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Temos vindo a assistir em Portugal ao desenvolvimento de um conjunto de empresas nas áreas das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) que de acordo com a ACEPI (Associação da Economia Digital) no seu agregado em 2013 representavam 4,5% do PIB nacional, sendo que o perfil de exportações portuguesas reflete também uma tendência de progressiva consolidação dos sectores de média e elevada intensidade tecnológica. Não obstante, uma das principais limitações ao desenvolvimento deste sector tem a ver com a dificuldade das empresas nacionais em desenvolver produtos de elevada densidade tecnológica, exportáveis e por isso competitivos. No quadro atual as empresas TIC nacionais são ainda muito dependentes de desenvolvimento de soluções e serviços e por isso com custos marginais muito elevados, e portanto dificilmente escaláveis. Pretende-se com este trabalho fazer uma análise de caso, focando em alguns casos de sucesso nacionais no sector das TIC de Defesa e comparando com as melhores práticas internacionais e formulando assim, um conjunto de conclusões com vista a serem criadas melhores condições para emergência de produtos competitivos e novas empresas, na expressão inglesa "startups" das TIC de Defesa que permitam a emergência de um “cluster” altamente especializado de empresas das TIC que possam atuar indistintamente no sector civil e militar, consoante as condicionantes conjunturais do mercado e identificando áreas nas quais Portugal tem já alguma base instalada, e onde poderá apostar com vista à sua diferenciação no quadro das suas parcerias internacionais no âmbito da União Europeia, da NATO e da CPLP.
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