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Boletim o pae janeiro

Boletim informativo do PAE

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Boletim o pae janeiro

  1. 1. 1 A sociedade está lidando com transformações inquietantes em sua estrutura, inclusive asilando sem constrangimento a liberalidade sexual na adolescência. Jamais a juventude teve tantas notícias quan- to hoje. Existem livros, revistas, músicas, televisão, rádio, imprensa, internet e uma lista imensa de ca- nais de informação. Há espaços exclusivos para os jovens discutirem so- bre sexualidade e para receber “orientação”: suplementos de jornais, revistas, programas te- levisivos ou até mesmo colunas próprias naque- les destinados ao público em geral. Contam-se hoje nas bancas de jor- nal dezenas de publicações eróticas destinadas ao público jovem. Estreando mais cedo na práti- ca sexual e estando mais suscetí- veis às influências dos adultos, os adolescentes são vítimas das indu- ções psicológicas do momento. São bombardeados pelo mau exemplo dos pais, pela literatura de estímulo à erótica, pelas revistas pornográfi- cas, pelo violento negócio do sexo e da prostituição, pelas festinhas e “baladas” cada dia mais libertinas, pela utilização de drogas e álcool, pela proliferação dos disque-sexo, pelo uso da internet na busca da satisfação de fantasias, Cd’s, Dvd’s facilmente locáveis, ao interesse co- mercial e de exploração da lucrativa faixa de público consu- midor dos filmes para “adultos”. Nessa conjuntura, o trágico é que a educação dos adolescentes está sendo entregue à mídia e ao consumo. Há extre- mos apelos e sensualis- mos, desde filmes (adultos), nove- las e programas para adolescentes destacando o sexo sem amor, livros e manuais ensinando técnicas de conquista e prazer, semelhando a livros informando a cozinhar, com tal frieza e hipocrisia que chega a envergonhar os que valorizam o sentimento e a civilização. Falar em valores da família chega a ser arre- medo. O Espiritismo esclarece que Informativo Mensal do Posto de Assistência Espírita - Ano III, Número 18 - Janeiro/2017. Os ingressos ao festim da luxúriaEditorial Jorge Hessen Os ingressos ao festim da luxúria
  2. 2. 2 nos comportamentos humanos há invariavelmente uma legião de es- píritos convivendo e participando de cada ação de alguém, seja no júbilo do dever cumprido e da alegria sa- dia, seja na perversão dos desejos e das atitudes. Se um adolescente faz da sexualidade tão somente instru- mento de “delícia”, conectará com espíritos erotizados nas mesmas condições e muitos deles almejando reencarnar, induzindo a adolescente a engravidar precocemente. Não podemos deixá-los órfãos de educação sexual. Jamais acredi- tar que tais situações somente ocor- rem com o(a) filho(a) do vizinho, ou, se achar que pode acontecer com o(a) próprio(a) filho(a), tentar re- solver o problema com repressões, violências verbais, brutalidade e até expulsão de casa. A solução está na educação e no exemplo dentro do lar. Os pais não podem abandonar seus filhos ao aprendizado no mun- do. Quando mais necessitam de esclarecimento e orientação quanto à própria sexualidade, não devem permitir que eles aprendam tudo na escola, na rua, na mídia, nos livros, com os outros. Conversar com os filhos desde os quatro anos, sem esperar pelos 12 ou 13 anos. Os frutos plantados na infância serão colhidos na ado- lescência. E assuntos sobre sexua- lidade devem começar a ser discuti- dos desde cedo. Afinal, não será de um dia para o outro que uma criança se tornará adolescente. Empreguemos sempre as orientações espíritas, porém o me- lhor remédio será sempre o nosso exemplo no lar. Lembremos que pais equilibrados produzem lares equili- brados; lares equilibrados resultam em filhos equilibrados, mesmo que resvalem em algumas compreensí- veis falhas humanas. Urge iluminá -los com as normas libertadoras do Evangelho de Jesus. Convidá-los a participar de mocidades espíritas. Jamais proibi-los ou obrigá-los à abstinência ou à prática, porém es- timular-lhes a educação, o controle e a responsabilidade, conforme ins- trui Emmanuel no prefácio do livro “Vida e Sexo”. Enfim, elucidar-lhes que sexo é energia divina, função criadora, transferência de cargas magnéticas, troca de sentimentos, reencontros, maternidade sagrada, e ressaltar- lhes o valor da oração, que será auxílio constante na direção dos desejos e sentimentos. A energia sexual deve ser administrada com bom senso e maturidade, conscien- tes dos riscos que acarreta qualquer inobservância das regras do amor. Todavia, se ocorrer a gravidez ines- perada da filha adolescente, auxiliá -la, amparando-a para que assuma a obrigação que carreou para si, dando condições para que inicie uma vida a dois e colha os frutos das suas experiências
