2. Estou com um problema
não vejo solução.
Estou em um labirinto mental!
“O Coach facilita o encontro
com o seu GPS!”
“Com o GPS ativado,
encontrando o caminho de
“A” a “B”.
Saindo do labirinto mental,
mudando o estado
emocional, mudando o
modelo mental!
3. Pense em uma meta sua, um
sonho, uma aspiração…
O que você precisaria fazer?
4. Que competências seriam
necessárias para conseguir?
Quais as possíveis dificuldades ou
obstáculos?
Que competências seriam
necessárias para vencer
essas dificuldades?
5. “O Coach ajuda o Coachee a chegar de um ponto
A até um B, ajudando-o a descobrir e desenvolver
as competências necessárias.
“Qual o caminho mais rápido do ponto A ao ponto
B?
6. Por que quer isso?
Para que quer isso?
Qual é o seu Propósito?
8. É um processo de aprendizagem gerando transformações
pessoais.
É um convite à mudança, a pensar diferente, a observar
diferente, a atuar diferente.
É um processo provocador e desafiante, já que requer
questionar (e questionar-se) às estruturas rígidas de
nossa forma.
É uma metodologia, um processo que facilita encontrar
mais de você em você mesmo.
9. O coaching é um processo de orientação e assessoria que auxilia
as pessoas a alcançarem seus objetivos pessoais e
profissionais.
O coaching ontológico é um processo interativo e diferenciado
que vai auxiliar você a superar seus obstáculos, por meio do uso
eficaz e simultâneo da linguagem verbal, emocional e corporal,
aproveitando as suas potencialidades para atingir os seus
desejos, objetivos e metas.
O coaching ontológico é um processo de aprendizagem, que
propicia alcançar resultados mais satisfatórios em relação a
questões que consideramos problemáticas e que impedem ou
dificultam nosso fluir na vida.
Quando transformamos o tipo de observador que somos, este
processo transforma a nossa forma de estar no mundo, ao mudar
nossa forma de observar podemos também mudar a nossa forma
de atuar, de operar no mundo.
10. Coaching é um processo, com início, meio e fim, definido
em comum acordo entre o coach (facilitador) e o
coachee (cliente) de acordo com as metas desejadas.
Apoia o cliente na busca pela realização de suas
metas a curto, médio e longo prazo.
Isso se dá através da identificação e uso de
competências próprias da pessoa que até então
estavam adormecidas, além do reconhecimento e
superação de seus hábitos limitantes e de suas
fragilidades.
11. É um processo de
aprendizagem.
Aprendizagem – um
processo de
transformação pessoal.
Aprendizagem não é
adquirir informações, é
saber atuar com as
informações adquiridas.
Aprender é expandir
nossa capacidade de
ação efetiva. É poder
fazer hoje o que não se
podia ou não se sabia.
É incorporar novas
habilidades que tornem
possível chegar a
resultados ou objetivos
que estavam fora de
nossas possibilidades.
É um processo de
responsabilidade;
(“Respons...(H)abili
dade” Resposta,
como responder -
Habilidade para
responder a uma
situação!
De atitude pessoal
frente às
circunstâncias do
indivíduo na vida.
É um processo de
transformação pessoal;
Cada um de nós é um
observador diante da vida.
Temos um modo de enxergar
o mundo, de estar, de atuar,
de interpretar através de
nosso sistema de crenças;
O processo de coaching leva
a uma transformação do
observador, que o possibilita
a visualizar de outras
maneiras, obter resultados
diferentes, conhecimentos,
crescimento, expansão.
12. O coaching seria a lente de aumento da lupa
e inspira a pessoa a ir além do que acha que pode ir.
Ver com mais clareza o que realmente se quer e o
que valoriza, identificar limitações, potencializar
recursos, minimizar limitações.
13. Quanto mais temporais e tempestades o carvalho enfrenta,
mais forte ele fica e suas raízes naturalmente se aprofundam
cada vez mais na terra e seu caule se torna mais robusto.
14. • Coaching • O processo
• Coach • O profissional
• Coachee • O cliente
Corpo
LinguagemEmoção
DomíniosTermos Processo de
Coaching
• Desenvolver estratégias
para atingir metas e
objetivos.
• Colaborar com o cliente
para que este seja gestor
de sua própria vida.
