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APOSTILA
OPERAÇÃO DE BETONEIRA
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SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO.....................................................................................................
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Figura 1 – Betoneira de tambor com carregador

2- ORIENTAÇÕES GERAIS PARA OPERAÇÃO DA BETONEIRA COM SEGURANÇA
É bastant...
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- Ruído excessivo.
A pessoa responsável pela operação do equipamento é denominada Operador de Betoneira. Esta deve
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- Monitore sempre as lonas de freio e fricção, trocando-as regularmente.
- Não deixe que caia graxa no disco de fricção ...
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Nas obras, muitas vezes a tendência é misturar o concreto o mais rapidamente possível, e, por esse
motivo, é importante ...
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- Colocar o tronco de cone, em posição invertida ao lado do concreto e mede-se com uma régua o abatimento
do concreto.

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equipamento mecânico, não podendo nesse caso, amassar, de cada vez, volume superior ao correspondente
a 100 kg de ciment...
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Alguns cuidados devem ser tomados, a betoneira nunca deve estar seca, e, se possível, já deve ter
sido executada a impri...
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A betoneira, figura 7, precisa estar limpa (livre de pó, água suja e restos da última utilização) antes de
ser usada. ...
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(graxeiras);
- Observar periodicamente o estado da correia do motor.
- Graxa recomendada: SHELL Alvania R2, Castrol Lm2...
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Acionamento com motores a explosão, diesel e gasolina: Abastecer sempre com combustível limpo sem
impurezas, em ambient...
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9.2.1 - Transporte manual
Caixas ou padiolas com peso compatível à este tipo de transporte, com no máximo 70 kg. sendo
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Apostila - Operador de Betoneira

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Apostila para treinamento de operador de betoneira em canteiro de obras.

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Apostila - Operador de Betoneira

  1. 1. APOSTILA OPERAÇÃO DE BETONEIRA
  2. 2. 2 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO................................................................................................................. 2. ORIENTAÇÕES GERAIS PARA OPERAÇÃO DA BETONEIRA COM SEGURANÇA .... 3 3 3. UNIFORMIDADE DA MISTURA................................................................................... 4. TEMPO DE MISTURA..................................................................................................... 5.ORDEM DE COLOCAÇÃO DE MATERIAIS..................................................................... 6. TRABALHABILIDADE..................................................................................................... 7. MISTURA DO CONCRETO .......................................................................................... 8. CENTRAL DE ARGAMASSA E CONCRETO ............................................................... 9. TRANSPORTES DO CONCRETO .............................................................................. 6 6 6 7 8 12 13 1 - INTRODUÇÃO Uma betoneira ou misturador de concreto é o equipamento utilizado para mistura de materiais, na qual se adicionam cargas de pedra, areia, cimento e água, na proporção devida, de acordo com a finalidade da mistura. Esse equipamento pode ser utilizado na mistura e preparo de outros produtos como rações, adubos, plásticos, etc. Neste caso sua denominação passa a ser como misturador.
