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Tecnologias para
Produção de
mudas de café
Enivaldo M. Pereira (Pioi)
 Introdução, Campo de variedades e
coleta de sementes;
 Locação e características do viveiro,
preparo do substrato, ench...
Introdução: Importância
 Cultura perene (+ de 20 anos): muda é
responsável pelas futuras produções da lavoura
 A qualida...
Muda de café é igual
casamento: não pode
errar!
Importância da muda
Histórico
A) Semeadura direta de café e coco, em covas
abertas após a derrubada das matas
B) Catação de mudas originadas d...
Campo de produção de sementes
Obtenção de sementes certificadas S1
Fornecedores: Instituições governamentais
IAC, Proca...
❷Catuaí Vermelho IAC144 19°04’56.89”S 46°15’34.60”O 976 m
❸Catuai Vermelho IAC 99 19º04’56.89’’S 46º15’36.86’’ O 971 m
❹Mu...
Coleta de sementes
Colheita manual
No terço médio da planta
Na porção mediana dos ramos
plagiotrópicos
Sementes de caf...
Plantas doentesPlantas sadias
Atacadas por: broca, ácaro da leprose,
cercóspora, bactérias, phoma
Nunca Coletar Sementes:
Verdes, chochas, passa ou se...
• Nunca em áreas onde foi plantio de café
• Acesso facilitado
• Topografia favorável
• Ensolarado
• Bom abastecimento de á...
Construção do viveiro
 Sustentação:
- Esteios de 2,5 m de comprimento e 16 cm
de diâmetro; 10 x 5 m
- Pode ser usado: euc...
Detalhe da proteção lateral
Dimensionamento do viveiro
 Dimensionamento: área útil
Área ocupada pela sacola
Muda de ano: 15 x 28 x 0,008 = 140 mudas/...
• No máximo 1,2 m de largura, para facilitar os
tratos culturais
• Comprimento máximo de 30 m
• 60 cm entre canteiros para...
Cobertura do viveiro
Folha de babaçu; bambu
Mais usada: sombrite 30% sombra
Cobertura alta: 2,0 m
Cobertura baixa: 1,0...
Preparo de substrato
• Substrato padrão (para produção de 1 m³)
–700 L terra virgem
–300 L de esterco de curral
–5,0 kg su...
Preparo de substrato (1990)
Preparo de substrato (2014)
RECIPIENTES
• Saquinhos plásticos de polietileno
– 9 a 12 cm de largura e 18 a 22 cm de
comprimento para mudas de 6 meses
...
Semeadura
• Tratamento de sementes com fungicida
Monceren para o controle de rhizoctoniose
– Usa-se de 2 g/kg de sementes ...
Semeadura
Semeadura
antes durante depois
Pós-plantio
Fazer cobertura com a própria terra do substrato
(pode usar areia lavada)
Passar o rodo para retirar o exces...
Cobertura das sementes com substrato
Cobertura das sementes pós-plantio
A mais recomendada é capim, sendo o
meloso e a braquiária os melhores. Pode-se
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Cobertura
com capim
Cobertura com
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(pré-germinador)
Germinação e Crescimento
0 60 90 120 dias
0 a 60 dias
Palito
Joelho
Orelha de onça
2° par de folha
1° par de folha
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Manejo do viveiro
1. Irrigação
2. Controle de pragas
3. Controle de doenças
4. Nutrição mineral
5. Controle de plantas dan...
1. Irrigação
O sucesso do viveiro está na irrigação: não
pode ter estresse por deficiência nem por
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Microaspersão
superior
Microaspersão
No chão
2. Controle de pragas
Nematóides: no caso específico de
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2. Controle de pragas
Bicho-mineiro, lagarta-rosca, ácaros e
cochonilhas, grilos:
Controle:
Actara 1,5 g/100 mudas ou Dur...
Aplicação de Actara via rega
3. Controle de doenças
Principais doenças: tombamento, manha-
aureolada, cercosporiose, Ascochyta, Phoma,
ferrugem
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3. Controle de doenças
4. Cantus 35 g/100 L ou Comet 75 mL/100 L,
aplicações mensais (Phoma)
5. Futriafol 1,5 g/100 mudas,...
Mancha aureolada
Ascochyta
Rizoctonia solani (tombamento)
Mancha
aureolada
(Pseudomonas
garcae)
Difícil controle
4. Nutrição foliar
•A partir do 1° par de folhas definitivo junta-se
às pulverizações para controle de pragas e
doenças Gr...