Ontologia da
Linguagem
• Quando eu falo do outro, eu
falo de mim;
• Generalizações (tendência de
generalizar): a gente, o
mundo, são todos, nunca…
Coaching se
constrói por
intermédio de
perguntas.
• Não nos ensinaram a
fazer perguntas.
• O mundo a todo
momento está nos
cobrando respostas.
• Congruência nos
três domínios.
16. Interpretamos os seres humanos
como seres linguísticos;
• A linguagem (comunicação)
nos revela o tipo de seres que
somos;
Interpretamos que a comunicação
(linguagem) gera ações;
• Não só agimos de acordo
como somos, como também
somos de acordo como
agimos: A ação gera o ser;
Interpretamos que os seres
humanos criam-se a si mesmos na
linguagem e através dela…
17. A base filosófica do COACHING ONTOLÓGICO é a Ontologia da
Linguagem, que faz uma interpretação do fenômeno humano, partindo
do pressuposto que somos seres conversacionais. Nos constituímos a
partir das conversas que fazemos conosco e com os outros.
Essa é uma proposta pós-metafísica que vem sendo desenvolvida por
Rafael Echeverría Phd, com contribuições de Fernando Flores e
Michael Graves, articulando ideias de Wittgenstein, Austin, Searle,
Heidegger, Buber, Maturana e Nietzsche.
A Ontologia da Linguagem acredita na capacidade de transformação
do ser humano e em sua participação nesse processo. Podemos
construir a pessoa que desejamos ser, por meio do processo de
aprendizagem. Ao aprender geramos mudanças em nossa forma de
agir e pensar.
Ao nos transformarmos, podemos fazer a diferença na construção do
mundo.
18. O que é?
– Ao que se refere?
Como é?
– Como se refere?
Por que é?
– Por que deste e não de outro modo?
Para que é?
– Em que ajuda e em que implica?
19. O quê
– refere-se ao objeto.
Como
– refere-se ao sujeito que conhece o objeto.
Por quê
– refere-se a lógica que justifica tal
conhecimento.
Para quê
– refere-se as implicações decorrentes do
tal conhecimento.
20. O que eu sei?
– Objeto: ontologia
Como eu sei?
– Sujeito: epistemologia
Por que eu sei?
– Justificativa : lógica
Para que eu sei?
– Cuidado: ética
22. METAFÍSICA / ONTOLOGIA - Disciplina filosófica que reflete sobre a realidade, a
verdade e o sentido da existência. Estudo da essência do mundo.
Ontologia (do grego ontos "ente" e logos / logia "estudo") - é a parte da
filosofia que trata do ser enquanto ser.
EPISTEMOLOGIA (do grego (episteme), que quer dizer conhecimento ou ciência e
logia/logos = estudo, ou discurso, ou seja, estudo do conhecimento) - Disciplina
filosófica que reflete sobre o conhecimento científico. Tem como objetivo a descrição
e compreensão da atividade científica.
LÓGICA (derivada do grego (logos), quer dizer pensamento / estudo)- Disciplina
filosófica que estuda a argumentação válida. Tem como objetivo avaliar os
raciocínios de modo a permitir uma fundamentação coerente das ideias.
AXIOLOGIA (do grego (axios) "valor", (logia/logos) "estudo, tratado", é o estudo de
valores) - reflete sobre os valores. Tem como objetivo a análise e compreensão da
experiência valorativa.
ÉTICA (do grego = ethos; que quer dizer caráter, modo de ser ou comportamento) -
reflete sobre a dimensão ética ou política da ação humana. Tem como objetivo a
análise da experiência convivencial.
FILOSOFIA POLÍTICA - Disciplina filosófica que reflete sobre o direito e a política.
ESTÉTICA (Filosofia da arte) - Disciplina filosófica que reflete sobre a dimensão
estética da experiência humana. Tem como objetivo a compreensão da arte como
uma das dimensões da ação humana.
As coisas existem, os valores valem.
23. do grego μετα = depois de/além de/ entre/ através de.
Φυσις (physis) = natureza ou físico é um ramo da
filosofia que estuda a essência do mundo.
A saber, é o estudo do ser ou da realidade.
Pensar metafisicamente é pensar, sem arbitrariedade
nem dogmatismo, nos mais básicos problemas da
existência.
“Apenas um esforço extraordinariamente obstinado
para pensar com clareza." (William James).
