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Artigo Higienização das Mãos

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Scientific article about handwashing according precepts of the World Health Organization WHO and the National Health Surveillance Agency ANVISA. Article written in 2013.
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Artigo científico sobre higienização das mãos conforme preceitos da OMS e ANVISA.

Veröffentlicht in: Gesundheit & Medizin
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Artigo Higienização das Mãos

  1. 1. HIGIENIZAÇÃO NAS MÃOS DOS ENFERMEIROS HIGIENIZACIÓN EN LAS MANOS DE ENFERMEROS HYGIENIZATION IN THE HANDS OF NURSES TABOSA, Andreutt Vasconcelos 1 RESUMO As mãos são as estruturas corporais mais utilizadas no contato direto e se constituem no principal veículo de transmissão de microrganismos, representando o elo entre paciente, profissional de saúde e ambiente. A ruptura desse elo de transmissão exige a adoção de normas básicas de higiene no ambiente hospitalar, sendo a de maior impacto a higienização das mãos. O termo “Higienização das Mãos” (HM) é genérico e se refere à ação de lavar as mãos com água e sabão comum ou água e sabão antisséptico ou ainda fricção com álcool a 70%. Este estudo objetiva evidenciar os relatos científicos sobre a temática “higienização das mãos” e contextualizar a visão acadêmica pautada nos preceitos da Organização Mundial da Saúde - OMS em relação ao cuidado, respeito e proteção à vida do paciente. Foi realizado um levantamento bibliográfico, na Biblioteca Virtual em Saúde – BVS, na qual foi iniciada uma pesquisa por meio de inserção dos termos “higienização das mãos”, resultando 99 (noventa e nove) artigos científicos no idioma português, após receberem as devidas filtragens. Descritivos: Higienização. Mãos. Microrganismos. Infecção. Profilaxia. 1 Acadêmico, cursando quarto semestre em Bacharelado de Enfermagem - UDF – Centro Universitário. E-mail: andreutt@gmail.com – 2013.
  2. 2. RESUMEN Las manos son las estructuras corporales utilizados en contacto más directo y constituyen el principal vehículo de transmisión de microorganismos, lo que representa el enlace entre el paciente, el profesional de la salud y el ambiente. La interrupción de este enlace de transmisión requiere la adopción de las normas básicas de higiene en el ambiente hospitalario, y el mayor impacto és la higiene de las manos. El término "higiene de las manos" (HM) es genérico y se refiere al acto de lavarse las manos con agua y jabón común, agua y jabón antiséptico o fricción con alcohol al 70%. Este estudio tiene como objetivo demostrar los informes científicos sobre el "lavado de manos" es el tema y contextualizar la visión académica, basada en los preceptos de la Organización Mundial de la Salud – OMS sobre el cuidado, el respeto y la protección de la vida del paciente. Se realizó una revisión bibliográfica de la Biblioteca Virtual en Salud - BVS, en la que se inició una búsqueda por la inserción de la "higiene de las manos", es decir, lo que resulta en 99 (noventa y nueve) trabajos en portugués, después de recibir el filtrado necesario. Descriptivo: Higienización. Manos. Microorganismos. Infección. Profilaxis. ABSTRACT The hands are the body structures used in more direct contact and constitute the main vehicle of transmission of microorganisms, representing the link between patient, the health professional and environment. The disruption of this link transmission requires the adoption of basic standards of hygiene in the hospital environment, and the greater impact of hand hygiene. The term "Hand Hygiene" (HM) is generic and refers to the act of washing hands with water and soap or antiseptic soap and water or rubbing alcohol to 70%. This study aims to demonstrate the scientific reports on the theme "hand hygiene" and contextualize the academic vision, based on the precepts of the World Health Organization - WHO concerning the care, respect and protection of patient's life. We conducted a literature review on the Virtual Health Library - VHL, in which a search was initiated by insertion of the words "hand hygiene", resulting in 99 (ninety-nine) papers in Portuguese, after receiving the necessary filtering. Descriptive: hygienization. Hands. Microorganisms. Infection. Prophylaxis.
