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Combate a alienação imposta

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Este trabalho foi apresentado à disciplina de Estado, Políticas Sociais e Educação, sob a orientação da Prof. Suely Ferreira. E tem como objetivo mostrar que a classe dos profissionais da educação estão se deixando levar pelos discursos neoliberais, e deixando para trás seu conhecimento adquirido, deixando de por em prática aquilo que aprenderam, deixando de criar seu espaço para transformar a realidade, retrocedendo intelectualmente, deixando que a mídia faça uma lavagem cerebral. Aborda também a educação como mercadoria, e o papel das estratégias e manobras que o Estado faz....

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Combate a alienação imposta

  1. 1. Universidade Federal de Goiás Curso de Verão Estado, Políticas Sociais e Educação <ul><li>O Professor e o Combate à Alienação Imposta </li></ul><ul><li>Ezequiel Theodoro da Silva </li></ul><ul><li>E </li></ul><ul><li>Formação de Professores </li></ul><ul><li>Ilma Passos </li></ul>
  2. 2. A Coisificação do Professor “ Quem não estiver contente , que mude de emprego!” “ Substituiremos todos os insatisfeitos!” “ Ensino não exige trabalho, não é trabalho.” “ Burguesia e proletariado são entidades imutáveis!” “ As oportunidades sociais não podem ser compartilhadas!” Beatriz Ensino é bico!
  3. 3. <ul><li>Papel Social do PROFESSOR Nada e Coisa Nenhuma </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Professor Entidade vazia de significados, que não gera benefícios sociais visíveis. </li></ul>Leis Conforme convém a BURGUESIA.
  5. 5. Situação dos Professores...
  6. 7. Como mudar essa situação???
  7. 8. Ideologia Influência da mídia a todo momento, de modo coercitivo , fincando nas mentes a maneira de “viver”, conforme convém aos dominantes.
  8. 9. <ul><li>Não existe mais espaço para um trabalho transformador e criativo... </li></ul><ul><li>Avalanche opressiva </li></ul><ul><li>Retrocesso Intelectual </li></ul>Lavagem cerebral <ul><li>E o produto das escolas nacionais é... </li></ul>
  9. 10. “ Foi enterrado ontem às 4 horas da tarde, em Osasco, o professor Alcir de Oliveira Porciúncula. Trabalhara na véspera, dando aulas de recuperação, até 10 da noite (...) Matou-o o trabalho , o estafante e inglório trabalho de lecionar . Pois o prof. Alcir era só isso : professor. Família grande – 6 filhos– tinha que tirar do magistério o sustento para ela” (Folha de São Paulo, 26/07/1978)
  10. 11. <ul><li>Frenético ritmo de vida do professor... </li></ul>A insatisfação se instala e impede o trabalho conscientizador (marionete nas mãos do poder) O salário mínimo não cobre as necessidades básicas de uma família
  11. 12. <ul><li>Imagem do Magistério </li></ul><ul><li>Na ótica burguesa, é um abismo de SACRIFÍCIO entre intransponíveis colinas de indiferença e do riso sarcástico. </li></ul>
  12. 13. <ul><li>Domestificação para servir empresas </li></ul><ul><li>Não há questionamento, a ideia é sempre SERVIR, no entanto a educação se torna MERCADORIA do sistema. </li></ul>
  13. 14. <ul><li>Estratégias e Manobras que visam a COISIFICAÇÃO </li></ul>
  14. 15. O Professor Coisificado...
  15. 16. Professores, não se deixem enganar por este sistema... Não permita que a alienação tome conta dos conhecimentos adquiridos durante sua formação... Não termine mal sua história , faça-a acontecer!!!
