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Manual Operacional 8120 Af 2688 . 2799

  1. Curitiba, 08/09Preparado Por: Manuel Filipe OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO AF 2688 / 2799
  2. Curitiba, 08/09 CABINE - SEGURANÇA Acesse à Cabine do modo correto, sempre de frente para a máquina Use o cinto de segurança
  3. Curitiba, 08/09 CABINE - SEGURANÇA Manual do Operador nas costas do banco do Operador Extintor posicionado na escada de acesso à cabine Extintor posicionado na lateral esquerda traseira da máquina Trava de segurança da plataforma Triangulo de Presença
  4. Curitiba, 08/09 CABINE - SEGURANÇA Tecla de ativação do Giroflex Giroflex Alarme Sonoro Da Ré
  5. Curitiba, 08/09 CABINE - PAINEL DE CONTROLE 1 INTERRUPTOR DO SELECTOR DE VELOCIDADE DO MOLINETE Posição automática Posição Manual 2 CONTROLE DE VELOCIDADE DO MOLINETE 3 INTERRUPTOR DA TRANSMISSÃO DO SEPARADOR NOTA: o valor de rpm do motor deve ser <1800 para que o separador se possa activar. 4 INTERRUPTOR DA EMBREAGEM DO ALIMENTADOR NOTA: entre os controles automáticos da plataforma se incluem o RTC (retorno a corte), a flutuação de pressão (se está instalada), a altura automática da plataforma (se está instalada) e o modo automático de Terrain Tracker® (se está instalado). 5 CONTROLE AUTOMÁTICO DE AJUSTE DA PLATAFORMA ●Aumentar – Pressionar a parte superior do interruptor para aumentar a altura da plataforma durante o trabalho. ● Diminuir – Pressionar a parte inferior (–) do interruptor para diminuir a altura da plataforma durante o trabalho. 6 CONTROLE AUTOMÁTICO DE CONFIGURAÇÃO DE ALTURA DA PLATAFORMA ● Configuração 1 – Pressionar a parte superior (1) do interruptor para estabelecer a configuração de altura 1. ● Configuração 2 – Pressionar a parte inferior (2) do interruptor para estabelecer a configuração de altura 2. As flechas no monitor de posição da plataforma mostram o modo de altura. RTC – A flecha para CIMA (1) se encontra activada. Altura automática – A flecha CIMA (1) e para BAIXO (2) se encontram activadas. Altura por controle de Pressão – A flecha para BAIXO (2) se encontra activada. 7 INTERRUPTOR DO MODO CAMPO / ESTRADA Modo Estrada desabilita: ● Separador ● Alimentador ● Transmissão do molinete e do descarregador ● Giro para fora do descarregador ● Deslocamento do molinete para a frente, Atrás, Baixo, e para Cima 8 CONTROL DE VELOCIDADE MÍNIMA DO MOLINETE
  6. Curitiba, 08/09 CABINE - PAINEL DE CONTROLE 9 INTERRUPTOR MESTRE DE AUTO GUIDANCE (Se está instalado) 10 INTERRUPTOR DE CONTROLE DE POSIÇÃO DA PENEIRA SUPERIOR (se está instalado) 11 INTERRUPTOR DE CONTROLE DE POSIÇÃO DA PENEIRA INFERIOR (se está instalado) 12 INTERRUPTOR DE CONTROLE DE POSIÇÃO DOS CONCAVOS 13 INTERRUPTOR DE CONTROLE DE VELOCIDADE DO VENTILADOR DE LIMPEZA 14 INTERRUPTOR DE CONTROLE DE VELOCIDADE DO ROTOR 15 INTERRUPTOR DO MOTOR DE PROPULSÃO VARIAVEL (se corresponde) 16 INTERRUPTOR DO EIXO DE TRAÇÃO (se está instalado) 17 INTERRUPTOR DO FREIO DE ESTACIONAMENTO 18 ALAVANCA DE CONTROLE DE ACELERAÇÃO
  7. Curitiba, 08/09 CABINE - PAINEL DE CONTROLE 19 CONTROLE DE RELAÇÃO DE ELEVAÇÃO DA PLATAFORMA 20 CONTROLE DE RELAÇÃO DE DESCIDA DA PLATAFORMA 21 INTERRUPTOR DO ACUMULADOR (se está instalado) AJUSTE DO CONSOLE DIREITO Este console pode ser ajustado para CIMA, para BAIXO, à FRENTE e ATRÀS AJUSTE para CIMA/ABAIXO – Existem quatro (4) Posições que com as quais, se podem fazer os ajustes. Fazer o seguinte: 1. Afrouxar a manopla de ajuste na parte traseira do console. 2. Move-lo para a posição desejada e apertar a manopla AJUSTE para a FRENTE/ATRÁS Fazer o seguinte: 1. Afrouxar as duas manoplas de ajuste localizadas debaixo do console. 2. Move-lo para a posição desejada e apertar as manoplas.