  3. 3. INTRODUÇÃO A assistência à saúde no ambiente hospitalar demanda aproximação física do profissional com os pacientes. As mãos são as estruturas corporais mais utilizadas no contato direto e se constituem no principal veículo de transmissão de microrganismos, representando o elo entre paciente, profissional e ambiente. A ruptura desse elo de transmissão exige a adoção de normas básicas de higiene no ambiente hospitalar, sendo a de maior impacto a higienização das mãos. O termo “Higienização das Mãos” (HM) é genérico e se refere à ação de lavar as mãos com água e sabão comum, água e sabão antisséptico ou fricção com álcool a 70%. O sabão proporciona a remoção mecânica da microbiota transitória da pele; quando o antiséptico tem ação química é letal aos microrganismos. O uso de álcool a 70% resulta em importante redução de carga microbiana transitória e residente, pela ação química e letal aos microrganismos. Há mais de 150 anos, foi comprovada sua importância por Ignaz Philipp Semmelweis que instituiu essa prática no Hospital Geral de Viena, como um meio para o controle de infecções puerperais. Além deste, há outros grandes nomes na literatura que também contribuíram para ressaltar tal prática no controle das infecções, como Oliver Wendel Holmes, Pasteur, Lister, Robert Koch, Florence Nightingale e muitos outros. (ACTA SCIENTIARUM – HEALTH SCIENCE, 2007). Em face ao explanado, este estudo objetiva evidenciar os relatos científicos sobre a temática “higienização das mãos” e contextualizar a visão acadêmica pautada nos preceitos da Organização Mundial da Saúde – OMS e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA em relação ao cuidado, respeito e proteção à vida do paciente. A higienização das mãos necessita ser subliminar no curso de Enfermagem, assim, o acadêmico deve atingir os elevados patamares do saber científico refletindo sobre o paciente a devida assistência, obedecendo a critérios da profilaxia quanto ao controle de infecções hospitalares.
  4. 4. METODOLOGIA Foi realizado um levantamento bibliográfico, na Biblioteca Virtual em Saúde – BVS, na qual foi efetivada uma pesquisa que se iniciou por meio de inserção dos termos “higienização das mãos”, surgindo 301 (trezentos e um) índices, recebendo a filtragem de “artigo” e surgiram 253 (duzentos e cinquenta e três) novos índices, recebendo filtro para o idioma português, resultando em 99 (noventa e nove) artigos científicos no idioma português. Esses artigos foram considerados fundamentais para a análise, coleta e interpretação da literatura pesquisada. É importante ressaltar que as três fases (análise, coleta e interpretação) realizadas, serviram como norteadoras para a construção deste texto. Os dados foram agrupados em dois grupos: a importância da higienização e a responsabilidade com a saúde. DISCUSSÃO E RESULTADOS A partir de um estudo aprofundado em relação à higienização das mãos pode-se orientar de forma expressiva e concisa a importância deste ato, pois esse acometimento proporciona remoção mecânica da microbiota transitória residente na localidade palmar, isso segundo Ignaz Philipp Semmelweis que há mais de 150 anos comprovou sua eficácia na acessão de segurança no cuidado, um recurso primordial que diminui riscos de contaminação, impede a reprodução dos microrganismos e removem os contaminantes orgânicos e inorgânicos, promovendo maior qualidade, proteção e respeito à vida do paciente. DESENVOLVIMENTO A IMPORTÂNCIA DA HIGIENIZAÇÃO A higienização das mãos é considerada uma ação indispensável entre os profissionais na área de saúde e visa às seguintes finalidades: remoção de sujidades, suor, oleosidade, pêlos, células descamativas e da microbiota da pele, interrompendo a transmissão de infecções veiculadas ao contato. Prevenção e redução das infecções causadas pelas transmissões cruzadas. A simples utilização de água e sabão pode reduzir a população de microbiota presentes nas mãos, interrompendo a cadeia de transmissão de doenças, ajudando a controlar as
  5. 5. infecções nos serviços de saúde. O uso também de produtos antissépticos e alcoóis intensifica ainda mais a limpeza das mãos e por consequência uma maior redução de transmissão de microrganismos. A importância desse tema esta destacada nas recomendações para esta prática no anexo IV da portaria 2616/98 do Ministério da Saúde, que instrui sobre o Programa de Controle de Infecções Hospitalares nos estabelecimentos de assistência à saúde no país. A legislação brasileira por meio da portaria nº 2.616 de 12 de maio de 1998 e da RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, estabelece respectivamente, as ações mínimas a serem desenvolvidas com vistas à redução das incidências das infecções relacionadas à assistência à saúde e as normas e projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde. (ANVISA, 2010). Pesquisas demonstraram que quanto maior a gravidade do paciente, mais frequentes foram às oportunidades para a higienização das mãos e menor adesão a essa prática, inclusive em pacientes hematológicos, os quais são mais suscetíveis às infecções. Nas investigações de surtos de infecção verificou-se estreita relação entre a sobrecarga de trabalho e falhas nas medidas de prevenção. Outro fator associado foi o uso de luvas que confere falsa segurança, predispondo a não troca entre exposições a diferentes regiões corporais de um mesmo paciente e a não higienização das mãos após a sua retirada. Diferentes fatores foram apontados pelos profissionais como interferentes na adesão à higienização das mãos: preferência para o uso de luvas, irritação cutânea, esquecimento, falta de tempo, estrutura física e insumos insuficientes. Revisão sistemática de literatura identificou os elementos que interferem negativamente na adesão à HM: categoria profissional (médicos), o sexo (masculino), a atividade (trabalhar em unidade de cuidado intensivo e de alto risco para a contaminação grosseira), as oportunidades (alto número de oportunidades de higienização das mãos por hora por paciente) e o uso de luvas. Além da adesão à higienização das mãos, outro fator relevante investigado foi a qualidade técnica do procedimento, havendo adequação em apenas 41,2% das práticas quando utilizado álcool. Consonante a esse resultado, o álcool tem sido recomendado por exigir menor tempo para a higienização das mãos, ser prático ao uso, agir rapidamente e não lesar a pele de forma pronunciada, resultando em adesão acima de 90% em situações que envolvem contato com material biológico. (CIENCIA y ENFERMERIA XV, 2009).