24. Metafísica é uma das principais obras
de Aristóteles e o primeiro grande
trabalho sobre a própria metafísica.
Examina o que pode ser afirmado
sobre qualquer coisa que existe por
causa de sua existência e não por
causa de alguma qualidade especial
que se tenha.
Também aborda os diferentes tipos
de causas, forma e matéria, a
existência dos objetos matemáticos e
Deus.
O termo surge por volta de 50 a.C., quando Andrônico de Rodes
(século I a.C.), ao organizar a coleção da obra de Aristóteles, dá
o nome de ta metà ta physiká ao conjunto de textos que se
seguiam aos da física ("metà" quer dizer além).
25. Na metafísica, Aristóteles definiu as quatro causas,
explicada aqui em termos gerais:
1. Causa formal - É a forma ou essência das coisas.
2. Causa material - É a matéria de que é feita uma
coisa.
3. Causa eficiente - É a origem das coisas.
4. Causa final - É a razão de algo existir.
26. O ramo central da METAFÍSICA é a ONTOLOGIA,
que investiga em quais categorias as coisas
estão no mundo e quais as relações dessas
coisas entre si.
27. A METAFÍSICA também tenta esclarecer as noções
de como as pessoas entendem o mundo, incluindo
a existência e a natureza do relacionamento entre
objetos e suas propriedades, espaço, tempo,
causalidade, e possibilidade.
28. Digo, por exemplo, “Vejo esta casa vermelha,
próxima da azul”. A ontologia indaga: O que é
ver, qual a essência da visão? O que é uma casa
ou qual a essência da habitação? Que é
vermelho ou azul ou qual é a essência da cor?
Que é ver cores? O que é a cor?
Pergunto, por exemplo, “Que horas são?”. A
ontologia indaga: O que é o tempo? Qual a
essência da temporalidade?
Pedro fala: “A cidade já está perto”. A ontologia
indaga: O que é o espaço? Qual é a essência da
espacialidade? Que é perto e longe? Que é
distância?
Antônio diz a Paulo: “Aquelas duas árvores são
idênticas, mas a terceira é diferente”. A
ontologia indaga: O que é identidade? E a
diferença? O que é “duas” e “terceira”? Ou seja,
o que é o número?
29. Ana me diz: “Ouvi uma música belíssima, não
essa coisa feia que você está escutando”. A
ontologia indaga: O que é a beleza e a feiúra?
Existem o belo em si e o feio em si, ou beleza
e feiúra são avaliações e valores que
atribuímos às
coisas? O que é um valor?
Cecília conta a Joana: “Pedro realizou um ato
generoso, protegendo a criança, mas
Eugênia foi egoísta ao não ajudá-lo”. A
ontologia indaga: O que é a generosidade ou
o egoísmo? Existem em si e por si mesmos
ou são avaliações que fazemos das ações
humanas? O que é uma virtude? O que é um
vício? O que é um valor?
30. Como se observa, a ontologia investiga a essência ou sentido do
ente físico ou natural, do ente psíquico, lógico, matemático,
estético, ético, temporal, espacial, etc.
Investiga as diferenças e as relações entre eles, seu modo próprio
de existir, sua origem, sua finalidade. O que é o mundo? O que é o
eu ou a consciência? O que é o corpo? O que é o outro? O que é o
espaço-tempo? O que é a linguagem? O que é o trabalho? A
religião? A arte? A sociedade? A história? A morte? O
infinito?
Eis as questões da ontologia.
Recupera-se, assim, a velha questão filosófica: “O que é isto que
é?”, mas acrescida de nova questão: “Para quem é isto que é?”
31. Transforme os trechos abaixo em indagações ontológicas.
1) Marcelo viu que Camila não estava animada para assistir
àquele filme tão interessante.
2) Carlos separou as melhores roupas que tinha e doou
para o asilo que ficava perto de sua casa.
3) Daniela comprou um carro muito lindo pois o seu já
estava velho.
4) A 3ª série do Colégio Presbiteriano foi ao Museu e
verificou que as obras de arte expostas ali não eram tão
belas quanto às obras de arte expostas no MAM- SP.
5) Carolina foi à igreja pois era uma devota fiel.
32. Maiêutica - Método Socrático - consiste na multiplicação
de perguntas, induzindo o interlocutor na descoberta de
suas próprias verdades e na conceituação geral de um
objeto.
