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Prêmio Saint Gobain de Arquitetura 2015

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Prêmio Saint Gobain de Arquitetura 2015

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O projeto de arquitetura respeita a paisagem urbana e natural do Complexo da Santa Casa de Juiz de Fora, potencializando as visadas e a relação com espaço externo. Tiramos partido da estrutura em planta livre que permite grande flexibilidade espacial e da implantação do edifício em que os quartos de internação estão voltados para o sol da manhã.
A ideia é despertar a curiosidade das pessoas que experimentam a arquitetura, deslocar o foco do paciente da doença e, paralelamente, criar espaços eficientes que reduzam os erros médicos e infecções hospitalares.
Trabalhamos com uma matriz de sustentabilidade que envolve o reaproveitamento do entulho da obra e reciclagem, aproveitamento máximo da energia solar, ventilação natural e redução do consumo de água.
Todos acréscimos de paredes e elementos nas fachadas são feitos através da construção a seco e projetados a partir de modulações e elementos pré-fabricados, integrados com soluções de acessibilidade. Os materiais utilizados em grande quantidade são padronizados, de fácil manutenção e limpeza.
Estamos à procura de potencializar ambientes em escala humana; na escala das relações sociais; na escala que permite que os pacientes sejam bem orientados; na escala de percepções sensoriais. Acreditamos que um espaço em escala humana é o caminho para encapsular a beleza e a simplicidade.

O projeto de arquitetura respeita a paisagem urbana e natural do Complexo da Santa Casa de Juiz de Fora, potencializando as visadas e a relação com espaço externo. Tiramos partido da estrutura em planta livre que permite grande flexibilidade espacial e da implantação do edifício em que os quartos de internação estão voltados para o sol da manhã.
A ideia é despertar a curiosidade das pessoas que experimentam a arquitetura, deslocar o foco do paciente da doença e, paralelamente, criar espaços eficientes que reduzam os erros médicos e infecções hospitalares.
Trabalhamos com uma matriz de sustentabilidade que envolve o reaproveitamento do entulho da obra e reciclagem, aproveitamento máximo da energia solar, ventilação natural e redução do consumo de água.
Todos acréscimos de paredes e elementos nas fachadas são feitos através da construção a seco e projetados a partir de modulações e elementos pré-fabricados, integrados com soluções de acessibilidade. Os materiais utilizados em grande quantidade são padronizados, de fácil manutenção e limpeza.
Estamos à procura de potencializar ambientes em escala humana; na escala das relações sociais; na escala que permite que os pacientes sejam bem orientados; na escala de percepções sensoriais. Acreditamos que um espaço em escala humana é o caminho para encapsular a beleza e a simplicidade.

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