  8. Curitiba, 08/09 CABINE - CONTROLES Seletor de RPM do Separador 575 a (+15%) 662 RPM Display Pró 600 (opcional) Bloqueador da Coluna, Pedais de Freio e Trava Buzina, Pisca e Luzes Display de Controle de Acessórios
  9. Curitiba, 08/09 NOTA: Se a Pressão de óleo do Motor a 2410 RPM cair para a faixa vermelha, 40 PSI, um alarme sonoro soará 2 vezes e o LED acende. Se continuar a cair a pressão até 30 PSI, o LED piscará o motor será cortado após 30 segundos. Pressão normal ao centro da faixa, 60 PSI Pressão de óleo do Motor Temperatura da Água Nível de óleo Diesel A B C NOTA: Em operação normal, o ponteiro deverá estar posicionado ao centro da escala, Se o ponteiro se deslocar para a faixa vermelha, a temperatura estará a 107 C. o LED se acenderá, o alarma acionará 2 vezes. Aos 112C o LED piscará o motor será cortado após 30 segundos. NOTA: Quando o ponteiro chegar à faixa amarela ao ligar a chave, restarão no tanque apenas 17% da capacidade. O LED piscará e o alarme sonoro ativará por duas vezes CABINE - PAINEL DE CONTROLE
  10. Curitiba, 08/09 Falha grave ocorre no Motor e o Alarme soará Se Pressão cair a níveis críticos soará o alarme Se acionado, o alarme soará continuamente Indicador de Nível de água Condição não usada Indicador de função incorreta em algum ponto da máquina exceto motor. Indicador de função incorreta na Plataforma ou Molinete Presença de água no Diesel com alarme sonoro Lubrificação Automática ligada S/I Indicador de Descarga Ligada Indicador de posição do tubo de descarga e se manterá ligado com alarme até que volte à posição de descanso Indicador de Graneleiro Cheio Indicador de carga de Alternador Indicador de Temp. do Manifolf com dois níveis e aviso sonoro, 93,3C e 112,8, se a temp. não baixar em 30 seg. cortará o motor Indicador Nível de Fluido Hid. Baixo Indicador Temp. Fluido Hid. Alta Indicador de Direção quando Equipada com Trailer ou Plataforma Indicador de Filtro de Ar Obstruido Indicador de pré-aquecimento, se iluminará e soará o alarme se a temp. estiver abaixo de 19C, após isto dê a partida CABINE - PAINEL DE CONTROLE
  11. Curitiba, 08/09 Posição da Plataforma Tacômetro ventilador e Motor A. Alimentador B. Rotor C. Elevador de Grãos D. Batedor/Picador E. Caixa de Peneiras F. Espalhador G. Elevador de Retrilha H. Ventilador A B C D E FGH Tacômetro Rotor e velocidade de solo CABINE - PAINEL DE CONTROLE
  12. Curitiba, 08/09 Display de Configuração 1.A tela de LCD é um display multifuncional que tem quatro diferentes seções de telas. Trabalha em concordância com os comandos dados a partir da tela de teclas. Esta tela de LCD mostrará informações de acordo com as prioridades listadas de cima para baixo: •Tela de Alarmes / Abortados. •Tela de Seleção de Menus ou Sub menus. •Tela de Erros. •Rede CAN e Controladoras. •Tela de Alarmes de Tempos de Serviço. •Telas de Inicialização. •Tela de Monitoramento CABINE - PAINEL DE CONTROLE
