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O período regencial 2017

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Slides explicando o Período Regencial e suas revoltas.

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O período regencial 2017

  1. 1. O Período Regencial 1831 - 1840
  2. 2. • O Brasil estava um caos com a renúncia de D. Pedro I. As províncias estavam agitadas e os políticos começavam a organizar partidos. D. Pedro II, filho e sucessor de D. Pedro I, tinha então cinco anos e só poderia governar o país quando fosse maior de dezoito anos.
  3. 3. D. Pedro II:
  4. 4. • Como o sucessor ainda era criança, a Constituição de 1824, no Capítulo V, ordenava governo fosse entregue a uma Regência até que a maioridade fosse completada –a maioridade prevista pelo artigo 121 da Constituição era de 18 anos completos.
  5. 5. • Como não havia nenhum parente próximo de D. Pedro apto a assumir a Regência, organizou-se a Regência Trina Provisória, que, tinha a missão de eleger a Regência Trina Permanente.
  6. 6. • A Regência Trina Provisória foi composta por Nicolau Pereira Campos Vergueiro, José Joaquim Carneiro de Campos e Francisco Lima da Silva e durou apenas dois meses.
  7. 7. A Regência Trina Provisória:
  8. 8. A Regência Trina Permanente: • Em 3 de maio, houve a eleição para a Regência Permanente, como mandava a lei. Em 17 de julho, aconteceu a efetivação do governo, composta por José da Costa Carvalho (Marquês de Monte Alegre), Francisco Lima e Silva e João Bráulio Muniz.
  9. 9. Os grupos políticos do Período Regencial: • No período regencial havia três grupos políticos que disputavam o poder. Embora todos fizessem parte da elite aristocrática brasileira, eles tinham diferenças de pensamento quanto à maneira de governar.
  10. 10. • Uma das figuras de maior destaque da Regência Trina Permanente foi o padre Diogo Antônio Feijó, nomeado para o cargo de ministro da Justiça.
  11. 11. Padre Diogo Antônio Feijó:
  12. 12. • Sua principal preocupação era garantir -a ordem pública, que interessava aos moderados. Para isso era preciso acabar com as agitações populares e revoltas militares que ameaçavam o governo.
  13. 13. • Para impor a ordem, o governo precisava de uma força militar que lhe fosse fiel. O Exército não era confiável, pois parte da tropa, composta de pessoas pobres, sempre se colocava a favor dos que protestavam contra o governo.
  14. 14. • A solução proposta pelos políticos moderados foi a criação em 18 de agosto de 1831, da Guarda Nacional: uma polícia de confiança do governo e dos grandes fazendeiros.
  15. 15. Guarda Nacional:
  16. 16. • Em 1834, os políticos moderados conseguiram fazer uma reforma na Constituição do Império, instituindo o Ato Adicional. Por meio dele, ficou estabelecido que a Regência seria exercida por uma única pessoa, com mandato de quatro anos. Surgiu então, a Regência Una. O padre Diogo Antônio Feijó foi eleito para o cargo.
  17. 17. A regência do Padre Feijó: a explosão das rebeliões
  18. 18. • Ele exerceu o mandato de 1835 a 1837. Durante sua regência, Feijó tentou conciliar os interesses contrários das correntes políticas do país, atendendo algumas reivindicações da oposição. Sua regência, no entanto, foi marcada pelo início de várias revoltas e rebeliões separatistas, que ameaçaram a ordem e unidade territorial do Brasil.
  19. 19. • Em 1835, começam a Cabanagem, no Pará; e a Farroupilha, no Rio Grande do Sul; em 1837 a Sabinada na Bahia. Responsabilizado pela onda de rebeliões, Feijó renunciou em 1837. O senador pernambucano, Pedro Araújo Lima, assumiu a regência e permaneceu no cargo até 1840.
  20. 20. Pedro de Araújo Lima:
  21. 21. A regência de Araújo Lima: • Ao assumir o poder, Araújo Lima montou um ministério composto só de políticos conservadores. • Havia uma firme decisão do governo de usar toda a violência contra as revoltas políticas populares que agitavam o país (Cabanagem, Balaiada, Sabinada, Farroupilha).
