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Design Science Research - possibilidades, contribuições e desafios

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Design Science Research - possibilidades, contribuições e desafios

  1. 1. Design Science Research: Possibilidades, Contribuições e Desafios Amarolinda Klein (UNISINOS) Anatália Saraiva Martins Ramos (UFRN) ENANPAD 2018 1
  2. 2. Agenda • O que é a Design Science Research (DSR) • Contribuições da DSR • Etapas da DSR • Possibilidades da DSR • Publicando pesquisas baseadas na DSR • Desafios na prática • Exercício Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 2
  3. 3. Design Science Research (DSR) O que é? É um método de pesquisa em que ocorre a criação (design) de um artefato que será utilizado para estudar um determinado fenômeno e colaborar para a solução de problemas reais.  Um artefato é aqui definido como um objeto cuja construção segue um método científico. Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 3
  4. 4. Paradigma da DSR • O paradigma da DSR é a Design Science, em que um designer responde a questões relevantes para os problemas humanos através da criação de artefatos inovadores, contribuindo assim com novos conhecimentos para o corpo de evidências científicas. Os artefatos projetados são úteis e fundamentais na compreensão desse problema. Fonte: Hevner e Chatterjee, 2010, p.5 Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 4
  5. 5. Paradigma da Design Science (DS)  A DS tem suas raízes na engenharia e na ciência do artificial, por meio da qual se busca criar inovações.  É fundamentalmente um paradigma de solução de problemas, cujo objetivo final é conceber um artefato que deve ser construído e posteriormente avaliado.  Suas criações baseiam-se em teorias existentes (kernel) que são aplicadas, testadas, modificadas e estendidas através da experiência, criatividade, intuição e capacidade de resolver problemas de pesquisa.  É um paradigma de pesquisa importante e legítimo no campo de Sistemas de Informação e Tecnologia de Informação. Fonte: Simon, 1996; Hevner e Chatterjee, 2010 Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 5
  6. 6. O que são artefatos? • VOCABULÁRIO E SÍMBOLOS • Fornecem a linguagem em que problemas e soluções são definidos e comunicados Construtos • ABSTRAÇÕES E REPRESENTAÇÕES • Usam construtos para representar uma situação do mundo real ( design problem) e seu espaço de solução Modelos • ALGORITMOS E PRÁTICAS • Definem processos; fornecem guias sobre como resolver problemas Métodos • PROTÓTIPOS DE SISTEMAS E IMPLEMENTAÇÕES • Mostram como os construtos/ modelos/métodos podem ser implementados em um sistema organizacional Instanciações Teorias de Design melhores Fonte: Hevner e Chatterjee, 2010 Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 6
  7. 7. Tipos de contribuição da DSR Fonte: Gregor e Hevner, 2013 INTANGÍVEL +TANGÍVEL Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 7
  8. 8. Quais são os pressupostos da DSR?  A compreensão de um problema e a geração de conhecimento sobre ele são obtidos por meio da criação e teste de um artefato.  Esta associado à característica da utilidade. • É pré-requisito que a saída da pesquisa DS seja um conhecimento científico novo. Assim, a real saída relevante da DSR não são os artefatos em si, mas o conhecimento sobre eles. (Carvalho, 2012) Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 8
  9. 9. POSSIBILIDADES PARA ADI  Estudo preliminar de revisão sobre DSR mostra que, no campo da ADM, a área em que se encontram mais estudos que utilizam a DSR é a Administração da Informação.  Identifica-se a importância da utilização da DSR para intensificar a relevância dos estudos organizacionais à medida que a academia se aproxima mais dos problemas organizacionais reais. Fonte: Medeiros et al., 2016 Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 9
  10. 10. DSR DESIGN SCIENCE RESEARCH Fonte: Dresch et al. 2015 Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 10
  11. 11. Ciência tradicional x DSR Categorias Ciências tradicionais (sociais e naturais) Design Science Propósito Entender fenômenos organizacionais com base em uma objetividade consensual, desvendando os padrões gerais e as forças que explicam esses fenômenos. Produzir sistemas que ainda não existem, isto é, sistemas organizacionais e situações existentes para alcançar melhores resultados. Modelo Ciências naturais (física, por ex.) e outras disciplinas que adotaram a abordagem científica (economia, por ex.) Design e engenharia (por ex., arquitetura, engenharia aeronáutica, ciências da computação). Fonte: Romme (2003, apud Dresch et al., 2015) Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 11
  12. 12. [Apud Freitas et al. (2015)] Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 12
