Trabalho Bimestral

Trabalho Bimestral
Introdução
Ciclo da Água
A água está presente na
transpiração dos seres vivos,
além dos rios, lagos, oceanos
etc. no meio gasoso
essa água evapora e se
acumula, para depois se
condensar nas nuvens; no final
líquido acontece a precipitação
da água que volta para Terra
em forma de chuva, reiniciando
o ciclo.
Ciclo do carbono
Ciclo do carbono é um ciclo
biogeoquímico, ou seja, um
processo que garante a
reciclagem do carbono,
possibilitando que esse
elemento interaja com o meio
e também com os seres vivos.
Nesse ciclo verificamos como o
carbono movimenta-se pela
atmosfera, litosfera, hidrosfera e
biosfera.
Ciclo do oxigênio
O ciclo do oxigênio é um ciclo
biogeoquímico que garante a
circulação do oxigênio pelo
meio físico e pelos seres
vivos. Esse elemento é
extremamente importante para
a sobrevivência dos seres vivos,
sendo usado, por exemplo, na
respiração celular (processo em
que moléculas são oxidadas e
energia é produzida.
Ciclo do nitrogênio
As etapas do Ciclo do
Nitrogênio são
denominadas fixação,
amonificação, nitrificação e
desnitrificação. Cada uma
delas comporta
transformações distintas do
nitrogênio em seus diferentes
estados e formas,
favorecendo a absorção dele
pelos animais e plantas.
Tipos de poluição
Os principais tipos de
poluição das águas
são: poluição
biológica, térmica,
sedimentar, química e
radioativa
Poluição do ar
O ar é considerado poluído
quando há presença de
contaminantes ou de
substâncias poluidoras na sua
composição, sejam eles gases,
materiais particulados e
compostos orgânicos voláteis
(JACOBSON, 2010), que
interfiram na saúde e no bem-
estar humano, ou ainda causem
efeitos danosos ao meio
ambiente.
Poluição do solo
A Poluição do Solo é toda e
qualquer mudança em sua
natureza (do solo), causada
pelo contato com produtos
químicos, resíduos sólidos e
resíduos líquidos, os quais
causam sua deterioração ao
ponto de tornar a terra inútil ou
até gerar um risco a saúde.
Lixo nuclear
A Poluição do Solo é toda e qualquer
mudança em sua natureza (do solo),
causada pelo contato com produtos
químicos, resíduos sólidos e resíduos
líquidos, os quais causam sua
deterioração ao ponto de tornar a terra
inútil ou até gerar um risco a saúde.
Tipo de lixo nuclear
Chamamos de lixo nuclear
aos rejeitos radioativos
provenientes de hospitais,
usinas nucleares, centros de
pesquisas, entre outros. O
material descartado é resultado da
atividade com elementos
radioativos tais como Urânio, por
exemplo, que oferecem riscos à
saúde do homem e também à
natureza.
O mundo mais sustentável
Separe os materiais recicláveis
(plásticos, garrafas, papéis,
vidros, latas, entre outros) em
sacolinhas apropriadas e os
orgânicos (restos de comida,
cascas, papel higiênico e fraldas
utilizadas, entre outros) em
outras, preferencialmente de
cores diferentes.
Os três tipos
de Reciclagem
• Reciclagem Química
• Reciclagem Mecânica
• Reciclagem Energética
Reciclagem Química
A reciclagem química é o processo mais complexo dos três. Nela, os plásticos são
reprocessados transformando sua estrutura química para utilização como matéria-prima de
diferentes segmentos ou como insumo básico para a produção de novos produtos plásticos.
No entanto, a reciclagem química é mais cara e requer grandes quantidades de plástico para
ser economicamente viável.
De acordo com Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, é cedo para falar no potencial da
reciclagem química, até porque ela ainda está em desenvolvimento. “Ela talvez exista muito
mais para propor soluções para algo que não é fácil de recuperar energeticamente ou
mecanicamente do que para substituir as opções mecânica e energética”, diz Bahiense. “A
reciclagem química ainda é incipiente, existe em laboratório, mas não chega a ser uma
realidade plena. Ela é mais complexa e requer um desenvolvimento tecnológico maior”,
afirma.
Reciclagem Mecânica
A reciclagem mecânica é o método mais usado globalmente para dar novos usos
aos resíduos, quaisquer que eles sejam. No caso dos plásticos, ela consiste em
transformar, mecanicamente, esse material – seja ele oriundo de sobra industrial
ou de descarte doméstico e comercial – sem alterar sua estrutura química, de
forma que possa ser utilizado na produção de novos materiais. Hoje, o plástico
reciclado dessa forma é usado para fazer novas embalagens, sacos de lixo, pisos,
mangueiras, peças de automóveis, entre outros. Este é a tecnologia mais usada
para as Poliolefinas (PE e PP).