  13. Curitiba, 08/09 Tecla de RPM de motor e ventilador Cancela alarmes, horas de motor ou trilha, ajusta volume do alarme e ajusta iluminação do display Velocidade de solo e RPM do rotor Seleciona o MENU e confirma as alterações (Enter) Seta para cima aumenta valores Sai do Display sem salvar as alterações Serviço – Horas de Serviço quando pressionado em 5 seg. Após dar a partida: •Setup da máquina •Calibrações •Histórico de Erros •Falhas Informações da colhedora: •Posição de côncavo, •Posição de peneiras •Área total •Indicador de carga de bateria •Zerar o contador de área •Posição da Plataforma •RPM do Rotor •Parada do Contador de Ha. Quando não estiver equipada com dispositivos de produtividade. •Sensibilidade de perdas pelo rotor e peneiras •Calibrar tamanho da semente Seta para baixo diminui valores Plataforma: •Sensor de Altura da plataforma •Inclinação da plataforma •Tipo de plataforma. CABINE - PAINEL DE CONTROLE
  14. Curitiba, 08/09 CABINE - ALAVANCA MULTIFUNÇÃO Tecla de Posição do Molinete: Cima, abaixo, à frente e atrás Tecla de Posição da Plataforma: Cima, abaixo, à esquerda e à direita Tecla de Posição do Tubo de Descarga: para fora e para descanso Tecla de Liga e Desliga a descarga do Graneleiro Tecla RESUME do Controle automático de altura ou posição 1 ou 2 Tecla de Emergência da Alimentação
  15. Curitiba, 08/09 Display Pró 600 (opcional) ACS - CONFIGURAÇÃO AUTOMÁTICADE CULTIVO A configuração automática de cultivo se controla através AFS Pro 600. AFS Pro 600 determina ao A Post2 e ao controlador CXCM que estabeleça as seguintes configurações da colhedora: ● Velocidade do ventilador de limpeza ● Velocidade do rotor ● Posição dos côncavos ● Abertura da peneira superior ● Abertura da peneira inferior NOTA: A colhedora debe ter instalada a opções de ajuste remoto desde a cabine. Quando se realizam as configurações, a máquina deve estar em funcionamento e ol separador deve estar ACTIVADO.
  16. Curitiba, 08/09 ACS - CONFIGURAÇÃO AUTOMÁTICADE CULTIVO PASSO 1 O ACS deve-se habilitar na primeira vez que é utilizado. Não existe um ícone de seleção para o ACS no menú principal. Navegar até à tela de habilitação do ACS – Main / Combine Setup / Combine/ACS Enable (Principal / Configuração da colhedora / Colhedora / Habilitar ACS). NOTA: “ACS disable” (desabilitar ACS) é a configuração predeterminada de fábrica. Isto evita a geração de mensagens de erro se a opção ACS no está instalada. NOTA: as configurações da máquina não estarão disponíveis se o ACS não está habilitado. PASSO 2 Fazer um clic no icone “ACS Enable” para abrir o icone de seleção.
  17. Curitiba, 08/09 ACS - CONFIGURAÇÃO AUTOMÁTICADE CULTIVO PASSO 3 Selecionar “ON”em “ACS Enable”. PASSO 4 Criar uma nova disposição. Navegar até MAIN/TOOLBOX/ LAYOUT (Principal/Caixa de ferramentas/Disposição). Aquí se selecionará o seguinte: ● Crop Type (tipo de colheita) ● Work Condition (condição de trabalho) ● Machine Settings (configuração da máquina) Isto se pode colocar na área esquerda, em qualquer tela Run (funcionamento) ou em todas elas.
