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Psicologia: Diferentes Abordagens

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Conheça um pouco sobre as diferentes abordagens terapêuticas da Psicologia.

Existem diversas abordagens e linhas de estudo da psicologia, pois há diversos caminhos para compreender o ser humano. Cada abordagem segue um caminho de acordo com suas buscas, concepções, valores e objetivos.

Por Bruno Carrasco, psicoterapeuta que atua em favor do encontro de novos meios para lidar com as dificuldades que atravessamos, valorizando a liberdade de ser e de escolher a nossa própria vida.

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ex-isto | existencialismo e psicologia
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2017

Veröffentlicht in: Bildung

Psicologia: Diferentes Abordagens

  1. 1. PSICOLOGIA: Diferentes Abordagens Conheça as diferentes abordagens da Psicologia
  2. 2. O que é a Psicologia? Psicologia significa o estudo da alma, do interno, do que é subjetivo. Existem diversas abordagens e linhas de estudo da psicologia, pois há diversos caminhos para compreender o ser humano. Cada abordagem segue um caminho de acordo com suas buscas, concepções, valores e objetivos. Há três linhas de pensamento que embasam diversas abordagens e propostas terapêuticas: a comportamental, que estuda os comportamentos observáveis; a psicanálise, que avalia nossos desejos e traumas inconscientes; e as abordagens humanistas e existenciais, que valorizam a nossa autonomia.
  3. 3. Diferentes Abordagens Não existe apenas uma maneira de entender o ser humano, mas diversas abordagens e linhas de pensamento, cada uma com uma concepção específica de ser humano, com objetivos e buscas definidas. Todas elas tentam compreender o ser humano e para isso utilizam saberes de diversos autores compondo teorias que são utilizadas na prática da psicologia, tanto para o entendimento da psique, como também para lidar com as questões e sofrimentos que atravessamos. Esta é uma breve apresentação de algumas das principais abordagens de psicologi.
  4. 4. Psicanálise
  5. 5. Psicanálise A Psicanálise é uma das teorias mais conhecidas da psicologia, criada pelo médico neurologista alemão Sigmund Freud (1856-1939), tem como foco analisar as questões inconscientes da pessoa atendida. O inconsciente é considerado tudo aquilo que sentimos, pensamos e desejamos que não temos muita consciência. Seria um local onde não temos acesso, que guarda nossos traumas passados e nossos desejos reprimidos. A terapia psicanalítica acontece por meio do diálogo, é muito útil para quem busca entender melhor seus traumas antigos e conhecer melhor seu funcionamento inconsciente.
  6. 6. Psicanálise Foco: Inconsciente, traumas, conteúdos reprimidos, desejos proibidos. Questões: ● Como o inconsciente influencia em nossos sentimentos e ações? ● De que modo o inconsciente funciona? ● Como podemos entender nosso conteúdo inconsciente? ● Como lidar com traumas antigos que nos bloqueiam inconscientemente? ● Como é o desenvolvimento da sexualidade?
  7. 7. Sigmund Freud Sigmund Freud (1856-1939) foi médico neurologista e criador da psicanálise. Freud nasceu em uma família judaica, em Freiberg in Mähren, na época pertencente ao Império Austríaco, atualmente a localidade é pertence à República Tcheca.
  8. 8. Inconsciente Consciente: é a parte de nosso funcionamento mental, do que temos consciência do que pensamos, do que sentimos, do que falamos e do que fazemos, sendo constituído pelas ideias que estamos cientes no momento. Pré-Consciente: é constituído por conteúdos inconscientes que podem se tornar conscientes quando direcionamos a atenção para elas, podendo ser percebidas nos sonhos ou nos atos falhos. Inconsciente: corresponde a tudo o que não temos consciência, onde estão guardados os desejos reprimidos, os conteúdos censurados e os traumas, que influenciam nossos comportamentos e ações, sem que a gente perceba.
  9. 9. Representação visual Consciente: parte consciente, percepções, pensamento, raciocínio. Pré-Consciente: memórias, lembranças. Inconsciente: sonhos, desejos reprimidos, traumas, medos, recalques.