  22. 22. • Os fazendeiros estavam assustados, com medo de perder suas riquezas, baseadas na grande propriedade e na exploração dos escravos. • Por isso, foi criada a Lei Interpretativa do Ato Adicional (12 de maio de 1840), que reduzia o poder das províncias e colocava os órgãos da Polícia e da Justiça sob o comando do regente.
  23. 23. A crise socioeconômica: • No campo econômico, as exportações brasileiras perdiam preço e mercado.
  24. 24. • O açúcar de cana sofria a concorrência internacional das Antilhas, que produziam açúcar mais barato e de melhor qualidade.
  25. 25. • Os Estados Unidos produziam o algodão, o fumo também mais barato. • Uruguai e Argentina, produziam mate e o couro. • O ouro era um minério quase esgotado; portanto, nossa situação econômica era muito desfavorável nesse momento.
  26. 26. • O povo da cidade e do campo levava uma vida miserável. Os alimentos eram caros. A riqueza e o poder estavam concentrados em mãos dos grandes fazendeiros e comerciantes. • No campo político, havia grande oposição ao autoritarismo da regência. As províncias queriam mais liberdade e autonomia.
  27. 27. • Queriam o direito de eleger seus próprios presidentes (governadores)da província. Muitos políticos das províncias pregavam a separação do governo central. • Essas, são algumas das causas das revoltas do período regencial.
  28. 28. A Cabanagem: 1835 – 1840:
  29. 29. • Na região, que hoje compreende as regiões do Pará e do Amazonas, a economia vivia em função de atividades extrativistas (extração de madeiras e na exploração das plantas medicinais) e o cultivo de: cacau, algodão, tabaco e arroz.
  30. 30. • A cidade de Belém era o centro do comércio que era controlado por portugueses e britânicos. • Utilizava-se a mão-de-obra escrava negra e a de índios que viviam em aldeias ou já estavam fora das aldeias e submetidos a um regime de semiescravidão.
  31. 31. • Os negros, índios e mestiços compunham a maioria da população inferiorizada do Grão- Pará e viviam nas pequenas ilhas e na beira dos rios em cabanas miseráveis (daí o nome cabanos, como eram conhecidos).
  32. 32. • Em 1832 os paraenses pegaram em armas para impedir a posse de um governador nomeado pelo governo regencial. Resistindo à insatisfação dos paraenses, a regência nomeou o conservador Bernardo Lobo Sousa para governar o Grão-Pará.
  33. 33. • Impondo uma política repressora, Bernardo Lobo perseguiu aqueles que oferecessem qualquer tipo de ameaça à sua autoridade. Isso só aumentou as tensões internas.
  34. 34. • No ano de 1835, um grupo de revoltosos invadiu Belém, capital da província e assassinou o governador. Nesse momento, surgiram líderes da elite e das camadas populares.
  35. 35. • Resistindo às tropas da regência, os cabanos entregaram o poder para o fazendeiro Félix Malcher. Em pouco tempo, as reivindicações mais profundas dos populares instigou a saída dos grandes proprietários desse movimento.
  36. 36. Félix Malcher:
  37. 37. • Com a deposição de Félix Malcher, o comando da Cabanagem cai nas mãos dos Irmãos Pedro e Francisco Vinagre e do seringueiro Eduardo Angelim.
  38. 38. • Enquanto a rebelião se reorganizava, o governo regencial enviou tropas lideradas pelo mercenário inglês John Taylor.
  39. 39. John Taylor:
  40. 40. • A vitória das forças oficiais não aconteceu totalmente. Comandando mais de 3 mil populares, Eduardo Angelim conseguiu reaver o controle de Belém.
  41. 41. • A chegada de Angelim dava esperanças de uma vitória do levante popular. No entanto, a ausência de outras províncias participantes e a instabilidade política dos poderes instalados acabou esfriando o potencial revolucionário do movimento. No ano de 1840 a Cabanagem chegava ao seu fim com um trágico saldo de 30 mil mortos.