  18. Curitiba, 08/09 ACS - CONFIGURAÇÃO AUTOMÁTICADE CULTIVO PASSO 5 Selecionar o tipo de cultivo PASSO 6 Selecionar a condição de trabalho. NOTA: Podem-se criar até 60 condições de trabalho.
  19. Curitiba, 08/09 ACS - CONFIGURAÇÃO AUTOMÁTICADE CULTIVO ● Selecionar “None” (nenhuma) equivale a DESACTIVAR o ACS. ● A opção “Default” (predeterminada) corresponde à Configuração de fábrica para o tipo de cultivo selecionado. NOTA: se recomenda começar com a configuração “Default” e realizar ajustes de precisão iniciais. ● Também se podem obter condições de trabalho Determinadas pelo usuário. PASSO 7 Utilizar a tela de EDIÇÃO para introduzir o texto das condições de trabalho e das condições atuais confeccionadas pelo usuario.
  20. Curitiba, 08/09 ACS - CONFIGURAÇÃO AUTOMÁTICADE CULTIVO PASSO 8 Três teclas da janela Machine Setting (configuração da máquina) de AFS Pro 600 controlam o sistema . 1. Guardar em condição de trabalho – Guarda a Configuração atual na condição de trabalho atual. Esta opção não estará ativa se a condição de trabalho é “Default” e aparecerá atenuada. Tão pouco estará ativa se a configuração da máquina não difere da condição de trabalho. Também se pode utilizar para guardar a configuração da máquina em uma condição de trabalho preparada pelo usuário que a utilizará novamente no futuro. Exemplo: guardar a configuração para a condição de umidade e logo restabelecerá quando a condição for necessária. 2. Fixar/Restabelecer condição de trabalho – Aplica a Configuração da máquina a partir da condição de trabalho atual. Se deve selecionar para aplicar a configuração da máquina. Não estará ativa se a configuração da máquina coincide com as condições de trabalho. Se utiliza para a configuração inicial da máquina e para reiniciar/restabelecer a configuração prévia se foram realizados ajustes incorretos. 3. Mostrar informações da condição de trabalho – Mostra uma captura da configuração atual da máquina em comparação com as condições de trabalho Atuais.
  21. Curitiba, 08/09 ACS - CONFIGURAÇÃO AUTOMÁTICADE CULTIVO PASSO 9 Existem três ícones intermitentes de advertência que podem aparecer na área de estado / advertência da par te superior esquerda da tela. 1. Não é possível obter a configuração na máquina – Isto indica que a máquina não pode cumprir com o requisito de configuração. Muito provavelmente se trate de uma rotação do rotor incorreta; por outro lado , pode também estar influenciada por outra configuração. 2. e 3. Acionar una marcha inferior e superior do rotor – Estes ícones indicam que a máquina alcançou a velocidade máxima de rotor atual, e que ainda não pode alcançar a configuração de máquina solicitada. Isto obriga o operador a DESACTIVAR o rotor e parar a máquina. Abandonar a cabina e trocar a marcha do rotor cuja alavanca está localizada do lado direito da máquina obedecendo ao ícone ou seja marcha superior ou inferior.(fig. Ao lado) NOTA: selecionar uma marcha superior ou inferior do rotor por vez.
  22. Curitiba, 08/09 ÁREAS PRINCIPAIS 1. CONE DE TRANSIÇÃO 2. ALETAS PARA O TRANSPORTE DIRECIONAL DO CONE DE TRANSIÇÃO 3. BARRAS DE TRILHA 4. CAIXA DO ROTOR 5. ALOJAMENTO DE DESCARGA DO ROTOR 6. IMPULSOR DA CORREIA DO ROTOR 7. ROTOR 8. FACAS DO IMPULSOR DO ROTOR 9. CÔNCAVO 10. ALETAS DE TRANSPORTE DIRECIONAL DA CAIXA DO ROTOR 11. BARRAS SEPARADORAS 12. CÔNCAVOS SEPARADORES
  23. Curitiba, 08/09 ROTOR SEPARADOR - CONFIGURAÇÃO Posição recomendada para as barras gengivadas Posição recomendada para as barras com dente Posição das barras adicionais moduladas.