Consiste em mostrar, mediante o diálogo, que em um
debate racional sobre qualquer tema, os interlocutores
assumem uma posição de igualdade e, com muito esforço
e honestidade, procuram construir conjuntamente um
conhecimento preciso acerca do tema em discussão.
Quem pergunta: Quem responde:
Não afirma nada;
Não duela com o outro;
Busca a contradição;
Auxilia o outro a criar verdade
universais;
Deve ficar mais atento no que é
dito pelo outro;
Não induz as respostas.
Busca respostas mais universais;
É levado a refletir sobre aquilo
que diz;
Não duela com o outro;
Cria novas ideias;
Produz pensamentos autênticos;
Descarta o aparente e busca o
essencial.
33. É importante extrair do coachee o que ele está
pensando, em vez de dizer o que o coach acredita que
ele está pensando.
As perguntas devem fazer o cliente mudar pensamentos
ou levar a auto descobertas.
Questionamento Sistemático - Perguntas:
De memória: Quando isso aconteceu pela primeira vez?
De tradução: O que isto significa para você? Como você entende..
De interpretação: Esta situação se parece de alguma maneira com o
que aconteceu no seu trabalho?
De aplicação: Como você pensa que poderia resolver este problema?
De análise: Que evidências você tem? Qual você pensa ser a causa
de...?
De síntese: Então o que significa para você ser médico?
De evolução: O que você espera?
34. Perguntas:
Você já esteve em situação semelhante antes?
O que você fez?
Quais foram as conseqüências?
O que você sabe hoje que você não sabia antes?
Como você aconselharia um amigo lhe contasse uma situação
semelhante?
Perguntas para Registro:
1) Situação: Onde? Quando? Quem?
2) Pensamentos Automáticos:
O que nessa situação fez você se sentir assim?
O que isso diz a respeito de você?
O que isso significa sobre você? Sua vida?
Qual a pior coisa que poderia acontecer se isso fosse verdadeiro?
O que significa para você os outros perceberem isso sobre você?
O que significa para os outros?
Você teve imagens, recordações ligadas a essas emoções?
35. Para obter evidências de que algo não é 100% verdadeiro:
Você teve alguma experiência que mostrou que esse pensamento não
é 100% verdadeiro?
Se seu melhor amigo chegasse a essa conclusão o que você diria a
ele?
Se um amigo seu soubesse que você está pensando isso o que ele diria
para você/como ele te convenceria disso?
Quando você não está se sentindo assim, você pensa nesse tipo de
situação de forma diferente? Como?
Pense numa época que você estava alegre e vivenciou situação
semelhante como se sentiu?
Quando você se sentiu assim no passado o que você pensou que te fez
sentir melhor?
Cinco anos de hoje se você olhar para essa situação você acha que
enxergaria de forma diferente? Como?
Você está se culpando de alguma coisa sobre a qual você não tem
controle?
38. ESTÁ
O QUE EU JÁ
SEI, O QUE EU
POSSO, OQUE
EU TENHO
BRECHA DE
APRENDIZAGEM
POSSO, SOU
CAPAZ, QUERO
DESENVOLVER
NOVAS
HABILIDADES!
“Coaching é o processo através do qual o couchee diminui as
brechas entre dois pontos.”
MOMENTO 1 MOMENTO 2
ESTADO DE INSATISFAÇÃO,
DE INDECISÃO, DE
INSEGURANÇA!
O QUE FAZER? COMO
FAZER? QUERO APRENDER!
(Fonte: Livro - A Arte de Soprar Brasas. Leonardo Wolk).
39. Conforto
Expansão
Medo / Pânico
Sair da zona
de conforto.
Aprender é, um processo, uma ação de
se mover do conforto do conhecido até
uma zona de desconforto frente ao
desconhecido.
40. Zona de
Conforto
Sente seguro e
familiarizado(a).
Zona do
Medo
Zona da
Aprendizagem
Tem medo
de mudar
Acredita que
não pode fazer
Se deixa afetar
pela opinião
alheia
Superação Crescimento
Lidar com
desafios e
problemas
Desenvolver
novas
habilidades
Ampliar zona
de conforto
Metas
Objetivos
Desejos
Sonhos
Aspirações
Ampliar os
horizontes
41. Eu já sei;
Eu não necessito saber isso;
Eu não quero saber isso;
Eu não posso saber isso;
Dificuldade em declarar “não sei”;
Querer ter tudo claro o tempo todo;
Julgar tudo o tempo todo;
Não escutar ativamente;
Não tenho tempo;
Não autorizar ninguém a me ensinar;
Acreditar que saber e verdade são sinônimos;
Confundir saber com ter a informação;
Ter uma atitude de quem sabe tudo e não precisa
aprender.