  3. 3. 3 Livro: O Consolador Psicografia: Chico Xavier Editora: FEB Questão 184: Como devemos efetuar nossa autoeducação, esclarecida pela luz do Evangelho, nos problemas das atrações sexuais, cujas tendências egoístas tantas vezes nos levam a atitudes antifraternais? -Não devemos esquecer que o amor sexual deve ser entendido como o impulso da vida que conduz o homem às grandes realizações do amor divino, através da progressividade de sua espiritualização no devotamento e no sacrifício. Toda vez que experimentardes disposições antifraternais em seu círculo, isso significa que preponderam em vossa organização psíquica as recordações prejudiciais, tendentes ao estacionamento na marcha evolutiva. É aí que urge o esforço da autoeducação, porquanto toda criatura necessita resolver o problema da renovação de seus próprios valores. Haveis de observar que Deus não extermina as paixões dos homens, mas fá-las evoluir, convertendo-as pela dor em sagrados patrimônios da alma, competindo às criaturas dominar o coração, guiar os impulsos, orientar as tendências, na evolução sublime dos seus sentimentos. Examinando-se, ainda, o elevado coeficiente de viciação do amor sexual, que os homens criaram para os seus destinos, somos obriga- dos a ponderar que, se muitos contraem débitos penosos, entre os excessos da fortuna, da inteligência e do poder, outros o fazem pelo sexo , abusando de um dos mais sagrados pontos de referência de sua vida. É por esse motivo que observamos , muitas vezes, almas numerosas aprendendo, entre as angústias sexuais do mundo, a re- núncia e o sacrifício, em marcha para as mais puras aquisições do amor divino. Depreende-se, pois, que ao invés da educação sexual pela sa- tisfação dos instintos, é imprescindível que os homens eduquem sua alma para a compreensão sagrada do sexo. Refletindo com EmmanuelRefletindo com Emmanuel
  4. 4. 4 Conselho Diretor - Presidente: Wilson Barbosa / Vice-Presidente: Jorge Hessen Secretária: Diomarsi Souza / 2.º Secretário: Josias da Silva Tesoureiro: João Batista Conselho Fiscal - José Amin, Francisco Soares e Marcos Marques Editores - Jorge Hessen e Fabiano Augusto Site - http://opaespirita.wixsite.com/opae Blog - http://paespirita.blogspot.com.br/ QNM 40 AE N.° 02, Taguatinga Norte/DF - Fone: (61) 3491-2552 Expediente Sábados - 18 horas Dia 7 - Jorge Hessen (PAE) Dia 14 - Osvaldo Basto (Comunhão Espírita) Dia 21- Nelsandro Vieira (V. da Paz) Dia 28 - Fabiano Augusto (CEFE) Quartas-feiras - 20 horas Dia 4 - João Batista (PAE) Dia 11 - Cirne Ferreira (FEB) Dia 18 - Maria Omilta (PAE) Dia 25 - Arildo Marques (B. Menezes) Quadro de Reuniões Públicas e Expositores do Mês de Janeiro ............ Espaço da Codificação ............ “O Livro dos Espíritos” - Questões 700 e 701 POLIGAMIA 700. A igualdade numérica, que mais ou menos existe entre os sexos, constitui indício da proporção em que devam unir-se? “Sim, porquanto tudo, em a Natureza, tem um fim.” 701. Qual das duas, a poligamia ou a monogamia, é mais con- forme à lei da Natureza? “A poligamia é lei humana cuja abolição marca um progresso social. O casamento, segundo as vistas de Deus, tem que se fundar na afeição dos seres que se unem. Na poligamia não há afeição real: há apenas sensualidade.” Nota: “Se a poligamia fosse conforme à lei da Natureza, devera ter possibilidade de tornar-se universal, o que seria materialmente impossível, dada a igualdade numérica dos sexos. Deve ser con- siderada como um uso ou legislação especial apropriada a certos costumes e que o aperfeiçoamento social fez que desaparecesse pouco a pouco.”

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