Pulverizações foliares
Cobertura foliar
5. Controle de plantas daninhas
Capinas manuais, sempre
que necessário
Plantas de difícil controle:
tiririca, grama-seda...
6. Desbastes
Após a semeadura de 2 sementes por
sacolinha, germinará de 70-90%
6. Desbastes
No 1° par de folha definitivo, desbasta-se uma
delas: a mais fraca, doente, defeituosas, as da
lateral do re...
7. Aclimatação
Inicia-se a partir do 3° par de folha definitivo
Consiste na eliminação gradual da cobertura,
acostumando...
7. Aclimatação
Cuidados:
1. Chuvas de granizo
2. Chuvas pesadas
3. Escaldadura
4. Animais
5. Herbicidas (deriva)
8. Transporte e comercialização
 Em caixas com 40 mudas; 3-4 pares de folhas
 Selecionar plantas sadias
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Transporte de
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Objetivo: formação de lavouras em áreas
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Apoatã IAC 2258 Arranquio das mudas
Plantas selecionadas
Fita para enxertia
Aparelho para abertura da
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Antes Depois
Muda enxertada
2013 2014
Vantagens
–Maior rendimento no plantio
–Menor problemas com pião-torto
–Melhor condições de trabalho
–Preserva sistema rad...
–Alto investimento inicial
–Maior área útil de viveiro
–Maior demanda de irrigação
–Maior risco de pegamento no campo
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• Substratos comerciais:
-Vermiculita
-Casca de pinus
-Fibra de coco
Existe no mercado o substrato pronto,
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Mudas em Tubetes e TNT
Melhor substrato: misturar em betoneira
 1 fardo fibra de coco (35 kg)
 20 L de água
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1 2 3 4
1. TNT
2. Tubete
3. Enxertado
4. Sacola
Futuro do
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A importância do treinamento:
Visita técnica: UFV-Campus Rio Paranaíba
pioi.pereira@hotmail.com.br
(34) 9169-1625 (tim)
(34) 8856-4449  oi
Muito obrigado!
Tecnologias para Produção de Mudas de Café - Emivaldo Pioi Fenicafé 2015 - pioi
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Tecnologias para Produção de Mudas de Café - Emivaldo Pioi Fenicafé 2015 - pioi

  1. 1. Tecnologias para Produção de mudas de café Enivaldo M. Pereira (Pioi)
  2. 2.  Introdução, Campo de variedades e coleta de sementes;  Locação e características do viveiro, preparo do substrato, enchimento dos saquinhos e Semeadura;  Manejo das mudas no viveiro;  Mudas enxertadas, tubetes e TNT. Tópicos a serem abordados
  3. 3. Introdução: Importância  Cultura perene (+ de 20 anos): muda é responsável pelas futuras produções da lavoura  A qualidade da muda garante que a planta expressará seu potencial genético  Melhoramento genético: a modernização da cafeicultura requer a produção de mudas de diferentes variedades  Uso de lavouras mais adensadas: maior necessidade de mudas  Legislação: comercialização de mudas de qualidade e com boa sanidade
  4. 4. Muda de café é igual casamento: não pode errar! Importância da muda
  5. 5. Histórico A) Semeadura direta de café e coco, em covas abertas após a derrubada das matas B) Catação de mudas originadas de sementes naturalmente nas lavouras C) Mudas de toco D) Mudas de balainho ou jacazinho E) Mudas em “torrão paulista” e laminados de pinho F) Mudas em sacolas plásticas G) Mudas em tubetes e TNT H) Clonagem: estaquia e propagação in vitro
  6. 6. Campo de produção de sementes Obtenção de sementes certificadas S1 Fornecedores: Instituições governamentais IAC, Procafé, Epamig, IAPAR, Embrapa Registro no Ministério da Agricultura Registro nos órgãos estaduais Variedades registradas Comercialização de sementes S2