  3. 3. 3 Figura 1 – Betoneira de tambor com carregador 2- ORIENTAÇÕES GERAIS PARA OPERAÇÃO DA BETONEIRA COM SEGURANÇA É bastante utilizada na construção civil, principalmente para misturar agregados como produtos e matérias primas. É constituída por um chassi e um recipiente cilíndrico que se faz girar com a força transmitida por um motor elétrico ou a gasolina. As principais causas de acidentes com a betoneira são: - Descargas elétricas; - Agarramento por partes móveis; - Tombamento, batidas e atropelamentos devido à movimentação da máquina; - Queda repentina da caçamba carregadora; - Inalação de produtos químicos;
  4. 4. 4 - Ruído excessivo. A pessoa responsável pela operação do equipamento é denominada Operador de Betoneira. Esta deve realizar um treinamento de segurança para poder exercer essa função. E deve, ainda, seguir as instruções abaixo: - Conheça a betoneira. Não se arrisque a manusear uma máquina na qual você não possui o conhecimento necessário. - Não realize nenhuma atividade se apresentar cansaço ou falta de concentração. Sua vida pode estar em risco. Tudo o que for fazer deve ser feito com extrema consciência e concentração. - Evite condições perigosas. - Certifique-se de que haja espaço adequado para que o trabalho seja realizado. - Mantenha a organização do local, evitando acidentes. - A operação só deve ser realizada em local sólido e plano, que seja capaz de suportar o peso do equipamento e a carga, evitando que a betoneira tombe. - Não mova a betoneira quando estiver carregada ou em uso. - Antes de ligar, verifique as condições da máquina. Observe o estado dos cabos, alavanca e acessórios e os dispositivos de segurança. - Certifique-se que as partes móveis estejam protegidas por carcaças. - Nunca introduza o braço ou uma pá dentro da betoneira em movimento. - Após o término do trabalho, deve ser imobilizada com o mecanismo correspondente. - Não deve ser colocada a distância inferior a três metros da borda de uma escavação, evitando assim riscos de quedas. - Devem-se verificar as condições do aterramento elétrico, antes de ligar a máquina. - Lave e limpe a máquina sempre após o uso. Lembre-se de desligar a máquina e desconectar da tomada. - Solucionar problemas elétricos na máquina é função do eletricista, e não do operador de betoneira.
  5. 5. 5 - Monitore sempre as lonas de freio e fricção, trocando-as regularmente. - Não deixe que caia graxa no disco de fricção e na cinta de freio. - Utilize os EPI indicados para esse tipo de operação (capacete de segurança, óculos de segurança, luvas de borracha, protetor auricular, botas de borracha e respirador). - Atente sempre para suas mãos. Elas que te dão a oportunidade de realizar esse tipo de trabalho, portanto não as deixe de lado! - Cuidado ao manusear o cimento. Esteja sempre com as luvas de proteção para impedir o contato. Caso contrário, você pode desenvolver uma dermatite de contato, que é uma doença na pele causada pelo cimento. - Quando não estiver em uso, à betoneira deve ser armazenada em local seco para prevenir contra a ferrugem. 3 – UNIFORMIDADES DA MISTURA Em qualquer betoneira é essencial que haja movimentação do material entre diferentes partes da cuba de modo a produzir um concreto ou argamassa uniforme. 4 – TEMPO DE MISTURA
  6. 6. 6 Nas obras, muitas vezes a tendência é misturar o concreto o mais rapidamente possível, e, por esse motivo, é importante saber qual o tempo mínimo de mistura necessário para obter um concreto com composição uniforme e, como resultado, com resistência satisfatória. Esse tempo varia com o tipo de betoneira e, a rigor, não é o tempo de mistura, mas sim o número de revoluções da betoneira que deve ser o critério para uma mistura adequada. Geralmente, são suficientes cerca de 5 minutos. A resistência média do concreto aumenta com um aumento do tempo de mistura. 