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uma perspectiva feminista
e do comum para a
II Seminário de Feminismo do IESP. UERJ. 2016
Bianca Santanabsantana@casperlib...
1. perspectiva feminista
“Feminismo é um movimento para por fim ao sexismo, à
exploração machista e à opressão.”
bell hook...
2. perspectiva do comum
Comum ou commons: recursos
possuídos e compartilhados
por uma comunidade.
bens digitais
direitos adquiridos
software livre
hortas urbanas
cozinhas comunitárias
(FEDERICI, 2014)
“ A primeira lição a aprender é o fato de que o bem comum é a
partilhados meios materiais e o mecanismo primordial pelo
qu...
“ Em outras palavras, precisamos superar o estado de negação
constante e de irresponsabilidade em relação às
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Conhecimento
é bem comum.
“Para mim, essa teoria [feminista] nasce do concreto,
de meus esforços para entender as experiências da vida
cotidiana, de...
“Não é fácil dar nome a essa dor,teorizar a partir
desse lugar. Sou grata às muitas mulheres e homens
que ousam criar teor...
“Quando os acadêmicos de classe trabalhadora ou de
origem trabalhadora partilham suas perspectivas,
subvertem a tendência ...
A academia, com todas as
suas limitações, é um
ambiente de possibilidades
para produzir e circular
conhecimentos.
Conhecimento Livre
“ o conhecimento que pode ser adquirido,
interpretado e aplicado livremente, ele
pode ser reformulado d...
empecilho para a circulação de conhecimento:
direitos
Alguns
reservados
Condições
atribuição
sem uso
comercial
Compartilhar
pela mesma
licença
não a obras
derivadas
unas nuevas tecnologías que estan siendo
crecientemente apropiadas por grupos de los
sectores subalternos posibilitandoles...
“O desafio posto é encontrar formas de democratizar o acesso e o
uso pleno da internet para o conjunto das mulheres, torna...
“(...)na primeira fase do desenvolvimento capitalista,
as mulheres (...) foram as defensoras mais aguerridas
das culturas ...
mas nós resistimos!
Resistência, para Weitz: “ações desafiantes às
ideologias que embasam a subordinação”.
Independentemente da eficácia das a...
Referências bibliográficas
BENKLER, Yochai. The Wealth of Networks: How Social Production Transforms Markets and Freedom. ...
Obrigada!
Bianca Santanabsantana@casperlibero.edu.br
Uma perspectiva feminista e do comum para a produção e circulação do conhecimento
Uma perspectiva feminista e do comum para a produção e circulação do conhecimento
Uma perspectiva feminista e do comum para a produção e circulação do conhecimento
Uma perspectiva feminista e do comum para a produção e circulação do conhecimento
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Uma perspectiva feminista e do comum para a produção e circulação do conhecimento

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Apresentação realizada no II Seminário de Feminismo no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (IESP-UERJ).

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Uma perspectiva feminista e do comum para a produção e circulação do conhecimento