  7. 7. ❷Catuaí Vermelho IAC144 19°04’56.89”S 46°15’34.60”O 976 m ❸Catuai Vermelho IAC 99 19º04’56.89’’S 46º15’36.86’’ O 971 m ❹Mundo Novo 19º04’59.78’’S 46º15’40.43’’O 963 m ❺Catuai Amarelo IAC 62 19º05’01.91’’S 46º15’39.02’’O 967 m ❻Topazio MG 1190 19º05’02.25’’S 46º15’37.31’’O 971 m ❼Catucai Amarelo 2 SL 19º05’02.65’’S 46º15’35.60’’O 976 m ❽Acawa 19º05’00.82’’S 46º15’32.15’’O 986 m
  8. 8. Coleta de sementes Colheita manual No terço médio da planta Na porção mediana dos ramos plagiotrópicos Sementes de café cereja originadas de plantas sadias
  9. 9. Plantas doentesPlantas sadias
  10. 10. Atacadas por: broca, ácaro da leprose, cercóspora, bactérias, phoma Nunca Coletar Sementes: Verdes, chochas, passa ou secas, café do chão De plantas com características diferentes da variedade
  11. 11. • Nunca em áreas onde foi plantio de café • Acesso facilitado • Topografia favorável • Ensolarado • Bom abastecimento de água • Sem risco de geadas • Isento de plantas daninhas de difícil controle: tiririca, grama-seda • Pequeno declive Localização do viveiro
  12. 12. Construção do viveiro  Sustentação: - Esteios de 2,5 m de comprimento e 16 cm de diâmetro; 10 x 5 m - Pode ser usado: eucalipto, bambu-gigante, cano com cimento  Apoio e cobertura: - Arame liso G-500 - Sombrite 30% (de sombra)  Proteção lateral: - Sombrite, pano de colheita de café, lona, saco de juta
  13. 13. Detalhe da proteção lateral
  14. 14. Dimensionamento do viveiro  Dimensionamento: área útil Área ocupada pela sacola Muda de ano: 15 x 28 x 0,008 = 140 mudas/m2 Muda de 6 meses: 10 x 20 x 0,006 = 263/m2  Dimensionamento: área do viveiro 2 x a área útil  Exemplo: 95.000 mudas de 6 meses  Área útil: 12 x 30 m = 360 m2  Área total: 32 x 18 m = 576 m2  Obs.: 1,2 m x 30 m = 9.500 mudas
  15. 15. • No máximo 1,2 m de largura, para facilitar os tratos culturais • Comprimento máximo de 30 m • 60 cm entre canteiros para circulação • Canteiros no sentido da declividade para favorecer o escoamento e drenagem de água Distribuição dos canteiros
  16. 16. Cobertura do viveiro Folha de babaçu; bambu Mais usada: sombrite 30% sombra Cobertura alta: 2,0 m Cobertura baixa: 1,0 m
  17. 17. Preparo de substrato • Substrato padrão (para produção de 1 m³) –700 L terra virgem –300 L de esterco de curral –5,0 kg superfosfato simples (pó) –1,0 kg de KCl (pó) –1,0 kg Yoorin Master –0,5 kg calcário dolomítico • 1 m3 1650 sacolas 10 x 20 cm
  18. 18. Preparo de substrato (1990)
  19. 19. Preparo de substrato (2014)
  20. 20. RECIPIENTES • Saquinhos plásticos de polietileno – 9 a 12 cm de largura e 18 a 22 cm de comprimento para mudas de 6 meses – 12 a 14 cm de largura e 25 a 28 cm de comprimento para mudas de ano – Deve ter de 30 a 36 furos
  21. 21. Semeadura • Tratamento de sementes com fungicida Monceren para o controle de rhizoctoniose – Usa-se de 2 g/kg de sementes úmidas • Semeadura direta (mais utilizada) – Coloca-se 2 sementes por recipiente – No máximo a 1,0 cm de profundidade – 1,0 kg de sementes para 2.000 sacolinhas • Irrigação antes da semeadura • Época: de abril a agosto
  22. 22. Semeadura
  23. 23. Semeadura antes durante depois
  24. 24. Pós-plantio Fazer cobertura com a própria terra do substrato (pode usar areia lavada) Passar o rodo para retirar o excesso de substrato sobre as sacolinhas Irrigar Usar herbicida em pré-emergência no máximo 3 dias após semeadura, na dose de 100 mL/20 L (Goal ou Galigan) Aplicar herbicida nos vãos de circulação (300 mL/20 L) Nunca usar herbicida em sementes pré- germinadas
  25. 25. Cobertura das sementes com substrato