  42. 42. • Era mais um claro exemplo que a classe dominante não admitia a ascensão do povo ao poder nem as manifestações populares que colocassem em risco o domínio político da aristocracia ( os ricos = elite).
  43. 43. A Revolta dos Malês – 1835:
  44. 44. • Em Salvador, a capital da Bahia metade da população era formada por escravos e negros libertos de diferentes etnias africanas como Muitos desses africanos praticavam a religião muçulmana e, sabiam ler e escrever eles eram chamados de malês.
  45. 45. • Eles prestavam pequenos serviços (carpinteiros, serventes de pedreiro, vendedores) ou a administravam comércios e eram obrigados a repassar a maioria dos ganhos para os seus donos.
  46. 46. Barbeiro:
  47. 47. • Parte desses escravos, insatisfeitos a situação, passaram a se mobilizar em reuniões secretas, nas quais decidiram organizar uma rebelião. • O plano deles era tomar pontos estratégicos da cidade de Salvador com o objetivo de controlar o governo da capital.
  48. 48. • Eles escolheram o dia 25 de janeiro de 1835 para começar a revolta, porque neste dia, grande parte da população e das autoridades estariam ocupados com os preparativos da festa de Nossa Senhora da Guia.
  49. 49. • Os malês arrecadaram dinheiro e compraram armas para os combates. O plano do movimento foi todo escrito em árabe. Apesar de todo o cuidado para a execução de seus planos, os malês acabaram prejudicados pela delação de ex- escravas. Elas ficaram com medo da revolta.
  50. 50. • Os malês queriam acabar com o catolicismo, iriam confiscar os bens dos brancos e mulatos (iriam matar os brancos e os mulatos) e implantar uma república muçulmana.
  51. 51. • De acordo com o plano, os revoltosos sairiam do bairro de Vitória (Salvador) e se reuniriam com outros malês vindos de outras regiões da cidade. Invadiriam os engenhos de açúcar e libertariam os escravos
  52. 52. • A região de Água de Meninos foi onde aconteceu o mais violento dos confrontos. Cerca de quinhentos militares e um esquadrão de cavalaria os malês – que gradativamente foram empurrados em direção ao litoral. Pelo mar, um navio com um destacamento de marinheiros utilizado para abafar rapidamente qualquer tipo de resistência.
  53. 53. • Estima-se que de 600 até 1500 africanos participaram dessa revolta. A maioria dos africanos muçulmanos que viviam na Bahia naquela época, não participou do movimento.
  54. 54. • Cerca de 200 integrantes da revolta foram presos pelas forças oficiais. Todos foram julgados pelos tribunais. Para conter outros movimentos, as autoridades ordenaram a execução de quatro líderes e a deportação de setecentos envolvidos.
  55. 55. • O governo local, para evitar outras revoltas do tipo, decretou leis proibindo a circulação dos escravos à noite e a prática de suas cerimônias religiosas.
  56. 56. A Sabinada (1837-1838):
  57. 57. Salvador:
  58. 58. • A Sabinada foi uma das rebeliões regenciais que nasceu bem no meio de um período com uma grande instabilidade política. A Sabinada é considerada uma revolta totalmente autônoma e aconteceu entre novembro do ano de 1837 e março do ano de 1838, na Bahia.
  59. 59. • No ano de 1837, os baianos se revoltaram quando o governo regencial decretou a participação obrigatória da população nas frentes da Guerra dos Farrapos, outra rebelião que ocorria na região sul do país. Sob o comando de Francisco Sabino Vieira, nome que deu origem ao nome do movimento, os revoltosos conquistaram o poderio na Bahia e proclamaram a República Bahiense.