  1. 1. uma perspectiva feminista e do comum para a II Seminário de Feminismo do IESP. UERJ. 2016 Bianca Santanabsantana@casperlibero.edu.br produção e circulação de conhecimento
  2. 2. 1. perspectiva feminista “Feminismo é um movimento para por fim ao sexismo, à exploração machista e à opressão.” bell hooks (2010) “Ponto de partida formado pela luta contra a discriminação sexual e pelas lutas sobre o trabalho reprodutivo, que é a pedra angular sobre a qual se constrói a sociedade, e a partir da qual deve ser analisada toda organização social.” Silvia Federici (2014)
  3. 3. 2. perspectiva do comum Comum ou commons: recursos possuídos e compartilhados por uma comunidade.
  4. 4. bens digitais direitos adquiridos software livre hortas urbanas cozinhas comunitárias (FEDERICI, 2014)
  5. 5. “ A primeira lição a aprender é o fato de que o bem comum é a partilhados meios materiais e o mecanismo primordial pelo qual se criam o interesse coletivo e os laços de apoio mútuo (...) a produção dos comuns requer antes de tudo uma profunda transformação do nosso modo de vida cotidiana, com o objetivo principal de rearticular aquilo que no capitalismo foi separado pela divisão social do trabalho. A brecha aberta entre produção, reprodução e consumo nos leva a ignorar em que condições são produzidas as mercadorias que comemos, vestimos ou com as quais trabalhamos (...)” (FEDERICI, 2014, p. 152)
  6. 6. “ Em outras palavras, precisamos superar o estado de negação constante e de irresponsabilidade em relação às consequências de nossas ações, resultado das estruturas destrutivas sobre as quais se organiza a divisão social do trabalho dentro do capitalismo. Sem isto, a produção da nossa vida se transforma, inevitavelmente, na produção de morte para outros” (FEDERICI, 2014, p. 154)
  7. 7. Conhecimento é bem comum.
  8. 8. “Para mim, essa teoria [feminista] nasce do concreto, de meus esforços para entender as experiências da vida cotidiana, de meus esforços para intervir criticamente na minha vida e na vida de outras pessoas. Isso, para mim, é o que torna possível a transformação feminista. Se o testemunho pessoal, a experiência pessoal, é um caminho tão fértil para a produção de uma teoria feminista libertadora, é porque geralmente te constitui a base da nossa teorização.” (HOOKS, 2013, p. 97)
  9. 9. “Não é fácil dar nome a essa dor,teorizar a partir desse lugar. Sou grata às muitas mulheres e homens que ousam criar teoria a partir do lugar da dor e da luta, que expõem corajosamente suas geridas para nós oferecer sua experiência como mostra e guia, como meio para mapear novas jornadas teóricas. O trabalho delas é libertador.” (HOOKS, 2013, p. 103)
  10. 10. “Quando os acadêmicos de classe trabalhadora ou de origem trabalhadora partilham suas perspectivas, subvertem a tendência de enforcar somente os pensamentos, as.atitudes e as experiências dos materialmente privilegiados. A pedagogia crítica e a pedagogia feminista são dois paradigmas de nino que realmente deram ênfase à questão de encontrar a própria voz.” (HOOKS, 2013, p. 246)
  11. 11. A academia, com todas as suas limitações, é um ambiente de possibilidades para produzir e circular conhecimentos.
  12. 12. Conhecimento Livre “ o conhecimento que pode ser adquirido, interpretado e aplicado livremente, ele pode ser reformulado de acordo com as nossas necessidades, e compartilhado com os outros em benefício da comunidade.”
  13. 13. empecilho para a circulação de conhecimento:
  14. 14. direitos Alguns reservados
  15. 15. Condições atribuição sem uso comercial Compartilhar pela mesma licença não a obras derivadas
  16. 16. unas nuevas tecnologías que estan siendo crecientemente apropiadas por grupos de los sectores subalternos posibilitandoles una verdera ´revancha sociocultural´, esto es la construcción de una contrahegemonia a lo largo y ancho del mundo del mundo. (Martín-Barbero, 2007) “ “
  17. 17. “O desafio posto é encontrar formas de democratizar o acesso e o uso pleno da internet para o conjunto das mulheres, tornando-as potencialmente capazes de se apropriar das novas tecnologias de informação e comunicação para seu empoderamento pessoal e sua ação política. É pensar como a visibilidade no ciberespaço pode ajudar a difundir a ideologia feminista de transformação social, como a internet pode facilitar e fortalecer a articulação das mulheres em rede, e como essas ferramentas podem ser usadas para a ação coletiva, a fim de ajudar a transformar a vida de todas mulheres.” (PROVAZI, 2013)
  18. 18. “(...)na primeira fase do desenvolvimento capitalista, as mulheres (...) foram as defensoras mais aguerridas das culturas comunais ameaçadas pela colonização europeia. No Peru, quando os conquistadores passaram a ter o controle dos povos, as mulheres escaparam para as montanhas, onde recriaram modos de vida coletivos que sobrevivem até hoje. Não é surpreendente que os ataques mais violentos contra as mulheres na história mundial tenham sido realizados nos séculos XVI e XVII: a perseguição das mulheres consideradas bruxas.” (FERERICI, 2014)
  19. 19. mas nós resistimos!
  20. 20. Resistência, para Weitz: “ações desafiantes às ideologias que embasam a subordinação”. Independentemente da eficácia das ações, a autora parte do princípio de que todo pequeno ato pode pavimentar caminhos para mudanças sociais. (WEITZ, 2003)
  21. 21. Referências bibliográficas BENKLER, Yochai. The Wealth of Networks: How Social Production Transforms Markets and Freedom. Yale University Press, 2006. Disponível em: http://www.benkler.org/Benkler_Wealth_Of_Networks.pdf FEDERICI, Silvia. O feminismo e as políticas do comum em uma era de acumulação primitiva. In: Moreno, Renata (org). Feminismo, economia e política: debates para a construção da igualdade e autonomia das mulheres. São Paulo, SOF, 2014. Disponível em: http://www.sof.org.br/wp-content/uploads/2015/08/Economia-e-poli%CC%81tica-web.pdf HOOKS, bell. Feminismis for Everybody: passionate politics. Cambridge, MA: South End Press, 2000. __________. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2013. MARTÍN-BARBERO, Jesus. Diversidad en convergencia. Brasília, Ministério da Cultura do Brasil. Seminário Internacional sobre diversidade Cultural, 2007. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/matrizes/article/viewFile/90445/93216 PROVAZI, Bruna. Provazi Barreiros. Estratégias de visibilidade no ciberespaço: análise das Blogueiras Feministas. Dissertação (Mestrado em Ciências Humanas e Sociais) - Universidade Federal do ABC, 2013. WEITZ, Rosie. Women and their hair: seeking power through resistance and accommodation. In: WEITZ, R. The politics of women’s bodies: sexuality,appearance, and behavior. New York, Oxfod University Press, 2003.
  22. 22. Obrigada! Bianca Santanabsantana@casperlibero.edu.br

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