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PRIMEIRO PERÍODO (1500 – 1808) Industrialização no Brasil
SUMÁRIO 1500 - 1808
Sumário
• Introdução;
• Período Pré-Colonial (1500 - 1530);
• Ciclo do Pau-Brasil;
• Período Colonial ...
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
• Políticas de exploração territorial.
• Instalação de pequenas indústrias.
• Relativo crescimento econômico à ...
PERÍODO PRÉ-COLONIAL (1500 - 1530)
CICLO DO PAU-BRASIL
CICLO DO PAU-BRASIL
• Primeira atividade econômica da
colônia.
• Tintura apreciada pelos europeus.
• Exploração em massa d...
CICLO DO PAU-BRASIL
• Criação de fluxos (tanto de madeira quanto de índios) à
metrópole (Portugal).
• Criação de uma “fort...
PERÍODO COLONIAL (1530 - 1808)
CICLO DA CANA-DE-AÇÚCAR
CICLO DA CANA-DE-AÇÚCAR: CARACTERÍSTICAS
• Iniciou-se quando foi introduzida nas
capitanias de Pernambuco, Bahia e SP.
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CICLO DA CANA-DE-AÇÚCAR: O CAPITAL
• Havia falta de recursos financeiros, por parte de Portugal,
para manter a indústria a...
CICLO DA CANA-DE-AÇÚCAR: MÃO-DE-OBRA
• A economia açucareira exige
vasta mão-de-obra.
• Portugal passa, então, a
trazer es...
CICLO DO OURO
CICLO DO OURO: CARACTERÍSTICAS
• Investimento em açúcar na América
Central no fim do século XVII e a
desvalorização do açú...
CICLO DO OURO: CONSEQUÊNCIAS
• Interiorização e desenvolvimento urbano através do
surgimento de vilas e povoados nas regiõ...
CICLO DO OURO: IMPOSTOS
• Quinto: estabelecia que 20% do ouro extraído deveriam
pertencer ao rei de Portugal;
• Capitação:...
CICLO DO OURO: DECLÍNIO
• A exploração, e as diversas taxas cobradas pela Coroa
Portuguesa culminaram em diversas revoltas...
REFERÊNCIAS
http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil_Colônia
http://sociohistoria2011.blogspot.com.br/2
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Nessa época se fazia restrição ao desenvolvimento de atividades industriais no Brasil. Apenas uma pequena indústria para consumo interno era permitida, devido às distâncias entre a metrópole e a colônia. Essas classificavam-se, principalmente, como de fiação, de calçados, ou de vasilhames.
A partir da segunda metade do século XVIII, algumas indústrias começaram a crescer em território brasileiro, como é o caso das responsáveis pela fabricação de mármore e as indústrias têxteis.
Portugal já era pioneira em tais áreas, e enxergou o desenvolvimento do Brasil como uma concorrência direta ao comércio da corte, além de que essa relação poderia compilar a independência econômica da colônia que, mais tarde, poderia ajudar em eventuais processos de independência política.
Tendo em vista essa situação, em 5 de janeiro de 1785, D. Maria I assinou um alvará, extinguindo todas as manufaturas têxteis da colônia, exceto a dos panos grossos para uso dos escravos e trabalhadores.
O Pacto Colonial imposto por Portugal estabelecia que o Brasil (Colônia) só podia fazer comércio com a Metrópole, não devendo concorrer com produtos produzidos lá. Logo, o Brasil não podia produzir nada que a Metrópole já produzisse.
Desta forma foi estabelecido um monopólio comercial. Esse foi, de certa forma, imposto pelo governo da Inglaterra à Portugal, com o objetivo de garantir mercado aos comerciantes ingleses. Portugal nunca chegou a ter uma indústria significativa e desta forma dependia das manufaturas inglesas. Portugal se beneficiava do monopólio, mas o país era dependente da Inglaterra.
O marco final dessa “proibição industrial” se dá em 1808 com a Abertura dos Portos, onde D. João VI (ao chegar no Brasil juntamente com toda a família real portuguesa) revogou o alvará, abriu os portos ao comércio exterior e fixou taxa de 24% para produtos importados, exceto para os portugueses que foram taxados em 16%.

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Industrialização Brasileira - 1° Período (1500 - 1808)