  16. 17. <ul><li>A classe dominante tratou de congelar o trabalho conscientizador do professor. </li></ul><ul><li>Isso ocorre através dos mecanismos de repressão da burguesia estatal. </li></ul><ul><li>E o resultado é a completa COISIFICAÇÃO DO PROFESSOR. </li></ul>A Descoisificação do Professor: Saídas Viáveis Katiane
  17. 18. <ul><li>Uma das principais consequências prejudiciais causadas pela “intervenção” da classe dominante (hegemônica), ao trabalho conscientizador do professor foi: a ausência da realidade social concreta nos encontros de sala de aula. </li></ul><ul><li>Os professores brasileiros ainda se encontram dispersos para organizarem lutas reivindicatórias, mesmo fazendo parte de uma categoria de oprimidos. </li></ul><ul><li>A superação dessa categoria oprimida somente ganhará solidificação quando “criarem e difundirem uma nova ética”. </li></ul>Mecanismos Repressivos X Magistério = Coisificação do Professor
  18. 19. <ul><li>O professor possui uma posição especial, por ser o responsável pela educação formal dos indivíduos (formador de opinião). Ele pode ser um “disseminador de uma nova concepção de mundo” </li></ul><ul><li>A greve é um mecanismo de união da classe dos professores(e de outras), no qual leva a adesão dos indivíduos que foram “usados pelo sistema”. </li></ul>
  19. 20. <ul><li>1. Recuperação da dignidade a partir das visões pejorativas que permeiam o magistério, exemplo: </li></ul><ul><li>“ O status do professor já era” </li></ul><ul><li>2. A restauração da autoridade moral do professor diante a sociedade começa com o processo de atualização do conhecimento; </li></ul>Exposição e Discussão de Algumas “Saídas Viáveis” para a Descoisificação dos Professores:
  20. 21. <ul><li>3. Busca a nova filosofia, política e economia da educação; </li></ul><ul><li>4. A atualização e aquisição de saberes não são colocados em hierarquia, mas com um dever de inclusão. Afinal, indivíduos que nada sabem e/ou decidem transformam-se em “inocentes úteis”; </li></ul><ul><li>5. Portanto, “quem não decide por falta de conhecimentos, não dirige os rumos de sua vida e não alcança a dignidade”. </li></ul>
  21. 22. <ul><li>Necessitamos de uma nova postura pedagógica. </li></ul><ul><li>A nova imagem do magistério e da educação deve partir das bases, tomando-se o cuidado de não reproduzir em sala as mesmas injustiças e banalidades encontradas na nossa sociedade. </li></ul>Busca de uma nova pedagogia Alinne
  22. 23. <ul><li>“ Os educadores precisam convencer-se de que não são puros ensinantes - isso não existe - puros especialistas em docência. Nós somos militantes políticos porque somos professores e professoras. Nossa tarefa não se esgota no ensino de matemática ,da geografia ,etc. Implicando a seriedade e a competência com que ensinemos esses conteúdos, nossa tarefa exige o nosso compromisso e engajamento em favor da superação das injustiças sociais. É necessário desmascarar a ideologia de um certo discurso neoliberal, chamando às vezes de modernizante que, falando do tempo histórico atual, tenta convencer-nos de que a vida é assim mesmo.” </li></ul><ul><li>( Freire Paulo, Professora SIM, tia Não -cartas para ousar ensinar p.79,80) </li></ul>
  23. 24. Engolir a seco ou contestar? <ul><li>Então o que fazer? </li></ul><ul><li>“ Aceitar tudo sem contestar?” </li></ul><ul><li>“ Reproduzir ou transformar?” </li></ul><ul><li>“ Educar ou domesticar?” </li></ul><ul><li>“ Formar cidadãos críticos e reflexivos ou alienados?” </li></ul>