5 – ORDEM DE COLOCAÇÃO DE MATERIAIS Não existem regras gerais para a ordem de colocação dos materiais na betoneira, por isso depende das propriedades dos componentes e da betoneira. Geralmente, coloca-se antes uma pequena quantidade de água, seguida de brita (agregado graúdo), areia (agregado miúdo), cimento (aglomerante) previstas em tabela de traços, se acrescentando o restante da água e aditivos quando especificado em tabelas de traços, controlando sempre a umidade ideal para cada tipo de concreto ou argamassa especificadas pelos departamento técnico da empresa. A avaliação visual da consistência do concreto ou argamassa pelo operador é muito importante para adição de águas e aditivos para que as mesmas não excedam a fluidez necessária. 6 – TRABALHABILIDADE O método mais disseminado, é o ensaio de abatimento de tronco de cone (ou, simplesmente, Slump test), e procede da seguinte forma (o procedimento deve durar, no máximo, 3 minutos): (figura 6) - O concreto é colocado, em 3 camadas individuais compactadas com 25 golpes de uma haste de ponta arredondada, em um tronco de cone com 30cm de altura; - Após o preenchimento das 3 camadas, o excesso concreto é nivelado com a base do tronco do cone (cone de Adams); - Retirar lentamente o tronco do cone sem esforços laterais;
  7. 7. 7 - Colocar o tronco de cone, em posição invertida ao lado do concreto e mede-se com uma régua o abatimento do concreto. Figura 6 – ensaio – abatimento do concreto IMPORTANTE: Cuidado com a adição da água, quanto maior for a quantidade de água menor será a resistência do concreto. Só adicione mais água no concreto com autorização do departamento técnico. 7 – MISTURA DO CONCRETO Definida como a junção dos componentes a fim de formar um composto homogêneo. O objetivo é revestir a superfície dos agregados com pasta de cimento e formar uma massa uniforme. Formalmente, mistura é a operação de fabricação do concreto destinada a obter um conjunto resultante do agrupamento interno dos agregados, aglomerante, água e dos aditivos. 7.1 Mistura manual: O amassamento manual, conforme prescreve a NBR 6118/78, só poderá ser empregado em obras de pequena importância, onde o volume e a responsabilidade do concreto não justifiquem o emprego de
  8. 8. 8 equipamento mecânico, não podendo nesse caso, amassar, de cada vez, volume superior ao correspondente a 100 kg de cimento. Serve para pequenos volumes de concreto, para obras de pequeno porte e que requerem baixa resistência mecânica. Deve ser realizada em superfície plana, impermeável e resistente. A ordem de colocação dos materiais interfere na qualidade do concreto e, portanto, devem ser adicionados os ingredientes secos e, em seguida, a água. Procedimentos: O agregado deve ser espalhado em uma camada sobre uma superfície resistente, limpa, não porosa; espalha-se o cimento sobre o agregado e os materiais secos são misturados revirando-se de um lado para o outro do estrado, “cortando-se” com uma pá, até que a mistura se apresente uniforme. Geralmente são necessárias três “viradas”. Adiciona-se a água aos poucos de modo que não escapem do montem nem água nem cimento. Revira-se a mistura novamente, geralmente três vezes, até que se apresente com cor e consistência uniformes. É obvio que, durante esse procedimento, não se deve permitir que o solo ou outros materiais estranhos se misturem com o concreto. Estas operações devem ser feitas em locais próprios como caixas de madeira previamente molhadas, sobre chapas metálicas ou pisos de concreto ou cimento. Um cuidado especial deve ocorrer com a adição de água visto que a dificuldade de se fazer a mistura provoca uma tentativa de aumento no volume de água para facilitar o processo, alterando assim o fator água/cimento. 7.2 - Mistura mecânica (betoneiras): - Com a caçamba carregadora, deve-se respeitar o posicionamento dos componentes, sob pena de afetar a característica do concreto obtido (ordem, do fundo para a superfície: 50% dos agregados graúdos, agregados miúdos, cimento, o restante dos agregados graúdos); Para a colocação dos componentes em betoneira, também deve ser obedecida uma ordem, que é: 1 - Agregado graúdo; 2 – Parte da água; 3 – Agregado miúdo; Estes componentes retiram a argamassa aderida 4 - Cimento; 5- Restante da água