(Fonte: Livro - A Arte de Soprar Brasas. Leonardo Wolk).
42. • Aumento da satisfação pessoal;
• Desenvolvimento da liderança;
• Melhoria da visão de negócio;
• Superação de barreiras emocionais;
• Mudanças comportamentais;
• Maior engajamento pessoal e profissional;
• Desenvolvimento de novas habilidades;
• Sentimento de propósito e autorealização;
• Alinhamento das metas e objetivos com a missão de vida;
• Maior sentido de realização e propósito;
• Melhorar os relacionamentos;
• Atingir (obter, alcançar) resultados satisfatórios;
• Aprender novas formas de não só comunicar suas ideias, mas de compreender outros
modelos de comunicação em um contexto inteiramente novo;
• Desenvolver a auto estima positiva, aumentando o nível de autoconfiança;
• Ter uma vida equilibrada;
• Maior conexão com o mundo de forma sistêmica. Alcançar mais com menos esforço;
• Desenvolver habilidades para o enfrentamento de obstáculos e desafios.
Benefícios do Coaching
Ontológico
43. Coaching: empresarial, executivo, de
carreira, esportivo, financeiro, estudantil,
Life Coaching, de equipes e coaching para
crises pontuais (vestibular, aposentadoria,
gestação, menopausa, períodos pós-
doenças, adolescência).
44. Fazer julgamentos sobre o cliente;
Dar conselhos;
Emitir opiniões;
Interpretar ou conduzir a fala do cliente;
Fazer perguntas contaminadas. Contaminar as perguntas
dirigidas ao cliente com os seus próprios pressupostos.
Induzir crenças;
Comprar brecha do coachee;
Quebrar confiabilidade;
O Coaching Ontológico não critica, não menospreza, não julga,
não dá conselhos, não dá opinião, não mostra o caminho. O
coaching ajuda a descobrir o caminho.
45. O lado bom todos nós mostramos, de
príncipe ou princesa, mas ninguém
mostra o seu lado sapo.
46. Atingir metas e objetivos;
Produzir conforto emocional;
Promover o bem estar;
Ser catalisador de mudanças de
comportamento;
Colaborar com o cliente para que este seja
gestor de sua própria vida.
48. BUSCAR RECURSOS:
• Ex.: O saber, conhecimento, experiências,
habilidades, recursos materiais, etc;
IDENTIFICAR LIMITAÇÕES:
• Comportamentos Inapropriados;
• Emoções Negativas;
• Pensamentos Limitantes;
IDENTIFICAR E MINIMIZAR OS SABOTADORES:
• Nos levam a querer ficar na zona de conforto;
• Emperramos na indecisão por incerteza e medo
do que vamos encontrar pela frente, como
também o que teremos de abrir mão ao decidir por
“X” e não por “Y”.
49. O quanto falta.O quanto você já
andou.
O quanto você evolui.
Cada dia você dá um passo,
vence uma etapa.
50. Conhecimento:
• O Saber
Habilidade:
• Uso real do conhecimento;
• Saber fazer;
• Treino e Repetição;
Atitude:
• Ação;
• Pro-atividade;
• Querer fazer;
Que competências
você precisa para
atingir sua meta?
51. Conhecimento Habilidade Atitude
É toda base teórica e
experiência adquirida
que se aprende no
decorrer da vida, nas
escolas, em
treinamentos, cursos,
vivências cotidianas,
etc.
É como se utiliza todo
o conhecimento com
os talentos,
características
pessoais, para ser
diferenciado naquilo
que se faz, como
dedicação e
disciplina.
É o jeito de atuar. É
como a pessoa está
disposta a lidar com
todos os desafios,
obstáculos e
oportunidades que
aparecem na vida.
É o que a pessoa sabe É o saber fazer É o querer fazer
52. Precisamos estar atentos e adquirir informações
para estabelecermos ponto de conexão com as
pessoas.