  24. 25. <ul><li>Para que haja uma revolução no âmbito educacional exige e exigirá esforço participação e cooperação de todos os professores. Esforço significa não acomodação; participação significa atualização; cooperação significa partilha na disseminação e inseminação de uma nova intuição da vida. </li></ul>
  25. 26. Revendo a Especificidade da Função da Escola <ul><li>As escolas com novas finalidades que mascaram, bloqueiam ou impedem o cumprimento de sua finalidade específica primeira, ou seja, de ensinar. </li></ul><ul><li>A escola passa a assumir outras responsabilidades: </li></ul><ul><li>Alimentação (Restaurante); </li></ul><ul><li>Comércio paralelo; </li></ul><ul><li>Festas da comunidades; etc. </li></ul><ul><li>Assim o professor vai assumindo tarefas que não lhe cabe: secretário, ajudante, merendeiro, tesoureiro, organizador de quermesse, entre outros. </li></ul>
  26. 27. <ul><li>“ ...é necessário que o educador se converta, tomando consciência da própria prática. Só de boas intenções não se modifica o mundo. É preciso agir sobre o mundo. Torna-se, assim, desejável que a teoria e prática formem uma unidade na ação de transformação.”( LUCKESI) </li></ul>
  27. 28. A Metodologia de Ensino como uma das dimensões da Prática Pedagógica <ul><li>A metodologia está amarrada a três fatos históricos sociais: </li></ul><ul><li>1º - As lutas do povo para conquista da democracia </li></ul><ul><li>2º - Reflexões acerca da crise ou ameaça de falência do sistema educacional </li></ul><ul><li>3º - Questionamentos sobre a necessidade de conscientização e educação dos educadores </li></ul>Gislaine
  28. 29. <ul><li>Estes fatos e discussões mostram que o trabalho pedagógico não é neutro, é um ato Político relacionado a projetos sociais mais amplos. </li></ul><ul><li>Reconhecimento do professor como um trabalhador, deixando para trás a visão de que “ ensinar é um sacerdócio ”. </li></ul>- Ensinar é um sacerdócio !
  29. 30. Críticas às metodologias <ul><li>Tecnicismo: </li></ul><ul><li>Acreditava-se que os problemas relacionados à educação seriam solucionados se o educador trabalhasse com técnicas “eficazes e eficientes”. </li></ul><ul><li>Psicologismo: </li></ul><ul><li>Enfatizava somente os círculos motivacionais, dando uma exagerada atenção aos esquemas behavioristas </li></ul>
  30. 31. <ul><li>O mundo da escola se apresentava distante do mundo dos alunos, e os conteúdos pouco ou nada contribuíam para a formação do aluno. </li></ul><ul><li>O processo de formação dos professores também apresentava falhas no que diz respeito à relação entre teoria e prática, sendo que a teoria (os conteúdos) tinham que ser forçadamente encaixados nas metodologias (práticas). </li></ul><ul><li>Para Saviani, os educadores davam mais atenção aos métodos de ensino, deixando o conteúdo em segundo plano. </li></ul>
  31. 32. <ul><li>Questionamentos sobre os processos e sobre os conteúdos utilizados na transmissão do conhecimento pela escola. </li></ul><ul><li>O mundo da escola se apresentava distante do mundo dos alunos, e os conteúdos pouco ou nada contribuíam para a formação do aluno. </li></ul><ul><li>Críticas a vertente técnica: </li></ul>Miriã
  32. 33. <ul><li>O processo de formação dos professores também apresentava falhas no que diz respeito à relação entre teoria e prática, sendo que a teoria (os conteúdos) tinham que ser forçadamente encaixados nas metodologias (práticas). </li></ul><ul><li>Professores foram jogados no mercado de trabalho sendo levado a improvisar métodos de ensaio e erro em cobaias inocentes. </li></ul><ul><li>Para Saviani, o interesse dos educadores por métodos de ensino, fez com que o conteúdo ficasse em segundo plano. </li></ul>
