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118985172 2746.ruido ocupacional

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  1. 1. 29-Mar-14 Luís Vigia 1 RUÍDO
  2. 2. 29-Mar-14 Luís Vigia 2 Enquadramento Legal Dec. Lei n.º 182/2006 de 6 de Setembro  Prescrições mínimas de segurança e saúde em matéria de exposição dos trabalhadores aos riscos devido ao ruído
  3. 3. 29-Mar-14 Luís Vigia 3 Dec. Lei n.º 182/06 “Nas actividades susceptíveis de apresentar riscos de exposição ao ruído, o empregador deve avaliar e, se necessário, medir os níveis de ruído a que os trabalhadores se encontram expostos.” (art. 4.º - ponto 1)
  4. 4. 29-Mar-14 Luís Vigia 4 Limites de Exposição 13580Valores de Acção Inferior 13785Valores de Acção Superior 14087Valores Limites de Exposição LCpico em (dB(C))LEX,8h em (dB(A))Limite Legal Excedido o valor de acção superior – Medição Anual
  5. 5. 29-Mar-14 Luís Vigia 5 Instrumentos de Medição Sonómetro integrador de classe de precisão 1 Brüel & Kjær, modelo 2260 Dosímetro de classe de precisão 2 Brüel & Kjær, modelo 4442
  6. 6. 29-Mar-14 Luís Vigia 6 Exames Audiométricos Medição e avaliação da audição Exposição superior a: 85 dB(A) – Anualmente 83 dB(A) – 2 em 2 anos
  7. 7. 29-Mar-14 Luís Vigia 7 Características do Ruído • Constitui uma causa de incómodo para o trabalho. • Constitui um obstáculo às comunicações. • Em exposição prolongadas provoca fadiga geral
  8. 8. 29-Mar-14 Luís Vigia 8 Características do Ruído • As ondas sonoras transmitem-se desde a fonte ao ouvido, tanto através do ar, como por fontes secundárias, nomeadamente, paredes, pavimentos e tectos. • Do ponto de vista fisiológico o Ruído é todo o fenómeno acústico que produz uma sensação auditiva desagradável e incomodativa.
  9. 9. 29-Mar-14 Luís Vigia 9
  10. 10. 29-Mar-14 Luís Vigia 10 Características do Ruído • As principais características do ruído são o Nível Sonoro e a Frequência, se se trata de um som puro ou de um som complexo.
  11. 11. 29-Mar-14 Luís Vigia 11 Nível Sonoro - Definições • A quantidade de Ruído que o ouvido humano recebe designa-se por nível de ruído e mede-se em decibel - dB(A) • Qualquer fonte sonora emite uma determinada potência acústica.
  12. 12. 29-Mar-14 Luís Vigia 12 Nível de Pressão Sonora Motor a Jacto Grupo Rock Escritório
  13. 13. 29-Mar-14 Luís Vigia 13
  14. 14. 29-Mar-14 Luís Vigia 14 Tipos de Ruído O Ruído pode classificar-se em estacionário (com flutuações de nível mínimo durante o período de trabalho) e não estacionário (com flutuações de variação significativa. O Ruído não estacionário pode ser subdividido em três tipos: Flutuante Intermitente Impulsivo
  15. 15. 29-Mar-14 Luís Vigia 15 Ruído Flutuante, se durante o período de observação, o nível de ruído variar continuamente. Tipos de Ruído Ex.: Centrais de produção e máquinas de fiação.
  16. 16. 29-Mar-14 Luís Vigia 16 Tipos de Ruído Ruído Intermitente, se durante o período de observação, o nível descer várias vezes, mantendo-se constante por 1 segundo ou mais. Ex.: Rebarbadoras
  17. 17. 29-Mar-14 Luís Vigia 17 Ruído Impulsivo, quando consiste, em um ou mais impulsos de ruído de nível sonoro elevado e duração inferior a um segundo. Tipos de Ruído Ex.: Operações de martelagem e de rebitagem.
  18. 18. 29-Mar-14 Luís Vigia 18 Características do Campo Sonoro Campo Livre, quando o campo sonoro se propaga numa zona afastada das superfícies reflectoras. Campo Reverberante, quando a propagação se faz num recinto em presença de superfícies reflectoras.
  19. 19. 29-Mar-14 Luís Vigia 19 Tempos de Exposição 8 horas 85 dB(A) 7,5 minutos 103 dB(A) 30 minutos 97 dB(A) 15 minutos 100 dB(A) 1 hora 94 dB(A) 4 horas 88 dB(A) 2 horas 91 dB(A)
  20. 20. 29-Mar-14 Luís Vigia 20 Medições dos Níveis de Ruído Porque é que se procede à Medição de Ruído? • Para determinar se os níveis sonoros são susceptíveis de provocar dano auditivo. • Determinar o nível sonoro dos equipamentos. • Para elaborar planos de redução do ruído. • Para sabermos quais os protectores adequados a utilizar.