  60. 60. Francisco Sabino Álvares da Rocha Vieira:
  61. 61. • Essa revolta seria uma solução provisória, porque quando Pedro de Alcântara, conhecido também como D. Pedro II tivesse idade suficiente para assumir o trono, o que deveria acontecer no ano de 1843,a Bahia voltaria a fazer parte do Brasil. Mas até isso acontecer , a Bahia seria uma república independente e sem regentes.
  62. 62. • Eles ainda pretendiam libertar apenas os escravos que apoiavam a revolução e que eram nascidos no Brasil. A classe que tomou frente desse movimento foi a classe média. Esta era composta por comerciantes e profissionais liberais, como médicos, advogados e professores, que foram os principais líderes dessa rebelião.
  63. 63. • Na tentativa de acabar com a revolta, o governo da província (Bahia) mandou soldados fortemente armados para os sabinos, mas eles acabaram aderindo ao movimento.
  64. 64. • A Câmara Municipal foi ocupada com o comando dos militares Luiz Antônio Barbosa de Almeida e José Duarte da Silva, do político João Carneiro da Silva Rego e de Francisco Sabino Vieira.
  65. 65. • Após conseguir a dominação em Salvador de alguns quarteis e da própria cidade, os revoltosos não conseguiram o apoio dos senhores de engenho da região, pois eles eram fieis ao governo regencial; os sabinos também não conseguiram um apoio grande dos escravos, e por isso foram vencidos pelas tropas regenciais.
  66. 66. • Houve muita violência para conter essa revolta, centenas de casas dos participantes do movimento foram queimadas pelo governo. Mais de 2 mil pessoas morreram; Mais de 3 mil revoltosos foram presos e os líderes da Sabinada foram perseguidos e capturados pelas forças militares.
  67. 67. • Os rebeldes que sobreviveram foram capturados e julgados por um tribunal composto pelos donos de latifúndios da Bahia. Três dos líderes foram executados e os outros três deportados, entre eles Francisco Sabino Vieira, que terminou os seus dias na Fazenda Jacobina, na região de Cáceres, província do Mato Grosso.
  68. 68. Fazenda Jacobina – Cáceres:
  69. 69. • Outros, como Daniel Gomes de Freitas, Francisco José da Rocha, João Rios Ferreira e Manoel Gomes Pereira, conseguiram fugir e depois se juntaram à Revolução Farroupilha.
  70. 70. A Balaiada (1838-1841):
  71. 71. • Desde o início do século XIX, a s camadas intermediárias e escravas da sociedade do Maranhão eram afetadas pelos abusos dos grandes proprietários de terra. As disputas políticas e o interesse particular se manifestavam nas rixas pessoais dos fazendeiros e na opressão aos mais pobres.
  72. 72. • A Revolta recebeu o nome de Balaiada por causa do apelido de um dos líderes do movimento, Manoel Francisco dos Anjos Ferreira, o "Balaio" (cestos, objetos que ele fazia).
  73. 73. Estátua de Manuel Balaio:
  74. 74. • A Balaiada é diferente das outras revoltas que do período regencial porque foi um movimento popular contra os grandes proprietários da região. As camadas sociais que mais sofriam com a situação eram os trabalhadores livres, camponeses, vaqueiros, sertanejos e escravos.
  75. 75. • As causas da revolta estão relacionadas às condições de miséria e opressão a que estava submetida a população pobre da região. Nesta época, a economia agrária do Maranhão atravessava um período de grande crise.
  76. 76. • A principal riqueza produzida na província, o algodão, sofria forte concorrência no mercado internacional e, com isso, o produto perdeu preço e compradores no exterior.
  77. 77. • A miséria, a fome, a escravidão e os maus tratos constituíram os principais fatores de descontentamento popular que motivou a mobilização dessas camadas sociais para a luta contra as injustiças sociais.
  78. 78. • Os principais líderes da Balaiada foram: Manuel Francisco dos Anjos Ferreira (O Balaio), Raimundo Gomes Vieira (O Cara Preta) e Cosme Bento das Chagas (O Negro Cosme).