Reciclagem Energética
A reciclagem energética consiste em transformar o plástico em energia térmica e elétrica, aproveitando,
por meio da incineração, o poder calorífico armazenado nesses materiais como combustível. A reciclagem
energética é importante por diversificar a matriz energética e otimizar o espaço em cidades mais
densamente povoadas e com poucas áreas livres para criação de aterros. É uma solução bem difundida na
Europa e Japão, porém demanda investimento e participação do poder público por não ser
economicamente sustentável.
Por outro lado, a reciclagem energética se estabeleceu como uma solução ambientalmente viável. Assim
como os carros, as usinas de incineração de lixo para reciclagem energética usam catalisadores para reter
as emissões poluentes. “A reciclagem energética era muito criticada por conta de suas emissões, mas isso
é coisa do passado, ficou nos anos de 1970 e 1980. Hoje, já existem regras muito claras para que os
equipamentos incineradores funcionem garantindo emissões mais amigáveis ao meio-ambiente”, afirma
Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, o Instituto Socioambiental do Plástico.
ODS
O que são ODS?
ODS é a sigla para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável que fazem parte da chamada “Agenda 2030”.
Trata-se de um pacto global assinado durante a Cúpula das Nações Unidas em 2015 pelos 193 países
membros. A agenda é composta por 17 objetivos ambiciosos e interconectados, desdobrados em 169
metas, com foco em superar os principais desafios de desenvolvimento enfrentados por pessoas no Brasil
e no mundo, promovendo o crescimento sustentável global até 2030.
ODS 13 – Ação contra a mudança global do clima: tomar medidas urgentes para combater a mudança
climática e seus impactos.
Qual o objetivo 13 da ODS?
Esta meta busca internalizar a preocupação com as mudanças climáticas e inseri-la na elaboração
das políticas públicas em âmbito nacional. A principal política nacional relacionada a esta meta é
a Política Nacional sobre Mudança do Clima - lei nº 12.187/2009.
Desastres que aconteceu com usinas nucleares
Ucrânia
O acidente de Chernobyl aconteceu em 26 de abril de 1986, quando o reator 4 da usina nuclear de
Chernobyl explodiu e lançou material radioativo na atmosfera. Em virtude do acidente de Chernobyl, em 26
de abril de 1986, a cidade de Pripyat, no norte da Ucrânia, foi abandonada.
Brasil
O acidente com o Césio-137 em Goiânia foi um acidente radiológico que aconteceu na capital de Goiás,
em 13 de setembro de 1987. Deu-se por meio de contaminação com radioatividade que ocorreu nessa
cidade, e até hoje é o maior acidente radiológico que já houve no planeta.
Japão
Na manhã do dia 11 de março de 2011, o pior terremoto já registrado no Japão, 8,9 graus na escala
Richter, assolou a costa nordeste do país, provocando um tsunami e o vazamento da usina atômica de
Fukushima.
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  • 3. Ciclo da Água A água está presente na transpiração dos seres vivos, além dos rios, lagos, oceanos etc. no meio gasoso essa água evapora e se acumula, para depois se condensar nas nuvens; no final líquido acontece a precipitação da água que volta para Terra em forma de chuva, reiniciando o ciclo.
  • 4. Ciclo do carbono Ciclo do carbono é um ciclo biogeoquímico, ou seja, um processo que garante a reciclagem do carbono, possibilitando que esse elemento interaja com o meio e também com os seres vivos. Nesse ciclo verificamos como o carbono movimenta-se pela atmosfera, litosfera, hidrosfera e biosfera.
  • 5. Ciclo do oxigênio O ciclo do oxigênio é um ciclo biogeoquímico que garante a circulação do oxigênio pelo meio físico e pelos seres vivos. Esse elemento é extremamente importante para a sobrevivência dos seres vivos, sendo usado, por exemplo, na respiração celular (processo em que moléculas são oxidadas e energia é produzida.
  • 6. Ciclo do nitrogênio As etapas do Ciclo do Nitrogênio são denominadas fixação, amonificação, nitrificação e desnitrificação. Cada uma delas comporta transformações distintas do nitrogênio em seus diferentes estados e formas, favorecendo a absorção dele pelos animais e plantas.
  • 7. Tipos de poluição Os principais tipos de poluição das águas são: poluição biológica, térmica, sedimentar, química e radioativa
  • 8. Poluição do ar O ar é considerado poluído quando há presença de contaminantes ou de substâncias poluidoras na sua composição, sejam eles gases, materiais particulados e compostos orgânicos voláteis (JACOBSON, 2010), que interfiram na saúde e no bem- estar humano, ou ainda causem efeitos danosos ao meio ambiente.
  • 9. Poluição do solo A Poluição do Solo é toda e qualquer mudança em sua natureza (do solo), causada pelo contato com produtos químicos, resíduos sólidos e resíduos líquidos, os quais causam sua deterioração ao ponto de tornar a terra inútil ou até gerar um risco a saúde.
  • 10. Lixo nuclear A Poluição do Solo é toda e qualquer mudança em sua natureza (do solo), causada pelo contato com produtos químicos, resíduos sólidos e resíduos líquidos, os quais causam sua deterioração ao ponto de tornar a terra inútil ou até gerar um risco a saúde.