  10. 10. Desenvolvimento Psicossexual Segundo Freud, a formação da personalidade está relacionada com o desenvolvimento do instinto sexual, que se inicia no primeiro ano de vida. Para ele, as diferenças individuais são marcadas pelo desenvolvimento dos estágios psicossexuais de cada um. Se as questões de cada fase não forem resolvidas adequadamente, ou seja, se não forem experimentados com a satisfação adequada, a pessoa pode se tornar fixada por certa fase e procurar durante o resto da vida obter o prazer de maneira neurótica.
  11. 11. Complexo de Édipo A criança ama o genitor do sexo oposto e sente ciúmes do genitor do mesmo sexo pois lhe impede o amor daquele e, para resolver o conflito e aliviar a ansiedade, a criança se identifica com o genitor do mesmo sexo através da incorporação dos valores sociais de papel masculino ou feminino. Quando o conflito edipiano não é resolvido, pode se causar neuroses futuras.
  12. 12. Psicoterapia Psicanalítica O psicanalista trabalha com a associação livre de ideias, escuta a pessoa e busca associar sua fala com seus conteúdos inconscientes, revelando aos poucos seu aparelho inconsciente, suas defesas, traumas e impulsos. Na abordagem psicanalítica, a psicoterapia pode ser realizada com o paciente deitado num divã, onde ele comenta livremente e sem restrições sobre suas aflições, desejos, traumas, fantasias, sonhos, etc. Mas também pode acontecer num sofá ou poltronas. A terapia promove a vivência do conteúdo inconsciente, de modo a resolver questões que estavam em aberto, traumas e desejos reprimidos.
  13. 13. Psicologia Analítica
  14. 14. Psicologia Analítica Carl Gustav Jung (1875-1961) foi um grande seguidor de Freud e da Psicanálise, porém com otempo passou a desenvolver sua própria abordagem em psicologia que chamou de Psicologia Analítica. Sua teoria possui bases na Psicanálise de Freud, porém há algumas diferenças significativas, o analista fica frente a frente com o paciente, buscando deixar este livre para descrever suas fantasias de modo a ir a fundo em suas questões internas. A terapia Junguiana explora o universo simbólico, com sonhos e arquétipos, buscando estabelecer um diálogo entre o consciente e inconsciente.
  15. 15. Comportamental
  16. 16. Psicologia Comportamental O comportamentalismo, ou behaviorismo, é a abordagem da psicologia mais científica, pois trata diretamente com os comportamentos observáveis, que podem ser medidos e classificados. Foi iniciado pelo estudo sobre o condicionamento animal, pelo fisiologista russo Ivan Pavlov (1849-1936), e desenvolvido pelos psicólogos estadounidenses John Watson (1878-1958) e Burrhus Skinner (1904-1990). A Terapia Comportamental tem como foco o alívio dos sintomas, sofrimentos e comportamentos desagradáveis e obtenção de resultados em curto prazo. Pode ser indicada para situações de sofrimento intenso, como também em fobias, pânico e compulsões agudas.
  17. 17. Psicologia Comportamental Foco: Comportamento Questões: ● Por que as pessoas se comportam de certa maneira? ● Como se dá o condicionamento e a aprendizagem? ● O que gera, o que mantém e o que diminui um comportamento? ● Como diminuir comportamentos que nos geram mal estar? Método: ● Observação, análise, classificação, reforço e avaliação.
  18. 18. “Daí-me uma dúzia de crianças sadias, bem formadas, e um mundo de acordo com minhas especificações em que criá-las e garanto que, tomando uma ao acaso, posso treiná-la para que se torne qualquer tipo de especialista que se escolha – médico, advogado, artista, comerciante-chefe e, sim, até mendigo e ladrão – independente de suas inclinações, tendências, talentos, habilidades, vocações e da raça de seus ancestrais.” (Watson)
  19. 19. “Todo ato que, numa dada situação, produz satisfação fica associado com essa situação, de maneira que, quando a situação se repete, o ato tem mais probabilidade de se repetir do que antes. Inversamente, todo ato que, numa dada situação, produz desconforto se torna dissociado dessa situação, de maneira que, quando a situação se repete, o ato tem menos probabilidade de se repetir do que antes.” (Thorndike)
  20. 20. Existencialismo
  21. 21. Existencialismo Foco: Existência Questões: ● O que é existir? ● Como existimos no mundo? ● Qual o sentido da vida? ● Quais valores sustentam nossa existência? ● O que fazemos de nossa vida e de nossas experiências? ● Como reagimos ao que experimentamos? ● Como ir em busca do que nos faz bem e do que nos faz sentir realizados?