  26. 26. Cobertura das sementes pós-plantio A mais recomendada é capim, sendo o meloso e a braquiária os melhores. Pode-se colocar também sacaria de juta Para acelerar a germinação usa-se lona preta, com dois manejos: 1) Colocar a lona todo dia e tirar para irrigar 2) Irrigar muito, colocar e cobrir a lona com terra lateralmente, e deixar por 25 dias
  27. 27. Cobertura com capim
  28. 28. Cobertura com lona (pré-germinador)
  29. 29. Germinação e Crescimento 0 60 90 120 dias 0 a 60 dias
  30. 30. Palito Joelho Orelha de onça 2° par de folha 1° par de folha 3° par de folha
  31. 31. Manejo do viveiro 1. Irrigação 2. Controle de pragas 3. Controle de doenças 4. Nutrição mineral 5. Controle de plantas daninhas 6. Desbastes 7. Aclimatação 8. Comercialização
  32. 32. 1. Irrigação O sucesso do viveiro está na irrigação: não pode ter estresse por deficiência nem por excesso A deficiência de água provoca a morte das sementes e das mudas O excesso de água provoca doenças e musgos e crescimento lento O manejo da irrigação deve ser diariamente, de acordo com a necessidade
  33. 33. 20141990
  34. 34. Microaspersão superior Microaspersão No chão
  35. 35. 2. Controle de pragas Nematóides: no caso específico de nematóides, que são vermes pequenos, a ocorrência em viveiros provoca a perda total das mudas, não podendo ser comercializadas ou plantadas Controle: usar terras virgens e controlar o acesso tanto de máquinas durante o preparo do substrato, como de pessoas Principais pragas: Nematóides, bicho-mineiro, largarta-rosca, grilos, formigas, lesmas, ácaros, cupins, cochonilhas e minhocas
  36. 36. 2. Controle de pragas Bicho-mineiro, lagarta-rosca, ácaros e cochonilhas, grilos: Controle: Actara 1,5 g/100 mudas ou Durivo 0,75 mL/100 mudas, via rega, na fase palito Controle foliar com Altacor, na dose de 90 g/500 L d´água Controle de grilos, lagarta-rosca e minhoca com clorpyrifos na dose de 1 L/400 L, via rega, de preferência ao entardecer
  37. 37. Aplicação de Actara via rega
  38. 38. 3. Controle de doenças Principais doenças: tombamento, manha- aureolada, cercosporiose, Ascochyta, Phoma, ferrugem Controle: Pulverização preventiva: 1. Monceren 0,1%: fase palito até orelha (tombamento – Rhizoctonia solani) 2. Dithane 0,3% + 0,3% de cobre. Aplicações mensais (cercosporiose e mancha aureolada) 3. Amistar 25 g/100 L, aplicações mensais (cercosporiose e Ascochyta)
  39. 39. 3. Controle de doenças 4. Cantus 35 g/100 L ou Comet 75 mL/100 L, aplicações mensais (Phoma) 5. Futriafol 1,5 g/100 mudas, via rega no 2° par de folhas (ferrugem) ou Premier Plus 0,6 mL/100 mudas 6. DioxiPlus e Kasumin (controle de bactéria) Obs.: Actara, Durivo, Futriafol, Premier Plus: usar 2,0 L de calda/m2 Exemplo: 36 m2 = 72 L água = 10.000 mudas
  40. 40. Mancha aureolada Ascochyta
  41. 41. Rizoctonia solani (tombamento)
  42. 42. Mancha aureolada (Pseudomonas garcae) Difícil controle
  43. 43. 4. Nutrição foliar •A partir do 1° par de folhas definitivo junta-se às pulverizações para controle de pragas e doenças Grex-Café, Dacafé, Platin, Viça-Café, BasCafé, Satis na dose de 50% da recomendação para café adulto. •Pode-se adicionar mensalmente aminoácidos e estimulantes •Obs.: em todas as aplicações foliares adicionar espalhantes siliconados
  44. 44. Pulverizações foliares
  45. 45. Cobertura foliar
  46. 46. 5. Controle de plantas daninhas Capinas manuais, sempre que necessário Plantas de difícil controle: tiririca, grama-seda, capim- pé-de-galinha, buva Obs.: herbicidas em viveiros: Verdict ou Select na dose de 1 mL/ L de água, para controle exclusivo de gramíneas
  47. 47. 6. Desbastes Após a semeadura de 2 sementes por sacolinha, germinará de 70-90%
  48. 48. 6. Desbastes No 1° par de folha definitivo, desbasta-se uma delas: a mais fraca, doente, defeituosas, as da lateral do recipiente e plantas com anormalidade