  79. 79. Cosme Bento das Chagas:
  80. 80. • No mês de dezembro de 1838 o líder do movimento, Raimundo Gomes, invadiu a prisão de Vila Manga para libertar seu irmão. Acabou aproveitando a situação e libertando todos outros presos.
  81. 81. • Mesmo sem ter sido cuidadosamente preparada e possuir um projeto político definido, a Balaiada eclodiu em 1838. Os balaios conseguiram tomar a cidade de Caxias, uma das mais importantes do Maranhão, em 1839.
  82. 82. Caxias:
  83. 83. • Para combatê-los foi nomeado Presidente e Comandante das Armas da Província, o coronel Luís Alves de Lima e Silva, que venceu os revoltosos na Vila de Caxias. Por isso foi promovido a General e recebeu o seu primeiro título de nobreza , Barão de Caxias.
  84. 84. Luís Alves de Lima e Silva:
  85. 85. Tropas imperiais se preparam para o combate:
  86. 86. • Em 1841, o último líder da Balaiada, Cosme Bento foi capturado e enforcado. Os outros líderes do movimento já estavam mortos: Raimundo Gomes foi exilado para São Paulo e morreu na viagem e o "Balaio" morreu de gangrena após ser ferido pelos seus companheiros.
  87. 87. A Guerra dos Farrapos/Revolução Farroupilha: 1835 - 1845
  88. 88. • A Guerra dos Farrapos ocorreu no Rio Grande do Sul na época em que o Brasil era governado pelo Regente Feijó (Período Regencial).
  89. 89. • A região do Rio Grande do Sul tinha um setor agropecuário muito rico e abastecia boa parte do Brasil com: gado, couro e charque; o principal produto era o charque.
  90. 90. Estância Gaúcha:
  91. 91. Charque:
  92. 92. • O charque, além de ser o principal alimento dos escravos e dos pobres, também era o principal produto da economia gaúcha. • Os comerciantes do sudeste (dominados pelos latifundiários do centro e norte) compravam charque mais barato do Uruguai e da Argentina.
  93. 93. • Os uruguaios e argentinos vendiam barato, porque a mercadoria era produzida com mão- de-obra livre. • A concorrência não agradava os fazendeiros gaúchos que pagavam mais impostos do que os estrangeiros.
  94. 94. • Por causa dos impostos, a classe dominante do Rio Grande do Sul apoiava os ideais dos federalistas (chamados de farroupilhas) que queriam diminuir o poder do governo e aumentar a autonomia da província do Rio Grande do Sul.
  95. 95. • Em 1834, nas eleições para assembleia provincial, os federalistas eram a maioria e isso dificultou as relações com o presidente da província (nomeado pelo regente).
  96. 96. • Um grande proprietário chamado Bento Gonçalves, assumiu o comando do exército farroupilha (formado por fazendeiros e peões) e pouco tempo depois ocuparam Porto Alegre iniciando a guerra.
  97. 97. Porto Alegre:
  98. 98. • Começava um movimento de ordem republicana, onde os revoltosos começavam a utilizar de pedaços de panos vermelho amarrados em alguma parte de suas vestimentas para mostrar que faziam parte daquela revolução, foi daí que ganharam o nome de Farrapos, devido a esses pedaços de tecidos.
  99. 99. • Liderados por Bento Gonçalves, David Canabarro, Antonio de Souza Neto, Onofre Pires e Giuseppe Garibaldi, os farroupilhas declararam independente a República de Pirantini (RS – 16/11/1836) e Juliana (SC – 25/07/1839).
  100. 100. Bento Gonçalves:
  101. 101. David Canabarro:
  102. 102. Teixeira Nunes:
  103. 103. • Em 1835 Bento Gonçalves foi preso na Batalha de Fanfa e a liderança do movimento passou para Antônio de Souza Neto.
  104. 104. Antônio de Souza Neto:
  105. 105. Prisão de Bento Gonçalves:
  106. 106. • Em novembro de 1836, os revolucionários proclamaram a República em Piratini e Bento Gonçalves, ainda preso, foi nomeado presidente. Somente em1837, após fugir da prisão, é que Bento Gonçalves finalmente assume a presidência da República de Piratini.