  24. Curitiba, 08/09 ROTOR SEPARADOR – CONFIGURAÇÃO (milho) 1. Se requer que a barra separadora reta da colhedora de milho fique posicionada na área do côncavo somente quando a perda do rotor seja excessiva no milho de alto rendimento 2. Posição opcional da barra do separador.
  25. Curitiba, 08/09 1. BARRA GENGIVADA COM DENTE 2. BARRA GENGIVADA SEM DENTE 3. BARRA SEPARADORA RETA 4. BARRA HELICOIDAL EXPULSORA IMPORTANTE: Ao substituir qualquer barra seja gengivada , reta ou helicoidal as mesmas deveram ser instaladas aos pares e opostas (180 graus) para assegurar um correto equilíbrio no trabalho do rotor. Os torques nos fixadores deverá ser entre 130 e 143 Nm. ROTOR SEPARADOR - CONFIGURAÇÃO Barra gengivada com dente Especialmente para arroz porém também deve ser usada em culturas de alta umidade. No caso do arroz, deverão ser usadas em toda a extensão do rotor Barra gengivada sem dente Usadas somente para grãos de baixa umidade o que significa que não deve ser utilizada para arroz Barra separadora reta O desenho das barras separadoras retas tem a função de freio de palha, ela diminui o espaçamento entre o rotor e o côncavo obrigando assim a separação da sementes sem provocar danos mecânicos à mesma. Para instalar esta barra, procure sua posição de apoio e ao fixá-la, siga a recomendação do torque acima Barra helicoidal expulsadora Esta barra helicoidal expulsadora se usa como elemento primário de movimento de material. Este elemento se utiliza na parte traseira do rotor e segue o movimento dos elementos gengivados.
  26. Curitiba, 08/09 CÔNCAVO – AJUSTES 1. Parafuso de fixação do suporte 2. Placa suporte do tubo 3. Parafuso 4. Parafuso de Ajuste 5. 11a barra 6. 14ª barra 7. Côncavo 8. Primeira barra Linha sólida (cinza) – Côncavo aberto Linha ponteada (laranja) – Côncavo completamente fechado Área vermelha (ajuste) – O rotor deve tocar o cóncavo na 11ª-14ª barra da seção de côncavos. NOTA: a primeira barra é a # 8 NOTA: realizar ajustes de no máximo de 3 a 6 mm . Um giro completo das porcas do parafuso (ajuste A) moverá o côncavo para a direita ou para a esquerda em relação ao distanciamento das barras.
  27. Curitiba, 08/09 Corte automático do rotor separador (ASC, sigla em inglês) Se o controle ASC se programa de modo que se “ATIVE” nas telas de ajustes de configuração e o rotor se encontra em funcionamento, a instrumentação controlará a velocidade do rotor. Se a velocidade do rotor baixa Até 30% do valor do ponto de alarme estabelecido durante um segundo, o separador e o alimentador se desligam. Exemplo: ● 1000 RPM de velocidade do rotor ● Configuração do alarme a 85% ● 1000 x 85 = configuração de ATIVAÇÃO do alarme a 850 RPM ● 850 RPM x 0,30 = 255 RPM, velocidade de desligamento O problema que ocasiona o desligamento em geral é carga excedente de material o deve levar o operador a: reduzir a velocidade da máquina, abrir o côncavo ou alterar a configuração do rotor. Se o ASC se programa de modo que se “DESATIVE” na partida e depois do setup automático de todos os sensores, o ICONE DO ROTOR no monitor de velocidade instalado no eixo, piscará durante 5 segundos O controle de velocidade não tomará nenhuma ação. TRILHA– SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