Para construir relacionamento humano é preciso
encontrar pontos de conexão;
Pontos de conexão são interesses do comunicado
(o que eles gostam, apreciam, quais são os valores
deles, etc);
Gostar, amar, desejar o bem.
53. O que eu falo é o que
você escuta;
O que eu escuto é o que
você diz;
O que eu vejo é o
que é.
55. “Falar é uma necessidade.
Escutar é uma arte.”
(Johann Wolfgang von Goethe).
"A arte de escutar é como
uma luz que dissipa a
escuridão da ignorância."
(Dalai Lama).
“Concede, a quem chega, a honra
de o ouvir.
[...]
Silencia e ouve.”
A escuta ativa deve ser praticada ao
longo de todo o processo de Coaching.
57. 4 Etapa 7 Passos
1. Introdução 1. Permissão – Pedido do Coachee; Geração de contexto;
2. Exploração -
Compreensão -
Interpretação
2. Focalização do problema e da brecha, fixação de metas;
• Checar o problema;
• Focalizando a brecha entre intenções e resultados;
3. Explorando a realidade atual (o que está ocorrendo?);
• Checar as observações e julgamentos do coachee;
• Checar os fatos e opiniões;
• Checar os modelos mentais e o sistema de crenças do coachee;
• Explorar as emoções do coachee. Investigar as razões por detrás das
emoções. Checando a história da emoção;
• Investigar a coluna esquerda e desintoxicá-la (comunicação autêntica);
4. Buscando brechas interpretativas;
• Assumindo responsabilidade; reconhecimento dos julgamentos;
reinterpretando crenças;
• Checar os fundamentos (escada de inferências);
• Verificando conversas de juízos internos;
• Checar a Coluna esquerda e quais suas consequências;
• Compreendendo as preocupações e os interesses do coachee;
5. Diagramando os cursos de ação;
• Explorando alternativas e possibilidades de ação;
• Escolhendo a ação;
3. Expansão 6. Role-playing;
• Simulando e praticando com o coachee;
• (Psicodrama);
4. Fechamento 7. Reflexões finais e fechamento;
• Checando a aprendizagem;
• O que será feito de diferente da próxima vez?
• Checar compromissos e ações futuras;
(Fonte: Livro - A Arte de Soprar Brasas. Leonardo Wolk).
59. A escada da inferência é uma ferramenta muito útil para a resolução de
conflitos, pois permite organizar o raciocínio seguindo passos definidos
para a tomada de decisão. Ajuda a alicerçar as perguntas.
Inferir é deduzir por intermédio do raciocínio, chegar as conclusões, fazer
análises mais criteriosas.
Começa com a observação dos acontecimentos, a seleção dos dados e a articulação
dos dados relacionados, para chegar a uma conclusão, ter uma proposta embasada e
condizente para que se possa agir (ação) de forma mais sensata.
Quando a pessoa já tem certa conclusão formada simplesmente através de opiniões,
e não com base em fatos, se faz necessário fazer perguntas, questionamentos que a
levem novamente aos degraus mais abaixo da escada de inferência:
o O que exatamente aconteceu que fez com que você chegasse a esse
pensamento ou a tal conclusão?
o Quais são os dados que você tem para afirmar isso?
o Quais são os dados que levam você a esta decisão?
Ação (quais os impactos?)
Proposta
Conclusão
Articulação dos dados relacionados
Seleção dos dados
Observação dos acontecimentos (acontecimentos observáveis).
60. 1º NÍVEL
DADOS OBJETIVOS DA REALIDADE.
2ª NÍVEL
VISÃO SUBJETIVA - AS INTERPRETAÇÕES.
3º NÍVEL
“OS JUIZOS” - QUE OPINIÕES TEMOS.
4º NÍVEL
CONCLUSÕES E DECISÕES. COMO AGIR?
61. COLUNA ESQUERDA
(pensamentos e
sentimentos não ditos).
COLUNA DIREITA
(o verbalizado, o dito).
A coluna esquerda é a manifestação da emoção em sua forma primitiva,
cheia de julgamentos e crenças. Algo que foi dito, mas na verdade esconde
ou você está pensando outra coisa.
A coluna esquerda é uma técnica para “ver” como
funcionam nossos modelos mentais em situações
particulares. Revela como manipulamos as situações
para demonstrar nossos sentimentos e pensamentos
fazendo obstáculo para a correção de uma situação
contraproducente.