  9. 9. 9 Alguns cuidados devem ser tomados, a betoneira nunca deve estar seca, e, se possível, já deve ter sido executada a imprimação ("sujar" a betoneira com argamassa de mesmo traço do que a usada no concreto). Após a betonada (mistura dos componentes), o concreto deve ser transportado para o local de aplicação, e seu transporte deve ser tal que consiga manter a homogeneidade da mistura, permitindo sempre que possível o lançamento direto nas fôrmas e rápido o bastante para que o concreto não perca trabalhabilidade. Os fatores fundamentais neste processo são: 1. tempo de mistura 2. velocidade do equipamento 3. colocação dos materiais. 7.2.1 – Qualidade da mistura Para obter-se um concreto de boa qualidade deve-se fazer uma mistura adequada. Considerar: Eficiência do Equipamento Estado de Conservação Tempo da Mistura Velocidade da Betoneira Ordem de Colocação dos Materiais na Betoneira Figura 7 – Betoneira intermitente de queda livre com eixo inclinado
  10. 10. 10 A betoneira, figura 7, precisa estar limpa (livre de pó, água suja e restos da última utilização) antes de ser usada. Os materiais devem ser colocados com a betoneira girando e no menor espaço de tempo possível. Após a colocação de todos os componentes do concreto, a betoneira ainda deve girar por um tempo mínimo já apresentado nesse trabalho. Os principais elementos a serem considerados na operação de uma betoneira são: - tempo de mistura – - velocidade de rotação - quanto a velocidade de rotação, para cada tipo de betoneira existe uma velocidade ótima do tambor, acima da qual poderá haver o início da centrifugação dos materiais, diminuindo, portanto, a homogeneidade da mistura. 7.3 – Manutenção da betoneira Para manter e proteger a betoneira siga as instruções abaixo: - Antes de efetuar qualquer limpeza, assegure-se sempre que o produto esteja desligado e o cabo e alimentação desconectado da rede elétrica; - Após cada uso, retirar o excesso com água; - Nunca bater no tambor com ferramenta que possa danificar a mesma. - Para períodos longos sem utilização, recomenda-se proteger o equipamento com óleo ou outro tipo de antiferrugem. Antes de realizar qualquer intervenção em seu produto, desligue-o da rede elétrica. A substituição do cabo de alimentação somente poderá ser feita por pessoal especializado. Recomenda-se que a manutenção ou conserto de seu produto seja feito pela rede autorizada. É imprescindível que tais atividades sejam feitas por pessoal qualificado. Alguns sintomas de seu produto são devidos a fatores relacionados com instalação ou operação, não se tratando de defeitos ou quaisquer outros problemas que exijam manutenção. 7.4 – Recomendações para o uso de betoneira - Limpe sempre as peças, pinhão e cremalheira, mantendo-as lubrificadas; - Ajustar temporariamente o pinhão com a cremalheira para evitar desgaste excessivo; - Lubrificar o produto no início de períodos de operação em todos os pontos de lubrificação
  11. 11. 11 (graxeiras); - Observar periodicamente o estado da correia do motor. - Graxa recomendada: SHELL Alvania R2, Castrol Lm2, Atlantic Litholine 2 ou similares Betoneiras de cuba basculante: são de 100, 120, 320 e 350 litros de capacidade, elas são de fácil operação e requerem os seguintes cuidados: Lavar diariamente após o uso, deixando a máquina aproximadamente 30 minutos batendo com pedra nº 2 ou 3 e água para a limpeza interna do tambor. Conservar a cremalheira, o pinhão e a engrenagem do volante sempre livres de impurezas e engraxados. Manter os bicos de lubrificação sempre bem engraxados. Nunca colocar os agregados com a máquina parada, sempre com o motor ligado. Para que haja um bom funcionamento do equipamento, o mesmo só poderá trabalhar com a base nivelada, de preferência apoiada em caibros no lugar das rodas. Observar os mesmos cuidados mencionados acima para as betoneiras de cuba basculante. A corrente deve estar sempre bem regulada e alinhada evitando desgaste prematuro e excessivo das engrenagens é da corrente. O sistema de fricção deve