  28. Curitiba, 08/09 1 - ÁREA DE TRILHA Aletas de Transporte 2 - ÁREA DE SEPARAÇÃO Aletas de Transporte TRILHA e SEPARAÇÃO - SOLUÇÃO DE PROBLEMAS ALETAS DE TRANSPORTE A parte superior da caixa do rotor tem aletas o transporte movendo a palha da parte dianteira à parte traseira do rotor. As aletas de transporte se ajustam dentro dos orifícios ranhurados na caixa do rotor para avançar ou frear o fluxo da palha através da caixa do rotor. O ajuste de fábrica é na posição intermediário. Para diminuir as perdas do rotor em certas condições, deve-se reposicionar as aletas para mais lento porém isto pode aumentar um pouco o consumo de combustível uma vez que a potência exigida é proporcional. Ao ajustar as aletas para a frente, aumenta o fluxo de material e naturalmente a potência exigida é reduzida. Para fazer este ajuste siga as instruções a seguir: 1. Remover os painéis esquerdos. 2. Afrouxar as porcas (3) de cada uma das aletas entre 3 a 5 mm do extremo do parafuso. 1. PLACA DE SUPORTE 2. ÁREA DO CÔNCAVO 3. ÁREA DE SEPARAÇÃO
  29. Curitiba, 08/09 TRILHA– TIPOS DE CÔNCAVOS CÓNCAVOS DE ARAMES DE 1/4 DE Para grãos grandes (verão) CÓNCAVOS RANURADOS LISOS Para ervilha e similares CÓNCAVOS DE ARAMES DE 3/16 Para grãos pequenos (inverno) BARRAS DE PREENCHIMENTO Para côncavos de arame 3/16 e 1/4. Característica – Manter o material por mais tempo na área de trilha BARRAS INTERRUPTORAS Para côncavos 3/16. Características – Aumentar o poder de trilha NOTA: TODAS as ranhuras da primeira seção se devem preencher
  30. Curitiba, 08/09 SEPARAÇÃO – TIPOS DE CÔNCAVOS GRELHA RANHURADA Grãos pequenos (inverno) e Milho GRELHA DE BARRA QUADRADA 3/8 Para milho, sorgo/ e arroz Característica - Umidade GRADES SÓLIDAS Para girasol. Característica – Evitar que grandes talos caiam na peneira BARRAS REDONDAS (16mm) Para milho de alta produtividade
  31. Curitiba, 08/09 LIMPEZA – AJUSTES 1. ELEVADOR DE RETRILHA 2. SEM FIM DE RETORNO 3. PENEIRA 4. SEM FIM DE RESIDUOS 5. PENEIRA 6. VENTILADOR DE LIMPEZA 7. TRANSPORTADORES HORIZONTAIS
  32. Curitiba, 08/09 1. VISTA LATERAL 2. VISTA INFERIOR 3. LIMPEZA DO PANEL DO CANAL DO SEM FIM DE GRÃO 4. PAINEL DO CANAL DE RESIDUOS 5. PARAFUSOS LIMPEZA – MANUTENÇÃO Para limpar os canais do sem fim (2), retirar o painel do canal de grãos limpos (3) e o painel do sem fim de resíduos (4). Retirar os seis parafusos (5) de cada lado do painel. Do lado direito da máquina, mover o canal para baixo e para a direita, deslizando entre os reforços transversais e o estribo lateral direito. Limpar o canal do sem fim quando trocar de tipo de grão. Para montar siga o procedimento inverso.
