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041c - As Civilizações edificadas pelo homem, seu eu, seu egoísmo e o escopo da sua vida

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As Civilizações edificadas pelo homem, seu eu, seu egoísmo e o escopo da sua vida

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041c - As Civilizações edificadas pelo homem, seu eu, seu egoísmo e o escopo da sua vida

  1. 1. 5 AS CIVILIZAÇÕES EDIFICADAS PELO HOMEM, SEU EU, SEU EGOÍSMO E O ESCOPO DA SUA VIDA As civilizações edificadas pelo homem se fundam sôbre a iniciativa e o interesse de indivíduos ou grupos de indivíduos; cada um deles é movido pelo próprio 1 , pela sua própria ambição e de seu próprio egoísmo; daqui se pode dizer que a ambição e o egoísmo de êstes homens têm edificado a civilização humana até agora. Nossas civilizações são daqui dominados pelo egoísmo e, por isto, eles são mal edicadas assim como eles demonstram as injustiças, as prevaricaçãos e as pobrezas difundidas em cada Naçõe da Terra e, em particular, nas Nações dos povos pobres do Sul do mundo, por exemplo na África, continente muito rico dematérias-primas, mas desfrutado pelos pessoas potentes locais e pelas sociedades multinacionais fundada sòmente por uma centena de famílias do Norte do mundo. Quase todos os homens pretendem muito dos outros, também dentro as famílias e também êste é profundamente errado, porque todos nós devemos estar satisfeitos com o essencial para viver, porque o escopo da nossa vida não é aquêle de acumular riquezas e bem-estar, pelo contrário, aquêle de ampliar nossa consciência superando o eu e o egoísmo. As religiões devem contribuir à melhorar o mundo, superando o eu e o egoísmo de muitíssimos homens, simplesmente aceitando os ensinamentos dos mestres espirituais do Cerchio Firenze 77 2 ( Circulo Florença 77, entre os quais aquêle do "Conhecer a nós mesmos 3 " para difundir-lo entre os próprios fieles, porque tal ensinamento é muito importante para supercar o eu humano e o egoísmo dos indivíduos, doando-lhes, assim, os seus primeiros "sentir" de consciência 4 . As religiões deveriam promover no mundo uma mudança radical do existente, injusta e dolorosa situação de muitíssimos milhões de pessoas, promovendo uma sociedade não mais fundada sôbre o lucro e o interesse de poucos, mas uma sociedade onde prevalam os interesses colectivos através do colectivismo cristã fundado sôbre a regra de ouro do Senhor Jesus Cristo << Você fazem também aos outros todo aquêle que você querem que eles fazem para você: assim comanda a lei de Mosè e assim os profetas têm ensinado 5 >>, garantindo a todos sòmente um justo sálario nas cooperativas de trabalho porque a afoiteza e os outros talentos foram doados pelo Senhor Deus, não sòmente para nós mesmos, mas também para as comunidades em que vivemos; 1 Cerchio Firenze 77, Per un mondo migliore, páginas 208-209 (Io), Mediterranee 2 ensinamentos contidos em 8 livros (além de um dicionário), publicado pela Ed. Mediterranee, Roma (Itália) 3 Cerchio Firenze 77, Per un mondo migliore, páginas 63-75 (Come intendere l'insegnamento del conoscere se stessi) ; Dizionario del Cerchio, páginas 54-56 (Conoscere se stessi), Mediterranee 4 Cerchio Firenze 77, La voce dell'ignoto, páginas 45-50, Mediterranee 5 Vangelo di Matteo 7, 12 1
  2. 2. 5 Nas cooperativas de trabalho ou em organizações similares os salários deveriam ser iguais para todos, mas suficientes para o simple modo de viver das famílias, também de aquelas dos presidentes de cooperativas ou organizações similares. A sociedade humana do futuro deverá se fundar sôbre as necessidades fundamentais das famílias para viver uma vida simple, mas digna, satisfazendo sòmente as necessidades essenciais de cada uma, porque não a riqueza ou o luxo devem gratificar-nós, mas o altruísmo que ressaimos à desenrolar em nós mesmos; é êste altruísmo que nós dá a paz e a felicidade não as riquezas! Às mesmas regras de quem trabalha deverá ser marcada a política: não mais estipêndios, remunerações e outros privilégios de ouro para os politicos aproveitadores, como em Itália, em uma época (final do segundo milênio e o início do terceiro um) mas salários como aquêles dos trabalhadores, qualquer que seja a mansão confiada ao político. Todos os conflitos do mundo são causados pelo egoísmo e o mesmo é para o caos que reina em nossas Nações; por isto, é importantíssimo que cada um superes seu eu e seu egoísmo tornando-se altruísta em seu íntimo e comportando-se com os outros, como o Samaritano de evangélica memória 6 aplicando a regra de ouro do Senhor Jesus " Você fazem aos outros todo aquêle que você querem que eles fazam à você 7 " fazendo assim a sua própria parte para poder viver em paz também na Terra. Nós ressaimos mais facilmente se nós renderemos conta que a Vida é Uma só e que, em Espírito, não somos separados dos outros e do