62. COLUNA ESQUERDA
(pensamentos e sentimentos não ditos).
COLUNA DIREITA
(o verbalizado, o dito).
Ela atrasou outra vez a entrega do relatório. Que
coisa desagradável! Ela quer sabotar o projeto!
Que droga!
Eu sabia! Aposto que terá mil desculpas para não
participar das reuniões... E ela tem uma enorme
força junto ao grupo. Raios!
Vou lançar uma ameaça e ver se ela se dá conta.
É uma sem noção mesmo!
- Desculpe‐me só pude entregar o relatório
hoje. Correria.
- Ah! Tudo bem. Sei como é…
- Em relação às reuniões da próxima semana,
estarei viajando...
- Você sabe que sem sua presença a equipe
não se motiva.
- Mas foi uma viagem agendada há meses pelo
meu gerente...
- Bom... Dr. Renato, o diretor, perguntou por
você. Quem avisa amigo é, querida...
O que queria que tivesse acontecido (e não aconteceu)?
O que impediu você de dizer o conteúdo da sua coluna da esquerda?
O que acredita que teria se passado caso você tivesse dito?
Que consequências negativas surgiram pelo fato de você ter ocultado os conteúdos da sua
coluna da esquerda?
O que acredita que o outro tinha na coluna esquerda dele(a)?
Sendo capaz de “desintoxicar” sua coluna da esquerda, experimente reconstruir trechos da
sua coluna da direita.
Fonte: Kau Marcarenhas / Káritas Ribas e o livro - A Arte de Soprar Brasas. Leonardo Wolk.
63. Acontecimento real, comprovado;
Aquilo que realmente existe;
Dados mensuráveis, confirmados;
Os fatos geralmente podem ser
submetidos à prova: por números,
documentos, registros;
É o que a pessoa acha que aconteceu;
É a maneira particular / pessoal de olhar um
fato;
Julgamento do fato;
Idéia ou posição sobre algo ou alguém.
Depende do ponto de vista;
Sobre um mesmo fato pode haver várias
opiniões;
Dificulta a tomadas de decisão;
Linha de raciocínio, interpretação com base
nas crenças, na cultura, na experiência
pessoal, carregada de prejulgamentos
concebidos, de acordo com a percepção
pessoal sem levar em conta uma análise mais
aprofundada e os fatos que realmente
determinam as decisões e consolidam as
provas;
Impede a construção de diálogos mais
harmoniosos.
Ex.: João mede 1,87m.
Ex.: Maria chegou atrasada na aula.
Ex.: João é alto.
Ex.: Maria perdeu o interesse pelos estudos.
64. Ser sincero (sinceridade), agradável, sereno…
O que está
incomodando?
Quais são os seus
anseios, dúvidas?
Qual foi a sua
responsabilidade
diante disto?
65. O que te incomoda neste momento?
O que você gostaria que fosse diferente?
Como você gostaria que fosse?
Que ações você poderia colocar em prática na sua vida?
Quais são os seus objetivos, intenções, motivos, desejos?
Você tem clareja sobre os seus objetivos, sobre o que deseja?
Quais são os obstáculos em seu caminho?
Quais são suas possibilidades de ação para você alcançar suas metas?
O que dá significado a sua vida?
O que você busca na sua vida?
O que é mais importante em sua vida?
Qual o seu propósito de vida? O que faz te sentir realizado?
Como você vê seu trabalho, sua família, seus amigos, o mundo atual?
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
O que faz você pensar desta maneira? Qual a relação disto com ...?
Você consegue dar um outro nome para...?
O que isso que dizer?
O que impede de...?
Você consegue falar sobre isso? Se você já tivesse... Como seria...?
“Os outros” – É muita gente / “As pessoas” – quem são?
As perguntas poderosas são aquelas que geram reflexões.
66. Emoção História Pode pedir
TRISTEZA Algo mau ocorreu;
Algo querido se perdeu;
Uma possibilidade se fechou;
Introspecção;
Choro;
Reconhecer e aceitar a perda;
MEDO Algo mau pode ocorrer;
Alguém querido está em risco;
Ameaça de fim de possibilidades;
Esquiva e/ou compreensão com
ressignificação seguida ou não
de enfrentamento;
RAIVA
ABORRECIMENTO
Algo mau ocorreu e não deveria ter ocorrido;
Um limite ou um padrão considerado justo foi transgredido;
Uma promessa foi quebrada;
Reclamação efetiva.