  33. Curitiba, 08/09 1.BANDEJÃO 2.PORCA 3.TAMPA DE LIMPEZA 4.TAMPA 5.ROLAMENTO E SUPORTE 6.SEPARADOR LIMPEZA – MANUTENÇÃO Os sem fins transportam o grão trilhado para aparte traseira do bandejão e daqui para as peneiras de limpeza. Para limpar o leito dos sem fins (1), abrir a porta de limpeza do lado direito da colhedora. Afrouxar as seis porcas (2) da cobertura de limpeza (3). Deslizar a cobertura para a direita alinhar as ranhuras de limpeza. Utilizar ar comprimido para limpar o leito. Uma vez que o leito está limpo, deslizar a cobertura de limpeza novamente para a esquerda e ajustar (montar) os componentes. Isto deverá ser feito em cada final de safra
  34. Curitiba, 08/09 TRANSPORTE DE GRÃOS – MANUTENÇÃO Paleta de distribuição de do sem fim de grãos é parte do conjunto de maneja de grãos limpos. Pode-se instalar uma paleta de distribuição do sem fim para grãos (1) no sem fim esquerdo se houver um elevado acumulo de palha for o problema.s paletas se devem instalar no eixo do sem fim(2), posicionadas a 90 graus, diretamente no final do eixo do sem fim. Quando a colhedora está equipada para trabalhar com grão pequeno, a paleta pode ser montada o mais atrás possível para nivelar a carga do bandejão de se m fins.
  35. Curitiba, 08/09 CONTROLADOR DE FLUXO DE AR– MANUTENÇÃO Volume de ar do ventilador de limpeza O volume de ar máximo para o ventilador de limpeza se Obtém quando a placa de corte do ventilador (1) se coloca Na posição horizontal. O volume de ar se deve reduzir para as colheitas cujo grão é de baixo peso e área de impacto (colza por exemplo). Afrouxar o parafuso (3) da placa de corte de vento em cada lado da colhedora. Girar a placa de corte de vento (2) para a posição vertical. Apertar os para fusos de fixação. Com isto o volume de ar pode reduzir-se pela metade. Para voltar ao máximo volume fazer o procedimento inverso.
  36. Curitiba, 08/09 PENEIRAS - TIPOS CLOSZ - 28,6 mm (1-1/8 in.) - Grãos pequenos (inverno) , arroz, linho, etc. A abertura da aleta se pode ajustar para a limpeza da colheita de grãos pequenos de baixo volume e em condições de muita impureza (palhiço) Esta peneira tem um poder de inibir ao máximo a passagem de material indesejável à peneira inferior ou desta para a área de grãos limpos (ao graneleiro). - PETERSON - 28,6 mm (1-1/8 in.) – Esta peneira se recomenda para colheitas onde a limpeza é fator fundamental, caso de produção de semente. Ela tem um desenho uma passagem e uma interrupção para ter um melhor controle de fluxo de ar. Inibe também a passagem de talos à área de grãos limpos. MILHO - 41,3 mm (1-5/8 in.) -Esta Peneira se recomenda para todos os tipos de grãos grandes. -A peneira usa mais ar e tem uma abertura maior que as outras mesmo quando está fechada o que lhe confere uma maior eficiência na expulsão do palhiço -Se produzirá um menor bloqueio do sabugo e das impurezas. -CLOSZ - 41,3 mm (1-5/8 in.) – Esta peneira se recomenda para grãos pequenos porém de alta produtividade. -O uso desta peneira requere de uma abertura maior e menos ar que a peneira de dentes profundos, mas a capacidade é maior que a de dentes regulares de 28,6 mm,
  37. Curitiba, 08/09
  38. Curitiba, 08/09 ARMAZENAMENTO 1. SEM FIM INCLINADO 2. GRANELEIRO 3. TUBO DESCARGADOR 4. ESPALHADOR DE PALHA 5. BATEDOR DE DESCARGA OU PICADOR DE PALHA 6. SEM FIM DE GRÃO LIMPIO 7. ELEVADOR DE GRÃO LIMPO