estar sempre limpo de impurezas e bem lubrificado.As lonas de freio e fricção devem ser trocadas regularmente. Não permitir a entrada de graxa no disco de fricção e na cinta do freio. Nunca use cabo de aço emendado ou desfiado.Betoneiras rotativas: são de 500, 750 e 1000 litros de capacidade e requerem basicamente todos o cuidados acima mencionados. Acionamento com motores elétricos: Conforme a NR18 (18.21.1) “A execução e manutenção das instalações elétricas, devem ser realizadas por trabalhador qualificado e a supervisão por profissional legalmente habilitado. A ligação elétrica deve ser feita por intermédio de conjunto tomada / plug macho, ou terminais elétricos com proteção adequada de isoladores e fita isolante. Assegure-se que a voltagem da rede é a mesma do equipamento. O cabo de ligação e possíveis extensões deverão ser compostos por cabos de condução elétrica com proteção mecânica, do tipo PP, com 04 pernas, sendo 3 para as fases e 1 para o terra, com bitola mínima prevista em norma específica.O cabo de ligação deverá ser inteiriço, sem emendas, de modo a não haver correntes de fuga. O circuito de ligação deverá ser protegido por interruptor de corrente de fuga do tipo “DR”. O fio terra deverá estar ligado a um terminal terra que garanta uma resistência máxima de 10 W (Ohms). Cuidado especial deverá ser tomado quanto à queda de fases, pois a falta de uma delas danificará o motor. Eletricista Qualificado deverá ainda verificar se o sentido da rotação está correta, caso contrário, deverá providenciar a inversão de uma das fases.
  12. 12. 12 Acionamento com motores a explosão, diesel e gasolina: Abastecer sempre com combustível limpo sem impurezas, em ambientes ventilados. Abastecer sempre com o motor frio, evitando incêndios. Limpar diariamente os filtros de ar e inspecionar os filtros de combustível. Verificar o nível do óleo do cárter no motor a cada 04 horas de uso. O motor só poderá ser ligado em ambiente ventilado. Para ambos os casos, motor elétrico ou a gasolina, o operador deverá: Usar óculos de segurança, botinas, luvas de raspa ou PVC e protetor auricular se for o caso. Lembre-se, conforme a NR18 (18.22.1) “A operação de máquinas e equipamentos que exponham o operador ou terceiros a riscos, só pode ser feita por trabalhador qualificado e identificado por crachá. 8 – CENTRAL DE ARGAMASSAS E CONCRETO 8.1 - Localização: Nas proximidades do estoque de areia, brita e saibro; Ao lado do equipamento para transporte vertical; Em local coberto, de preferência. 8.1.1 Cuidados: Evitar o cruzamento de fluxos; Área pavimentada e coberta para circulação de carrinho de mão e gericas; Prever tablado para estoque dos sacos de aglomerantes necessários para o dia. Dimensão: Área mínima de 20m². 9 – TRANSPORTES DO CONCRETO 9.2 - Transporte dentro da obra É o transporte após a descarga do concreto pela betoneira. Podem ser distâncias pequenas ou grandes dependendo unicamente da obra em questão. Deve-se considerar que o tempo máximo entre o final da mistura e o inicio da concretagem é de 2 horas; período em que deve ficar sob agitação para evitar enrijecimento e segregação.
  13. 13. 13 9.2.1 - Transporte manual Caixas ou padiolas com peso compatível à este tipo de transporte, com no máximo 70 kg. sendo necessário neste caso o trabalho de duas pessoas. São também usados baldes que podem ser içados por cordas facilitando o transporte vertical. A produção com este tipo de transporte é muito baixa, sendo somente admissível em obras de pequeno porte. 9.2.2 - Transporte com carrinhos e giricas Existem diversos tipos de carrinhos de mão de uma roda, ou giricas, de duas rodas. Deve-se ter caminhos apropriados sem rampas acentuadas. Deve-se usar carrinhos com pneus de modo a evitar tanto a segregação, como a perda do material. O transporte vertical em casos de grande altura devem ser efetuados por elevadores ou guinchos. Existem caçambas elevatórias associadas à elevadores que proporcionam uma maior rapidez neste transportes.

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