  • 11. Tipo de lixo nuclear Chamamos de lixo nuclear aos rejeitos radioativos provenientes de hospitais, usinas nucleares, centros de pesquisas, entre outros. O material descartado é resultado da atividade com elementos radioativos tais como Urânio, por exemplo, que oferecem riscos à saúde do homem e também à natureza.
  • 12. O mundo mais sustentável Separe os materiais recicláveis (plásticos, garrafas, papéis, vidros, latas, entre outros) em sacolinhas apropriadas e os orgânicos (restos de comida, cascas, papel higiênico e fraldas utilizadas, entre outros) em outras, preferencialmente de cores diferentes.
  • 13. Os três tipos de Reciclagem • Reciclagem Química • Reciclagem Mecânica • Reciclagem Energética
  • 14. Reciclagem Química A reciclagem química é o processo mais complexo dos três. Nela, os plásticos são reprocessados transformando sua estrutura química para utilização como matéria-prima de diferentes segmentos ou como insumo básico para a produção de novos produtos plásticos. No entanto, a reciclagem química é mais cara e requer grandes quantidades de plástico para ser economicamente viável. De acordo com Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, é cedo para falar no potencial da reciclagem química, até porque ela ainda está em desenvolvimento. “Ela talvez exista muito mais para propor soluções para algo que não é fácil de recuperar energeticamente ou mecanicamente do que para substituir as opções mecânica e energética”, diz Bahiense. “A reciclagem química ainda é incipiente, existe em laboratório, mas não chega a ser uma realidade plena. Ela é mais complexa e requer um desenvolvimento tecnológico maior”, afirma.
  • 15. Reciclagem Mecânica A reciclagem mecânica é o método mais usado globalmente para dar novos usos aos resíduos, quaisquer que eles sejam. No caso dos plásticos, ela consiste em transformar, mecanicamente, esse material – seja ele oriundo de sobra industrial ou de descarte doméstico e comercial – sem alterar sua estrutura química, de forma que possa ser utilizado na produção de novos materiais. Hoje, o plástico reciclado dessa forma é usado para fazer novas embalagens, sacos de lixo, pisos, mangueiras, peças de automóveis, entre outros. Este é a tecnologia mais usada para as Poliolefinas (PE e PP).
  • 16. Reciclagem Energética A reciclagem energética consiste em transformar o plástico em energia térmica e elétrica, aproveitando, por meio da incineração, o poder calorífico armazenado nesses materiais como combustível. A reciclagem energética é importante por diversificar a matriz energética e otimizar o espaço em cidades mais densamente povoadas e com poucas áreas livres para criação de aterros. É uma solução bem difundida na Europa e Japão, porém demanda investimento e participação do poder público por não ser economicamente sustentável. Por outro lado, a reciclagem energética se estabeleceu como uma solução ambientalmente viável. Assim como os carros, as usinas de incineração de lixo para reciclagem energética usam catalisadores para reter as emissões poluentes. “A reciclagem energética era muito criticada por conta de suas emissões, mas isso é coisa do passado, ficou nos anos de 1970 e 1980. Hoje, já existem regras muito claras para que os equipamentos incineradores funcionem garantindo emissões mais amigáveis ao meio-ambiente”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, o Instituto Socioambiental do Plástico.
  • 17. ODS O que são ODS? ODS é a sigla para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável que fazem parte da chamada “Agenda 2030”. Trata-se de um pacto global assinado durante a Cúpula das Nações Unidas em 2015 pelos 193 países membros. A agenda é composta por 17 objetivos ambiciosos e interconectados, desdobrados em 169 metas, com foco em superar os principais desafios de desenvolvimento enfrentados por pessoas no Brasil e no mundo, promovendo o crescimento sustentável global até 2030. ODS 13 – Ação contra a mudança global do clima: tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos. Qual o objetivo 13 da ODS? Esta meta busca internalizar a preocupação com as mudanças climáticas e inseri-la na elaboração das políticas públicas em âmbito nacional. A principal política nacional relacionada a esta meta é a Política Nacional sobre Mudança do Clima - lei nº 12.187/2009.
  • 18. Desastres que aconteceu com usinas nucleares Ucrânia O acidente de Chernobyl aconteceu em 26 de abril de 1986, quando o reator 4 da usina nuclear de Chernobyl explodiu e lançou material radioativo na atmosfera. Em virtude do acidente de Chernobyl, em 26 de abril de 1986, a cidade de Pripyat, no norte da Ucrânia, foi abandonada. Brasil O acidente com o Césio-137 em Goiânia foi um acidente radiológico que aconteceu na capital de Goiás, em 13 de setembro de 1987. Deu-se por meio de contaminação com radioatividade que ocorreu nessa cidade, e até hoje é o maior acidente radiológico que já houve no planeta. Japão Na manhã do dia 11 de março de 2011, o pior terremoto já registrado no Japão, 8,9 graus na escala Richter, assolou a costa nordeste do país, provocando um tsunami e o vazamento da usina atômica de Fukushima.