os procedimentos operacionais que servem de mediação prática para a realização das pesquisas. Como tais, podem ser utilizadas em pesquisas conduzidas mediante diferentes metodologias e fundadas em diferentes epistemologias. Mas, obviamente, precisam ser compatíveis com os métodos adotados e com os paradigmas epistemológicos adotados. A escolha da técnica utilizada, depende do objetivo da pesquisa, dos recursos financeiros disponíveis, da equipe e elementos no campo da investigação. 13
  14. 14. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli 14 TECNICAS Segundo Severino (2007, p.124-125) as técnicas de pesquisa são as seguintes: documentação, entrevista, entrevistas não diretivas, entrevistas estruturadas, história de vida, observação e questionário. Mas, temos ainda: grupo focal Historia de vida e observação são considerados por muito autores como modo de investigação e não técnicas.
  15. 15. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  Análise documental A análise de documentos[...]pode ser combinadas com outras técnicas de coleta, o que ocorre com mais frequência. Nesses casos, ela pode ser usada, tanto como uma técnica exploratória (indicando aspectos a serem focalizados por outras técnicas), como para “checagem” ou complementação dos dados obtidos por meio de outras técnicas. (ALVES-MAZZOTTI,1999,p.169) 15
  16. 16. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  Dentre as técnicas utilizadas está a análise documental tendo como fonte a imprensa. Vale ressaltar que nessa investigação reduzimos a utilização da imprensa como fonte apenas para conhecer a cronologia dos eventos, uma vez, a imprensa é uma fonte que exige muitos cuidados, que nosso tempo não permite,   Em primeiro lugar é necessário verificar a orientação do jornal ou periódico profundamente relacionada com os interesses dos grupos que os dirigem. É importante considerar a posição da notícia dentro da publicação, o destaque a ela atribuído: há fatos que são manchete de primeira página em alguns jornais, enquanto para outros se resumem a pequenos parágrafos ou sequer são noticiados; há a divulgação dos fatos com ou sem comentário, com maiores ou menores detalhes; há editoriais que analisam a noticia e que podem ser assinados ou não, neste ultimo caso sendo de responsabilidade direta do editor; há também material pago por interessados. (LANG,1992,p.81) 16
  17. 17. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  Entrevista A entrevista, consiste no dialogo com o objetivo de colher, de determinada fonte, de determinada pessoa ou informante, dados relevantes para a pesquisa em andamento.(RUIZ, 1996, p.51) 17
  18. 18. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  A interação face a face criada pela situação de entrevista é sempre marcada por algum tipo de assimetria social. O momento do encontro envolve dois atores com expectativas e objetivos diferentes (pesquisador e pesquisado). Além disso, cada um deles traz consigo toda uma bagagem histórica, na qual suas origens sociais, trajetórias de vida, inserção na sociedade etc. desempenham um papel especifico.(BRIOSCHI e TRIGO, 1992, p.33). 18
  19. 19. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  Tipos de Entrevista  ™ Estruturada: -Segue um roteiro pré-estabelecido; -Realizada de acordo com um formulário; -O pesquisador não é livre para adaptar suas perguntas, de alterar a ordem dos tópicos ou de fazer outras perguntas.  ™ Não Estruturada: -O entrevistado tem liberdade para desenvolver cada situação; -Perguntas são abertas; -Podem ser respondidas dentro de uma conversação informal. 19
  20. 20. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  Vantagens da Entrevista ™ -Utilizada em todos os segmentos da população: analfabetos ou alfabetizados; ™- Fornece uma amostragem melhor da população pesquisada; ™- Maior flexibilidade: o entrevistador pode repetir ou esclarecer perguntas; ™ -Informações mais precisas.  Limitações da Entrevista ™ Dificuldade de expressão e comunicação de ambas as partes; ™ Incompreensão do significado das perguntas; ™ Falsa interpretação; ™ Possibilidade de o entrevistador ser influenciado; Possibilidade de o entrevistado ser influenciado; ™ Retenção de dados importantes; ™ Maior tempo. 20
  21. 21. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  Formulários (roteiros de entrevista) Os formulários consistem em um conjunto de questões que são perguntadas e anotadas por um entrevistador durante uma entrevista face a face (MARCONI & LAKATOS, 1996). Pode-se concluir que ele é, um questionário usado para realizar a entrevista pessoal. 21
  22. 22. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  Vantagens do Formulário - Utilizado em todos os segmentos da população; -™ Presença do pesquisador: explicações sobre o preenchimento e dúvidas; ™- Flexibilidade, para adaptar-se às necessidades de cada situação; ™ -Uniformidade do símbolos, pois é preenchido pelo próprio pesquisador.  Desvantagens do Formulário ™ -Menor liberdade nas respostas, devido à presença do entrevistador; ™- Riscos de distorções; -™ Menor prazo para responder às perguntas; ™ -Mais demorado, por ser aplicado a uma pessoa de cada vez; ™ -Pessoas portadoras de informações necessárias podem estar em localidades muito distantes, tornando a resposta difícil, demorada e dispendiosa. Apresentação do Formulário ™ -Observar o tipo, o tamanho e o formato do papel; -™ Observar a estética e o espaçamento; ™ -As formas de registro escolhidas para assinalar as respostas –traço, círculo, quadrado ou parêntese – devem permanecer os mesmos em todo o instrumento. 22