  49. 49. 7. Aclimatação Inicia-se a partir do 3° par de folha definitivo Consiste na eliminação gradual da cobertura, acostumando as mudas ao sol 1° dia: das 07:00 às 09:00 h 2° dia: das 07:00 às 10:00 h 3° dia: das 07:00 às 11:00 h 4° dia: das 07:00 às 12:00 h 5° dia: das 07:00 às 13:00 h 6° dia: das 07:00 às 14:00 h 7° dia: das 07:00 às 15:00 h 8° dia: das 07:00 às 16:00 h 9° dia: das 07:00 às 17:00 h
  50. 50. 7. Aclimatação Cuidados: 1. Chuvas de granizo 2. Chuvas pesadas 3. Escaldadura 4. Animais 5. Herbicidas (deriva)
  51. 51. 8. Transporte e comercialização  Em caixas com 40 mudas; 3-4 pares de folhas  Selecionar plantas sadias  Cobrir as caixas com sombrite (sol e vento)  Caminhão pequeno: 10.000 mudas  Caminhão trucado: 16.000 mudas  Carreta: 32.000 mudas  Nota fiscal  PTV (permissão de trânsito de vegetais)  CFO (certificado fitossanitário de origem) Documentos:
  52. 52. Transporte de mudas à granel 5.000 mudas
  53. 53. Transporte de mudas em caixas: 16.000 Transporte de mudão em caixas
  54. 54. Enxertia Objetivo: formação de lavouras em áreas infestadas com M. incognita e M. paranaensis Principal método: garfagem na fase de palito de fósforo até o 1° par de folha Usa-se como “cavalo” o Apoatã IAC 2258 e como cavaleiro a variedade comercial de interesse Após a enxertia as mudas devem ser mantidas em estufas, com ambiente quente e úmido, por 30 dias
  55. 55. Apoatã IAC 2258 Arranquio das mudas
  56. 56. Plantas selecionadas
  57. 57. Fita para enxertia
  58. 58. Aparelho para abertura da fenda no cavalo Apoatã
  59. 59. Antes Depois
  60. 60. Muda enxertada
  61. 61. 2013 2014
  62. 62. Vantagens –Maior rendimento no plantio –Menor problemas com pião-torto –Melhor condições de trabalho –Preserva sistema radicular –Preserva o meio ambiente –Redução do risco de nematóides –Redução infestação de plantas daninhas –Reutilização do recipiente (tubete) –Menor custo no transporte Mudas em Tubetes e TNT:
  63. 63. –Alto investimento inicial –Maior área útil de viveiro –Maior demanda de irrigação –Maior risco de pegamento no campo (requer irrigação ou plantio em época chuvosa) –Menor uso de mão-de-obra –Mão-de-obra especializada Mudas em Tubetes e TNT: desvantagens
  64. 64. • Substratos comerciais: -Vermiculita -Casca de pinus -Fibra de coco Existe no mercado o substrato pronto, mas o produtor pode fazer o seu próprio substrato Mudas em Tubetes
  65. 65. Mudas em Tubetes e TNT Melhor substrato: misturar em betoneira  1 fardo fibra de coco (35 kg)  20 L de água  1 kg basacote mini 6M (16+6+16)  1 L ribumim (adubo orgânico líquido)  200 g silicato de Ca e Mg obs.: Enche 1200 tubetes 180 mL
  66. 66. 1 2 3 4 1. TNT 2. Tubete 3. Enxertado 4. Sacola
  67. 67. Futuro do Tubete e TNT
  68. 68. Tubetes JKS 180 mL com furos laterais
  69. 69. Ensaio realizado na fazenda Santa Cecília, em Carmo do Paranaíba
  70. 70. Ensaio realizado no viveiro Bontempo, em Rio Paranaíba, em 2010 0 5 10 15 20 25 30 Test. 1 mL 2 mL 3 mL 4 mL 5 mL 6 mL Alturadeplanta(cm) 30 dias 60 dias 0 1 2 3 4 5 6 7 Test. 1 mL 2 mL 3 mL 4 mL 5 mL 6 mL Pesoderaízes(g) Dose de Impact (mL/100 mudas) 30 dias 60 dias
  71. 71. Ensaio realizado no viveiro Bontempo, em Rio Paranaíba, em 2011 0 5 10 15 20 25 Test. 1,5 mL Impact 0,6 mL Premier Plus 1,2 mL Premier Plus 1,8 mL Premier plus Alturadeplanta(cm) 30 dias 90 dias 0 1 2 3 4 5 6 7 Test. 1,5 mL Impact 0,6 mL Premier Plus 1,2 mL Premier Plus 1,8 mL Premier plus Pesoderaízes(g) Dose (mL/100 mudas) 30 dias 90 dias
  72. 72. A importância do treinamento: Visita técnica: UFV-Campus Rio Paranaíba
  73. 73. pioi.pereira@hotmail.com.br (34) 9169-1625 (tim) (34) 8856-4449  oi Muito obrigado!

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