  33. 34. <ul><li>Saviani e Namo apontavam a necessidade de se equilibrar a balança do trabalho pedagógico. </li></ul><ul><li>“ O ensino brasileiro estava se transformando em um processo cartorial, levando os nossos alunos a aprenderem nada ou coisa alguma durante a trajetória escolar (p.90)” </li></ul>
  34. 35. <ul><li>Conseqüência da recuperação do teor político do ato pedagógico: “Politicismo”. </li></ul><ul><li>O ato de ensinar foi tido como sinônimo de “fazer política”, transformando as aulas em uma verdadeira catequese ideológica e/ou por sessões de doutrinação partidária. </li></ul><ul><li>“ Tenho sempre afirmado que de nada adianta armar os nossos professores com boas filosofias de educação, com bons posicionamentos políticos e com bons conhecimentos em sua área de conteúdo, se eles não forem devidamente instrumentalizados para o enfrentamento crítico da cotidianidade das escolas, se eles não souberem transformar teoria em prática (p.91)”. </li></ul>
  35. 36. Fenômeno do Politicismo: <ul><li>O ato de ensinar foi tido como sinônimo de “fazer política”, transformando as aulas em uma verdadeira catequese ideológica e/ou por sessões de doutrinação partidária. </li></ul><ul><li>Todo educador tem uma opção política, e isso determina se suas práticas pedagógicas tendem a educar para adaptação ao meio ou educar para a transformação e libertação.  </li></ul><ul><li>A opção política do professor reflete na seleção de conteúdos que concordem com sua opção, assim como reflete também nas decisões metodológicas e formas de avaliar. </li></ul>
  36. 37. <ul><li>Ideologia essa que força os professores e alunos a fazerem tudo programado e com o mínimo de tempo, tornando a educação uma mercadoria, priorizando-se quantidade em detrimento à qualidade. </li></ul>Ideologia da pressa: Thayane
  37. 38. <ul><li>O trabalho pedagógico tem como componente básico a opção política. Isso exige do professor um posicionamento frente a: realidade social, função da escola. A partir deste posicionamento e/ou opção política existem duas questões a serem pensadas: </li></ul><ul><li>Por que ensinar? Para que ensinar? </li></ul>
  38. 39. <ul><li>Diante dessas contradições temos duas opções: </li></ul><ul><li>Educar para adaptação ao meio </li></ul><ul><li>Educar para a transformação e libertação </li></ul><ul><li>A opção política do professor/educador vai definir o tipo de trabalho pedagógico que ele fará: </li></ul><ul><li>Seleção de conteúdos (o que ensinar) </li></ul><ul><li>Metodologia (como ensinar) </li></ul>
  39. 40. <ul><li>Muitas vezes o educador fica apenas no discurso, caindo na incoerência entre a teoria e a prática, além de a incoerência entre o seu pensamento e a sua ação (prática concreta). </li></ul><ul><li>É necessário que os professores recuperem a sua imaginação criadora, e comece a pensar a didática não como uma fórmula mágica, mas como um campo dinâmico e flexível. </li></ul><ul><li>A ideologia da pressa está inserida em toda a sociedade, na educação mede-se a produtividade do aluno pela quantidade e não pela qualidade (quantidade de livros lidos, quantidades de linhas escritas na redação e etc.) </li></ul>
  40. 41. <ul><li>Esta ideologia faz com que os professores a todo custo cumpram o programa de ensino dos conteúdos, perdendo a relação de diálogo entre professor aluno. </li></ul><ul><li>O autor acredita que a resposta a estes dois questionamentos: </li></ul><ul><li>Podem levar o professor/educador a ter um posicionamento menos ingênuo frente a realidade socioeducacional. </li></ul>“ O que eu preciso saber para ensinar?” “ Por que e para que ensinar?”