  23. 23. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  História de Vida "...obter sucessivo fatos sobre o sujeito (ou sujeitos) e sua experiências para a compreensão não apenas do ator social em si mesmo, mas também das unidades ou processos sociais que são mais amplos do que os indivíduos." (CAMARGO et al, 1983, p13) [grifo nosso] 23
  24. 24. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  Questionários Construir um questionário consiste em traduzir os objetivos (geral e objetivo) em questões especificas As respostas as essas questões é que irão proporcionar os dados requeridos para esclarecer o problema de pesquisa. 24
  25. 25. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  Questionários As vantagens do uso de questionários em relação às entrevistas são (MARCONI & LAKATOS, 1996; MATTAR, 1996): utilização de menos pessoas para ser execução e proporciona economia de custo, tempo, viagens, com obtenção de uma amostra maior e não sofre influência do entrevistador. Dentre as desvantagens pode ser citadas (MARCONI & LAKATOS, 1996; MATTAR, 1996): baixo índice de devolução, grande quantidade de perguntas em branco; dificuldade de conferir a confiabilidade das respostas; demora na devolução do questionário e a impossibilidade do respondente tirar dúvidas sobre as questões o que pode levar a respostas equivocadas. 25
  26. 26. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  Grupo Focal Conforme Rodrigues (1988), Grupo Focal (GF) é “uma forma rápida, fácil e prática de pôr-se em contato com a população que se deseja investigar”; Gomes e Barbosa (1999) acrescentam que “o grupo focal é um grupo de discussão informal e de tamanho reduzido, com o propósito de obter informações de caráter qualitativo em profundidade”; por sua vez, Krueger (1996) descreve-o como “pessoas reunidas em uma série de grupos que possuem determinadas características e que produzem dados qualitativos sobre uma discussão focalizada 26
  27. 27. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  OBSERVAÇÃO [...] as seguintes vantagens costumam ser atribuídas à observação participante: a)independe do nível de conhecimento ou da capacidade verbal dos sujeitos;b) permite “checar”, na pratica, a sinceridade de certas respostas que às vezes, soa dadas só para “causar boa impressão” ; c) permite identificar comportamentos não intencionais ou inconscientes e explorar tópicos que os informantes não se sentem á vontade para discutir; e d)permite o registro do comportamento em seu contexto temporal-espacial .(ALVES-MAZZOTTI,1999, p.164) 27
  28. 28. UNEB- DEDC I Colegiado de Ciências Sociais Metodologia e Técnicas de Pesquisa Profa. Dra. Cleide Magáli  REFERENCIAS ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith & GEWANDSZNAJDER, Fernando. O Método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. São Paulo: Pioneira Thompson Learning Ltda, 1999 BARBOSA, Elyana. O conhecimento cientifico e suas questões In SARMENTO, Walney M. Problemas de Metodologia nas Ciências Sociais. Salvador: Centro Editorial e Didático da UFBA, 1989 BECKER, Howard S. Métodos de Pesquisa em C. Sociais. São Paulo: Hucitec, 1993 (cap.1). Disponível em file:///D:/DOC/downloads/BECKER,%20Howard%20S.%20M%C3%A9todos%20de%20pesquisa%20em%20Ci%C3%AAncias%20Sociais%20(1).pdf. Acesso jul. 2016 BOURDIEU. P. Razoes Praticas. Sobre a teoria da ação, Campinas: Papirus Editora,1996. BOYD, H. W. J.; WETFALL, R. Pesquisa mercadológica: texto e caso. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1964. BRIOSCHI, L. R. e TRIGO, M. H. Família: representação e cotidiano. Reflexão sobre o trabalho de campo. São Paulo: CERU/CODAC/USP, 1989 (Textos Nova Serie 1) BRUYNE, Paul de. Os modos de investigação In Dinâmica da pesquisa em ciências sociais: os polos da prática metodológica. RJ: Francisco Alves, 1991 CAMARGO, A. et al. História de vida na América Latina. In: Boletim Informal e Bibliográfico de Ciências Sociais, RJ, BIB, n.16, p.5-24, 1983. GOMES ES e BARBOSA EF 1999. A Técnica de Grupos Focais para Obtenção de Dados Qualitativos. Instituto de Pesquisa e Inovações Educacionais - Educativa. 30 de Agosto de 2000. <http://www.educativa.org.br> GOODE, W. e HATT, P. Métodos em pesquisa social. São Paulo: Ed. Nacional,1972 KRUEGER, R.A, Focus Groups: A Practical Guide for Applied Research. London: Sage Publications, 1996. LANG, Alice Beatriz da S. G. Documentos e depoimentos na pesquisa histórico-sociológica In LANG, Alice Beatriz da S. G. (org) Reflexões sobre a pesquisa sociológica. São Paulo. Centro de estudos rurais e urbanos (CERU) Coleção textos n 3, 1992. MARCONI, M. D. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração, análise e interpretação de dados. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1996. MATTAR, F. N. Pesquisa de marketing: edição compacta. São Paulo: Atlas, 1996. MINAYO, Mª Cecília de Souza (org.). Pesquisa Social: Teoria, Método e Criatividade. Petrópolis: Vozes, 1998.Disponível em https://cld.pt/dl/download/9ce6538a-bcad-4766-b430-25bfa307cbf4/Livro%20Minayo.pdf Acesso jul. 2016 RODRIGUES AR. Pontuações Sobre a Investigação Mediante Grupos Focais. Seminário COPEADI – Comissão Permanente de Avaliação e Desenvolvimento Institucional, 1988. RUIZ, João Álvaro. Metodologia cientifica: guia para eficiência nos estudos. São Paulo, Atlas,1996 SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007. SELLTIZ, Claire. Métodos de Pesquisa nas Relações Sociais. São Paulo: Ed. Universidade de SP, 1975. 28

×