  21. 21. 29-Mar-14 Luís Vigia 21 Efeitos Nocivos do Ruído O Ruído actua através do ouvido sobre o sistema nervoso central. Quando o estimulo ultrapassa determinados limites causa surdez. A diminuição do rendimento profissional e os acidentes de trabalho são algumas das consequências da exposição ao ruído excessivo.
  22. 22. 29-Mar-14 Luís Vigia 22 Efeitos Nocivos do Ruído Incómodo É talvez o efeito mais comum sobre as pessoas e a causa da maior parte das queixas. As pessoas afectadas falam frequentemente de intranquilidade, desassossego e ansiedade
  23. 23. 29-Mar-14 Luís Vigia 23 Efeitos Nocivos do Ruído Interferência com a comunicação Para que a palavra seja perfeitamente audível é necessário que a sua intensidade super em 15 dB(A) o ruído de fundo A partir dos 65 dB(A) de ruído, a conversa torna-se extremamente difícil.
  24. 24. 29-Mar-14 Luís Vigia 24 Efeitos Nocivos do Ruído Perda de concentração e de rendimento Alguns acidentes, tanto laborais como de circulação, podem ser devidos a este efeito Na realização de qualquer tarefa é necessária concentração, no entanto se existir ruído produzirá distracções que reduzem o rendimento no trabalho.
  25. 25. 29-Mar-14 Luís Vigia 25 Efeitos Nocivos do Ruído Transtornos durante o sono Três formas diferentes, a partir dos 30 dB(A). 1 - Impossibilidade de dormir 2 - Causando interrupções no sono, que sendo repetidas podem levar a insónias 3 - Diminuição da qualidade do sono,podendo provocar aumento da pressão arterial e o ritmo cardíaco.
  26. 26. 29-Mar-14 Luís Vigia 26 Efeitos Nocivos do Ruído Danos do ouvido Na surdez transitória ou fadiga auditiva, não existe lesão. A surdez permanente produz-se por exposições prolongadas a níveis superiores a 85 dB(A).
  27. 27. 29-Mar-14 Luís Vigia 27 Efeitos Nocivos do Ruído Stress Ocorrem algumas das seguintes situações: • Cansaço Crónico • Tendência para insónias • Doenças Cardiovasculares • Comportamentos antisociais, tais como hostilidade, agressividade
  28. 28. 29-Mar-14 Luís Vigia 28 Risco de perda de Audição Nível Sonoro (dB(A) Anos de Exposição 0 5 1 0 15 20 25 30 35 40 45 80 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 85 0 1 3 5 6 7 8 9 10 11 90 0 4 10 14 16 16 18 20 21 22 95 0 7 17 24 28 29 31 32 29 32 100 0 12 29 37 42 43 44 44 45 45
  29. 29. 29-Mar-14 Luís Vigia 29 Efeitos do Ruído sobre o Homem Reacções Fisiológicas Entre 65 e 90 dB(A) - Alterações no Sistema Neurovegetativo. Reacções Psíquicas Entre 30 e 65 dB(A) - Efeitos Psíquicos
  30. 30. 29-Mar-14 Luís Vigia 30 Efeitos do Ruído sobre o Homem Trauma Auditivo Entre 90 e 120 dB(A) - Danos irreversíveis no sistema auditivo. Danos Mecânicos Entre 120 e 140 dB(A) - Destruição de Células nervosas à superfície da pele.
  31. 31. 29-Mar-14 Luís Vigia 31
  32. 32. 29-Mar-14 Luís Vigia 32 Controlo do Ruído Como? Medidas Organizacionais Controlo Administrativo Medidas Construtivas Actuar sobre a fonte Actuar sobre as vias de propagação
  33. 33. 29-Mar-14 Luís Vigia 33 Controlo do Ruído Medidas de Protecção Individual Actuar sobre o receptor
  34. 34. 29-Mar-14 Luís Vigia 34 Controlo do Ruído Medidas Organizacionais • Redução dos níveis de ruído ou do tempo de exposição; • Adquirir equipamentos menos ruidosos; • Rotação Periódica dos trabalhadores;
  35. 35. 29-Mar-14 Luís Vigia 35 Controlo do Ruído Medidas Construtivas • Encapsulamento da fonte de ruído com material isolante e absorvente; • Tratamento acústico das superfícies, revestindo-as com material absorvente, por exemplo, lã mineral;
  36. 36. 29-Mar-14 Luís Vigia 36 Controlo do Ruído Medidas de Protecção Individual • Quando não é viável técnica ou economicamente, qualquer das situações anteriores; • Recorremos à utilização dos protectores auditivos, que podem ser tampões ou tipo concha / abafador.
  37. 37. 29-Mar-14 Luís Vigia 37
  38. 38. 29-Mar-14 Luís Vigia 38
  39. 39. 29-Mar-14 Luís Vigia 39
  40. 40. 29-Mar-14 Luís Vigia 40 Jornal “Record” – 21 de Abril de 2005
  41. 41. 29-Mar-14 Luís Vigia 41 Doenças Profissionais

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