  22. 22. Concepções e Valores ● Cada pessoa é um ser-no-mundo, isso significa que ela pertence a um mundo com valores e significados, não há como compreender ela fora deste mundo, pois sempre está em relação com este mundo; ● As pessoas são livres para fazer escolhas e responsáveis pelas consequências das escolhas que fizerem; ● O sentido de vida da pessoa muda com o tempo, o que é importante para ela num período não é o mesmo que em outro; ● As pessoas estão em constante movimento e transformação; ● Criamos a nossa própria vida por meio das escolhas que fazemos e das experiências que temos.
  23. 23. Existencialismo O existencialismo é um conjunto de reflexões filosóficas e literárias sobre a existência e a condição humana, em seu aspecto concreto e singular. Concreto, no sentido de se opor a teorias abstratas e idealizações, e singular por valorizar a pessoa em seu modo de ser particular. Seus principais valores são a liberdade de escolha, o reconhecimento das emoções e o respeito às diferenças. Somos livres para fazer escolhas e responsáveis pelas consequências das escolhas que fazemos. Estamos em permanente transformação, somos resultado das condições que estamos inseridos mas também escolhemos a vida que levamos.
  24. 24. Psicoterapia Existencial A psicoterapia existencial é uma abordagem terapêutica com foco na existência e em sua relação com as pessoas, os espaços e consigo mesma. Trata-se de um enfoque mais filosófico que científico, pois compreende que cada indivíduo é singular e livre para escolher como viver sua vida, não há uma receita de como devemos viver a vida. Os problemas, as crises e os paradoxos fazem parte da vida, e surgem do simples fato de viver. O objetivo desta terapia não é evitar os conflitos, mas auxiliar a pessoa a lidar com suas dificuldades de maneira mais saudável e autêntica, encontrando novas maneiras de lidar com seus sentimentos.
  25. 25. “O mais importante não é aquilo que fizeram de nós, mas o que fazemos com o que fizeram de nós.” (Jean-Paul Sartre)
  26. 26. “A vida só pode ser compreendida, olhando-se para trás; mas só pode ser vivida, olhando-se para frente.” (Kierkegaard)
  27. 27. Abordagem Centrada na Pessoa
  28. 28. Abordagem Centrada na Pessoa Foco: Emoções Questões: ● Como sentimos? ● Quais sentimentos são propriamente humanos? ● Como promover o desenvolvimento pessoal da cada pessoa? ● Como valorizar o indivíduo que se mostra tal como ele é? ● Como estabelecer um contato mais próximo com nossos sentimentos? ● Como compreender a pessoa do modo como ela se mostra?
  29. 29. Concepções e Valores ● Cada pessoa está sempre em busca de se desenvolver, fazendo escolhas e alterando os eventos futuros, em busca de sentido, valor e criatividade; ● O terapeuta se coloca com respeito e aceitação ao modo de ser e para com as escolhas de vida de cada pessoa; ● Valorização das emoções e do desenvolvimento pessoal; ● Aceitação incondicional da pessoa do modo como se apresenta, de seus sentimentos e valores sobre a vida; ● Possibilitar o desenvolvimento da pessoa de acordo com o que ela sente, partindo de seus valores e do que faz bem para ela.
  30. 30. Abordagem Centrada na Pessoa Essa abordagem busca aproximar a pessoa dela mesma, acreditando no potencial que cada um tem de se desenvolver, incentiva a tomada de consciência dos sentimentos e comunicação de maneira autêntica. Criada pelo psicólogo estadunidense Carl Rogers (1902-1987), acredita que toda pessoa está em constante desenvolvimento, para se aprimorar e superar seus obstáculos, numa tendência constante para sentir-se bem. O terapeuta respeita a pessoa tal como ela é, oferecendo condições para promover seu autoconhecimento e amadurecimento emocional, em seu ritmo, aceitando seus sentimentos em favor da autenticidade, valorizando o sujeito como para elaborar a si mesmo e ampliar sua capacidade de ser.
