Diese Präsentation wurde erfolgreich gemeldet.
Wir verwenden Ihre LinkedIn Profilangaben und Informationen zu Ihren Aktivitäten, um Anzeigen zu personalisieren und Ihnen relevantere Inhalte anzuzeigen. Sie können Ihre Anzeigeneinstellungen jederzeit ändern.
História A
Filosofia das Luzes

Daniela Paiva,
nº8
A Apologia da Razão e do
Progresso
O século XVIII é o século das Luzes ou do Iluminismo.
Este conceito evoca, antes de mai...
Iluminismo


O iluminismo constituía uma mentalidade, cujo aspecto
fundamental se traduzia numa fé extraordinária nas for...
O Direito Natural e o Valor do
Indivíduo
A corrente filosófica iluminista acreditava na existência de
um direito natural –...
O Direito Natural e o Valor do
Indivíduo
O pensamento iluminista defendia,
que estes direitos eram universais,
isto é, diz...
A Defesa do Contrato Social e
da Separação dos Poderes
Jean-Jacques Rosseau defende a
soberania do povo.
É o povo que, de ...
A Defesa do Contrato Social e
da Separação dos Poderes
Montesquieu, defende a
teoria da separação dos
poderes (legislativo...
Humanitarismo e Tolerância







Os iluministas insurgiram-se contra os atropelos à dignidade
moral, efectuada pelo ...
Humanitarismo e Tolerância
Voltaire advoga a
tolerância religiosa e a
liberdade de consciência:
o pensamento religioso
que...
Meios de Divulgação do
Iluminismo
•

Enciclopédia Ou Dicionário Racional das Ciências e das Artes e
dos Ofícios;

Salões a...
Nächste SlideShare
Wird geladen in …5
×

História A - Filosofia das Luzes

  • Als Erste(r) kommentieren

História A - Filosofia das Luzes

  1. 1. História A Filosofia das Luzes Daniela Paiva, nº8
  2. 2. A Apologia da Razão e do Progresso O século XVIII é o século das Luzes ou do Iluminismo. Este conceito evoca, antes de mais, a luz da Razão (inteligência, esclarecimento). A crença no valor da Razão como motor do progresso rapidamente extravasou o campo científico para se aplicar à reflexão sobre o funcionamento das sociedades em geral. Acreditava-se que a Razão seria a Luz que guiaria a Humanidade.
  3. 3. Iluminismo  O iluminismo constituía uma mentalidade, cujo aspecto fundamental se traduzia numa fé extraordinária nas forças da razão, que seria capaz de resolver definitivamente os problemas da vida, da ciência e do homem.  A ciência teve um papel de relevo no movimento filosófico do «Século das Luzes», assumindo-se como um agente poderoso de progresso social pelo facto de permitir uma melhoria considerável das condições de vida do homem.  Seria, necessário libertá-lo, iluminando-o, de forma a que pudesse ainda desfrutar das vantagens do progresso. A difusão do iluminismo criava uma fé imensa no progresso de toda a humanidade.
  4. 4. O Direito Natural e o Valor do Indivíduo A corrente filosófica iluminista acreditava na existência de um direito natural – um conjunto de direitos próprios da natureza humana (e, como tal, naturais), nomeadamente: • • • • • A igualdade entre todos os homens; A liberdade de todos os homens; O direito à posse de bens; O direito a um julgamento justo; O direito à liberdade de consciência
  5. 5. O Direito Natural e o Valor do Indivíduo O pensamento iluminista defendia, que estes direitos eram universais, isto é, diziam respeito a todos os seres humanos e, por isso, estavam acima das leis de cada Estado. Os Estados deveriam usar o poder politico como meio de assegurar os direitos naturais do Homem e de garantir a sua felicidade. Paralelamente, o Iluminismo pugnava pelo individualismo: cada indivíduo deveria ser valorizado, independentemente dos grupos em que se integrasse.
  6. 6. A Defesa do Contrato Social e da Separação dos Poderes Jean-Jacques Rosseau defende a soberania do povo. É o povo que, de livre vontade, transfere o poder para os governantes mediante um pacto (ou contrato social). Consegue, desta forma, respeitar a vontade da maioria sem perder a sua liberdade. Em troca, os governantes têm de actuar com justiça, sob pena de serem depostos.
  7. 7. A Defesa do Contrato Social e da Separação dos Poderes Montesquieu, defende a teoria da separação dos poderes (legislativo, executivo e judicial) como garantia de liberdade dos cidadãos. Esta teoria exerceu uma influência enorme nas revoluções liberais, que adotaram, como princípio básico, nas suas constituições políticas.
  8. 8. Humanitarismo e Tolerância      Os iluministas insurgiram-se contra os atropelos à dignidade moral, efectuada pelo direito penal – Sobre os Delitos e as Penas; Outra bandeira das luzes foi a tolerância religiosa: reforço da defesa da liberdade de consciência; Defesa da separação entre a igreja e o Estado; Crença no deísmo, isto é, crença num ser supremo, ordenador do Universo; Combate à intolerância, ao fanatismo e à superstição, características das trevas e não da luz irradiada pela Razão.
  9. 9. Humanitarismo e Tolerância Voltaire advoga a tolerância religiosa e a liberdade de consciência: o pensamento religioso que criou, o deísmo, rejeita as religiões instituídas, centrando-se na adoração a um Deus bom, justo e poderoso, criador do Universo.
  10. 10. Meios de Divulgação do Iluminismo • Enciclopédia Ou Dicionário Racional das Ciências e das Artes e dos Ofícios; Salões aristocráticos; • Clubes privados; • Cafés mais populares; • Academias; • Imprensa periódica. Os artigos da Enciclopédia permitiram um contacto fácil e rápido com os avanços da ciência e da técnica e com o mundo das ideias do Iluminismo. •

×