  13. 13. Fonte: Dresch et al. 2015 Raciocínio científico da DSR Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 13
  14. 14. Design Science Research Qual é o papel de um pesquisador na design research? Além de pesquisador, ele possui também um papel criativo de:  Construtor (designer) ou desenvolvedor de soluções para problemas reais;  Avaliador do artefato. Fonte: Lacerda et al., 2013 Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 14
  15. 15. Construção de conhecimento na DSR Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 15 [Apud Freitas et al. (2015)]
  16. 16. Etapas da Design Science Research Considerando conhecimento, soluções existentes Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 16 [Apud Freitas et al. (2015)]
  17. 17. Framework de pesquisa em SI Fonte: Hevner e Chatterjee, 2010 Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 17
  18. 18. Ciclos da DSR Fonte: Hevner, 2007 Esses três ciclos devem estar presentes e claramente identificáveis em um projeto de pesquisa científica Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 18
  19. 19. Base de conhecimento para DSR Fonte: Gregor e Hevner, 2013 Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 19
  20. 20. Os papéis do conhecimento na DSR Fonte: Gregor e Hevner, 2013 Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 20
  21. 21. Diretrizes da Design Science Research 21 Fonte: Gregor e Hevner, 2013 Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN)
  22. 22. Diretrizes para Condução e Avaliação da DSR Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 22 Fonte: Hevner et al. (2004) Critério Descrição 1. Design como artefato A pesquisa fundamentada em Design Science deve produzir um artefato viável, na forma de um construto, modelo, método e/ou uma instanciação. 2. Relevância do problema O objetivo da pesquisa fundamentada em Design Science é desenvolver soluções baseadas em tecnologia para problemas gerenciais importantes e relevantes. 3. Avaliação do design A utilidade, qualidade e eficácia do artefato devem ser, rigorosamente, demonstradas por meio de métodos de avaliação bem executados. 4. Contribuições do design Uma pesquisa fundamentada em Design Science deve prover contribuições claras e verificáveis nas áreas específicas dos artefatos desenvolvidos, e apresentar fundamentação clara em fundamentos de design e/ou metodologias de design. 5. Rigor da pesquisa A pesquisa em Design Science é baseada em uma aplicação de métodos rigorosos, tanto na construção como na avaliação dos artefatos. 6. Design como processo de pesquisa A busca por um artefato eficaz e efetivo exige a utilização de meios que sejam disponíveis, para alcançar os fins desejados, ao mesmo tempo que satisfaz as leis que regem o ambiente em que o problema está sendo estudado. 7. Comunicação da pesquisa A pesquisa em Design Science deve ser apresentada tanto para o público mais orientado à tecnologia quanto para aquele mais orientado à gestão.
  23. 23. Métodos de avaliação do artefato 23 Fonte: Gregor e Hevner, 2013 Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN)
  24. 24. Quadro da contribuição de conhecimento da DSR Fonte: Gregor e Hevner, 2013 Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 24
  25. 25. Publicando um estudo DSR Fonte: Gregor e Hevner, 2013 Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 25
  26. 26. Desafios da DSR  Muitos modelos informais e descritivos carecem de uma teoria de base subjacente  A base de conhecimento existente é insuficiente para fins de design;  Designers confiarem na intuição, experiência e métodos de tentativa e erro  A DSR é perecível: IA, OODB, Bug do milênio  Métodos rigorosos de avaliação são extremamente difíceis de aplicar no DSR 26 Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN)
  27. 27. Desafios da DSR na prática Grande volume de dados Tempo e trabalho para construção do artefato (aumenta quanto mais complexo e participativo for o projeto) Separar método dos resultados da pesquisa Cuidado para não perder o foco do problema principal (atacar um único problema central) Ter rigor na avaliação dos resultados (definir instrumentos para avaliação antes de iniciar a coleta de dados) Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 27