  31. 31. “A apreciação dos outros não me serve de guia. Apenas uma pessoa pode saber que eu procedo com honestidade, com aplicação, com franqueza e com rigor, ou se o que faço é falso, defensivo e fútil. E essa pessoa sou eu mesmo.” (Carl Rogers)
  32. 32. “As pessoas são tão belas quanto um pôr do sol quando as deixamos ser. De fato, talvez possamos apreciar um pôr do sol justamente pelo fato de não o podermos controlar. Quando aprecio um pôr do sol não me ponho a dizer: diminua um pouco o tom de laranja no canto direito, ponha um pouco mais de vermelho púrpura na base e use um pouco mais de rosa naquela nuvem. Não faço isso. Não tento controlar um pôr do sol. Olho com admiração a sua evolução.” (Carl Rogers)
  33. 33. Gestalt-Terapia
  34. 34. Gestalt-Terapia Foco: Percepção Questões: ● Como a nossa percepção influencia nossos sentimentos e ações? ● Como diminuir as resistências da pessoa para compreender ela mesma? ● Como nos aproximamos ou nos distanciamos do que sentimos? ● O que nos torna autênticos e o que nos torna inautênticos? ● Como percebemos o mundo a nossa volta?
  35. 35. ● A pessoa é um todo, maior do que a soma de suas partes; ● Em nossa percepção há coisas que são figura e outras que são fundo, as figuras tomam um caráter mais importante, enquanto o fundo não é tão percebido conscientemente; ● A percepção que a pessoa tem de si e do mundo que vive orienta seus movimentos, buscas e desejos; ● O modo que escolhemos encarar a vida implica na maneira como vivemos e experimentamos ela; ● Não existe uma verdade absoluta, igual para todos, a única verdade que alguém pode ter é a sua própria verdade pessoal. Concepções e Valores
  36. 36. Gestalt-Terapia A Gestalt-Terapia tem como foco compreender a percepção que cada pessoa tem da realidade e de si mesma, promovendo a conscientização de seus sentimentos e pensamentos, para que viva mais presente no aqui e no agora, desenvolvendo seu modo de ser autêntico. Acredita que nossa concepção de realidade é criada pela maneira como interpretamos as nossas experiências e não somente pelos fatos que acontecem. Tem como influência teórica o Existencialismo e a Fenomenologia.
  37. 37. Processo Terapêutico O processo terapêutico consiste em auxiliar a pessoa atendida a tomar consciência de seu modo de perceber o mundo, e de como suas percepções moldam sua realidade pessoal, a maneira como encara a vida e as relações. Além disso, incentiva que a pessoa busque e crie possibilidades que sejam satisfatórias para si, assumindo a responsabilidade por suas escolhas. Um dos princípios para se alcançar este estado é a tomada de consciência dos sentimentos presentes.