  41. 42. Questionando a Formação do Professor <ul><li>Perda da identidade social que a transforma em: </li></ul><ul><li>Uma instância administrativa; </li></ul><ul><li>Burocratizada; </li></ul><ul><li>Operacional. </li></ul>Samanta
  42. 43. <ul><li>À transmissão rápida de conhecimentos; </li></ul><ul><li>Habilitação relâmpago por meio de treinamento, do adestramento, dosando e quantificando resumidamente o conhecimento até chegar à... </li></ul><ul><li>...informação técnico-instrumental de um quer fazer acrítico e alienado. </li></ul>A partir da década de 90 a formação do professor se resumiu:
  43. 44. <ul><li>No século XXI a preocupação aumenta, devido a grande gama de papéis possíveis a serem assumidos pelos docentes. </li></ul>Freire (1975) Papel do professor no âmbito da “educação bancária” como instrumento de reprodução social . Bernstein (1977) Os professores são tradutores do saber científico produzido por outros. Mero transmissor de conhecimentos acumulados pela humanidade
  44. 45. Tardif Professor como tecnólogo do ensino. Sua ação centra-se no “plano dos meios e estratégias de ensino. Procura o desempenho e a eficácia para atingir os objetivos escolares. Há ênfase na repetição, na mecanização e na descontextualização. Lyotard (2002) Posição mais radical. Prevê a substituição dos docentes pelos atraentes recursos tecnológicos.
  45. 46. Questionando a Formação do Professor <ul><li>O professor formado numa das quatro situações apresentadas é passível de extinção. </li></ul><ul><li>Isso reforça a extinção da profissão docente, além de colocar em xeque o seu papel social. </li></ul>
  46. 47. <ul><li>Pensando sobre as políticas de formação de professores da educação básica no contexto do nosso país... </li></ul><ul><li>Vamos esboçar duas perspectivas de análise de formação do professor: </li></ul>Perspectivas e análise da formação do professor
  47. 48. <ul><li>Projeto de sociedade globalizada e neoliberal...representa uma opção político-teórica; </li></ul><ul><li>Projeto político educacional maior, de abrangência internacional, com orientações do Banco Mundial; </li></ul><ul><li>Está vinculada, explicitamente, à educação e produtividade, numa visão puramente economista. </li></ul>1ª Perspectiva: Caráter técnico-profissional:
  48. 49. <ul><li>Construção e domínio sólidos dos saberes da docência, quais sejam: </li></ul><ul><li>Saberes disciplinares e curriculares, saber da formação pedagógica, saber da experiência profissional e dos saberes da cultura e do mundo vivido na prática social (de forma interdisciplinar e contextualizada). </li></ul>2ª Perspectiva: O professor como agente social
  49. 50. <ul><li>Unicidade entre teoria e prática; </li></ul><ul><li>A formação tem como fundamento básico o trabalho como princípio educativo e a pesquisa como meio de produção de conhecimentos e intervenção na prática social e especificamente na prática pedagógica. </li></ul><ul><li>“ Reconhecer o caráter profissional específico do professor e a existência de um espaço onde este possa ser exercido. </li></ul><ul><li>... Os professores podem ser verdadeiros agente sociais, capazes de planejar e gerir o ensino-aprendizagem, além de intervir nos complexos sistemas que constituem a estrutura social e profissional”. </li></ul>
  50. 51. <ul><li>A autonomia é entendida como processo coletivo e solidário de busca e construção permanentes... </li></ul><ul><li>E essa contínua busca é fortalecida pela análise e interpretação da própria prática pedagógica. </li></ul><ul><li>A explicitação da dimensão sociopolítica da educação e da escola... </li></ul><ul><li>...A formação visa oferecer aos futuros profissionais condições de autonomia e desenvolvimento de uma consciência crítica. </li></ul><ul><li>A formação profissional orientada por esses princípios tem por base a ideia de que a preparação para o magistério é uma tarefa complexa e inerentemente política... </li></ul>
  51. 52. <ul><li>Nesse sentido, uma política de valorização profissional deve articular formação, condições adequadas para o exercício da profissão salários dignos, justos e unificados e organização do magistério como categoria profissional. </li></ul>
  52. 54. Apresentação : <ul><li>Alinne, Beatriz, Gislaine, Kathianne, Miriã, Samanta e Thayane </li></ul>

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