CULPA Eu fiz algo que não deveria ter feito;
Alguns limites foram transgredidos por mim;
gerando conseqüências indesejadas;
Reparação;
Perdão;
Desculpas Efetivas.
ALEGRIA Algo bom ocorreu;
Uma nova possibilidade se abriu;
Algo desejado foi obtido;
Celebração;
Entusiasmo;
ENTUSIASMO Oportunidade de abertura de novas possibilidades;
Algo bom pode ocorrer;
Preparar-se para obter algo desejado;
Preparar-se para obter algo
desejado;
GRATIDÃO Algo bom ocorreu e não teria que ocorrer necessariamente;
Combinação de alegria com entusiasmo;
Com o julgamento de que alguém colaborou para o ocorrido;
Agradecimento;
Doação;
Reconhecimento, Opção (falar
da Coluna Esquerda);
ORGULHO Agradecimento feito a si mesmo devido a um elevado
sentimento de dignidade pessoal;
Foi feito algo de bom e valioso para si ou para outra pessoa
ou ser;
Auto reconhecimento;
67. Alegações Produtivas – argumentar,
declarar algo, apresentar uma idéia de
forma coerente);
Indagações Produtivas (questionamentos
/ dúvidas);
Pedidos Efetivos;
Respostas possível ao pedido: “solicitar
melhores esclarecimentos.” Um pedido
mais bem feito;
Desculpas Efetivas;
Reclamações Efetivas.
68. Objetivos
e
Metas
Valores
e
Princípios
Missão
Visão
Sucesso
Resultado
determinam a
determinam a
Sucesso é obter resultados, é alcançar a vitória e está associado a dois fatores.
Portanto, ações de sucesso são aquelas que estão alinhadas com a missão e estão
direcionadas para o alcance dos objetivos e metas.
Esta é a razão de existir do Coaching - entender o processo de interrelação dos
fatores que estão influenciando o comportamento em dado momento, discriminá-los e
fazer com que estejam orientados e alinhados à realização dos objetivos e metas que
levarão a pessoa a atingir o seu melhor dentro da sua estrutura de valores.
Após a fixação dos objetivos e metas o processo de Coaching irá analisar os fatores
comportamentais presentes na ação do indivíduo, visando a eliminação de bloqueios
que impeçam a obtenção dos resultados esperados para a condição ideal.
O processo de coaching identifica os bloqueios e procura impedir que eles sejam
limitadores das ações.
Razão de existir.
71. Barreiras Reação /
Resistência
Como Ajudar?
Mudança;
Dificuldade;
Imprevisto;
Estresse;
Pensar Dúvida Não consegue
enxergar com
clareza a nova
situação /
solução.
Esclarecendo:
Localizar pontos de
dúvida e garantir a
formação de imagem
completa do conteúdo.
Informar, criar
possibilidades de
discussão e
compreensão.
Sentir Desconfiança Ansiedade /
Insegurança /
hesitação.
Apoiando:
Apoiar e criar
alternativas para
recuperar o sentimento
de segurança e
confiança.
Querer
/ Agir
Medo Paralização.
Não consegue
concretizar a
ação esperada
necessária.
Sente ameaça
a nível mais
profundo.
Dando Condições:
Levar a ação,
eliminando ameaças.
Prover condições
necessárias;
72. O mais importante não é o que as pessoas
fazem conosco, mas o que nós fazemos
com o que as pessoas fazem conosco. O
mais importante não é o que nos acontece,
mas o que nós fazemos com o que nos
acontece. (Jean-Paul Sartre).
76. “A Glória de Deus é ocultar-se A glória
dos sábios é buscar (desvendar).”
(Provérbios, 25:5).
A evolução é o processo de
desvendamento.
A medida que progredimos, mais luz se
faz na nossa consciência, no nosso
coração. A nossa visão se amplia.
Aquilo que estava oculto se revela.
Trazer à luz, desvendar o que está
oculto.
77. "A gratidão é a mais agradável das virtudes; não é no entanto a
mais fácil. Há prazeres difíceis ou raros, que nem por isso são
menos agradáveis. A gratidão é um segundo prazer, que
prolonga o primeiro, como um eco de alegria à alegria sentida,
como uma felicidade a mais." (André-Comte Sponville).