  38. 38. “Quanto mais a sociedade exige que o indivíduo corresponda aos seus conceitos e ideias, menos eficientemente ele consegue funcionar.” (Fritz Perls)
  39. 39. “Eu faço as minhas coisas e você faz as suas coisas. Não estou neste mundo para viver as suas expectativas. E nem você o está para viver de acordo com as minhas. Eu sou eu, você é você. Se por acaso nos encontrarmos, é lindo. Se não, não há o que fazer.” (Fritz Perls)
  40. 40. Quadro Comparativo
  41. 41. DIFERENÇAS ENTRE ABORDAGENS NA COMPORTAMENTAIS (Cognitiva, Comportamental) PSICANALÍTICAS (Freud, Jung, Lacan, Klein) EXISTENCIAIS (Existencial, Gestalt, ACP) FOCO Comportamentos e crenças Inconsciente e traumas Existência e sentimentos BUSCA Ajustar comportamentos Interpretar significados Compreender a existência ORIENTAÇÃO Objetiva e observável Associação livre de ideias Subjetiva e fenomenológica PROCEDIMENTO Adaptação e correção Escuta e reflexão Diálogo e autopercepção OBJETIVO DA TERAPIA Mudar comportamentos, crenças e pensamentos Lidar com traumas e perceber desejos Compreender emoções e ampliar possibilidades de ser EMBASAMENTO Positivismo e Pragmatismo Metafísica e Estruturalismo Fenomenológica e Existencial CONCEITOS Ajuste, crenças, transtornos, pensamentos, reforço Id, ego, superego, traumas, significados, desejos Liberdade, escolhas, angústia, conflitos, sentido da vida SER HUMANO (Concepção de) Condicionado, orientado por crenças sobre si e o mundo Age por seu inconsciente, pulsões e desejos Em processo e mudança constante, escolhe sua vida SAÚDE EMOCIONAL (Conceito de) Promover comportamentos e crenças adequadas Perceber e lidar com seus conteúdos inconscientes Se afinar consigo mesmo e fazer escolhas responsáveis Por Bruno Carrasco. www.brunopsicoterapeuta.tk
  42. 42. Considerações Finais
  43. 43. Abordagens: Qual a melhor? Diante de tantas abordagens e linhas teóricas, pode surgir a dúvida sobre qual a melhor… Na realidade não há como dizer que uma é melhor que outra, pois cada uma trabalha de uma maneira, parte de uma concepção de ser humano. Talvez seja interessante pensar qual será melhor para tal pessoa, ou para um certo momento da vida de uma pessoa. Além disso, não é somente a abordagem teórica que conduz a um bom desenvolvimento da pessoa, mas a disposição da própria pessoa para estar em terapia e o modo de atuar do terapeuta com relação à pessoa.
  44. 44. Como escolher um terapeuta? As pessoas não são iguais entre si, cada pessoa possui uma maneira de encarar a vida e buscar se desenvolver. Do mesmo modo, existem diferentes teorias para a compreensão do ser humano e de sua relação com seus sentimentos, pensamentos e ações. Cada teoria possui uma maneira peculiar de conceber as pessoas e de como trabalhar com suas necessidades. Para escolher um terapeuta, é importante conhecer sua e se identificar com a abordagem teórica e com a maneira de conduzir o processo terapêutico. É uma escolha muito pessoal, portanto é preciso que a pessoa se sinta bem com a maneira como cada um trabalha.
  45. 45. por Bruno Carrasco Psicoterapeuta que atua em favor do encontro de novos meios para lidar com as dificuldades que atravessamos, valorizando a liberdade de ser e de escolher a nossa própria vida. Em seu trabalho tem como foco ampliar a percepção da pessoa sobre ela mesma, sobre seus sentimentos, pensamentos e valores, proporcionando o autoconhecimento e a realização pessoal. www.brunopsicoterapeuta.tk
  46. 46. Bibliografia Aprender Psicologia, Maria Luiza Silveira Teles, Brasiliense, 1990, São Paulo. Psicologia Geral, Elaine Maria Braghiriolli, Vozes, 2002, Petrópolis. Psicologia: uma (nova) introdução, Figueiredo e Santi, Educ, 1997, São Paulo. Psicologias do Século XX, Edna Heidbreder, Parma, 1981, São Paulo. Psicologias - Uma Introdução ao Estudo de Psicologia, Bock, 2001, Saraiva.
  47. 47. Conhecendo a Psicologia
  48. 48. Conhecendo a Psicologia Este ebook apresenta a psicologia de maneira didática e de fácil compreensão. Conheça seus fundamentos, suas principais abordagens, como ela se desenvolveu e quais suas aplicações práticas. Clique aqui para mais informações
  49. 49. Ser e conviver
  50. 50. Ser e conviver Espaço online em favor do autoconhecimento e da realização pessoal. Oferece conteúdos, serviços, cursos e ebooks que valorizam a liberdade de ser e o desenvolvimento de nossas potencialidades. Acreditando no valor de cada pessoa em seu modo de ser autêntico e na sua liberdade para fazer suas próprias escolhas, estimulando sua autonomia e equilíbrio emocional. www.sereconviver.com
  51. 51. ex-isto existencialismo e psicologia www.ex-isto.site 2017

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