mesmo Cosmos 8 porque todo é Um em Deus 9 e pois que Deus é amor 10 podemos entender que estamos unidos não somente a Deus, nosso Pai e Mãe, mas também a todos os outros homens 11 por uma relação de amor, a única que eliminará os conflitos e as guerras do mundo, mas também as injustiças, as pobrezas e os sofrimentos 12 . O Mestre Claudio da Cerchio Firenze 77 (Círculo Florença 77) ensina: << Mais que fazer e ter para é importante ser. O homem de hoje tem consciência da exploração a que é submetido por várias partes. Eu não falo sòmente do trabalho. Sua esposa, seus filhos, fazendo alavanca sôbre o afeto familiar, exigem do êle mais de quanto seja razoável perguntar. O sacerdote, temendo as catástrofes neste ou no outro mundo, exige um voto político que assegura uma forma de governo favorável à religião. Et caetera.. A reação da tomada de consciência de frente à todo êste e aos privilégios gozados de alguns, reforça o egoísmo de cada um. Diz-se, então, <<Eu não quero mais ser desfrutado. Eu quero gozar os privilégios que os outros gozam>>. Desta forma as partes são invertidos, os 6 Vangelo di Luca 10, 25-37 7 Vangelo di Matteo 7, 12 8 Cerchio Firenze 77, Dizionario del Cerchio, páginas 64,65 (Cosmo), Mediterranee 9 Cerchio Firenze 77, Dizionario del Cerchio, páginas 33-34 (Assoluto), páginas 71-72 (Dio) e páginas 296-297 (Tutto ; Tutto è perfetto ; Tutto-Uno Assoluto), Mediterranee 10 Eileen Caddy, Le porte interiori, Mensagem de 17 de Julho, Amrita 11 Eileen Caddy, Le porte interiori, Mensagem de 4 de Setembro, Amrita 12 Eileen Caddy, Le porte interiori, Mensagem,de 12 de Setembro, Amrita 2
  3. 3. 5 explorados que eles se tornam exploradores. A confusão e a licença, aumentam a insatisfação de cada um. Se o trabalhador não tem seu pagamento correto, é um seu sacrosanto direito de lutar para ter-la, mas seu dever é aquêle de amar e defender o seu trabalho. Por outro lado, não é admissível que as posições vantajosas de alguns mortificem a comunidade, que para o lucro de alguns, a economia geral está danificada. Cada homem, para quantos bens que ele possuir possua, para quanta habilidade e capacidade tenha , ele/ela é sòmente um homem, isto é um trabalhador édigno de seu salário e nada mais. A sociedade do futuro, se quererá sobreviver, não poderá ser fundado sôbre o lucro e sobre o egoísmo em última análise. É, por isto necessário inserir o individualismo no coletivismo, no sentido de estreitamente absolver suas tarefas, mas trabalhando para a comunidade e não para lucro pessoal. Sòmente de uma fusão do individualismo com o colectivismo poderá nascer uma nova sociedade, fundada e constituída por novos indivíduos. É claro que cada um espera que esta mudança acontece impostas de cima, de quem governa, dos poderes públicos, sendo cada um convencido de não ter algum rol na coisa pública. Nós afirmamos que cada um tem a sua responsabilidade, e cada um contribue à criar o ambiente em que ele/ela vive, não fosse outro com as acquiescences tácitas. O que nós dizemos é exatamente o oposto do que se crê normalmente. Ninguém é responsável pela vossa ineptidão. Se a sociedade é injusta, é porque você não são sensibilizados ao problema da justiça, e no seu turno, você são injustas. Como você podem pensar em investor com uma responsabilidade os outros de isto que você devem fazer e o que não fazem? Quando você observam o triste espectáculo de a corrupção e o enriquecimento fácil, você recordar com saudade de não ser no giro de não ter a ocasião de enriquecer facilmente em sua volta. Desta forma, igualmente, você condenam o privilégio porque você não são privilegiados. Se uma concepção egoísta da vida não é superada individualmente, nenhum problema que atormenta a humanidade podem ser resolvidos de forma durável. O que coisa você devem fazer portanto? A primeira coisa, se convencer que a felicidade não consistem em acumular riquezas ou amizades, livrar você da desejo de desfrutar os outros, e ser convencidos que a única riquezaé aquela que reside na profundidade do próprio ser. Cada indivíduo é rico sòmente de si mesmo. É também desfrutar os outros também querer-los convencer a suas próprias idéias para ter alguns seguidores. Compreendo a vossa fácil objeção: mas nós não vós falamos para ter alguns seguidores. Nós pensamos que podam tirar uma ajuda de nossas palavras, mas se você não creem e não seguem isto que nós dizemos nós não sofremos. 3