  6. 6. A RESPONSABILIDADE COM A SAÚDE A compreensão do comportamento humano tem sido valorizada mais recentemente como fundamental no contexto da higienização das mãos. Conhecimento, motivação, intenção, percepção, expectativas e pressão social são algumas das variáveis cognitivas utilizadas em modelos teóricos para explicar o comportamento humano. Kretzer e Larson em 1998 revisaram teorias comportamentais e sua aplicabilidade a partir da percepção de riscos, atitudes, expectativas, opinião e normas subjetivas, intenção e estágios do processo de mudança dos profissionais. Concluíram ser importante a associação de estratégias que considerem elementos do comportamento humano e do contexto organizacional para atingir mudanças significativas e duradouras na prática ideal da higienização das mãos. Embora as técnicas envolvidas nessa prática sejam simples, sua interdependência com as ciências do comportamento as torna complexas e dependentes de um conjunto de fatores como atitudes, crenças e conhecimento. Sob esta ótica, atitude positiva, rigoroso controle de comportamento e percepção do valor atribuído pelos superiores para a higienização das mãos foram associados com a intencionalidade da adesão. Por outro lado, demonstraram que o hábito pode suplantar a intenção de realizar determinada ação. Neste sentido, para pesquisadores embora os profissionais valorizem e reconheçam a importância da higienização das mãos, o hábito inadequado resulta em não adesão. (CIENCIA y ENFERMERIA XV, 2009). Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA (2007), as mãos constituem a microbiota transitória que coloniza a camada mais superficial da pele: Staphylococcus aureu, S. epidermis, Enterococcus spp, resistentes a vancomicina e Enterobacteriaceae, o que permite sua remoção mecânica pela higienização das mãos com água e sabão, sendo eliminada facilmente, quando utilizada solução antisséptica. O uso de sabão tem sua importância reconhecida na prática de saúde, uma vez que representa um recurso primordial que diminui riscos de contaminação, impede a reprodução de microrganismos e remove os contaminantes orgânicos e inorgânicos. Para higienização simples das mãos, água e sabão são utilizados por 30 segundos e após friccionar com solução alcoólica a 70%, por 40 a 60 segundos. As mãos é a principal via de transmissão de infecção hospitalar, a higienização das mãos é de grande importância para eliminar
  7. 7. microrganismos da pele, prevenir a propagação de doenças, proteger-se contra as agressões e sua eficácia depende da duração e da técnica. A higienização das mãos deve ser um hábito entre os profissionais de saúde. Deve-se relembrar que a recomendação da lavagem das mãos é datada de muito antes da era bacteriológica; precisamente, a história tem como marco a atuação de Semmelweis. A portaria 12, nº. 2616 de 12 de maio de 1998, do Ministério da Saúde, atribui a educação como responsabilidade da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, já entendendo a importância deste tema como meio eficaz para diminuição das infecções causadas pela assistência prestada pelos profissionais da saúde. (BOLETIM DE ENFERMAGEM – HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS, 2009) CONSIDERAÇÕES FINAIS O estudo aqui apresentado busca enfatizar a necessidade de explicitar a real importância de um pequeno e simples procedimento de higienização que é a lavagem das mãos. O ato de higienização das mãos, por mais simples que seja, deveria ser “subliminar” no decorrer de todo o curso ministrado aos acadêmicos da Enfermagem, para a conscientização de uma ação contínua na profilaxia da flora microbiota contaminante e colonizadora das mãos, principalmente no que tange ao controle de infecções hospitalares. A higienização das mãos (HM) é uma pequena atitude da equipe de enfermagem com o elevado teor de consciência e, antes de tudo, responsabilidade moral e ética, o reflexo dessa sublime atitude sobrecai de modo direto no paciente e consequentemente na saúde pública, baixando os índices de infecções hospitalares de modo amplamente significativo. As lacunas da profilaxia ainda