  28. 28. Exemplos de pesquisas DSR em ADI no Brasil • COSTA, A. S. A. Avaliação holística do desempenho potencial do gestor de Sistemas de Informação. Dissertação (Mestrado) - Universidade Nova de Lisboa. Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação, Lisboa, 2017. Disponível em: https://run.unl.pt/bitstream/10362/21485/1/TGI0093.pdf • DE SORDI, J. O.; CARANDINA, T. Comportamento informacional: proposição de artefato para reflexão de interdependências entre dimensões de qualidade da informação. Perspectivas em Ciência da Informação, v.20, n.3, p.152-177, jul./set. 2015. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/pci/v20n3/1413-9936-pci-20-03-00152.pdf • FRANCISCO, R. Can Knowledge be created and shared on the move? The case of collaborative problem solving in the mobile workers’ context. Tese (Doutorado) – UNISINOS. Programa de Pós-graduação em Administração e Negócios. São Leopoldo, 2017. Disponível em: http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/6640 • LÓPEZ-CRUZ, O. Un modelo basado en agentes para simular la capacidad de absorción en organizaciones. Revista lbérica de Sistemas e Tecnologias de Informação - RISTI, n. 26, março, 2018, p. 122-139. Disponível em: http://www.scielo.mec.pt/pdf/rist/n26/n26a10.pdf • MIOZZO, R. M. Desenvolvimento de um serviço de informações gamificado como uma estratégia de engajamento do consumidor com a marca. Dissertação (Mestrado) – UNISINOS. Programa de Pós-graduação em Administração e Negócios. São Leopoldo, 2015. Disponível em: http://repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/4988/Regina%20Kossmann%20Miozzo_.pdf?sequence=1&isAllowed=y • PADILHA, M. A. O. Inteligência coletiva e gestão do conhecimento: uma aplicação na rede social Facebook. Dissertação (Mestrado) – Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Programa de Pós-graduação em Computação Aplicada, Curitiba, 2016. Disponível em: http://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/1812/1/CT_PPGCA_M_Padilha%2C%20Matheus%20Alberto%20Oliveira_2016.pdf • ROCHA, W. C. Desenvolvimento e implantação de um sistema de gestão de pedidos de informação endereçados à Universidade Federal do Rio Grande do Norte a partir do serviço de informações ao cidadão (E-SIC). Dissertação (Mestrado Profissional em Gestão Pública) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Programa de Pós-graduação em Administração, Natal, 2013. Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/jspui/bitstream/123456789/16908/1/WilliamCR_DISSERT.pdf Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 28
  29. 29. Referências 1/2 • CARVALHO, J. A. Validation criteria for the outcomes of Design Research. IT Artefact Design & Work practice Intervention, Anais do Pre-ECIS and AIS SIG Prag Workshop, Barcelona, Jjunho de 2012. Disponível em: https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/21713/1/ITADWIarticleJACvfr.pdf • DRESCH, A.; LACERDA, D. P.; ANTUNES JR.; J. A. V. Design Science Research: método de pesquisa para avanço da ciência e tecnologia. Porto Alegre: Bookman, 2015. (Capítulos 2 e 3). • FREITAS JR., J. C.; MACHADO, L.; KLEIN, Amarolinda Zanela.; FREITAS, A. Design Research: aplicações práticas e lições aprendidas. Faces: Revista de Administração (Belo Horizonte. Impresso), v. 14, p. 96-116, 2015. • GREGOR, S.; HEVNER, A. Positioning and presenting Design Science Research for maximum impact, MIS Quarterly, v. 37, n.2 , 2013, p. 337-355. • HEVNER, A. A Three Cycle View of Design Science Research, Scandinavian Journal of Information Systems, v. 19, n. 2, 2007, p. 87-92. • HEVNER, A. R.; CHATTERJEE, S. Design research in information systems: theory and practice. New York: Springer Science & Business Media, 2010. • HEVNER, A. R., MARCH, S. T.; PARK, J.; RAM, S. Design Science in Information Systems Research, MIS Quarterly, v. 28, n. 1, 2004, p. 75-105. Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 29
  30. 30. • LACERDA, D. P.; DRESCH, A.; PROENÇA, A., ANTUNES JR, J. A. Design Science Research: método de pesquisa para a Engenharia de Produção, Gestão e Produção, v. 20, n. 4, 2013, p. 741-761. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/gp/2013nahead/aop_gp031412.pdf • MARCH, S. T.; SMITH, G. F. Design and Natural Science Research on Information Technology, Decision Support Systems, v. 15, 1995, p. 251-266. • MEDEIROS, M.; DANTAS, A. S.; RAMOS, Anatália Saraiva M.; Aplicação da ‘Design Science Research’ na área de Gestão: uma revisão sistemática da literatura. Anais do XIX SEMEAD, São Paulo, novembro de 2016. Disponível em: http://login.semead.com.br/19semead/arquivos/1164.pdf • SILVA, H. C. C.; SIQUEIRA, A. O.; ARAÚJO, M. A. V.,; DORNELAS, J. S. Sejamos Pragmáticos: Pesquisas em Sistemas de Informação com Relevância e Rigor. iSys: Revista Brasileira de Sistemas de Informação, v. 10, n. 4, 2017, p. 66-79. • SIMON, H. The Sciences of Artificial, MIT Press, Cambridge, MA, 1996. • VAISHNAVI, V.; KUECHLER, W. Design Research in Information Systems, 2004/5. Disponível em: http://www.isworld.org/Researchdesign/drisISworld.htm Referências 2/2 Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 30
  31. 31. Obrigada! Amarolinda Klein (UNISINOS) – amaroklein@gmail.com Anatália Saraiva Martins Ramos (UFRN) - anataliaramos@gmail.com Amarolinda Klein (UNISINOS) e Anatália Ramos (UFRN) 31

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