  1. 1. PRIMEIRO PERÍODO (1500 – 1808) Industrialização no Brasil
  2. 2. SUMÁRIO 1500 - 1808 Sumário • Introdução; • Período Pré-Colonial (1500 - 1530); • Ciclo do Pau-Brasil; • Período Colonial (1530 - 1808); • Ciclo da Cana-de-Açúcar; • Características; • Organização Social; • O Capital; • Mão-de-obra; • Ciclo do Ouro; • Características; • Consequências; • Impostos; • Declínio.
  3. 3. INTRODUÇÃO
  4. 4. INTRODUÇÃO • Políticas de exploração territorial. • Instalação de pequenas indústrias. • Relativo crescimento econômico à partir do século XVIII. • Assinatura de um alvará que extingue a manufatura colonial, em 5 de janeiro de 1785, por D. Maria I. • Pacto Colonial.
  5. 5. PERÍODO PRÉ-COLONIAL (1500 - 1530)
  6. 6. CICLO DO PAU-BRASIL
  7. 7. CICLO DO PAU-BRASIL • Primeira atividade econômica da colônia. • Tintura apreciada pelos europeus. • Exploração em massa da fauna litorânea e dos indígenas locais (escambo). • Arrendamento da madeira brasileira à negociantes de Lisboa (em 1502) e o pagamento de impostos à Colônia Portuguesa.
  8. 8. CICLO DO PAU-BRASIL • Criação de fluxos (tanto de madeira quanto de índios) à metrópole (Portugal). • Criação de uma “fortaleza de resgate” (onde hoje se localiza Cabo Frio - RJ) para o despache de produtos. • Em 1832, com a notícia das primeiras descobertas de corantes artificiais, o mercado do pau-brasil para tintura começou a diminuir entrando em declínio em 1875.
  9. 9. PERÍODO COLONIAL (1530 - 1808)
  10. 10. CICLO DA CANA-DE-AÇÚCAR
  11. 11. CICLO DA CANA-DE-AÇÚCAR: CARACTERÍSTICAS • Iniciou-se quando foi introduzida nas capitanias de Pernambuco, Bahia e SP. • Destacou-se, também, a produção de tabaco e algodão. • Utilização do conceito de plantation. • Sistema formado pela presença de escravos (africanos e indígenas), um senhor de engenho e suas instalações territoriais.
  12. 12. CICLO DA CANA-DE-AÇÚCAR: O CAPITAL • Havia falta de recursos financeiros, por parte de Portugal, para manter a indústria açucareira no Brasil. • Acordo com a Holanda: financiamento dos engenhos, transporte do açúcar de Portugal ao território holandês, refino e colocação do produto no mercado.
  13. 13. CICLO DA CANA-DE-AÇÚCAR: MÃO-DE-OBRA • A economia açucareira exige vasta mão-de-obra. • Portugal passa, então, a trazer escravos negros do continente africano, adquiridos em forma de escambo. • Em 2 anos, o proprietário retirava a despesa da compra de um escravo, o restante eram apenas lucros.
  14. 14. CICLO DO OURO
  15. 15. CICLO DO OURO: CARACTERÍSTICAS • Investimento em açúcar na América Central no fim do século XVII e a desvalorização do açúcar brasileiro;. • A Metrópole passa a usufruir de suas novas minas de ouro (MG e GO). • Cria-se uma enorme migração de pessoas para regiões próximas às minas, em busca de empregos e lucros.
  16. 16. CICLO DO OURO: CONSEQUÊNCIAS • Interiorização e desenvolvimento urbano através do surgimento de vilas e povoados nas regiões mineradoras. • Tal processo foi tão importante que o governo português decidiu mudar, em 1763, a capital de Salvador para o Rio de Janeiro, pois estava mais próximo das Minas Gerais.
  17. 17. CICLO DO OURO: IMPOSTOS • Quinto: estabelecia que 20% do ouro extraído deveriam pertencer ao rei de Portugal; • Capitação: estabelecia uma taxa a se pagar à coroa por cada escravo na exploração das minas; • Derrama: estabelecia que a colônia deveria arrecadar 1.500kg de ouro por ano.
  18. 18. CICLO DO OURO: DECLÍNIO • A exploração, e as diversas taxas cobradas pela Coroa Portuguesa culminaram em diversas revoltas. • O esgotamento das jazidas, associada à inexistência de técnicas apropriadas de mineração, foram os responsáveis pela decadência do ouro no final do século XVIII. • Seu ciclo permaneceu até o ano de 1785.
  19. 19. REFERÊNCIAS http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil_Colônia http://sociohistoria2011.blogspot.com.br/2 012/02/brasil-colonia-1500-1808.html http://pt.wikipedia.org/wiki/História_da_in dustrialização_no_Brasil http://brasil- colonia.info/mos/view/Economia/ http://www.tribunadabahia.com.br/2012/ 11/21/transferencia-da-capital-para-rio- de-janeiro Anelise Castro Queiroz Gabriel Resende Miranda Gustavo Souza Oliveira Jeniffer da Silva Alencar Letícia Finholdt Borges Lucca Alvarenga Manzi Furtado Thaís Ferreira de Menezes INTEGRANTES Turma: 3° Ano - Informática IFTM - Campus Ituiutaba
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Nessa época se fazia restrição ao desenvolvimento de atividades industriais no Brasil. Apenas uma pequena indústria para consumo interno era permitida, devido às distâncias entre a metrópole e a colônia. Essas classificavam-se, principalmente, como de fiação, de calçados, ou de vasilhames. A partir da segunda metade do século XVIII, algumas indústrias começaram a crescer em território brasileiro, como é o caso das responsáveis pela fabricação de mármore e as indústrias têxteis. Portugal já era pioneira em tais áreas, e enxergou o desenvolvimento do Brasil como uma concorrência direta ao comércio da corte, além de que essa relação poderia compilar a independência econômica da colônia que, mais tarde, poderia ajudar em eventuais processos de independência política. Tendo em vista essa situação, em 5 de janeiro de 1785, D. Maria I assinou um alvará, extinguindo todas as manufaturas têxteis da colônia, exceto a dos panos grossos para uso dos escravos e trabalhadores. O Pacto Colonial imposto por Portugal estabelecia que o Brasil (Colônia) só podia fazer comércio com a Metrópole, não devendo concorrer com produtos produzidos lá. Logo, o Brasil não podia produzir nada que a Metrópole já produzisse. Desta forma foi estabelecido um monopólio comercial. Esse foi, de certa forma, imposto pelo governo da Inglaterra à Portugal, com o objetivo de garantir mercado aos comerciantes ingleses. Portugal nunca chegou a ter uma indústria significativa e desta forma dependia das manufaturas inglesas. Portugal se beneficiava do monopólio, mas o país era dependente da Inglaterra. O marco final dessa “proibição industrial” se dá em 1808 com a Abertura dos Portos, onde D. João VI (ao chegar no Brasil juntamente com toda a família real portuguesa) revogou o alvará, abriu os portos ao comércio exterior e fixou taxa de 24% para produtos importados, exceto para os portugueses que foram taxados em 16%.

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