existem e não estão devidamente seladas, de modo que o profissional da saúde, ainda que com todas as campanhas, banner, portarias e normas de saúde, deixa ocorrer falhas ao higienizar as mãos, seja por falta de tempo, esquecimento das técnicas ou mesmo imperícia, aumenta as brechas na barreira do controle da infecção hospitalar. É importante frisar que os patamares do conhecimento técnico-científico desenvolvem a responsabilidade na equipe de enfermagem que no decorrer de sua vida acadêmica, aprende a teoria e tem domínio sobre a prática de higienizar as mãos (HM). A importância deste ato é reconhecida e recomendada pela
  8. 8. Organização Mundial da Saúde (OMS), através da Aliança Mundial para Segurança do Paciente e no Brasil, o Ministério Da Saúde, através da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, ANVISA com a portaria 2616 de 12/05/98, tem recomendações e orientações para a adesão da higienização das mãos. Conhecer e fazer uso rotineiro da higienização das mãos é de muita relevância, pois, a equipe de enfermagem torna-se responsável pela saúde do paciente e este, por sua vez, encontra-se suscetível e em alguns casos, totalmente a mercê dos contatos e cuidados da equipe de enfermagem. REFERÊNCIAS BRASIL, Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Ministério da Saúde – Higienização das mãos em serviços de saúde – Brasília, 2007. BRASIL, Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Ministério da Saúde – Segurança do Paciente – Higiene das Mãos – Brasília, 2010. CENI, Celina Maria Guedes; KALINKE, Luciana Pochalski; PAGANINI, Maria Cristina - Higienização das Mãos: Um Constante Aliado na Prevenção da Infecção Hospitalar – Boletim de Enfermagem – ano 3, vol. 2, PP. 48-61 2009. CHEREGATTI, Aline; JERÔNIMO, Rosângela (org.) – Enfermagem: Técnicas e Procedimentos – Editora: Rideel - São Paulo, 2011. CRUZ, Elaine Drehmer de Almeida; PIMENTA, Fabiana C; Et al – Higienização de Mãos: 20 Anos de Divergência Entre a Prática e o Idealizado – CIENCIA y ENFERMERIA XV (1):33-38, 2009. DANTAS, Rodrigo Assis Neves; DANTAS, Daniele Vieira; MENDONÇA, Ana Elza Oliveira de; Et al – Higienização das Mãos como Profilaxia das Infecções Hospitalares: Uma Revisão – Inter Science Place – Revista Científica Internacional. Ano 3, nº 3, Maio/Junho – 2010. FELIX, Carla Cristiane Paz; MIYADAHIRA, Ana Maria Kazue – Avaliação da Técnica de Lavagem das Mãos Executada Por Alunos do Curso de Graduação em Enfermagem – Rev. Esc. Enferm USP 2009;43(1):139-45. FIGUEIREDO, Rosely Moralez de; MAROLDI, Michely Aparecida Cardoso – Internação Domiciliar: Risco de Exposição Biológica Para a Equipe de Saúde – Rev. Esc. Enferm USP 2012;46(1):145-50.
  9. 9. KIRSCHNER, Ketlei; CORREIA, Msc. Silvia Saldanha – Lavagem das Mãos: A Prática de Bons Hábitos Diários - Faculdade Metropolitana de Blumenau – FAMEBLU – Biomedicina/Análises Clínicas (BIM-24) – Coleta e Controle de Qualidade 28/04/2010. LOCKS, Lindsay; LACERDA, Josimari Telino; GOMES, Elonir; Et al – Qualidade da Higienização das Mãos de Profissionais Atuantes em Unidades Básicas de Saúde – Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL. OLIVEIRA, Adriana Cristina de; PAULA, Adriana Oliveira de – Monitoração de Adesão à Higienização das Mãos: Uma Revisão de Literatura - Acta Paul Enferm 2011:24(3):407-13. SILVA, Marcelo Tardelli da; Silva, Sandra Regina L. P. Tardelli da – Manual de Procedimentos para Estágios em Enfermagem – 3ª Ed. – Editora: Martinari – São Paulo, 2010. COHN, Amélia – A Reforma Sanitária Brasileira Após 20 Anos do SUS: Reflexões – Cad. De Saúde Pública, Rio de Janeiro, 25(7):1614-1619, Julho, 2009. SANTOS, Adélia Aparecida Marçal dos – Higienização das Mãos no Controle das Infecções em Serviços de Saúde – Associação Brasileira de Profissionais em Controle de Infecções e Epidemiologia Hospitalar – ABIH. TIPLE, Anaclara Ferreira Veiga; MENDONÇA, Katiane Martins; MELO, Myllena Cândida de; Et al – Higienização das Mãos: o Ensino e a Prática Entre Graduandos na Área da Saúde - Acta Scientiarum. Health Science – Maringá v.29,n.2,p.107-114,2007.

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