  39. Curitiba, 08/09 A. Grãos danificados 1. Diminuir a velocidade do rotor 2. Abrir a peneira 3. Verificar se os côncavos não estão bloqueados 4. Abrir os côncavos 5. Remover os preenchedores do lado direito do primeiro côncavo 6. Retirar alguns arames do côncavo B. Grãos na palha da espiga 1. Aumentar a velocidade do rotor 2. Fechar os côncavos C. Ruptura excessiva da espiga 1. Diminuir a velocidade do rotor 2. Abrir os côncavos 3. Retirar os suplementos da parte interior das grelhas traseiras D. Vagens sem trilhar 1. Aumentar a velocidade do rotor 2. Fechar os côncavos 3. Fechar a peneira 4. Adicionar preenchedores no primeiro côncavo. 5. Adicionar preenchedores à direita do primeiro côncavo E. Perda de grãos pelo rotor 1. Verificar se os côncavos não estão bloqueados. 2. Diminuir a velocidade do rotor 3. Colocar os vanes de separação na posição mais lenta. 4. Remover os preenchedores lado direito do primeiro côncavo 5. Remover alguns arames do côncavo 6. Mover os vanes para a dianteira F. Perda de grãos pela peneira 1. Controlar o fluxo de ar 2. Abrir a peneira 3. Diminuir a rotação do rotor 4. Diminuir a velocidade da máquina G. Grãos não escoam pelas aletas 1. Reduzir o fluxo de ar 2. Abrir as aletas peneira 3. Inspecionar os côncavos e eliminar possíveis obstruções H. Sobrecarga das peneiras 1. Abrir as aletas das peneiras 2. Aumentar o fluxo de ar 3. Diminuir a velocidade do rotor 4. Diminuir a velocidade da máquina Talos grossos no graneleiro 1.Fechar a peneira 2.Aumentar o fluxo de ar 3. Diminuir a velocidade do rotor 4. Abrir os côncavos J. Palhiço no graneleiro 1. Aumentar o fluxo de ar 2. Fechar a peneira 3. Diminuir a velocidade do rotor 4. Abrir os côncavos TRILHA– SUGESTÕES DE SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
  40. Curitiba, 08/09 TRILHA– SOLUÇÃO DE PROBLEMAS K. Pequenos pedaços de sabugo no graneleiro 1. Fechar a Peneira 2. Diminuir a velocidade do rotor 3. Aumentar el chorro de aire 4. Abrir os côncavos L. Consumo de alimentação excessivo 1. Aumentar a velocidade do rotor 2. Abrir os côncavos 3. Diminuir a velocidade de deslocamento da máquina. M. Distribuição maior do lado direito. 1. Adicionar um preenchedor à direita do primeiro côncavo 2. Adicionar, retirar ou ajustar as paletas do lado direito do sem fim 3. Diminuir a velocidade do rotor 4. Fechar os côncavos 5. Diminuir a velocidade de de deslocamento M. Distribuição maior do lado esquerdo 1. Remover os preenchedores do lado direito no primeiro côncavo. 2. Abrir os côncavos 3. Diminuir a velocidade do rotor 4. Aumentar a velocidade do rotor 5. Adicionar, retirar ou ajustar as paletas do eixo do sem fim 6. Retirar alguns arames de los cóncavos 7. Diminuir a velocidade de deslocamento da máquina 8. Controlar que o cóncavo se encontre em “zero” na décima segunda barra do côncavo
  41. Curitiba, 08/09 1 GPS Receiver 2 Display AFS Pro 600 3 CXCM 4 Potenciômetro do Alimentador 5 Multiplos LE 6 Válvula do Autoguidance 7 Sensor de Sobreposição Manual 8 Sensor de Velocidade do elevador 9 Terminators 10 NavII Controller 11 Conector de diag. EST 12 Conector RH 13 Sensor de Velocidade de Solo 14 Sensor de Umidade / Temp. 15 Sensor de Direção 16 Sensor de fluxo de grãos (YSM) IDENTIFICAÇÃO DE COMPONENTES YMIU E Autoguidance
  42. Curitiba, 08/09
  43. Curitiba, 08/09
  44. Curitiba, 08/09 1: 26-pin Amp Superseal 2: 26-pin Amp Superseal 3: 34-pin Amp Superseal 5: 34-pin Amp Superseal 6: 26-pin Amp Superseal 7: 26-pin Amp Superseal CXCM as seen looking “through” the instructor’s seat (storage bucket removed).
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