  107. 107. Bandeira:
  108. 108. Bento Gonçalves na prisão:
  109. 109. • Fingindo que ia tomar um banho de mar, Bento começou a nadar em frente ao forte até que, aproveitando um descuido de seus guardas, fugiu - a nado - em direção a um barco que estava à sua espera.
  110. 110. Forte de São Marcelo:
  111. 111. • Mesmo com as forças do exército da regência, os farroupilhas liderados por Davi Canabarro e Giuseppe Garibaldi, conquistaram a vila de Laguna, em Santa Catarina, proclamando, desta forma, a República Catarinense.
  112. 112. Giuseppe Garibaldi:
  113. 113. Transporte de barcos por terra:
  114. 114. Ataque à Laguna – SC:
  115. 115. Anita Garibaldi:
  116. 116. • No ano de 1842, o governo nomeou Luiz Alves de Lima e Silva (Duque de Caxias) para colocar fim ao conflito. Após três anos de batalha e várias derrotas, os "Farrapos" aceitaram a paz proposta por Duque de Caxias.
  117. 117. Caxias:
  118. 118. • Ainda em 1844, Bento Gonçalves iniciou conversações de paz, mas retirou-se por discordar de Caxias em pontos fundamentais, Davi Canabarro, assumiu seu lugar.
  119. 119. Bento Gonçalves:
  120. 120. David Canabarro:
  121. 121. • Os farrapos queriam assinar um Tratado de Paz, mas os imperiais rejeitavam, porque tratados se assinam entre países, e o Império não considerava a República Rio-Grandense um Estado.
  122. 122. • Caxias contornou a situação, agradando os interesses dos farroupilhas sem criar constrangimentos para o Império.
  123. 123. Teixeira Nunes:
  124. 124. Lanceiro Negro:
  125. 125. • O Coronel Teixeira Nunes e seus lanceiros negros foram atacados de surpresa. Quase todos morreram, inclusive Teixeira Nunes.
  126. 126. Massacre do Porongo:
  127. 127. • Dos escravos sobreviventes, alguns acompanharam o exército do general Antônio Neto em seu exílio no Uruguai, outros foram incorporados ao Exército Imperial e muitos foram vendidos novamente como escravos no Rio de Janeiro.
  128. 128. General Antonio de Souza Neto:
  129. 129. • A pacificação foi assinada em 1º de Março de 1845 em Ponche Verde.
  130. 130. Cláusulas do Tratado de Ponche Verde: • O Império assumia as dívidas do governo da República; • Os farroupilhas escolheriam o novo presidente da província - Caxias;
  131. 131. Caxias:
  132. 132. • Os oficiais rio-grandenses seriam incorporados ao exército imperial nos mesmos postos, exceto os generais; • Todos os processos da justiça republicana continuavam válidos;
  133. 133. • Todos os ex - escravos que lutaram no exército rio-grandense seriam declarados livres (mas muitos deles foram reescravizados depois); • Todas as dívidas dos gaúchos foram perdoadas e seus bens e propriedades devolvidos.
  134. 134. • Todos os prisioneiros de guerra seriam devolvidos à província. • O governo aumentou o imposto sobre o charque importado em 25%.
  135. 135. • Terminou assim a Guerra dos Farrapos, que apesar da vitória militar do Império do Brasil contra a República Rio-Grandense, significou a consolidação do Rio Grande do Sul como força política dentro do país.
  136. 136. Roupas da Época da Revolução:
  137. 137. Armas:
  138. 138. Canhão da época:
  139. 139. Fim do Período Regencial: • Em abril de 1840, surgiu o Clube da Maioridade, cuja atuação resultou na emenda constitucional que antecipou a maioridade do imperador. Desse modo, com 15 anos de idade, Pedro de Alcântara foi coroado e recebeu o título de Pedro II. A coroação de Pedro II deu início ao Segundo Reinado.
  140. 140. Coroação de Pedro II

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