  4. 4. 5 É claro que ao base da existência de cada um há o egoísmo, e que o egoísmo não pode ser erradicado, ipso facto. Desta forma, aquêle que pedimos ao início é um comportamento mais justo para vossos similares, uma existência em que as necessidades sejam reduzidos ao essencial, bem sabendo que êste não mudar você, que êste tem valor sòmente para os outros e da sociedade em que vivem, mas que deixa você inalterados em seu íntimo; todavia é necessário para que a liberdade ds individuos não se torne licença, que o egoísmo individual não se transforme em crueldade, prepotência e tirania. Mas você devem superar o o eu egoístico e pessoal que marca cada vossa ação, cada vosso desejo, cada vosso pensamento. Isto só é possível se ele/ela está convencido da necessidade de uma mudança semelhante. O discurso que não fazemos tem valor para quem sabe que a causa da confusão, de todo isto que não procede retamente, não está fora de si, mas está no íntimo de cada um. Em vez nossas palavras não servem à quem renuncia ao sociedade porque se põe na posição da rapôsa da fábula de Esopo, que renunciar a uva só porque não pode chegar a ela. Mas como é possível superar o eu egoístico e humano? Durante séculos, os homens, quando têm pensado sobre este problema, solicitados pelas grandes espiritualidades, eles têm crido suficiente se comportar como alguns altruistas para cancelar seu próprio egoísmo, e não têm pensado, em vez, que mutando a attitude exterior a natureza interior ficava imutada. É perfeitamente inútil que o ambicioso se asperga a cabeça de cinzas. Se ele/ela não tem mudado a sua natureza interior fazerá-lo, indubitávelmente, para merecer um pôsto preeminente em uma suposta vida espiritual. A única maneira de superar seus próprios limites, é aquêle de se tornar sabedores deles. Você veem, o escopo da vida do homem você podem chamar-lo como querem, mas, em substáncia, significa uma coisa só: superar uma visão egoística da existência. Nenhum sentir de consciência pode ser alcançado se o egoísmo não vem superado. Êste, em poucas palavras, o escopo da vida do homem. Então, para alcannçar êste escopo é necessário tornar-se sabedores dos limites que estão ao base de uma concepção egoística da própria existência; Necessita executar uma espécie de auto psicanálise 13 . Isto pode parecer muito complexo, porque, descobrindo-se egoístas, você pensam de mudar vossa natureza mudando uma atitude exterior, todo dando, destruindo a vossa existência que você aré então têm construído até então fundando-la sôbre aquela visão da vida. Mas não é desta forma. Nada de tudo êste. E aqui, onde a coisa, do complexo, torna-se simples, porque torna a pedir sòmente, e nada mais, que um pouco de constância. 13 Cerchio Firenze 77, Dizionario del Cerchio, página 37 (Autopsicanalisi), Mediterranee 4
  5. 5. 5 Você devem examinar vossos estados de ánimo e, daqui vossos comportamentos. Você devem procurar a razão de vossos temores, da vossa incompreensão, de vossos pensamentos. Você devem fazer para vossas ações e vossos desejos, aquêle que você fazem para os outros. Eu vejo com quanta solércia você procuram de adivinhar as intenções de outras pessoas para você, especialmente: " Porque me terá feito esta pergunta? Por qual motivo ele/ela terá evitado de encontrar-se com me?". Portanto, aquêle que ha do fazer você sabem-lo fazer; se trata só de deslocar vossa atenção dos outros à vós mesmos, mantendo-se na análise um comportamento destacado e sincero. Alguns jogam das partidasà xadrez sozinho, metendo-se agora de um lado e depois do outro do tabuleiro de xadrez. Desta forma, na análise de vós mesmos, você devem desenvolver este duplo rol do observador e da pessoa observada, esquecendo-se no observar que você mesmo são os observados. Mas a fase mais delicada da análise, além o render-se sabedores è de não cair na tentação de se comportar em modo oposto à como descobre-se de ser…. Não é desta forma. Repito-lhe filhos: você devem render vós conta de isto que se agita no intimo vosso. Você devem superar uma concepção da vida fundada sobre a separação. O que é, em substância, um cura psicanalítica? Tornar a levar na esfera do conhecimento do indivíduo aquêles instintos, que, pelo fato de ser condenados pela ética da sociedade, eles têm sido do indivíduo mesmo sepultado nos estados profundos de seu eu, e, tornando a levar-los a seu conhecimento, para fazer-los superar- los. Aquêle que eu vós proponho é um processo análogo. Você devem render-vós sabedores de isto que está dentro de você, dos limites que estão ao base da concepção egoística da existência, para além da tentação de se comportar de maneira oposta a como você descobrir de ser, além da necessidade diria quase para condenar vós mesmos; simplesmente tornar-se sabedores; porque é êste conhecimento que, por um processo natural, liberterá vós de aquêles limites que estão ao base de cada concepção egoística, truncando assim ao raiz a causa de cada incompreensões e de cada dor. A paz seja con vós, filhos. Paz para você 14 >>. (minha nota: no manifestar-se do citado processo natural necessita ver a mão de Deus, porque tudo está em suas mãos 15 ). 14 Cerchio Firenze 77, La voce dell'ignoto, páginas 45-50, Mediterranee 15 Eileen Caddy, Le porte interiori, Mensagens de 20 de Março e 14 de Dezembro, Amrita 5

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